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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

22
Nov18

A dois meses dos 30 e tal...

Maria

Assim como foi quase inevitável não pensar " É pá estou quase nos 30", agora quatro anos depois é também quase inevitável não pensar estou quase nos trinta e cinco. t r i n t a e c i n c o! Continuo a não estar triste com isso. Nada disso. Mas é algo incontornável e por isso pensa-se.

Eu gosto de fazer anos. Gosto de comemorar o meu aniversário. Aquele ano que a vida me dá é uma nova oportunidade, é uma bênção.

Continua a ser inevitável não pensar nas coisas se elas tivessem sido diferentes. Eu não sou de me arrepender mas tenho consciência que alterei muitos planos que tracei inconscientemente quando nada o fazia prever. Daí a ser inevitável pensar se as escolhas tivessem sido outras. Será que estava mais feliz? Ou não? Será que ainda aqui morava ou teria mudado de terrinha, de país quem sabe? Será que o meu trabalho era o mesmo ou que estava desempregada como infelizmente tantos? Será que tinha filhos? Será que já estava divorciada? É inevitável não me lembrar de conversas de há anos atrás em que imaginávamos um futuro, em que os 30 estavam lá longe (muito longe, fará os 34 e os 35!), lá na idade adulta, de responsabilidades, de outras vidas, de famílias, de caminhos traçados, de quase acabadinhos de todo(ahah).

Era e é. Acima dos trinta já foste.

Mas depois chegamos cá. Chegam os trinta. Os trinte e um e mais... e a coisa não é bem assim. Eu pelo menos não a sinto.

Não me venham com tretas, dizer que tenho 29 anos não é a mesma coisa que dizer que tenho 30. O Karma é bem diferente. Não digo que seja pior ou melhor, diferente apenas.

E eu rio-me imenso com as observações feitas há uns anos atrás. Aquela ingenuidade de pensar que a norma será dentro daquele "espaço" dado pela vida. Pelo futuro mais ou menos alinhavado - ainda bem - a rascunho.

Agora que os 30 passaram. Chegando aos trinta e tal não sinto aquele peso da fase, até porque me sinto bem conforme estou. Agora a dois meses dos trinta e tal... é pá dá saudade de muita coisa que ficou para trás ao mesmo tempo que tantas outras parece que pertencem a um passado longínquo. Agora a dois meses dos 30 e tal há objectivos que não vou cumprir que gostava de ter feito e outros há que cumpri que não idealizei. Tenho a noção que depois dos 18 isto passou mesmo a correr. Mesmo. Não encontrei o príncipe encantado, não construi a minha própria família, ainda não fui mãe. Não estou monetariamente estável,  não entrei numa igreja vestida de branco e saí de aliança na mão. Há coisas que nunca sonhei e me passam ao lado, logo não me fazem falta mas outras há que a dois meses dos trinta e cinco me fazem falta. Aos quase trinta e cinco noto mais a idade que os que amo têm, inevitavelmente mais velhos e isso sim, começa a ganhar imenso peso. Mas a vida é isto. Não me sinto pior que os vintes, pelo contrário. É certo, não tenho o mesmo corpo, tenho muito mais rugas, flacidez, marcas, celulite. Tenho mais uns dez quilos que quando cheguei aos trinta. Sou muito mais #MariaTexuga. Mas estou muito mais bem resolvida. Confiante e segura. Sorrio imenso. Estou serena. Continuo a gostar mais de me ver com a pele morena que com esta cor lula deslavada, mas isso já acontecia nos vinte! E sou uma apaixonada pela vida. E o melhor de ter esta capacidade de me rir de mim própria é lembrar-me vezes sem conta de conversas, expressões, de ideias, ideais, de quando andava bem longe dos trinta's e saber que agora que aqui estou tudo é tão diferente. Tudo é tão sentido de maneira diferente e que independentemente de tudo, não há um peso. Aos trinta e tal mudam os anos a mais. E há sim, a essência da idade e a experiência. 

Digo eu, solteiríssima e que muitas vezes só observo mentes pequeninas de amendoim ao me olharem de cima a baixo fazendo teias de enredos naquelas cabeças sobre o (ainda) estar solteira.

  Esta sou eu - "olha-me aquela trintona". Oh yeah! It's me and I'm ok about that! - é mais ou menos isto. Sentido. Em bom! 

 

Podem sempre acompanhar todas as novidades: Facebook - @sorrisoincognitoblog e Instagram - @sorrisoincognito

14
Nov18

Sem filtros

Maria

Sem filtros

 

Chega uma hora que pouco importa. Pouco importa se tens isto ou aquilo.

