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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Características boas e más do Aquário - Eu!

Um dia destes partilharam comigo um vídeo no facebook sobre o meu signo - Aquário.

Achei-o mesmo bom. Tão bom, que me apetece partilhar com vocês.

O vídeo fala sobre características boas e más do Aquário.

Se houver por aí Aquarianos, vejam se concordam e se revêem nelas:

 

1 - Os Aquarianos são pessoas únicas e Excêntricas - As pessoas muitas vezes se referem a eles como "estranhos" mas de uma maneira boa.

"Estranha" ouvi isso tantas vezes que me habituei a sê-lo. Digo muitas vezes que sinto ser diferente. Não sendo isso que me faz melhor ou pior que alguém. Mas de uma certa forma encaixo-me ali no ser "única", "excêntrica" e "estranh(íssim)a".

 

2 - Eles são independentes e sabem como fazer coisas - não são do tipo que esperam ajuda de outra pessoa.

Ora, eu espero sempre que, se precisar de ajuda, alguém esteja lá. No entanto tento sempre fazer as coisas sem pedir ajuda, sem incomodar. Procuro ou tento ver como se faz, mas se afinal não, lá terá que ser a ajuda... Mas parto sempre do principio que em cada desafio ele é para mim, só para mim. Porque se me lanço a pensar que tenho ajudas e depois não tenho, quem fica esmurrada sou eu...

 

3 - Uma pessoa de Aquário pode ver beleza em suas falhas e imperfeições - Eles vão ajudá-lo, mas tentarão transformá-lo em algo que você não é.

Discordo tanto quanto concordo - lá está isso do estranha - mas de facto aqui está a única coisa que discordo totalmente como característica, a parte de transformar alguém em quem não é. Até porque, eu sou a primeira pessoa a abandonar o barco quando mo tentam fazer...

 

4 - Eles são criativos e tendem a pensar mais do que os outros signos - Eles também tendem a ficar "loucos" por pensarem demais nas coisas.

Sou mais reticente na parte da criatividade - tantas vezes questiono-me pela minha - mas penso muito nas coisas. Demasiado até, o que leva sim, algumas vezes a ficar "louca" por pensar demasiado. É algo que ultimamente tento mudar... Na criatividade levo mais para o campo de querer ser muito eu, gosto sempre de pôr um toque meu nas coisas.

 

5 - O Aquariano acredita no Amor sem limites - Eles querem um amante, melhor amigo, alma gémea... tudo em um!

Estou solteira vale o que vale - Quando se trata mesmo de Amor não é de deixar a coisa por menos. E isso é uma coisa que fica para sempre, senão não é amor mesmo. E é isso do não ter limites. Tudo pode vir a ser transformado, mas até lá, no amor o tudo em um tem que fazer parte.

 

6 -  Eles são pessoas sociáveis - no entanto não pertencem a nenhum grupo em particular.

Acho que sou uma pessoa sociável, mas de difícil acesso. Ou seja sou bastante sociável mas não dou confianças. Às vezes sei que não é fácil chegar até mim, mas se chegam eu sou sempre sociável até me provarem que não o devo ser. E isso faz-me mesmo nunca sentir que pertenço a um grupo particular.  Primeiro porque acho que grupos por vezes criam antipatias com outros e eu gosto sempre de tentar uma opinião minha para além do que me dizem. Tenho amigos de diferentes grupos. Sabem que a minha melhor amiga hoje em dia, que o é há imensos anos, "odiei" à primeira vista? E tenho quase a certeza que o facto de sermos de "grupos" diferentes teve ao caso...

 

7 - Um aquariano é uma dessas pessoas que te perguntará algo... e, no meio da sua resposta, eles ficarão entediados, e começarão a pensar em coisas aleatórias e não se lembrarão de nada que você falou.

É muito isso, confesso. (risos) Muitas vezes não me lembro do que me contam, outras tantas de quem contou o que quer que seja. Já achei que sou distraída demais nas conversas, mas acho que não. É todo um processo que não consigo controlar, mas muitas vezes, estou completamente out da conversa. Confesso!

(por estas e por outras que as pessoas se calham gostam de desabafar comigo, afinal de contas na volta depois não me lembro de nada)

 

8 - Um Aquariano de respeito, "fala fluentemente" a língua do sarcasmo, eles têm um humor negro que pode surpreendê-lo, mas também o fará rir.

Acho que é algo que se está a apurar cada vez mais. Já me aconteceu muito responder a coisas e ficar horas a rir da maneira como respondi. Porque acho que tenho um humor que nem todos entendem. Gozo muito mas não num tom pejorativo do "gozo", mas sim no achar sempre uma piada em tudo. Gosto de roubar sorrisos, acho que eternamente vou tentar fazê-lo. Rir e fazer rir.

