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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Atendimento: Lisboa vs Porto

Não venham já prontos para as chibatadas malta de Lisboa, que para isso há as excepções e os exemplos e isto é só um, mas... cá no trabalho e com tantos anos a lidar com departamentos de tantos sítios, posso afirmar que o pessoal do Norte é de outra geração.

É certo que fala muito num "eu cá tu lá" de como se nos conhecêssemos todos há imenso tempo mas na verdade encurtam distâncias.

Estava aqui com umas dúvidas em relação a uns inquéritos chatinhos que só eles que obrigatoriamente têm que se fazer e eis que, não conseguindo avançar decido ligar para me elucidarem do tema e me ajudarem a fazer as coisas bem. Ligo para a central, Lisboa. Exponho a minha dúvida e peço que me ajudem porque não consigo mesmo entender aquilo.

Do outro lado (Lisboa):

- Como pode ver, na explicação diz - e a senhora lê exactamente o que lá está (incluindo palavras "caras" e termos técnicos que fizeram com que eu não percebesse patavina) - e é isso mesmo, o código solicitado tem a ver com o qual enviam na declaração.

Eu: Pois eu li isso antes de ligar, mas na verdade não estou a conseguir chegar a um código devido às variantes do mesmo.

- Olhe o melhor mesmo é pedir a uma contabilista que deve chegar lá mais rápido. Porque na verdade o que pretendem é mesmo o que está escrito. E antes de desligar pode responder a um inquérito de satisfação para avaliar como somos na resolução dos problemas?

...

...

Ora, não gostei da resposta. Logo não fiquei satisfeita porque não me resolveu o problema, limitou-se a ler o que lá estava sem explicar e ainda me diz para me informar com outras pessoas.

Até que, ao olhar para o site, me apercebo que tem delegação no Norte.

Calma Maria, penso eu de que, liga lá para o Porto que pode ser que te ajudem mais. E ligo. Exponho exactamente a mesma dúvida e peço que me ajudem se possível.

Do outro lado (Porto):

 - Então vamos lá ver isso, estou a falar com?

Eu: Maria

 - Então Maria é assim, deixe-me ler para explicar...

Ora eu também não sei bem qual é o código mas vamos lá descobrir isto juntas sim?

...

...

É isto - ganhou uma amiga prá'bida -. Conseguem adivinhar que respondi ao inquérito. Fiquei satisfeita. Fiquei a perceber  que não falava de "bugalhos". E ainda lhe dei nota máxima no atendimento.

Por norma sim, acho que no Norte somos muito mais "prestáveis" e simpáticos.

E isso explica muita coisa, quando trabalho com uma empresa de Lisboa há alguns anos e ainda hoje é o dia em que enviam emails a começar:

"Olá simpática equipa do Norte".

Onze anos sem pertencer aos "quadros" do desemprego...

Continuo a lembrar-me como se fosse hoje a primeira vez que pisei esta empresa. Consigo lembrar-me de cada rosto que vi, só homens, que ainda hoje são colegas de trabalho, outros que já não. Consigo lembrar-me de logo no primeiro dia ter a noção de como aquilo seria passageiro, não passaria de um novo emprego que tinha aparecido por acaso mas que não era lugar para eu aguentar ficar.

Lembro-me tanto das primeiras peripécias. Lembro-me de cá chegar e chorar a dizer que não aguentava uma semana (um abre olhos para aqueles que começam num trabalho novo e é difícil, as vezes as coisas depois descomplicam um pouco).

Lembro-me de poucos dias depois de cá ter começado a trabalhar o encarregado me dizer "em três tempos se não fores embora, ou tens uma panca como nós ou vais ficar com uma", hoje acredito que já tinha mas cada vez a panca dá sinais de piorar. Efeitos colaterais. Nada a fazer. O encarregado foi à pouco embora mas continuo a achar, que foi das coisas mais acertadas que me disse.

Lembro-me de não ter achado nada piada a só haver homens na empresa, não tinha ninguém com quem dar dois dedos de conversa feminina. E vinha de uma empresa equilibrada em géneros. Mas com o tempo percebi que foi a melhor coisa que me podia ter acontecido, uma pena não haver um achado no meio deles que me despertasse a alma, mas não. Ligações unicamente profissionais nestes onze anos. 