Pouco importa se não ligares ao que tens mesmo ao lado quando tudo falta. Que és tu e pouco mais

Um facebook com tantos "amigos" que já não te conseguem enviar convites de amizade, um instagram com "k" de seguidores, Esses que marcam presença no mesmo sítio e nem se conhecem. Mas "são" amigos nas redes sociais.

Quando na realidade, contas pelos dedos de uma mão, aqueles que vão lá estar quando precisares. Ou mesmo quando não precisares.

Na verdade estamos numa era em que construimos imagens para os outros e esquecemo-nos de a construir à nossa imagem (muitas vezes!).

Nem sempre está sol. Nem sempre sorrimos. Nem sempre todos os pensamentos são positivos. Nem sempre a nossa juba é bonita e ao acordar, valha-nos deus, na maior parte das vezes não queremos que ninguém nos veja.

Mas há sempre uma foto anterior que está top e é essa que nós vamos partilhar.

Nem sempre estamos boa onda e nem sempre nos rodeamos de pessoas boa onda. Nem sempre à nossa volta há filtros para nos proteger das coisas menos boas e podermos absorver só o melhor. Às vezes não há planos. Para que as coisas sigam um caminho melhor, quando na maior parte das vezes só arriscamos sem antever qual será mesmo o melhor caminho. Nem sempre lidamos bem com os erros. Não encontramos todas as respostas. Não conseguimos ultrapassar todas as linhas travessas que nos abalroam. Mas não somos os únicos. Acontece a todos.

Esquecemo-nos tantas vezes de nós. Não é por partilhar muito ou pouco, mas por partilhar a pensar se vão gostar ou não do que se partilha. Esquecemo-nos de partilhar o que realmente gostamos. Ninguém partilha um franguinho de churrasco quando um prato de sushi está nas visualizações mais chamativas. Mesmo que «ah gostas de sushi? Mais ou menos...» "tá beeem!".

E nós gajas, em "TPM alerta" pouco publicamos e em modo muito, muito selectivo, porque se fossemos a publicar sentindo a verdadeira essência da coisa, 1/3 "desamigava-nos", porque nós sabemos que somos um pouco insuportáveis nesse estado de alerta. Hormonas.

Na verdade devemos olhar mesmo mais para o nosso umbigo. E não é pensar que o mundo gira à volta dele, mas que a nossa vida gira e só isso importa. No final, é mesmo o que importa - o nós - eu, o meu corpo e a minha mente. Aquela sintonia. O estar bem connosco mesmo. Com as nossas vibrações, a nossa energia. Os nossos sorrisos e as nossas cicatrizes. Aceitar-nos. Muito mais que tentar que nos aceitem. Termos a iniciativa de não ir pelo que os outros dizem, pelas modas só porque sim, pelos grupos, pelas tendências. Não apostarmos em ser aquilo que não somos. Querer o nosso bem. Vingar a nossa vontade. Lutar por ser feliz. Seguir a diferença se assim foi o que S-E-N-T-I-M-O-S.

Ahh e os outros não importam? Claro que sim. Depois de mim tudo importa, e esse tudo corresponde a tudo o resto que me acrescenta. A família, os amigos, os bons amigos, as minhas pessoas, as que me vão chegando. Tudo o que acrescenta. Inteiros. Mas esses que estão lá quando realmente o resto falha conhecem-nos. Há mesmo aqueles que nos conhecem tão bem quanto nós e há ainda aqueles que parece que nos conhecem melhor que nós mesmos. Esses gostam do nosso humor assim como das nossas birras, gostam dos nossos sorrisos porque já nos viram as lágrimas, gostam da nossa companhia porque quando não estamos, sentem-nos a falta.

Esses que nos conhecem até de pijama com o cabelo despenteado, o verniz descascado e a cara por lavar. Com as meias polares por cima das calças. Com o cheiro a fumo depois de estarmos à lareira. Com cara de zombie quando estamos adoentados. Sem filtros. Mas com aquele sorriso nosso. Que sempre é bom para partilhar.

Sem filtros. Viver sem filtros é bom. É só experimentar.

26
Out18

E vocês, de que se queixam?

Maria

#HistóriaComFinalFeliz

[ clicar link para ver o vídeo ]

 

 

É mais uma entrevista daqueles murros no estômago (alguém viu a reportagem Tvi no passado domingo à noite?), mas que têm mesmo que ser vistos e partilhados. Mesmo. Mesmo.

O Nuno Santos diz que partilha a sua história para de qualquer forma nos ajudar, motivar e inspirar a fazer coisas.

E eu acho que somos todos um ovo podre se não formos abalroados pela sua história e tirar tudo de positivo que ela transmite.

O Nuno há cerca de dez anos teve um cancro muito agressivo e venceu-o, mas o facto de ter ficado com mazelas voltou a dar-lhe imensas dores de cabeça, ou no caso, de perna. 

