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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

19
Nov25

Um ano!

Maria

12 meses já é muito tempo mas parece que ainda foi ontem que comecei esta luta e tenho sempre presentes as palavras que o pneumologista aqui me disse em Março. Este é todo um caminho. Que eu espero longo.

Mas já é uma vitória, principalmente para quem me conhece e sabe o que foi este meu ultimo ano. Comecei por deixar quando fiquei adoentada em Novembro do ano passado e depois foi uma série de acontecimentos com os quais fui principalmente emocionalmente abalroada que fez com que, numa fase que poderia ser de recaída acabou por ser uma fase que com todas as forças continuei na luta. Apesar de dias e dias de um stress que vivi sinto que consegui de forma exemplar seguir no caminho certo. No inicio do ano também assisti de perto, no serviço de pneumologia dia após dia a coisas que me impressionaram ligadas com doenças que tiveram o seu pior desfecho e talvez isso me tenha dado um "ensinamento" qualquer.

Por isso este ultimo ano estou mesmo orgulhosa de mim e quem está diariamente comigo sabe todo o processo e superação de um vício que, principalmente quando mexe com a nossa ansiedade e stress conseguimos ultrapassar. Eu não sei o dia de amanhã é certo. Os tempos não têm sido fáceis. Este 2025 tem sido de lutas, ansiedade, emoções fortes, dias difíceis emocionalmente falando.. e conseguir levar esta luta avante é para mim um orgulho.

E é isto, isto e 12 meses sem fumar.

Espero continuar positiva nesta luta 🤞

E hoje a Mami faz anos e sei que é um orgulho este presente para ela! Parabéns à melhor Mãe do Mundo que a vida te sorria sempre e que Deus te dê muita saúde! Juntas!

19
Ago25

9 meses

Maria

Estou de férias e não podia estar mais orgulhosa. Não sei o dia de amanhã é certo mas tenho que celebrar o hoje. Porque de passos pequeninos as lutas são feitas.

9 meses já é muito tempo mas parece que ainda foi ontem que comecei esta luta e tenho sempre presentes as palavras que o pneumologista aqui me disse em Março. Este é todo um caminho. Que eu espero longo.

Mas é uma vitória, principalmente quando acabo de chegar de férias com amigos, com noite, com jantares bons, com gargalhadas e conversas boas. Com bebida. Socializar assim, este ambiente era todo um aperitivo para quem fuma.

Não o fiz. Resisti.

Os tempos não têm sido fáceis. Este 2025 tem sido de lutas, ansiedade, emoções fortes, dias difíceis emocionalmente falando.. e conseguir levar esta luta avante é para mim um orgulho, mesmo para os que apontam que "ah só fuma quem quer" "só não deixa quem não quer" "basta querer para deixar de fumar" etc etc..

E é isto, isto e 9 meses sem fumar.

Espero continuar positiva nesta luta 🤞

19
Fev25

3 meses

Maria

Ora os últimos tempos têm sido do caraças a muitos níveis. Parece que fui ali abalroada algures em Novembro assim mais a sério e a coisa de lá para cá, Graças a Deus é sempre a acontecer. O que está para mim, para mim está. E não está fácil nem está difícil, está assim assim que é coisa para me cuticar os nervos ainda mais.

