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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

18
Abr19

Do meu 💙

Maria

Ontem falhamos na finalização. Tivemos diversas oportunidades mas a finalização não esteve lá. Faltou eficácia. 

 

Mas tenho muito orgulho na caminhada que o meu PORTO teve nesta liga dos Campeões. E o 1-4 de ontem não me envergonha.  Porque não espelha o que foi o jogo e a nossa entrega. Aquele primeiro golo deles depois de mais de vinte minutos a levar o jogo sempre no meio campo deles foi mais que um balde de água fria. Depois foi o que se viu. Mas eu mantive a esperança com o que vi na primeira parte, mas depois do golo foi difícil. 

Orgulho naquele estádio cheio. Naqueles adeptos. No numero doze que não desilude na garra.

Vais falar de arbitragem Maria? Vou, mesmo que venham já para aqui com os dedos apontados que nós beneficiámos como se nestas duas mãos a arbitragem não tivesse nada a dizer contra nós. O Salah é um fiteiro, e isso ajuda um bom jogador como ele é.  Mas se já não tinha gostado de quando ganhou o melhor golo do ano passado, contra a bicicleta do Cristiano Ronaldo depois do vermelho que ficou por mostrar na nossa primeira mão ficou-me atravessado. Só tenho pena que o Danilo não tenha feito o espectáculo todo que ele fez ontem quando o Danilo quase nem lhe tocou. E ele mandou-se às cambalhotas. Enfim. Mas o arbitro viu duas mãos na bola dos jogadores do Porto quando uma até foi o Marega quando ia a correr de costas para a bola e deu falta. E a mão deles de frente para o arbitro da grande área deles não teve interesse. 

É  isso. Mas quem lá estava? O Porto. E saiu de cabeça erguida até onde conseguiu chegar. Agora ouvir hoje coisas como "que vergonha" de quem vê quartos de final de ligas dos campeões do sofá é ridículo. 

Orgulho [meu] Porto 💙

F.C. PORTO 1 x 4 Liverpool  (2ª mão dos quartos de final da Liga dos Campeões e eliminação do FCP)

10
Abr19

Do chegar lá. Do estar lá.

Maria

20190410_002906.jpg

[Fotografia: Paul Ellis/AFP]

Assim a quente não tenho o sangue frio para não falar mais que aziada do jogo. Não nos quero comparar na dimensão que é a equipa. Liverpool como quem conhece sabe que é uma grande equipa de topo. Raçudos em campo. Rápidos. Físicos.  Bola sempre lançada para a grande área do adversário.  Não é fácil conseguir parar aqueles alas. E ter pernas para os acompanhar. O Militão esteve gigante hoje. Ponto. O Liverpool foi claramente mais forte é certo. Nós entramos bem, mas no contra ataque rápido foram eficazes e aquele golo foi um iceberg lançado. 

O onze não foi o habitual e as opções também não eram muitas. Telles jogou mas nitidamente fora da forma dele. Maxi esteve muito bem em muitos lances. O Marega podia ter sido mais certeiro na finalização. 

Quanto à arbitragem. Nitidamente nós somos o FCPorto e eles são o Liverpool. Isto pesa. Ponto. Não vou falar em roubalheira, vou falar em pontos discutíveis e outros que nem tanto. O possível penalti logo na primeira parte que poderia ter sido marcado faz-me confusão.  Foi mão.  Foi corte na bola. Há VAR e nas repetições viu-se bem não marcaram. Ponto. O mínimo encosto que nós fizemos foi sempre falta. O lance com o Felipe que pedem também penalti é discutível. E a meu ver não o ter marcado é correcto.

Mas depois há aquele ponto que não pode ser discutível.  O lance do Danilo com o Salah, com o árbitro de frente para o lance, a ver perfeitamente, e o Salah leva o pé com os pitons à perna do Danilo. Vejam que na imagem até os adeptos deles parecem sentir a dor.

20190410_002926.jpg

 

Este foi um lance para vermelho directo. Mas nem amarelo o arbitro deu. Que como se viu estava a cerca de dois metros do lance e de frente para o mesmo. Em casos de vermelho o VAR deve intervir, como deixam passar aquilo em branco? Numa liga dos Campeões que são sempre tão donos da verdade? Ah esperem, é o Liverpool,  vá e foi o Salah.