Tenho mil e duas peripécias sempre para contar desta empresa que já me trouxe tanta coisa boa e algumas menos boas, o que é perfeitamente natural. Quem me segue há mais tempo conhece bem algumas peripécias que vos conto porque na sua maioria são mesmo de arrancar risadas. 

São onze anos e isto realmente é de loucos.

Já chorei, mas já dei tanta risada boa, tanto com os funcionários, como com o boss, com os clientes (esta foi óptima), com os fornecedores ou mesmo com outros indivíduos (que não se esquecem) que me aparecem à frente. Estou mais que atrofiada é certo. Fazer o quê?!

Continuo a agradecer por nos dias que correm, nesta crise que parece que ganhou raízes, ter trabalho. Continuo a agradecer as oportunidades que me vão sendo dadas. Continuo a resmungar todos os dias para sair da cama pela manhã, queixo-me pela cabeça massacrada com que chego muitas vezes ao fim do dia, bato o pé pelas vezes que ganho um cabelo branco por aturar gente que me tira do sério, dias há em que me revolto por ter tanta coisa nos meus ombros que às vezes me tira o sono, mas caramba, se ficasse em casa, se não tivesse trabalho, se fizesse parte da enorme lista de desempregados do país, aí sim o atrofio seria muito maior.

Como eu agradeço por ter trabalho. Dia após dia. Mas a aguentar onze anos, acho que no mínimo já tenho direito a um busto em minha homenagem à entrada das nossas instalações. Já faço parte da mobília. Já é uma rotina enraizada. Já somos família. Já me tratam como tal. Do muito que vem um dia ou outro que me apetece queixar... e ao ver tanta coisa ao meu redor não tenho de quê... as coisas vão-se ajeitando.

Há muita coisa a acertar o compasso, a limar arestas, no entanto é ouro. 

São onze anos de trabalho na mesma empresa. Nos dias de hoje é mesmo ouro. Como isto me sabe bem, como isto passa tão rápido, tão rápido mesmo, como isto é tão importante! Como me lembro tantas e tantas vezes disto quando pela manhã a caminho do trabalho venho a querer resmungar por ter precisado de uma grua para me tirar da cama. Tipo hoje. Mas... ainda bem. Continuo a chegar aqui e a ter orgulho de ver que "isto" também já tem muito de mim.

Pensei não aguentar uma semana. Passaram onze anos!

É um exemplo de superar expectativas. De não ir pela primeira impressão. É realmente, um abre olhos.

Serviços de apoio ao cliente - aquela treta do costume.

Eu sou uma pessoa que não fixa muito as coisas, muito menos nomes quando não estão associados a caras. Dou apenas o nome da empresa pela qual vou demonstrar uma situação pela qual acabei de passar. Dar a minha opinião, o meu desabafo e fazer valer a velha máxima de que não se pode falar de uma empresa no geral quando há um ou outro colaborador que não presta. Entenda-se pelo "que não presta" por, não faz bem o seu trabalho, dá más informações pondo em causa terceiros que não têm nada a ver com isso.

Adiante.

Tive um problema gigante com a vodafone hoje devido à internet. Gigante pelo transtorno causado. Pela demora na resolução do problema. Por ter sido eu a dizer "olhe não será isto...". Por falar com tanta gente e todos terem falhado a questão.

Não me atirem a primeira pedra a dizer "ah se calhar está lá à pouco tempo", ou mesmo "não sabes o que é trabalhar num "call center", ou mesmo "tu não te deves ter explicado bem".... trinta por oito não faço a mínima, mas quando ligo para um serviço de apoio ao cliente, quero apenas e só que me resolvam um problema e acreditem tento sempre dar as informações mais precisas para ajudar.

Ora, tratou-se de não ter acesso à internet. A primeira pessoa com quem falei, depois de vários testes, disse-me que era problema técnico de router ia passar para outra equipa e eu seria contactada.

Horas depois e como não fui contactada, volto a ligar. Outro colega disse-me que estavam a fazer testes, ainda não sabiam o que era, contactavam de seguida. Nada feito volto a ligar e dou a possibilidade de me terem barrado por ter atingido um limite (que não devia ter) - disseram-me que não era esse o problema.