Ora bem nestes três meses, tudo começou quando tive uma crise de enxaquecas que não me lembra que me atirou para uma cama uns dias e a enjoar só o facto de olhar para o telemóvel, falarem comigo ou abrir-se uma nesga da janela. Daí a estar num fim de um ano mega stressante de trabalho em que ponderei atirar a carta de despedimento para cima da mesa foi um passo e daí ao fim de ano doente a ir todos os dias para o hospital por ter lá uma parte do meu coração internada também foi um mimo. Um Janeiro que deu direito a medicamentos para todos os gostos incluindo penicilina e uma baixa quase inédita nestes quase dezoito anos de trabalho na empresa. Ufa só de escrever parece que estes três últimos meses foram degradantes em saúde, vá foram maçadores. Passei um mês todos os dias no hospital cerca de seis horas e isso fez-me ter noções de muita coisa dentro de um hospital que por norma nos passa mesmo ao lado. Vi a morte à minha volta mais que uma vez, vi como lidam com ela depois de ser tipo "virar frangos" (e perdoem-me a minha frontalidade) todos os dias e eu não estava preparada para isso, não quando estás com o sistema imunitário bem em baixo com poucas defesas com uma infecção, sem voz e a segurar a mão de alguém que está a precisar mais que tu com ataques de choro do nada.

De cada vez que me lembro do fim e inicio deste ano perco-me, nas imagens, nos cheiros, no desinfetante e nas centenas de caras que me passaram ao lado.

Isto para dizer que:

Quando alguém chega a minha beira acabadinho de fumar um cigarro e eu só me pergunto "quando fumo, também cheiro assim?!".

Quando fumava não notava tanto como noto agora. Tipo, como é possível esconder de alguém que se fuma se o cheiro não disfarça?

Na semana passada o pneumologista disse-me "isso é uma amostra, tens todo um caminho nesse estado em que estás que é todo um processo".

É isto.

Isto e para já, três meses sem fumar!

Porra, se nem quando fui abalroada por notícias menos boas, se nem quando fui confrontada com o vir embora e deixar alguém internado, se nem quando recebi exames que me deram volta à barriga só de ler e os dias de espera e desespera de resultados me fizeram voltar a fumar, Maria ganha juízo desta vez.

16
Abr20

Sanidade mental em tempos de quarentena!

Maria

Foi no dia 13 de Março que decidi a minha quarentena voluntária, mas foi no dia 16 de Março que fui buscar as trouxas ao trabalho para começar o teletrabalho por cá, em casa. Há um mês. Escrevi aquele texto que nunca sonhei na vida escrever. E mais, agora um mês depois tudo estar mais ou menos no mesmo ponto. Em casa a trabalhar com o escritório aqui montado. Sem saber quando volto e sem saber quando isto acaba. A diferença é que um mês depois temos quase 600 mortos e mais de 18.000 infectados confirmados.

Num mês, fui duas vezes ao trabalho e nessas duas vezes aproveitei para ir ao supermercado fazer compras cá para casa. No trabalho continua quase tudo igual. E digo quase porque continua-se a trabalhar, para o estrangeiro, não com o movimento num outro ano normal nesta altura, mas a agradecer todos os dias a coisa não ter descarrilado, até à data muito.

Trabalhar em casa não é de todo uma cena maravilhosa, mas agradeço ter que sair o mínimo possível de casa e faço a minha parte no que diz respeitar a quarentena.

Há dias melhores que outros. A parte de ter bastante trabalho ocupa-me basicamente quase o dia todo e isso é óptimo. No entanto há dias menos bons. Por já estar nisto algum tempo. Por ter saudades de muita coisa, principalmente de ouvir presencialmente as minhas pessoas, família e amigos. Pelos abraços. Pelos beijos das minhas pequenas. Pelas jantaradas e confidencias com a minha melhor amiga enquanto brindamos, pelo pegar no carro e ir dar uma volta. Por espairecer fora de portas. Por ter falhado o aniversário da minha afilhada de quatro anos. E tivemos a Páscoa e o que me faz falta desta época é mesmo o sentar-me à mesa com a família, nesta casa ou naquela e aquele convívio. A sorte é que ainda moro na melhor rua do mundo, com os melhores vizinhos e aqui leva-se muito à letra ir para a varanda conversar.

