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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Hoje sim, começa-me a primavera!

Mano, foste prenda de primavera,

Hoje sim, começa-me a primavera!

Sempre associei o teu dia, aos melhores dias. Sempre o disse. Sempre o senti. E as datas de calendário são uma seca. Eu gosto de sentir os dias. Diz que ontem foi o equinócio de Março, correspondente do inicio da primavera. Mas para mim, hoje sim, mal acordei e me lembrei de ti lembrei também que a Primavera chegou. Que venha cheia de alegria. Cores. Flores a abrir. Muito sol e azul. Calor. Mangas arregaçadas. Sorrisos. Muitos sorrisos. E abraços. Como eu queria.

Não te desejo menos que isso. Sempre. Mas hoje é especial. É o teu dia. E sorrio-te para que sorrias também, mesmo que lá dentro, o coração esteja apertado de tanta saudade. Cheia de ciscos nos olhos por me lembrar de cada aniversário que tive a oportunidade de partilhar contigo. Os ciscos são saudade. Faz parte. Mas seriam os mesmos se hoje pudesse estar ao teu lado.

Tu sabes, sou uma lamechas do pior. Isto dos sentimentos trama-nos. E a família é o meu bem maior.

Quero muito que sejas feliz.

Onde quer que estejas, mas gostaria muito muito muito muito que fosse aqui do meu lado. A vida não é bem como nós queremos. E que a distância que nos separa nunca passe apenas disso mesmo, distância. Que nada tenha a ver com o coração. Aí estamos juntinhos.

Tenho o melhor irmão que a vida me podia oferecer. Não trocaria se tivesse escolhido.

Nunca te amarei menos por estarmos longe...

Que hoje o dia te seja bom. Que venha um ano melhor. Que venham muitos mais anos com saúde. O resto a gente vai dando o jeito.

Quero-te o melhor que o mundo tem para oferecer.

Manos <3

 

Beijo de Feliz Aniversário, feliz dia e um Abraço gigante, sentido!

PARABÉNS MANO! L♥ve you* always & always ♥ ♥ ♥

34 ❤

Ontem quando me deitei, antes mesmo de me preparar para ver todas as mensagens que recebi (e ainda não consegui ver -mas já li algumas deliciosas) procurei uma fotografia da festa para partilhar. Não tinha. Não tenho fotografias da minha festa de aniversário ontem (vá tenho uma do bolo e uma de um ramo que vieram cá entregar a casa de um amigo meu).

Só tive tempo de dar conta que não tinha fotografias e nem sequer consegui ler uma mensagem - Aterrei. Adormeci de coração carregado, cansada, mas com aquela sensação que aproveitei muito bem o que me deram.

Consegui juntar as minhas duas afilhadas, coisa que não é fácil e nem assim tirei uma fotografia com as duas para mais tarde recordar. Consegui juntar dos meus amigos mais importantes com os meus pais e não tenho uma fotografia que seja. Nenhuma do jantar. Nem de cantar os Parabéns, nem dos brindes. Nem das gargalhadas. Das minhas afilhadas no colo dos meus pais. Das partilhas.

A única explicação que tenho é que, tudo foi tão preenchido e "saboreado" por mim, por nós, que os telemóveis foram secundários.

Às vezes parece impossível, mas o facto de acontecer é que estamos a viver o momento. Ontem era o meu e eu vivi. Aproveitei-o. E apesar de atender as chamadas, as mensagens já não consegui tomar conta. Não fui egoísta, mas tinha que aproveitar a festa e os meus, caso contrário não conseguiria aproveitar nada.

E hoje não tenho fotografias mas tenho uma memória fotográfica recheada. Cheia de emoções e um coração a transbordar.  Tenho uma felicidade em mim de ter momentos como este que me fazem ver o que vale realmente a pena. Aproveitar o momento com quem nos acrescenta é sem dúvida um mote para este novo ano meu.

Vocês que por aqui passam e ficam. Uns mais que outros vão fazendo parte.

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Obrigada. OBRIGADA de coração às mensagens que recebi. Às palavras que me deixaram, tanto aqui no blog como no mail, facebook e instagram. Obrigada por esses sorrisoincognitos e acima de tudo obrigada por me ajudarem a continuar a sorrir. Beijinho e mil sorrisos!