Depois de tantas horas, uma empresa, não pode continuar sem respostas assim.

Liguei para o gestor de conta. Contei a situação. Disse - não pode ser. Não podes ter barramento. Liga diz-lhes que esse barramento é por defeito tens direito ao dobro.

Liguei novamente para o apoio ao cliente, falei com mais dois ou três operadores, a resposta foi a mesma, até que, passaram para uma senhora, muito educada e que pensava três vezes antes de falar (quando eu já não estava com a paciência nos mínimos) que me diz seca e directa algo do género: "Não tem direito. O barramento é porque não tem direito a mais. Verifiquei mais que uma vez, para ter direito a mais tem que ter uma série de outros serviços associados e não tem". Desculpe mas tenho. - referindo a vários números associados com net móvel. "olhe fale com quem lhe fez o contrato porque de facto informou-a mal, se quiser tiro-lhe o barramento mas tem custos associados".

Foi aqui, neste momento que não gostei dela. Sinceramente. Foi neste preciso momento que ela mais ou menos me quis dizer que quem me fez o tarifário disse-me uma coisa, mas era outra, que confiando em quem mo fez, vi que ela, ou não percebia nada do que estava ali a fazer, ou despachou, ou informou-se mal. Ou não sei. 

Liguei ao gestor.

"Maria é impossível, ela está a informa-la mal, mas para não estar mais tempo sem net, ligue para lá, mande retirar o barramento, que eu já vou tratar disso com quem de direito e depois credito-lhe o valor do custo."

Fiz exactamente o que me disse. Voltei a ligar para o apoio, atendeu-me um senhor muito simpático, resumidamente e já farta deste fala com este e aquele, disse para me retirar o barramento.

"Espere deixe-me só verificar uma situação"... passando uns segundos "não sei bem o que se passou aqui, mas a informação que tem está correctíssima, tem direito ao dobro e não se percebe porque tem aqui este barramento, já vou proceder à alteração sem custos e daqui a pouco já tem internet. Ou melhor já finalizei o processo e para eu ficar mais descansado, em linha, proceda agora a ver se já tem acesso".

Sim senhor tudo nos conformes. Ao que se limitou a dizer "peço imensa desculpa mais uma vez pelas informações dadas anteriormente mas realmente tem todo o direito".

...

...

Num primeira impressão e à moda do Norte era manda-los para o car@lho, mas não podem todos pagar pelo mesmo. No entanto depois de ter falado com uns seis ou sete colaborados diferentes a dizer-me o mesmo e vem alguém e finalmente resolve a situação - passado horas - só devo dizer que se ganham todos o mesmo está mal. Há gente incompetente e há gente que faz bem o seu trabalho. Numa empresa há que fazer diferenças. No meu julgamento também as fiz.

Há coisas que me revoltam.

Até podem ter um boss melhor que o meu mas com mais sentido de humor não é fácil. #6

Boss entra com um amigo, oferece-lhe café e bolachas.

Boss para o amigo: Deixa abrir aqui este pacote (ao verificar que a caixa das bolachas da empresa estava vazia) destas bolachas de chocolate com bom aspecto. Aqui há tempos também abri um e eram aqui da Maria, só percebi quando lhe ofereci a ela as bolachas que eram dela, agora cada um tem o seu lado, senão andava sempre a pegar nas dela.

Eu sentada no meu lugar a ouvir a conversa mas nem sequer abri a boca até que:

Boss: Não foi Maria? Mas este já não é teu pois não? - depois de já estarem os dois a comer as bolachas.

...

...

Por acaso é.

Constatação *142*

Eu sou de fácil apego.

Só isso explica o meu colega andar adoentado desde ontem e eu hoje já ter corrido umas 1682 vezes para a casa de banho porque estou num estado lastimável a tentar segurar o que quer que seja cá dentro.
Não li bem as indicações das 6 penicilinas que tomei há um mês. Mas 6. Aquilo não devia ter um efeito vitalício qualquer para nada me pegar? Livro de reclamações já! Antes que tenha que pôr fraldas, fita-cola na boca ou perca mais um quilo com tudo o que tenho deitado cá para fora desde as seis e meia da manhã!!