Inacreditável. 

Adiante. Nós não nos damos por vencidos. Até porque fomos nós que lá fomos dar o corpo às balas. Que lutamos para conseguir segurar um jogo difícil e em desvantagem por dois desde os 25 minutos. E conseguimos, com mais ou menos fôlego,  mas com garra e sempre a tentar fazer das adversidades novas opções. 

Não será um jogo fácil cá.  Mas nós vamos à luta. Mesmo!

Liverpool 2 x 0 F.C. PORTO (1ª mão dos quartos de final da Liga dos Campeões)

 

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 ▪Texto em destaque na página do @SAPO

11
Mar19

Preferes um agricultor ou um filho da mãe?

Maria

Diz a control e muito bem.

 

Os novos programas da televisão "Quem quer namorar com o meu filho" da Tvi e "Quem quer namorar com o agricultor" da Sic, foram hoje comidos e esmiuçados pela crítica.
Tanta revolta pelos novos programas da televisão por rebaixar as mulheres. E aqui há que se diga. Está certo, aquilo é do tempo dos afonsinhos, mas...
Primeiro ninguém as obrigada a ir lá. Quem se inscreveu, provavelmente, foram elas mesmas. Quem se quis sujeitar aquilo, foram elas. Não me parece estar ali ninguém com uma arma apontada à cabeça. E vá, meia dúzia delas foram "repescadas" do First Date (pelo menos do pouco que vi da tvi que a do agricultor nem vi). E pelo menos uma do Love On Top. Posto isto. Está tudo dito.
Desesperadas? Vi lá uma miúda de 18 anos?! Eu tenho 35!!! (não me revejo a entrar em nenhum desses papéis) Só se mete nelas quem quer!
Esses programas existem. Essas mulheres também!
08
Mar19

Que longo caminho temos a caminhar, Mulheres!

Maria

 

O dia de hoje, continua a fazer sentido enquanto houver mulheres, que por o serem, sentem descriminação na pele. E teremos que lutar toda uma vida contra isso. E é nesse sentido que merece ser lembrado. Conhecemos sempre alguém que já sofreu violência, se nós próprias não sofremos. Conhecemos todos os dias histórias de violência domestica que infelizmente só têm aumentado, levando já a 13 mortes só este ano. É preciso lembrar este dia, enquanto houver homens que se acham donos de mulheres com poderes de lhes fazer o que bem lhes apetece para bem do seu ego. É uma luta velha, é uma luta sofrida, é uma luta diária, é uma luta que precisa de todas nós. Juntas, numa causa.

Mais que sentir o pipi aos saltos por ter um jantar logo marcado com outras mulheres(que não tenho), para receber uma flor, é sentir o poder de lutar pela igualdade das mulheres, fazer sentido o nos juntarmos para ouvir, ajudar e partilhar historias e ideias.

Continuamos a travar desigualdades nos postos de trabalho, nas relações, nos bitaites, nas religiões, nas diferentes culturas, nos diferentes países.

Continuam a haver mulheres a serem descriminadas por serem isso mesmo, mulheres. Um ser humano que sofre na pele. Mutilações, leis que ridicularizam e rebaixam o ser mulher. Violações. Desigualdade salarial. Mulheres que vivem apenas e só para servirem os homens. Que são proibidas de trabalhar. De conduzir. De saírem à rua de cara descoberta. Continuam a haver mulheres que ao se queixarem de violência recebem como resposta a normalidade de um "também apanhei muito". Continuam a haver mulheres em meios pequenos que não se lamentam com medo de repudiações. De serem todos conhecidos. Do homem ser amigo do polícia que vai receber a queixa de violência.

Se olharmos à nossa volta, temos ou não temos um longo caminho para desbravar?

Que tenhamos sempre coragem de lutar por nos orgulharmos de sermos mulheres. E de ajudar outras mulheres.

Mais que comemorar, é um dia para reflectir!

28
Fev19

Coisas a não fazer num primeiro date!