Venham mais. Sim são 34 anos de sorrisos.  Estou feliz! ❤

Agradecer, sempre!

Obrigado

 

Nunca me poupei em agradecer a quem merece.

A quem merece mesmo.

Agradecer pelo que nos são. Pelo que nos fazem. Por existirem. Pelas palavras. Os ombros amigos. Os abanões. Os lenços de papel a limpar as lágrimas. As gargalhadas. Os jantares partilhados. As confidências. As partilhas. Os dias. A vida.

Sempre soube dizer obrigado a quem de direito. Os meus amigos sabem o quanto lhes agradeço as boas amizades que tenho. A minha família sabe o quanto lhes agradeço o nosso amor. 

Gosto de lhes reconhecer o sentido. Do privilégio que tenho de os ter. E de escolher quem não é obrigatório.

OBRIGADA pelo que me são. Pelo que me deixam ser!

Natal

Eu sou sempre um desastre com presentes.

Nunca vi o Natal como sendo a noite da troca de presentes, quando muito em pequena. Mas mesmo assim, sempre foi [-me] a noite da família. Não tinha outro sentido. Não tem. No dia que tiver outro sentido perdi-me.

Sou a última pessoa com certeza a fazer compras. E confesso, prefiro aos meus dar dinheiro para comprarem o que precisam, ou ir com eles escolher, que propriamente dar mais uns "chinelos", um "par de meias" pela inevitável situação de ter que dar alguma coisa. Acho isso um perfeito disparate.

Gosto de saber o que as pessoas precisam, desejam ou preferem. Que comprar algo por comprar. Assim como nunca gostei que os meus me dessem algo por dar, por se acharem na obrigação de o fazer. Sinceramente não gosto disso. Prefiro mil vezes que por exemplo os meus pais se me quiserem dar uma peça de roupa que eu sei que na semana seguinte está a metade de preço me dêem na semana seguinte que propriamente no dia de natal. Até porque no dia seguinte com certeza não vou usar. Não me lembra de estrear roupa nova no natal. O Natal é para estar em casa, não gosto de andar a passear. Sempre vi o Natal como o dia da família. Nada me faz mais feliz que estar com a família. NADA.

Às vezes não compreendem quando digo que em minha casa muitas vezes não há presentes debaixo da árvore. 

Mas, quem olha para o Natal como eu olho sentirá o porquê.

Durante anos vivi um Natal em casa da avó que era o típico Natal dos filmes. Cozinha cheia. Miúdos. Família. O Pai Natal a chegar com os sacos. Crianças. Presentes. 

A avó partiu e tudo mudou. Tudo. Menos os valores que ela sempre nos passou. Que o Natal era aquele sentimento ali à mesa, a família junta. O amor. 

Após isso, tudo ficou muito mais claro para mim. Os natais começaram a ser bem diferentes. Cada um para seu lado cada vez mais. E os presentes deixaram até de ter sentido tantas vezes.

Acredito que há casas que sejam mais felizes pela troca de presentes. A minha é muito mais feliz com a troca de gargalhadas, de conversas, de brindes. Se isso me falta. Tudo o resto falta e um presente é apenas um objecto embrulhado com cor que não me tem brilho.

Isto é [-me] o Natal.

Quando não consigo passar o Natal com quem quero à mesa. Tudo o resto que pintam não faz assim tanto sentido.

Eu já passei Natais de casa cheia. Já passei Natais apenas com os meus pais (e graças a Deus). Já passei a noite da consoada de Natal num avião - a caminho dos melhores. Eu quero é que eles me tenham sentido. Com a família. Com os meus mais certos. Os presentes aí até podiam falhar mas há natal na mesma.

Já quando eles faltam. Não há natal. Muito menos presente que me valha.

O início de Dezembro é sempre angustiante para mim. Ansiosa sempre por tentar perceber como vai ser uma vez mais o Natal. Daí o comprar presentes não ter significado.

Até que as coisas se decidem.