E por talvez, há um mês não fumar. E quem é que vai deixar de fumar, logo numa altura de confinamento em que te apetece bufar a toda a hora por tudo e por nada? Não fumar nesta situação é do caraças. Acreditem. Eu não disse que deixei de fumar, que isso é todo um processo que nunca sei se vai começar e ter pernas para andar - quando quem me segue há mais tempo sabe que já parei algumas vezes de fumar e uma das vezes durou 22 meses. Mas não fumo há um mês. Ainda não me apeteceu cortar os pulsos, nem subir paredes e acho que ainda não comecei a delirar mas... acredito que contribui bastante para ter níveis de sanidade mental a oscilar muito diariamente.

IMG_20200416_105429_228.jpg

 

Coragem Maria, coragem. Tu sabes, a vida não é fácil para quem mora ali um bocadinho abaixo do Pólo Norte - mas desta vez - a acreditar que vai #ficartudobem, logo #ficaemcasa!

Sanidade mental desse lado, como está a correr isso?

20
Abr18

Seis meses!

Maria

Consigo contar, em seis meses, os cigarros que fumei. Uns seis (sendo que o primeiro foi no jantar de natal da empresa e o último foi na derrota com o Sporting esta semana). É obra. Ou melhor, um orgulho. Sim eu sei, se nunca mais tivesse fumado é que era. Eu também acho que, se isso não tivesse contribuído para o meu aumento de peso (que acredito que sim) é que era. Adiante.

Sempre que ficava adoentada da garganta conseguia deixar de fumar. Aliás era automático e já aí ficava uns dias sem fumar. Conforme o que tinha acontecido, uns dias, umas semanas. E foi assim que também deixei de fumar desta vez. Tive uma crise em Outubro. Amigdalite. Má. Muita má. Uma semana de cama, repouso absoluto, falar o mínimo possível e não estar com gente. Seis penicilinas. E o normal - não queria nem ver o tabaco e o tempo foi passando e nem queria que me falassem em tabaco. E é por isso que estou há tanto tempo sem fumar. Com as tais excepções que fiz quando me apeteceu.

Não é fácil. Não é um mar de rosas. Fumar ou não. E nisto de dar a opinião, é a minha experiência. Mais nada. Mas o céu não ficou sempre azul depois de ter deixado de fumar. Pelo contrário. Cheguei a ouvir - "parece que desde que deixaste de fumar ficaste pior!". Totalmente verdade. Tá certo que também há os pontos positivos. Estou a tentar descobrir mais.

No Natal voltei a ficar adoentada e até à passagem de ano não consegui ter umas férias descansadas no meio do remédio e sem conseguir comer um doce que seja. Mas tudo voltou a piorar no início deste ano. Ou seja dois meses e pico depois de ter deixado de fumar tive a pior crise de sempre. Urgência para o hospital, cortisona para dilatar as veias, nebulizações, bomba e mais uns dias de cama a fazer contas a esta vida.

Desde que deixei de fumar foi tudo um mar de rosas? Não. Pelo contrário. Em seis meses tive a pior crise de sempre.  Continuei a ter crises de garganta. Estou quase a acabar um tratamento com penicilinas que sinceramente não me parece que esteja a ser um sucesso. Tenho mais seis quilos generosamente distribuídos apenas em sítios específicos, sempre aqueles que não se quer engordar. Não acho que esteja a respirar melhor. Não sinto mais o paladar das coisas. Não comecei a dormir melhor.

É isto.

Isto e seis meses sem fumar.

20
Fev18

4 meses sem!

Maria

Isto não é um post com moralismos. Com um "eu é que sei", "sou um exemplo", "sigam as minhas pegadas" whatever. Até porque quem me lê há bastante tempo já aqui leu um post parecido. Logo, se estou aqui a falar disto é porque lá trás falhei.

Sim. Algures ali atrás, para este post existir hoje, falhei. É tão simples quanto isto. Mesmo que na prática isto nao seja assim tão simples quanto o digo.

Hoje faz quatro meses que não fumo. Uma excepção para um meio cigarro no jantar de natal da empresa. Mas na verdade, foi há quatro meses que deixei de fumar.

