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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

23
Set19

Do Outono que não há em mim!

Maria

Não. Continuo a não gostar nada da ideia de acabar o verão. Eu sempre disse que sou muito mais verão!

Não gosto de ter que me despedir do verão. Não gosto da descida das temperaturas. Os dias mais castanhos e frios. Não gosto do acordar de manhã sem saber o que vestir porque o tempo anda maluco, ora faz sol, ora frio. De manhã e noite está mesmo fresco e durante o dia um calor bom e aquilo não dá para alinhar o sistema cá dentro e muito menos a vestimenta. Não gosto dos dias pequenos e como já se notam! Não gosto de ter que mudar novamente o armário para as roupas pesadas (basicamente não gosto de ter que arrumar o armário, quando mais tiro parece que mais cheio fica e na indecisão não me apetece tirar nada). E aquilo com os brancos e os coloridos fica tão mais giro. Não gosto de ter que voltar às meias, aos sapatos e botas e botins. Só de pensar em enclausurar os pezitos por mais uns meses já me custa. Pensar em enfiar já os meus pés em meias é sufocar um pouco mais a minha tiróide. Não quero nem ouvir falar na mudança de horário porque detesto o horário de inverno! Sim eu sei que estamos a falar do outono, mas na verdade daqui a um mês começa o horário de inverno com um anoitecer às seis da tarde isto se não chover porque senão temos daquelas tardes que às três já estamos no lusco fusco. Oh não sou mesmo nada disso.

Não. Não fico histérica com as primeiras chuvas e se me lerem "já estava farta do verão" cortem-me os pulsos porque certezinha algo não vai nada bem. Nada mesmo.

Aquele cheiro a terra molhada até gosto, mas dispensava na boa a puder fazer com que o verão se prolongasse.

Nunca fui "castanhos" por mais que a moda nos empurre para lá. Nem cinzentos. Não gosto dos pés gelados. Voltar aos jeans e aos casacos é inevitável. E eu sou tão feliz de calções, havaianas e ombros ao léu.

Eu sou tão, mas tão mais verão! 

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E este verão foi muito bom. E venha lá o que tiver que ser, mas continuo a ser muito mais verão e a não encontrar outono em mim ☆

06
Set19

Clube VilaRosa - Praia da Rocha

Maria

Não conhecia o hotel.

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[a primeira fotografia que tirei, da nossa varanda, numa altura em que estava a haver aula de zumba na piscina]

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Ficamos num quarto no prédio da Recepção com tudo ali à beira. O restaurante, o bar e o acesso à piscina principal, era mesmo ali. E o nosso quarto calhou mesmo de frente para a piscina. O quarto em si era bom, recentemente renovado, quarto standard, onde podíamos ainda contar com uma zona de mini cozinha com tudo o que precisaríamos caso usássemos. Frigorífico, fogão, banca da loiça, micro-ondas, cafeteira eléctrica, pratos, copos e talheres. No caso, estávamos em tudo incluído daí não termos usado nada. Tínhamos ainda a varanda com uma mesa e duas cadeiras com vista sobre a piscina principal.

O quarto estava sempre muito cheiroso após as senhoras da limpeza passarem por lá todos os dias.

Desde as pessoas da recepção, às pessoas do bar/restaurante. Aos seguranças, às senhoras da limpeza, tudo gente simpática. Ao Sr. Carlos do bar e à menina de cabelos lisos loiros, que não cheguei a saber o nome mas que nos recebia sempre com um sorriso e simpatia na zona do bar/restaurante piscina um muito obrigada pela simpatia durante os dias por lá.

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O Hotel fica a cerca de 10 minutos  a pé da Praia da Rocha. Num percurso que se faz muito bem e que me ajudou na parte da caminhada visto que me desgracei a comer.

E o dolce far niente deu cabo de mim.

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Quanto à comida. Uma desgraça. Nos quilos, porque era óptima. Sem exageros. Não é que tivesse mil e dois pratos para escolher, mas numa semana não repetimos prato porque tem sempre coisas diferentes. Texuguinha como sou provei quase, quase de tudo. Tinha sempre um prato de massa, um prato de peixe e um prato de carne. Mais os acompanhamentos. Tinha sempre muitas saladas frias, só na parte das sobremesas é que acho que faltava variedade e mais opções. O que não me afectou muito porque confesso, comi sempre tão bem que não chegava a ter espaço para a sobremesa. É claro que lá esqueci dietas e repeti muitas vezes o prato da comida. E aquele bacalhau que eu repeti o prato e só não fui ao terceiro porque era o almoço e não queria ir para a água só às sete da tarde? Bem, como digo a comida era mesmo muito boa. O sabor. No ponto certo. Pelo menos para mim.

Há noite ouve sempre animação menos no dia do jogo Benfica-Porto mas aí eu fiz a animação ahah.

Na zona da piscina, na terça-feira e na quinta-feira houve zumba. Havia sempre música no bar de apoio à mesma.