Em 2014 parti a prótese da anca, tive de ser operado 3 vezes, infecções graves e uma enorme fraqueza quase me levaram desta para pior. 
Sendo o meu pior ano, 2014, decidi que era altura de começar a gravar as minhas aventuras, tanto na saúde como na minha vida activa e aventureira.
De momento estou perante a decisão de remover por completo a perna esquerda para ter melhor qualidade de vida, mais liberdade, mais VIDA.
Não está nada fácil, mas isto vai ao sitio.

Foi no início deste ano que o Nuno tomou uma das decisões mais difíceis da sua vida e enquanto ser humano.

Tem um humor que não é para todos, inspira qualquer um e dá-nos uma chapada de luva branca que nos deixa estupefactos com tanta coragem, positividade, vontade de viver.

Vejam o vídeo e acompanhem as partilhas da Nuno. Eu já tinha visto uma participação dele num vídeo da Helena Coelho e logo aí chamou a minha atenção pelo sorriso energia e boa onda que transmitiu.

Para quem quiser seguir o Nuno nas redes sociais sigam o facebook @nunossantossoficial ou o instagram @nunossantoss ou no Youtuber procurem mesmo por Nuno Santos. 

Não olhem para o Nuno com o ah e coisa e tal não tem uma perna... olhem como dass lá pro moço que tem uma força de viver brutal, uma coragem, um sentido de humor apurado, faz-nos rir, super activo e muitos de nós... ah e coisa e tal desculpas, só desculpas.

23
Out18

Das amizades que valem a pena!

Maria

Vivíamos em países diferentes e já escrevíamos cartas uma à outra. Acho até que ainda sou capaz de encontrar alguma lá por casa.

Falávamos de como tínhamos saudades das nossas brincadeiras, de como tanto brincamos com tachos e panelas, de como nunca mais chegava o verão para vires de férias e claro, falamos dos rapazes, dos namoricos, dos beijos roubados e das bestinhas que se queriam meter com quem gostávamos.

O vires para cá morar definitivamente, bem ali do lado, foi só mais um passo na nossa amizade.

Podia ter sido bem diferente, seguimos caminhos diferentes em escolas diferentes, diferentes amizades, mas nem por isso a amizade não cresceu.

Saímos juntas, arranjamos namorados, partilhamos muitas conversas, desabafos, aniversários, festas, rimos muito e também partilhamos momentos menos bons. Sempre presentes uma na vida da outra. Fomos de férias solteiras com amigos. Aproveitamos bem a vida. Fizemos muitas jantaradas. Juntamos família mais que vizinhas.

Casaste, fui eu que te guiei nesse dia até à igreja. E trouxeste-me mais um amigo. A vossa casa sempre de portas abertas para mim, a vossa filha para quem eu sempre fui a Titi. Até que surgiu o convite para ser madrinha da segunda e eu babei. Tornamos família esta amizade. Somos amizade verdadeira. Continuamos a partilhar férias, agora todos juntos.

Os momentos mais importantes estamos lá juntas. Depois de uma amizade já com tantos anos e que resiste a dia pós dia. 

As amizades mostram-nos como podemos ter pessoas importantes na nossa vida sem que o nosso sangue seja o mesmo. Como podemos ter pessoas que não nos são impostas mas que nos acrescentam. Como há realmente amigos que se importam que as coisas corram bem. Que estão lá nos brindes, mas também nos ombros amigos. Eu vou ser sempre grata pelas que me chegaram e ficaram como a tua. Serei sempre grata por me deixarem ser quem eu sou na vida das vossas filhas, principalmente na da minha afilhada. Seremos sempre amigas, agora comadres. Seremos família. 

Obrigada por todas as vezes que estou mais em baixo me puxarem para cima, obrigada por sempre que não me apetece a opção ser outra. Obrigada por me ajudarem. Obrigada por estarem lá. Obrigada pelos sorrisos. Obrigada por me ligares quase todos os dias, muitas vezes para ver a minha afilhada, mesmo que a gente à noite se vá ver. Obrigada por as deixares lá em casa e os meus pais fazerem também parte da vida delas. Obrigada por pertencerem aos meus.

Acho que por entre as brincadeiras com as bonecas, as panelas ou mesmo na aventura do monopólio, por entre os bailes e as festas que sempre fomos, pelas vezes que nos perguntavam se éramos irmãs por andarmos sempre juntas e usarmos a mesma cor de cabelo, loiras, não nos passava pela cabeça que hoje estaríamos assim.

Hoje é o teu dia. E eu desejo-te o melhor.

É um gosto continuar a estar presente nestes dias, não só para te cantar os Parabéns, mas para celebrar mais um dia em que a vida, com amizades destas, valem a pena.

Parabéns amiga e comadre. Feliz aniversário! 

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