Maria

[imagem retirada da internet]

 

  • Chegar atrasado

É assim, depois são favas contadas. Mas logo no primeiro encontro atrasos, é aquela primeira cena que cai logo mal.

  • Dar mais atenção ao telemóvel

Convenhamos, se estamos ali numa primeira impressão e se a pessoa que está connosco não para de olhar para o telemóvel, mexer no telemóvel ou na loucura ver redes sociais enquanto falamos, aquilo não tem pernas para andar. Juntos.

  • Mexer nas miudezas

Nada a dizer, que o já dito fala por si, mas não mexam sff.

  • Falar na/o ex.

Seja a mal ou a bem. Não é preciso falar nos falecidos que já devem estar enterrados. Porque se ainda há aí alguma coisa em relação ao falecido pode vir à tona. Se for bem, vamos falar bem demais. Se for mal. A nossa raiva vai vir ao de cima e isso não é bonito. 

  • Olhar insistentemente para o relógio

Estar sempre a olhar para o relógio é a prova de que, a cabeça está noutro lugar. E num primeiro encontro queremos é que se esteja ali, de corpo e alma. E até podem nem estar. Mas se não querem realmente fugir dali a correr. Não estejam sempre a olhar para o relógio porque é assim coiso.

  • Sou o bicho papão

Yap. Não comecem logo no primeiro encontro a falar que papam tudo o que mexe. Inclusive não demonstrem que não estão à espera de outra coisa, nesse mesmo encontro.

  • Comer de boca aberta

Fica esquisito sempre. Mas num primeiro encontro, comer de boca aberta e falar sempre com a boca cheia, além de não ficar bonito de se ver, não se vai perceber patavina.

  • Exagerar no perfume

Não ponho em causa o banho, porque já se sabe que o banho deixa qualquer pessoa fresca (e fofa) e deve-se tomar banho claro, mas não de perfume. Tudo o que é exagero é demais o e o que é demais vai sobrar.

  • Estar sempre à procura do espelho mais perto

É que não vai com nada estar ali na conversa com alguém que está sempre a tentar olhar para o espelho naquela de tentar perceber o melhor ângulo.

  • Ser forçado

a serem quem não são só para agradar. A mentir só porque querem que a outra pessoa goste do que está a ouvir. Isso não vai funcionar.

13
Fev19

Ao [ meu] Porto!

Maria

(Photo by Kirill KUDRYAVTSEV / AFP) SAPO Desporto

 

Fizemos uma fase de grupos fantástica. Passamos em primeiro lugar do grupo com 16 pontos.

E aquilo além de saber bem, claro, foi do c@ralho!

Ontem quis muito ver aquele Porto da primeira fase, sabendo à partida que estávamos noutra forma e infelizmente não a melhor. Não estava com total confiança, mas há sempre esperança. Quando confrontada que Corona também não jogava, a esperança esmoreceu mais um pouco.

O problema não é não acreditar só nos jogadores que estavam lá, mas passa muito pela falta que os que não jogam nos fazem. E o Marega faz muita falta. Ao jogo que o Porto se habituou a fazer. Muita falta mesmo e isso tem-se visto. A lesão de Marega abriu uma ferida ali na frente que já era o nosso calcanhar de Aquiles e não melhorou. O nosso jogo passa muito e durante muito tempo andou à volta do procurar o Marega lá à frente e os seus sprints para a finalização. Sem Marega, sem alguém com aquele caparro e os sprints fica difícil jogar da mesma maneira. E estava-se mesmo a ver que mais dia menos dia ia acontecer isso ao Marega, as queixas já iam andando a olho nu. Por consequência o Porto ia sofrer.

Ontem faltou-nos muito a finalização. Conseguimos aguentar bem o jogo na defesa, Iker muito bem, e meio campo, com um Felipe meio atordoado, mas com um Danilo impecável e um Militão a dar tudo, mas depois finalização longe de ser eficaz. Não culpo necessariamente Fernando. Foi lá posto para um lugar que pedia mais, e boa corrida coisa que não tem. E depois era a sua estreia naquela grande competição e sabemos, não é fácil. Há um grande nervosismo à volta.

No final da segunda parte com a mexida que estava a gritar para ser feita, Adrien, André Pereira (que esteva quase vendido!) e Hernâni entraram bem. Puxaram pela equipa e conseguiram alienar mais a bola perto da baliza adversária.