Este ano, infelizmente o contrário do ano passado, não vou conseguir ter os meus comigo. E é isso que me faz olhar para o Natal deste ano sem sentido. Será um dia quase como os outros. Ainda nem sei bem como, mas com aqueles que eu queria não. Essa é a única certeza que tenho. E a que dói.

É por isso que digo muitas vezes, Natal é quando o "homem" quiser. E eu vou contar os dias para que, independentemente do dia em que calhar, haja um natal onde quer que seja, mas com eles. Apenas com eles há natal. Dos bons.

À Rainha ❤

Enquanto puder agradecer a Deus por te ter comigo vou sempre conseguir encher, preencher e transbordar o meu coração. Agradeço a sorte que tenho por te ter comigo. Por poder passar o teu dia contigo e tantos outros. Agradeço por seres a pessoa que és. Tudo o que me ensinaste e continuas a ensinar. As lições que me dás e os puxões de orelha. As dicas, os abre-olhos. Agradeço o coração bom que tens.  E o sorriso que me deixaste herdar. Obrigada, pela Mãe, amiga e pessoa que és.

Que sejas feliz. Que eu possa partilhar muitos mais anos assim contigo. E que eu possa ajudar-te no melhor que o mundo tem para te oferecer.

Ontem, 19 Novembro foi o teu dia. Que soubemos preencher muito bem. Os meus Parabéns e que venham muitos mais anos, juntas, de sorriso no rosto e cúmplices, minha Mãe. ❤

A inversão do papel Mãe e filha..

Esta noite dei "colinho" à minha Mãe.

Há uma altura na vida em que parece que os papéis se invertem. Não há uma idade. Não é a partir de uma meta. Não há nada traçado. Mas há uma altura em que inevitavelmente isso acontece.

Já sou eu que digo vezes sem conta, cuidado com os carros a atravessar a rua, cuidado com as escadas, tem cuidado com o sol, não apanhes frio. Queres um chá. Põe o cinto. Estás bem? Não comas isso que te faz mal.

Há um dia ou outro, que dá vontade de lhe pedir colo, como talvez pedia com cerca de dois anos, mas que agora que sei falar um pouco melhor não utilizo palavras, mas que também inevitavelmente ela percebe se realmente eu estiver a precisar de "colo".

Ontem, ela estava doente.

A minha Mãe, é a super-Mãe. Nunca está doente. Muito raramente a vi adoentada, Graças a Deus.

Ontem estava. E há uma inevitável preocupação, talvez devido a essa inversão de papéis que me fez querer ficar em casa a dar-lhe colo, a ver cada minuto para que melhorasse, a querer estar ali junto a ela para não me escapar nada. Não deu, mas tentei estar ali o mais que pude, ora a correr para casa assim que consegui, ora a ligar-lhe.

Que chata. Quando cheguei ao fim do dia pensei exactamente isso. E tive a noção do que é acharmos tantas vezes as nossas mães chatinhas por se preocuparem demasiado com tudo e mais alguma coisa, mas na verdade, nesta fase de papéis invertidos não somos diferentes. Eu pelo menos não o conseguiria ser. Até a querer que ela se deitasse à minha beira e eu ficar ali a dormir meia acordada sobressaltada a cada movimento e a gastar a expressão "estás bem?".

Hoje, com ela já bem melhor já nos rimos, por esta Maria chata que sou quando me preocupo, quando tenho medo pelos outros, ,quando vejo a dor dos meus como minha.

Essa altura na vida em que os papeis se invertem, é inevitável não tentar ser-lhe um pouco daquilo que ela sempre foi comigo. E querer ser lhe mais.

Mãe galinha. Porque mesmo sendo eu a filha, serei a mãe sempre que (precisar e) conseguir ser-lhe. E que me seja a Mãe que tem sido!

Dos 1 de Novembro. Do ser solteira. E dos desbloqueadores de conversa de gente cusca.

Desde que me lembro, os meus 1 de Novembro é dia de família. De voltar lá, a eles. Aos meus. É dia de reencontros, de sorrisos e abraços. De lembranças. De agradecer muito. De sentir. Ter saudade. De ver a família. De falar, contar novidades. Das inevitáveis e nunca surpreendentes perguntas do estar solteira, dos namorados, do casamento, dos filhos... é dia dos da cidade virem à aldeia e acharem-se os maiores junto dos parolos até lembrarem que nasceram ali. É dia de norte, de descer ao rio. De respirar aquilo tudo. E ficar com ciscos nos olhos.