 

9 - Eles não mostram suas emoções com muita frequência, e não gostam de chorar em público, mas se um aquariano chorar na sua frente, é porque algo está muito, muito ruim para ele.

Se alguém que me conhece mesmo lê-se isto, diria que é a minha cara. A-P-O-S-T-O. Eu concordo. Eu já disse que choro muito, mas poucas são as pessoas que já me viram chorar.

 

10 - Se uma pessoa de aquário estiver com raiva, você certamente levará com um belo de um gelo. Quando isso acontecer, não pergunte o que eles estão pensando... é melhor não saber!

Eu costumo dizer que sou a pessoa mais adorável do mundo em bem. Em mau, que felizmente não acontece muito, rodo a baiana, bato o pé, resmungo, viro do avesso, troco mil e duas palavras em dois segundos. A sorte, é que, tal como na anterior diz, não sou muito de demonstrar as minhas emoções e a coisa fica-se por poucas vezes acontecer...

 

11 - Um Aquariano defenderá sua opinião mesmo que não seja muito popular entre os outros. Eles são líderes, não seguidores.

Eu tenho a minha opinião. E aqui não se trata de ser líder ou seguidor. Tenho a minha e vale o que vale. Mesmo que meio mundo pense diferente (lá está a parte do estranha, é chamarem-lhe o que quiserem).

 

12 - Certamente, a maioria dos aquarianos podem parecer pessoas solitárias e sem emoções, mas por trás dessa superfície, há um furacão de emoções esperando para explodir...

Já mais que uma vez aqui disse, que não somos pessoas frias por não demonstrar tantas emoções. Que não quer dizer que a gente não as tenha. Cada pessoa fria, esconde uma história. Acho mesmo que é isso. E depois da primeira impressão, pelo menos deste lado, podem encontrar um furacão a explodir de emoções sim. Os meus sabem disso. Os outros não precisam.

Lembrei-me com esta característica uma vez, um namorado meu, naquela fase das primeiras mensagens, conversas, dos primeiros encontros me dizer sempre que eu demonstrava ser um iceberg. No nosso primeiro beijo, disse algo que além de nunca esquecer, me fez rir imenso. Não particularmente pelo beijo, mas pela personalidade - "Nunca imaginei que dentro de um iceberg pudesse emergir um vulcão." É isto.

 

Pois que concordo com quase quase tudo. Quase quase tudo é tão eu, tão isto. Tão aquilo que sinto ser. Não sei se é do signo, do alinhamento ou não dos astros, das personalidades ou do diabo a quatro, mas que me sinto perante isto uma verdadeira aquariana, sinto. Acho que quem me conhece também o poderia dizer... melhor que eu até.

Aquarianos por aí? Ou mesmo que não sejam, identificam-se?

Feliz Ano Novo!

Desejo sorrir cada vez mais. Mesmo! Baixar barreiras, destruir muros. Queria que se não fosse melhor que este ano que fosse igual, mas no fundo desejo de 2018 um bocadinho mais. Que eu tropece em pessoas boas e que leve os negativos para o raio que os parta [não confundas, por favor]. Simples assim. Directo e sem engolir sapos. Que possamos sorrir juntos. Desejar mais. Sonhar, ainda que de olhos abertos e pés assentes no chão. Abrir o coração. Ser simpáticos e guardar o mau humor nos lençóis antes mesmo de sair da cama. Apreciar o arco íris. Falar, conhecer, ir. Não deixar ficar quem só tirou bilhete de passagem. Já basta a passagem do ano. Ter coragem. Enfrentar. Ser forte. Gostar de nós, mais de nós. Primeiro sempre nós.

Ser feliz! Minimizar más energias. Procurar sorrisos. Agradecer sempre. Cuidar. Cuidar de nós. Apaixonar. Dizer gosto de ti. Fechar feridas. Seguir em frente.

 

2018

  

De coração desejo-nos a todos um Feliz 2018 . Que nos seja simples e bom. Saúde.

Beijos, abraços e sorrisos,

 

Maria

SorrisoIncógnito

 

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Do(s) dinheiro(s) que desaparece(m)...

Pedrógão grande é só um exemplo, a ser verdade, de "mas onde raio pára o dinheiro angariado"?

Ele não desapareceu como se não existiu. Todos, mas TODOS mesmo temos a consciência que ele está por aí, nas mãos de quem não deve enquanto quem precisa continua a ver "navios".