Infelizmente há mais um "senão". Brahimi. Brahimi saiu lesionado e junta-se assim a outras dores de cabeça. Brahimi é quase indispensável. E vai com certeza fazer mossa se a lesão levar demasiado tempo e não conseguir recuperar para grandes disputas que se avizinham.

Não foi o suficiente. E o suficiente nem sequer nos chega.

Visto que somos  a única equipa portuguesa a jogar na Liga dos Campeões deviam ser mais a torcer pelo Porto. Mas eles até fazem rezinhas e eu agradeço a honestidade de quem admite que nem por ser Tuga torce pelo clube rival. Mas sendo assim, quem ainda está lá somos nós. E porque eu continuo a acreditar na passagem, Força PORTO💙

ROMA 2 x 1 F.C. PORTO (1ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões)

04
Fev19

A fava do aniversário da maior rede social

Maria

Estou assim que muito chateada com o Facebook pois claro.

Festejando hoje 15 anos e eu fazendo parte dele há dez anos. E o meu blog quase quase a fazer dez anos (10! sim 10anos), eis que me presenteou com um bloqueio (depois da página estar em destaque no @Sapo na passada sexta-feira) no que diz que o meu endereço de blog (sorrisoincognito.blogs.sapo.pt) não respeita as regras da comunidade. Vá lá saber-se porquê (sim já perguntei mas ainda não obtive resposta) não sei se foi alguém melindrado com o que quer que seja que se queixou do estado do tempo e o facebook acedeu se não. Mas a verdade é que, não consigo partilhar o que quer que seja no facebook (ah e no instagram tive que retirar o endereço do blog da biografia!!!) que mencione o link do meu blog. E vai por isso eliminaram todas as publicações direccionadas daqui do blog, mais fotos, imagens minhas e o diabo a quatro.

Alguém tenha passado pelo mesmo?!

Por isso, vai à fava Facebook enquanto equaciono o que hei-de fazer à página onde tenho quase quatro mil seguidores...

30
Jan19

Coisas que aprendi a trabalhar só com homens!

Maria

work.jpeg

 

- Os homens são mesmo uns criqueiros no que toca a estar doentes.

- a tampa da sanita (aquela saga) é um objecto no qual eles não tocam e a tocar nunca será para baixar.

- eles também ficam parados a olhar para o espelho da casa de banho.

- A caixa das bolachas tem sempre bolachas, mas nunca sabem como elas vão lá parar.

- Também são cuscos e também falam de bisbilhotices.

- As conversas deles juntos é mesmo isso que pensam, carros, futebol, mulheres, muito futebol e mulheres, vá e trabalho.

- Não são todos farinha do mesmo saco, naturalmente há os que cantam de galo e são provavelmente os que menos fazem. Os caladinhos às vezes enganam mesmo.

- Há os "pau para toda a colher". Fazem de tudo, são desenrascados, deitam a mão a tudo. Querem aprender de tudo. Fazem mais que o trabalho deles. Dão opinião. São confiantes. Põem a mão na massa. 

- Também há o que critica tudo do outro, o que opina sempre sobre o trabalho do outro. O que cusca sobre o outro e o que faz "queixinhas" - naturalmente - dos outros.

- Os homens percebem quando está sujo, mas nem sempre percebem quando está limpo.

- Há os que reparam quando cortas o cabelo, nem que seja só as pontinhas, e há os que não reparam de todo, mesmo quando mudas de morena para loira e em que percebem que alguma coisa está diferente mas não sabem bem o quê!

- Se há um rabo de saia na área que eles dêem conta percebe-se o "slow emotion" dos mesmos (e das máquinas)!

 

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 ▪Texto em destaque na página do @SAPO

18
Dez18

A obrigatoriedade das férias

Maria

Estou cansada.

Estamos a poucas semanas do fim do ano e posso dizer que estou mesmo cansada. Sinto que foi um ano cheio de altos e baixos no trabalho, mas muito bom para a empresa. Com a consequência de muito trabalho para mim. Muita papelada. Muitas burocracias. Muitos números. Muitos. Muitas dores de cabeça muitas horas perdidas em excel com fórmulas e mais fórmulas para ajustar números e reconcilia-los.