Ontem não "cumpri" o dia 1 de Novembro. Não fui à família. Não fui ao cemitério, até porque o faço imensas vezes e não preciso deste dia para o fazer.

Ontem foi dia de passeio com a comadre. Fomos ao passeio e às compras.

Hoje a minha mãe liga-me e diz, sabes que ontem falaram de ti lá no cemitério.

Ai sim? Perguntaram se já me tinha casado (basicamente todos os anos o mesmo desbloqueador de conversa!)?

Não. Mas quase. Disseram que tinhas um namorado muito giro. Alto, elegante. Muito bonito. Que ficavam muito bem juntos. E ao que parece é engenheiro.

...

...

Depois de me rir, perguntei-lhe, e tu que disseste?

- Que nos devia apresentar que nem eu nem tu o devíamos conhecer. ahahah

...

(É o que faz pôr fotografias com um primo que não vive cá e vem cá passar uns dias e já pensarem que é o namorado!!! Por acaso lindo, alto, elegante. Muito bonito e por acaso médico. Falham em tudo esta gente cusca. Só a mim?! - btw o que já me ri)

Carta ao...

Só de dizer o teu nome já fica apertadinho cá dentro.

Um dias destes perguntaram-me "isso tem mesmo muito valor para ti, não tem?".

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Mesmo antes de responder os olhos ficaram cheios de ciscos e só isso deu a resposta. Sabe-me a amuleto.

Tu sabes, eu não preciso de nada físico que te lembre. Tu estás e estarás sempre, sempre em mim. És das melhores pessoas que conheci na vida. E nunca vou ter palavras que te cheguem.

Há uma saudade de tudo. Do sorriso, do cheiro, do abraço, das "caralhadas". Do passar férias em tua casa. Daquela banquinha de madeira que me fizeste. Dos bailes a que me levavas. Do me teres ensinado a andar de lambreta. Da tua força. Saudade da tua voz.  A tua voz faz[-me] muita falta.

Às vezes dizem que temos anjos que nos protegem. Eu lembro sempre disso quando ando aos trambolhões e sinto ali aquela mão a proteger.

São dezoito anos sem ti. Dezoito caramba. Como o tempo passa. Como te sinto tão presente. Como te tenho saudade.

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Padrinho, tu sabes, daqui até ao infinito, Amo-te ♥ 

Dias especiais ♥

Quando uma das pessoas mais importantes da minha vida há nove anos me ligou a dizer "já nasceu" a milhas de distância, senti o que ainda hoje sinto quando me lembro. Um misto de emoções. Um amor maior por alguém que ainda quase não tinha visto mas que amava com todo o coração, uma saudade, uma vontade de pegar um avião e ir. Lembro-me o coração apertadinho que a partir desse momento ficou. Até hoje. Não estar ali lado a lado fisicamente com os nossos traz-nos isto. Aquele misto de emoções do quereres muito estar lá. Para acompanhar sempre aquilo que inevitavelmente vais perdendo, por mais que (graças a Deus!!) as tecnologias ajudem.

Há nove anos que me és mais um pedaço também de mim, que te olho como sendo meu. Que te amo com todo o coração e mais algum, que te sinto saudade a cada dia. Que me orgulho do sorriso lindo que tens. Que me fazes apaixonar mais um bocadinho cada vez que me contas as tuas traquinices.

Estás um crescido. Eu uma tia babada. Queria dar-te o maior abraço até dizeres "isso é um bocadinho chato". Continuo a acreditar que pode ser que um dia, os astros se cruzem e a gente comemore junto. Até lá, é como se estivesse aí do teu lado, cantarei os Parabéns com o mesmo entusiasmo e os olhos ficarão cheios de ciscos. Tudo porque te quero o melhor do mundo.

Amo-te meu pequeno. Nove anos de ti. Parabéns meu bem ♥

SorrisoIncógnito

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