Quando me pedem dinheiro para alguma coisa, sou um pouco fria. De coração gosto de ajudar, mas gosto de ir aos sítios que precisam da ajuda ou às pessoas em causa. O dinheiro é algo fácil de fazer nosso quando cai em maus fáceis de se esquecerem de valores.

Isto é assim desde que, um dia, ali na zona do liceu onde andava, um miúdo se aproximou de mim, com uns chinelos de sola gasta e uns farrapos a transparecer o corpo magrela e me disse "dá-me um moedinha, estou cheio de fome". Eu dei. Não pensei duas vezes. Dei e apenas disse vai comer qualquer coisa.

Pouco tempo depois ao entrar no café que eu frequentava, o miúdo estava sentado à porta do café eu entrei e lá dentro estava a mãe a comer um hambúrguer.

Aquilo revoltou-me, porque foi fácil de perceber o que ali tinha acontecido.

Pedi um pão com queijo chamei o miúdo e dei-lhe.

Usou o filho para seu proveito.

Ficou-me. Jamais esqueci. Ficou a lição.

 

Toda uma atitude desprovida de valores, afectos, convicções e moralidade.

Não é disso que se trata quando se usam "vítimas" em prol de algo que não seja apenas e só a ajuda a elas?

A vida ensina...

Aprendi que:

As pessoas que nos estão mais certas, nem sempre estão. Que os ditos grandes amigos podem tornar-se grandes desconhecidos. Que grandes desconhecidos podem tornar-se os nossos melhores amigos. Que nunca terminamos de conhecer uma pessoa. E que muitas vezes quanto mais conhecemos, menos conhecemos.

Que o "nunca mais" acontece muitas vezes mais rápido do que se pensa e que o "para sempre" acaba.

Que quem quer, pode e consegue. Que o que não arrisca, às vezes não perde nada.

Que continuamos a atirar pedras, quando o nosso telhado está em riscos de estilhaçar.

Que nem sempre aprendemos com os erros.

Que o mais fácil não é desistir.

Que não esquecemos o perdão que não damos.

Que família é muito mais que o sangue que nos corre nas veias.

Que tropeçamos mais vezes que contamos.

Que estamos felizes tantas vezes, muitas mais que aquelas que nos chegamos a aperceber.

Que o coração é quem manda e as decisões que tomares com cabeça, é o coração que as sente.

Que temos sempre um "Eu já..." que nos faz corar a alma.

Que os olhos transmitem mesmo o que falha nas palavras.

Que o físico atrai, mas é a personalidade que apaixona.

"Inimputáveis", outro murro no estômago...

Interesso-me por tudo o que seja do foro psicológico. Gosto de ver reportagens, entrevistas, ouvir psicólogos, psiquiatras. É um tema tão abstracto, tão meticulosamente complicado que me cutica a curiosidade de tentar perceber o que à primeira não dá para perceber.

"Inimputáveis", uma reportagem da Ana Leal da Tvi, num dos lugares mais inacessíveis a nós comuns cidadãos, a clínica psiquiátrica do estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo. Onde esteve cerca de um mês para fazer esta reportagem. Ali estão indivíduos inimputáveis considerados perigosos.

Vamos lá ser sinceros, normalmente olhamos para estes casos e não conseguimos ver a doença para além do crime. Lê-se muito por aí "dá-se como tolinho e depois não tem pena" (mas se calhar não é bem assim). Sim numa primeiro impressão, muitos são os que pensam assim. A sociedade ainda é muito fechada quanto a doenças do foro mental e psicológico e como que de um assunto tabu, não se fala muito. É quase preferível não querer perceber estas pessoas que tentar entender o que está por detrás daquela atitude que tinha tudo para ser um crime praticado por um criminoso, mas no final foi praticado por um doente. Doente, isso mesmo, um individuo que praticou realmente um crime, mas que foi fruto da doença que padece, numa fase de descompensação da doença.

Na verdade, são pessoas com histórias de vida peculiares que no entanto são apenas e só julgadas por nós comuns cidadãos, ditos "normais" que não sabemos lidar com estas situações, não estamos preparados para os receber, para olhar para eles acima de os referenciar como "perigosos", as pessoas não os querem de volta à sociedade, as famílias esqueceram-nos. Ninguém faz questão de os ter na vida. As pessoas têm medo.