...

Mas não me dói nada Graças a Deus!

A jornada de uma amigdalite, qual a novidade?

Passei seis dias de cama.

Repouso absoluto (onde é que eu já ouvi isto há cerca de 3 meses) foi o que me disseram e como boa menina que sou (porque sei bem o quanto me custa a passar), tentei cumprir.

No sábado passado acordei por volta das cinco da manhã com a garganta completamente inchada, cheia de dores, febre e dificuldade na respiração. Onde é que eu já senti isto. Pois mais uma crise. Assim do nada, tinha-me deitado com uma ligeira sensação estranha na garganta apenas. E em cinco horas fiquei assim. Sei, infelizmente por experiência que quando assim é, nada de comprimidos vai ajudar o melhor mesmo é correr para o hospital, assim o fiz. 

O médico da urgência assim que me viu a garganta disse "penicilina hoje e amanhã e estás boa, a sorte foi teres vindo cedo".

Tomei logo ali a primeira e vim embora. Passei um sábado horrível, no domingo estava pior, mas pensei que tinha que dar mais tempo às injecções. No domingo à noite nada de melhorias na garganta, muito pelo contrário, mais inchada com mais pus só a febre baixou. Na segunda acordei e não estava bem. Aliás sentia-me pior e fui novamente ao médico. Quando me viu e lhe contei do fim-de-semana disse logo "duas não chegam, tens que tomar mais quatro e isso está feio mesmo". Descanso, nada de correntes de ar, não andes cá fora, não apanhes sol. Sim eu fiquei doente numa semana em que as temperaturas em Outubro rondam os 25-30ºC!

Nunca tive calor, aliás isso foi o mais estranho esta semana. Apesar da febre ter baixado, sempre tive frio. Falei o menos possível. Tomei muitos chás (assim que pude). E deixei-me estar quietinha.

Na quarta ainda vim ao trabalho, vinham cá fazer os exames médicos da medicina no trabalho e claro mandaram-me imediatamente para casa.

E assim passei estes dias em casa, estou com seis penicilinas na bunda e fiquei com um rabo de fazer inveja a qualquer das Kardashians.

Nunca perdi o apetite apesar de nos primeiros dias nem o chá conseguir quase beber. Mas tentei comer sempre, tudo muito passado quase líquidos no início mas depois a #MariaTexuga que há em mim passava os dias entre a cama, o sofá e a cozinha. Torradinhas? Mimei-me bem. Também estar tanto tempo fechada em casa é bem chato, mas até a Internet me chateava, raramente vim blog. Entretive-me entre petiscos, chás e Criminal Minds...

Fiquei avisada, muito provavelmente da próxima que me dê vou ter que ir tirar...

Hoje vim trabalhar.

Andei uma semana a drogar-me e hoje estou de ressaca!

Não me apetece falar. Passei estes dias a falar o mínimo possível porque tinha bastantes dores que até hoje não me apetece falar.

Não me sinto a 100%, longe disso, mas o importante é que vou ter mais dois dias para descansar porque vem aí o fim-de-semana. Apesar de ser aquele fim-de-semana em que muda a hora para o horário de inverno e não gosto nada, mas preciso mesmo deste fim-de-semana.

Bom fim-de-semana!

Peripécias... *21* _ no trabalho

Chega cá às instalações um potencial futuro fornecedor de serviços e encontra o boss júnior lá fora. O boss não estava, conversam e ele diz-lhe:

Fornecedor: É difícil de o apanhar por cá. Mas eu vou tentando.

Boss júnior: Pois... realmente já tem passado cá algumas vezes e é sempre quando ele não está. (empatando conversa) Pronto vou tomar um cafezinho, quer um?

Fornecedor: Era mesmo isso, ao piso de cima certo?

Boss júnior: Sim....

Já aqui "à minha beira", senti que havia ali um conversa típica de encher chouriços a ver se o tipo dava por ela e ia à vidinha. Até que deve ter dado o tilt e...

Fornecedor: Bem vou trabalhar e deixa-los trabalhar. (e foi!)

Boss entretanto chega.

Boss: Que é que este queria?