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Dentro do hotel tínhamos mini-mercado. E uma segunda piscina, mais afastada da principal, visto que o Hotel tem muitos blocos de apartamentos.

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Tinha campo de ténis. Um parque de diversões para crianças e na zona da piscina costumava estar uma menina que entretinha os pequenos, com balões e pinturas e mais não sei bem o quê porque não usufrui desse serviço ;)

Como disse a rua mais conhecida da Rocha, onde tem as lojinhas, cafés, bares e afins ficava a uns dez minutos a pé e além de passarmos lá de dia, para ir para a praia, à noite dávamos lá um salto.

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Voltava já amanhã porque foi positivo. E depois de duas semanas de trabalho já tenho saudades daquele dolce far niente e descer as escadas para dar um mergulho na piscina. Oh vida.

30
Ago19

Maria, o que trouxeste das férias?

Maria

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As férias já terminaram, pois que já voltei na terça a trabalhar e apesar de ter sido terça-feira mais pareceu a pior das segundas-feiras. É sempre assim quando se volta não? Aquele trabalho acumulado na secretária que te faz querer chorar um bocadinho mas só não o faço porque as férias foram boas e bem aproveitadas quanto ao dolce far niente. Bem mas manter os olhos abertos foi um castigo, confesso! E as minhas olheiras? Nem o moreno mal amanhado consegue disfarçar nada.

As pessoas que constatam "ahh então já voltou ao trabalho..." apetece-me bloquea-las sem qualquer tipo de resposta. Oh pobre!

A #MariaTexuga que há em mim, mais uma vez fez estragos, mas acho que não chegou à parte de fazer mossa. Isto porque engordei claro, mas nada comparado com o ano passado por exemplo. E porque nas férias consegui fazer bastantes caminhadas a coisa amparou-se. Agora convém manter o foco.

Trouxe cansaço, mas trouxe energias renovadas. Parece contraditório, mas na verdade não é. O meu corpo quer descansar pelas horas que não dormi, mas a minha mente e a minha alma gozaram de uns bons dias de dolce far niente em "tudo incluído" que me alimentou a alma, mas que também me fez perceber que às vezes o "tudo incluído" pode ficar chato (esta é a parte que tento interiorizar que vida de dondoca é chata e ser pobre tem os seus prós ahah!).

Trouxe mais um bocadinho do sul que tanto gosto de visitar e um bocadinho de cor na pele. Trouxe gente simpática que conheci. Trouxe mais aventuras. Constatações. E lembrar como é bom termos uma amiga/o com quem seja bom passar uns dias de férias que conseguem fazer a coisa valer a pena e com quem somos nós mesmos bem à vontade. Se têm amizades assim, parabéns. É uma lufada de ar fresco.

Não encontrei o "Wally" do ano passado e confesso que este ano nem lavei bem as vistinhas a esse nível. Só uma ou outra vez algo me fez olhar mais que uma vez.

Conheci um hotel que recomendo (farei um post). Comi muito bem e muito mesmo!

Trouxe pouca noite. A noite está cada vez menos convidativa. Mais perigosa. Mais podre. Menos atraente. Não me sintonizo no que vejo. Mas também farei um post sobre isto. 

Encontrei gente da terrinha assim que estendi a toalha a mais de 600 klms de casa.

Quanto ao balanço das férias é bem positivo, já na balança não posso dizer o mesmo ahah.

E as vossas férias foram boas?

18
Dez18

A obrigatoriedade das férias

Maria

Estou cansada.

Estamos a poucas semanas do fim do ano e posso dizer que estou mesmo cansada. Sinto que foi um ano cheio de altos e baixos no trabalho, mas muito bom para a empresa. Com a consequência de muito trabalho para mim. Muita papelada. Muitas burocracias. Muitos números. Muitos. Muitas dores de cabeça muitas horas perdidas em excel com fórmulas e mais fórmulas para ajustar números e reconcilia-los.

Cada um terá as suas dores de cabeça. E em todos os trabalhos as há. Mais ou menos. E tão por isso acho que esta é das melhores alturas do ano para se tirar férias. Para descansar mesmo. Para acalmar os cavalos e tentar desacelerar a mente. Para respirar fundo e para fazer nenhum. Que às vezes também é preciso. É em Janeiro que o ano me recomeça, ao contrário de todos aqueles que tiram férias durante o ano e sempre que voltam é recomeços. Setembro nunca me foi um mês de recomeço. Janeiro é. 

Estou na última semana de trabalho do ano. E ansiosa pelas férias. Não tenho nada de maior programado. Nem sequer vou ter cá os meus para poder gozar ainda melhor mas vou estar de férias. De inverno com as temperaturas baixinhas que começam a chegar e eu não vou ter horários. Vou descansar.

E acho que todos deviam ter férias. Continuo a saber de histórias de vida que realmente chocam qualquer um. Histórias que as greves a saber teriam vergonha do que provocam. E é triste. É triste que os direitos dos trabalhadores fiquem na consciência de quem não a tem e por isso não as dá. No privado pois claro.