Infelizmente com esta reportagem podemos ter a consciência que, para dificultar todo este processo de reintegrar, reabilitar um doente inimputável, está não só uma sociedade que não os aceita, como uma falta de meios para os "proteger" cá fora no depois. E há depois? Se calhar, se houvesse mais ajudas, mais acompanhamento no após sair, mais ligação entre o tribunal - porque nestes casos, são inimputáveis a padecer de uma medida de segurança* em regime de internamento prisional - a saúde e em muitos casos a segurança social. Talvez pela falha destes três organismos não se interligarem para soluções, os casos de sucesso sejam menos que os que possivelmente poderiam ser.

Ouvir coisas como "tenho medo de mim mesmo" é aquele murro no estômago de alguém ter a consciência dentro da sua própria insanidade do que padecem. Sabem que medicados estão bem, mas é apenas e só a medicação que controla o individuo porque continuam a ser pessoas que, caso não tomem a medicação podem reincidir e voltarem a cometer os erros que cometeram antes, matar, violar...

Alguns estão lá há mais de vinte anos e têm a consciência que podem não voltar a sair de lá, mas têm também a consciência que cá fora não têm nada à espera. Outros continuam a viver na esperança de não serem esquecidos por aqueles que na verdade já nem se interessam se existem.

Há uma quinta-feira por mês que uma voluntária, vai buscar aqueles que principalmente não têm visitas, não têm ninguém cá fora e vai dar uma volta com eles, têm dez horas "livres". É completamente frustrante ver o brilho no olho de quem vê e sente o ar cá fora. E falam sobre isso, ainda que retraídos, com muitos "ses" por detrás das suas conversas e com muitas emoções lá dentro.

"As lágrimas que não se choram enferrujam o coração" - disse a voluntária a um dos que levou. Fazendo deles pessoas de sentimentos e emoções retraídas em corpos presos a doenças mentais, atrasos mentais, bipolares, esquizofrenias...

Não deixem de ver a reportagem que está dividida em duas partes. A primeira parte deu no domingo à noite, a segunda na segunda-feira à noite e seguiu-se ontem na Tvi24 uma análise a toda esta reportagem, entre a jornalista Ana Leal, a psiquiatra forense Sofia Brissos a qual não deixa de fazer denotar a sua esperança sempre em que estas pessoas sejam aceites na sociedade e possam voltar a ela, que não tenham a ideia pré-concebida de que ao irem ali parar não saiam mais dali. E a Directora Adjunta da prisão, Dra Otília Barbosa, a qual adorei ouvir, que cuidadosamente explicou dúvidas e que com certeza teria muito a contar desta tão extensa experiência com casos tão delicados, tão tabus da sociedade e tão "inaceitáveis" da mesma.

Tirem as vossas próprias conclusões. O que me surpreende é a capacidade que têm de dentro da sua própria loucura reconhecerem-na.

para quem não viu, obrigatório ver:

1ª parte aqui

2ª parte aqui

Quem viu, qual a ideia com que ficaram? olham para estas pessoas cm um olhar diferente do que olhavam antes da entrevista, ou apenas querem olhar mas na prática continuam a achar que estas pessoas devem mesmo é manterem-se afastadas da sociedade (porque acho que esta é a ideia comum dos casos) para não serem um perigo para os outros e para elas próprias?

A meu ver, o olhar sobre estes casos, depois de ver a entrevista é diferente.

Vejam a história do Vicente (o "homem invisível"), há mais de trinta anos internado e quando saiu quis voltar para a clínica porque ele próprio teve a noção que não sobrevivia cá fora e nem tinha lugar na sociedade...

Outra observação importante: nós não temos nenhum criminoso a cumprir sequer 25 anos de prisão que é a pena máxima em Portugal, mas temos ali pessoas que já ultrapassaram esse tempo cumprindo medida de segurança que são prorrogadas a cada avaliação do doente.

 

* "é a medida que o tribunal aplica, a estas pessoas que absolveu porque considerou inimputáveis e portanto sujeitou a uma medida de segurança e tratamento por considerar que existia o perigo de voltarem a praticar factos identicos aos que estiveram em causa naquele julgamento" - Dra Otília Barbosa

 

O que o teu telemóvel diz de ti?

Já aqui há uns anos falei sobre isso e é um tema que volto a abordar. Na verdade, os nossos objectos pessoais dizem muitas vezes muito de nós. Dependendo do objecto em causa, mas neste caso vou falar particularmente do telemóvel. Para muitos é apenas o acessório necessário para estar ligado, ponto. Para outros tantos não só. E acredito que para as mulheres é um acessório que traz com ele outro tipo de acessórios. Seja uma capa, uma bolsa própria para ele ou algo do género. O que é que identifica o vosso telemóvel? Têm uma capa diferente, têm uma frase inicial que vos caracterize, têm uma mensagem no voice-mail personalizada ou no visor uma imagem/foto é a vossa referência?