Para ficar bonito poderia dizer que sinto todos os dias como é bom ter deixado de fumar. Mas não. É sim positivo. Ponto.

Eu já passei por isto. Não é a primeira vez que fico sem fumar algum tempo e a fase que durou mais foram 21 meses e nunca me perdoei por ter quebrado. Falhei mesmo.

Tenho um primo médico que sempre me diz "qualquer tempo que estejas sem fumar é bom, seja uma semana, seja um ano". Está certo. Acho que é um bocadinho isso. Mas nunca me martirizei. Até porque, nunca disse vou deixar de fumar, sempre que não me apetece deixo-me ir na onda.

Ora como já disse, podia dizer que sinto melhor o sabor das coisas. Que respiro melhor. Que acordo mais saudável. Que o que me fez parar de apetecer fumar nunca mais voltou... Mas na verdade não. Na verdade não notei nada disso. - Não vou dizer que não estou mais saudável se é saudável não fumar, mas... - Notei sim que provavelmente ainda aumentou o meu apetite (valha-nos Deus valha). Provavelmente contribuiu para o meu aumento de peso, cerca de seis quilos já!!! Provavelmente é por isto que agora sim quase "não tenho nada para vestir"!! Provavelmente não interferiu em nada nas crises de infecção de garganta, porque desde que deixei, já tive mais de duas crises.

Ora estou sem fumar há quatro meses e como podem ver, não ficou tudo um mar de rosas. No entanto se nunca mais me apeteceu fumar não fumei. Até ao dia.

Não estou a deixar de fumar. Proibir-me de fazer algo não costuma ser assim tão produtivo, mas como sou muito de ir na minha vontade e a vontade não tem sido fumar é isso. Vou na onda.

Não deixei de estar com quem fuma. Não me faz impressão. Não condeno nada nem ninguém. Não me lembrei de começar a criticar quem fuma, porque não tenho essa mania dos que deixam de fumar e passam logo a ser anti-tabaco e como se quem fuma fosse a pior pessoa à face da terra. Não. Nada disso. Estou há quatro meses sem fumar só isso. Porque não me apetece. Mas é inevitavel não estar orgulhosa por cada dia que decido não fumar. É isto. E se nos orgulha, é positivo. A nós próprios, eu nunca o fiz por ninguém!

E não sou melhor ou pior pessoa por causa disso. Não é o tabaco que nos define nem gosto que ponham as coisas nesse ponto.

17
Nov16

Dia Mundial do não fumador.

Maria

Para quem me segue há mais tempo, sabe que já escrevi aqui muitos posts sobre tabaco e sobre o deixar de fumar. Achei até que chegava a ser cansativa de tantas vezes falar no mesmo assunto, mas era um orgulho cada dia que passava, cada semana, cada mês. Pelo passo que dei. Pela coragem. Pela força. Por mim. Nunca o fiz por ninguém.

Tão só por isso, fui a primeira a admitir o meu fracasso e a minha desilusão, quando vinte e um meses depois comprei um maço de tabaco. Foi uma fase complicada, estava em baixo, mas nada, nada justifica ter caído na tentação, ter sido fraca comigo mesma. E nunca me perdoei, até porque me lembro vezes sem conta desse episódio. No entanto não me massacrei. Foi o que tinha que ser.

Fui contras as estatísticas e após a recaída não comecei a fumar ainda mais que o que fumava, porque sinceramente nunca fumei muito, mas desde que voltei, fumei sempre menos. Desde então às vezes fumo dois cigarros por dia, outros dias nem fumo e às vezes passo uma semana. Outras vezes fumo mais. Fumo quando me apetece. Quando me dá prazer. Quando sinto que tenho essa necessidade porque sim.