Eu: Não falou consigo? Vinha falar consigo!

Boss: Não ele passou por mim cumprimentou-me mas não disse nada.

Boss Júnior: Ele veio só para ver a Maria. Estava mais interessado em subir para tomar café que propriamente em "vender" o serviço!

 

(Entretanto)Recebi uma mensagem no facebook a dizer "Olá!". Imaginam de quem seja?

 

Já tinham saudades das minhas peripécias no trabalho não já?

Telegrama.

Não, ainda não fui de férias. Mas férias precisam-se.

Estou com imenso trabalho.

Por aqui verão é sinónimo de ainda mais trabalho. Confirma-se.

Tenho mais um colega de trabalho. Não diminuiu o trabalho, aumentou.

Não tenho tido tempo para escrever. Mas tinha umas coisas a dizer.

À noite ando preguiçosa, cansada e com muita vontade de dormir. Mas continuo a dormir pouco. Já para comer gelados não me canso.

Tenho algumas novidades mas ainda não me inspiraram a escrever.

Consegui limar umas arestas e isso dá-me algumas vitórias.

Perdi a pachorra de vez para certas pessoas.

O facto de os pedidos de amizade falsos nas redes sociais aumentarem não ajuda.

O vestido de baptizado da afilhada já está escolhido.

Tenho casa no Algarve de amigos a chamar por mim, logo este ano que não consigo tirar férias este mês.

O modo #MariaTexuga é proporcional ao trabalho e aproveito quase todas as pausas para petiscar alguma coisa.

Foi exactamente o que acabou de acontecer, entre umas fatias de bolo de chocolate que me vieram oferecer aproveitei para visitar este cantinho que nem isso tenho feito.

Mas isto vai arranjar-se tempo.

Agora vou trabalhar. Mas volto.

Empresa feliz...

"Escolhe um trabalho que gostas e não terás que trabalhar um único dia na tua vida"

A frase é bem antiga. Na verdade mesmo que não seja o trabalho de sonho, se gostas, se te sentes bem é meio caminho andado para as coisas não só correrem bem como não te fazerem mal. Há sempre muitos "mas" e "ses" sabemos que poderia ser sempre melhor, ou pelo menos achamos muitas vezes ou que o horário podia ser outro, ou que o ordenado podia ser mais rechonchudo, ou que os colegas fossem renovados, mas... na essência as coisas correm muito melhor, quando gostas daquilo que fazes, ou quando te sentes bem no que fazes.

Quando vim para esta empresa há mais de dez anos, sempre que pensei nos pontos negativos houve um positivo que deu a volta por cima. Cá somos família. Tratam-nos assim. Tratamos-nos assim. Desde o primeiro dia percebi isso, mexem comigo, mexem com todos. Quando um sofre, sofremos todos, mas quando um ri, a gargalhada é geral.

Isto é realmente de loucos, junta com eles estou mais que atrofiada é certo, fazer o quê?!

Esta é um exemplo de família que gostava de ter (assim como a minha) e tão só por isso acredito nas vezes que fico grata e que agradeço a sorte que tenho.

Ontem o boss fez anos. Para nós é a festa anual da empresa.

Sabem o jantar de natal, sentadinhos no restaurante com um serviço à disposição? Deixou de existir há uns anos. Preferimos esta festa para o convívio. O Boss faz anos e a festa é de todos nós. As instalações da empresa abrem portas há festa, juntam-se os trabalhadores e a família do boss. Há churrascada para todos. E até podem assar a própria febra na brasa. Há tinto, branco e cerveja até fartar. Vêm vizinhos, fornecedores e clientes mais amigos. Um trás uma bateria, outro traz a concertina e as desgarradas fazem-se. Haja alegria e a festa só termina já de noite.

Acreditem, ri até doer a barriga (e comi e bebi ainda melhor).

Se a empresa hoje trabalhava sem a tarde de ontem? Tralhava, mas não é a mesma coisa... Há condições num trabalho que dinheiro algum paga. E a convivência, a partilha, o diálogo e a amizade só nos levam para a frente.

SorrisoIncógnito

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Baseado no trabalho disponível em https://sorrisoincognito.blogs.sapo.pt/.

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