Cada um terá as suas dores de cabeça. E em todos os trabalhos as há. Mais ou menos. E tão por isso acho que esta é das melhores alturas do ano para se tirar férias. Para descansar mesmo. Para acalmar os cavalos e tentar desacelerar a mente. Para respirar fundo e para fazer nenhum. Que às vezes também é preciso. É em Janeiro que o ano me recomeça, ao contrário de todos aqueles que tiram férias durante o ano e sempre que voltam é recomeços. Setembro nunca me foi um mês de recomeço. Janeiro é. 

Estou na última semana de trabalho do ano. E ansiosa pelas férias. Não tenho nada de maior programado. Nem sequer vou ter cá os meus para poder gozar ainda melhor mas vou estar de férias. De inverno com as temperaturas baixinhas que começam a chegar e eu não vou ter horários. Vou descansar.

E acho que todos deviam ter férias. Continuo a saber de histórias de vida que realmente chocam qualquer um. Histórias que as greves a saber teriam vergonha do que provocam. E é triste. É triste que os direitos dos trabalhadores fiquem na consciência de quem não a tem e por isso não as dá. No privado pois claro.

As férias ajudam-nos a trabalhar melhor. A ser mais produtivos. A ser mais empenhados. A gostar de como nos compensam. Ajudam-nos a ser mais positivos, a restabelecer energias, foco e vontade de continuar.

Sempre que prejudicam um trabalhador. Que deixam esse trabalhador não se sentir capaz e  legitimo dos seus direitos. Sempre que o humilham, que não lhe dão valor. Que o ambiente de trabalho fica pesado. Ele não será o melhor trabalhador. Ninguém quer dar mais a quem é injusto. Só vão fazer com que não se anime no trabalho, não procure ser melhor, deixe andar no tanto faz até ao tanto fez. Não vos recompensará com o melhor que pode ser. POrque na verdade, ninguém gosta de trabalhar onde se sente injustiçado e se trabalha é porque na maior parte das vezes, a necessidade assim o obriga.

14
Dez18

Quem pode, pode tudo, quem não pode, não pode nada?

Maria

Vejam só que estou na moda e não sei, afinal, eu que tantas vezes digo, não sou nem nunca serei uma fashionblogger, se calhar sou mas não tenho aquela estrelinha de renome ou de lá sei o quê. Porque cá ideias do que fazem agora já eu faço há muito.

Ora vejamos.

Detesto o meu cabelo quando fica oleoso, mas a ver pelas modas é coisa que dá perfeitamente para usar visto que há figuras públicas a usar penteados à moda "lambidela de vaca" em eventos da alta.

Isto AGORA é tudo numa constante luta contra o plástico e desperdício. Ora eu não me lembro de comprar um saco de plástico, tenho sempre um saco reutilizável na carteira e alguns no carro para quando preciso de ir às compras. E tenho praí desde há muito! Uso marmita há pelo menos uns dez anos. Coisa que na altura era antiquada e agora é fashion. Uso garrafa de água da tupperware há uns anos, visto que sou uma agarrada a água e não vencia no plástico a deitar fora.

Tenho problemas com o meu modo "descabelada" diário. Raramente vou a uma cabeleireira, só se tiver algum acontecimento que o "peça". No entanto há quem vá para as luzes da ribalta com penteados tipo eu quando me levanto. Juba destravada. Modas hein?!

Sair à rua de pijama. Faço isso desde mil novecentos e troca o passo. Os meus vizinhos já conhecem os meus pijamas, porque venho cá fora assim vestida imensas vezes, para estender roupa, para lavar o carro, para me sentar nas escadas a tomar café, para dar duas de letra com as vizinhas, para ir a casa dos vizinhos à noite é quase o prato do dia. E pasmem-se, já vim de pantufas para o trabalho. A ver pelo que vi hoje nas redes sociais e televisão eu tinha muito sucesso em ideias para programas.

A minha avó se estivesse viva reviraria os olhos a este "eu já vi de tudo, ou não".

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Expressões à moda das “tripas” do Porto!

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