No meu caso e que ainda há pouquíssimo tempo mudei de telemóvel, gosto sempre de ter uma capa simples só para descuidos (a que tenho de momento é completamente transparente de silicone) mas uma das coisas que quis logo alterar foi a imagem de fundo. Acho sempre que é o que o personaliza melhor. Gosto imenso de ligar o telemóvel e sentir logo ali uma conexão.

Volta e meia mudo, e a fotografia tem sempre que ser de algo/alguém que gosto muito. Tem que me transmitir logo boa energia e tem que ter um sorriso. Sim também já calhou de ter uma fotografia minha, mas raramente acontece, pelo menos estando sozinha. Neste momento tenho a fotografia da minha afilhada. Com um mega sorriso contagiante.

smile tlm.jpg

E vocês? Personalizam o vosso telemóvel? Se alteram qual o fundo do vosso?

Feliz Ano Novo!

Desejo sorrir cada vez mais. Baixar barreiras, destruir muros. Queria que se não fosse melhor que este ano que fosse igual, mas no fundo desejo de 2017 um bocadinho mais. Que eu tropece em pessoas boas e que leve os negativos para o raio que os parta. Simples assim. Directo e sem engolir sapos. Que possamos sorrir juntos. Desejar mais. Sonhar, ainda que de olhos abertos e pés assentes no chão. Abrir o coração. Ser simpáticos e guardar o mau humor nos lençóis antes mesmo de sair da cama. Apreciar o arco íris. Falar, conhecer, ir. Não deixar ficar quem só tirou bilhete de passagem. Já basta a passagem do ano. Ter coragem. Enfrentar. Ser forte. Gostar de nós, mais de nós. Primeiro sempre nós.

Ser feliz! Minimizar más energias. Procurar sorrisos. Agradecer sempre. Cuidar. Cuidar de nós. Apaixonar. Dizer gosto de ti. Fechar feridas. Seguir em frente.

 

Feliz Ano 2017

 

De coração desejo-nos a todos um Feliz 2017. Que nos seja simples e bom. Saúde.

Beijos, abraços e sorrisos,

 

Maria

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O que seria de nós sem amigos?!

Quando queremos falar de alguém que gostamos parece que as palavras sempre são escassas. Outras vezes parece que são tantas que se atrapalham entre si. Acho que a melhor palavra que posso dizer é - Obrigada.

Agradecer. Saber reconhecer. Sentir o privilégio de. Escolher e não ser obrigatório.

É isto que torna uma relação poder ser aquilo que é. Boa. Duradoura. De confiança e de coração. De boas energias. De aprendizagem. De cumplicidade. De ombro amigo. De muitos sorrisos e lágrimas. Partilha. De sentido. De verdadeira Amizade.

Já aqui falei dela. E nunca é demais fazê-lo. Porque continuo a afirmar que:

No dia em que eu tenha uma amizade que faça todas as outras que falharam valer a pena, sou feliz.

No dia em que eu tenha uma amizade, que me conheça como ninguém e que me saiba os passos melhor que eu, sou feliz.

No dia em que eu tenha uma amizade, que seja família, daqueles nossos, dos de coração, dos que estão sempre lá, sou feliz.

No dia em que eu tenha uma amizade que venha do tempo dos afonsinhos, que nunca tenha quebrado confianças e respeito e que o crescimento seja mútuo, sou feliz.

No dia em que eu conheça alguém que me faça sempre ser eu, sem "ses" nem "talvez", com cumplicidade, e que sempre vai ouvir o que tens a dizer "no matter what", sou feliz.

No dia em que uma chorar e a outra fizer rir, no dia em que uma rir e a outra chore de tanto rir também, sou feliz.

E eu tenho. E ela é uma das que faz isto tudo valer a pena.

Ela hoje faz anos.

Amiga,

que possamos ser sempre aquilo que fomos até agora depois de tantos anos de amizade, de tantos desabafos, de vivências juntas. De partilhas menos boas, mas dos tantos e muitos sorrisos e gargalhadas até à lágrima.

Que continuemos a levantar o copo e a brindar por mais pessoas como nós e o resto que se fod@.

Gin para ti, Caipi black para mim.

Quero-te o melhor que o mundo tem para oferecer. Porque se há alguém que merece és tu. Por esse coração gigante que tens nesse "metro e meio" de gente.

Adoro-te, gosto mesmo muito de ti. E Obrigada. Obrigada sempre por tudo!

Parabéns, um dia muito feliz!

SorrisoIncógnito

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