Eu também nunca perguntei a ninguém porque bebe whisky quando  a mim só o cheiro enjoa. Melhor mesmo só aqueles que criticam quando se sentam à beira de quem quer fumar e depois passam horas numa discoteca a tresandarem a fumo. Poupem-me de conversas certinhas do certo ou errado..  Eu apenas preciso de saber que o vício não pode tomar conta de mim que quando eu quiser ter coragem para não lhe tocar, não toco. Até lá podem aproximar-se. Se não fumam só fazem bem. Se nunca lhe tocaram é óptimo se estão na luta é ainda melhor. Força nisso. Mas não critiquem quem lá está. Eu sei que faz mal.

Eu nunca fumei e nem fumo para ter estilo, para ter piada ou para ser boa onda, até porque nunca fumei pelos outros. E isto faz-me lembrar o fumar charros para se ser fixe e eu não sou uma fixe. Assim como não sou mais ou menos mulher por não ligar a maquilhagem.

Temos pena. Não é o tabaco que nos define nem gosto que ponham as coisas nesse ponto.

Parabéns a todos os não-fumadores. E a todos os que estão na luta.

20
Mai16

Constatação *130*

Maria

É quando fico adoentada que enjoo o tabaco.

Na semana passada tive uns dias menos bons. Mais uma vez enjoei o tabaco. Sempre que deixei de fumar, foi por consequência de estar doente e enjoar o tabaco. Às vezes enjoo um dia ou dois, já aconteceu parar os tais vinte e dois meses, agora não fumo à uma semana e um dia. É isto. É quase caso para dizer fica lá doente que só te faz bem. Mas não obrigadinha. É até ver. Ou apetecer. E o fim-de-semana está aí.

28
Ago15

Imagens chocantes nos maços de tabaco para reduzir o consumo é treta.

Maria

Quem fuma tem consciência que aquilo não faz bem nenhum. E quem acha que alguém não vai fumar pelas imagens que traz é enganar-se a si próprio. Era quase como agora começaram a pôr nos carros imagens de acidentes para reduzirem a velocidade. Quem quer acelerar não vai ligar a isso, até porque todos os dias somos abalroados por imagens nos meios de comunicação sobre acidentes e pelo grande numero de mortes derivados dos mesmos e nem por isso deixei de ver quando saio à estrada malucos a levarem tudo a frente. Assim como aconteceu com as frases nos maços, no início até se lia, depois passou à história, compra-se um maço e nem se liga mesmo. As imagens será o mesmo, no início é novidade depois passa. E duvido que alguém deixe de fumar por uma imagem que venha no maço. Imagens chocantes nos maços de tabaco para reduzir o consumo é treta.

"As tabaqueiras terão ao dispor uma biblioteca de 42 imagens a cores para imprimir nos maços de tabaco e um conjunto de advertências em texto. As fotografias apresentam-se como casos reais e são ilustradas com mensagens como "Fumar provoca 9 em cada 10 cancros do pulmão", "Deixe de fumar - pense em quem gosta de si" ou "O seu fumo prejudica os seus filhos, família e amigos"."

Daqui.

A única lei em relação ao tabaco que acho no meu entender que ajudou a reduzir foi a proibição em espaços públicos, visto que, o ter que se sair de um café ou bar (presumo que fossem dos sítios públicos que mais se fumasse) reduziu em alguma coisa, mas não deixaram de fumar essas pessoas. E é ridículo pensarem que sim. A força de vontade de alguém deixar o tabaco ou outro vício qualquer não passa por hipotéticas prevenções de tentarem chocar as pessoas com imagens ou com frases. A vida é demasiado real, todos os dias temos a noção disso e nem por isso paramos de viver para tentar sobreviver a todo este caos que leva à morte das pessoas.

Eu já fumei, já deixei de fumar e já repeti o processo algumas vezes. Ninguém mais que eu sabe o que corro ao fazê-lo. E ao deixar não vai ser por um maço trazer imagens chocantes, ser vermelho ou trazer frases que me belisquem. Acreditem. O deixar de fumar vai um bocadinho mais além que estas leis da treta.

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