As férias ajudam-nos a trabalhar melhor. A ser mais produtivos. A ser mais empenhados. A gostar de como nos compensam. Ajudam-nos a ser mais positivos, a restabelecer energias, foco e vontade de continuar.

Sempre que prejudicam um trabalhador. Que deixam esse trabalhador não se sentir capaz e  legitimo dos seus direitos. Sempre que o humilham, que não lhe dão valor. Que o ambiente de trabalho fica pesado. Ele não será o melhor trabalhador. Ninguém quer dar mais a quem é injusto. Só vão fazer com que não se anime no trabalho, não procure ser melhor, deixe andar no tanto faz até ao tanto fez. Não vos recompensará com o melhor que pode ser. POrque na verdade, ninguém gosta de trabalhar onde se sente injustiçado e se trabalha é porque na maior parte das vezes, a necessidade assim o obriga.

13
Set18

Nazaré - os restaurantes à lá #MariaTexuga

Maria

Como já aqui contei, as férias não deram para muita praia. 

Então há que fazer jus ao nome #MariaTexuga e passei a aproveitar mais ainda para comer.

Como prometido, tenho restaurantes maravilhosos para partilhar. Até que acabo sempre por voltar ao mais antigo que conheço e que não desilude. Nem na comida nem no saber receber. Tão mas tão bom.

A Tasquinha - quem já foi a Nazaré é impossível que não conheça. É um dos restaurantes mais procurados. Tem pratos maravilhosos. A qualidade é sempre do melhor. Quem vai uma vez, volta. De certezinha absoluta. Ouvimos lá imensa gente a contar as suas histórias de voltar anos após anos. Portugueses e estrangeiros. No meu caso que já conhecia de ginja a casa, voltei uns catorze anos depois e - voilá - continua a não desiludir. Melhor, o Sr. Carlos, dono, pessoa amável, simpático e prestável lembrou-se do meu grupo de há anos, como pode? Mas é verdade. E foi tudo tão bom que voltei mais dias a lá jantar. Sempre bem recebidas. Muitos sorrisos. Muita simpatia por parte de todos, Sr. Carlos, a irmã, os filhos e os funcionários. Um bem haja para todos eles, por nos fazerem sentir tão em casa.

A Tasquinha Nazaré

A dica mais importante. Reservar. Sempre. Vão esperar na mesma (isto em época alta pelo menos é assim), vale a pena claro a espera, mas terem reservado é o melhor que fazem. E eles ainda vos brindam, enquanto esperam por um mini shot de um aperitivo. Depois a meu ver o preço é completamente de acordo à comida servida, a qualidade e quantidade. Peçam sugestões, eles adoram dar o seu toque. E há imensas coisas para experimentar. Estes camarões à Tasquinha na primeira fotografia, com aquela óptima salada escondem uma salada russa com maionese divinal. No todo é um sabor fantástico. Até que, um dos pratos para nós escolhido sempre que fomos foi quase sempre esse e depois escolhia-mos outro a dividir. A carne de porco a Alentejana foi o prato pelo qual me apaixonei pela Tasquinha há uns anos atrás. Só de me lembrar daquele sabor cresce-me água na boca. A melhor massa do Mar que comi. Acreditem é do melhor.

Se lá forem não se esqueçam de fazer uma visita. Vai valer mesmo, mesmo a pena. E falem com eles, vão sentir-se em casa.

Só tenho a agradecer ao Sr. Carlos, Carlos Pai e Carlos Filho, pela simpatia, dicas e conselhos naqueles dias.

Taberna d' Adélia Nazaré

A Taberna D'Adélia. Outro restaurante também bastante procurado, que também já conhecia e continua a não desapontar. Muito pelo contrário. Não tendo a confiança que se ganhou na Tasquinha, mas também acessível, pessoal simpático e atencioso. A melhor espetada que comi na Nazaré. Espetada de tamboril, camarão e lula. Deliciosa, acompanhada com batata cozida e um tipo de açorda de marisco. Sem esquecer a sobremesa que me ficou no paladar até hoje, uma panacota de frutos vermelhos de comer e chorar por mais. Não houve fotografia que uma pessoa mal olhou para ela devorou e nem deu tempo para tirar fotografia.

Casa o Santo

O Santo.  Também já conhecia de outros tempos e continua a ser dos mais procurados. Ali pertinho do elevador, podemos encontrar esta casa que tem óptimos petiscos. Nomeadamente as ameijoas que são do melhor com um molho apetitoso.

 

Como disse no outro post. Gostei de voltar a Nazaré tantos anos depois, encontrar casas que já conhecia e saber que a qualidade se mantém tão boa ou melhor. 

Neste caso fomos duas #MariaTexugas que gostam ambas de comer bem e aproveitamos bem as férias nesse sentido.

Fiquem com as dicas. Aproveitem e viagem mais cá dentro. Aproveitem também a nossa fantástica gastronomia.

31
Ago18

Férias - fora cá dentro.

Maria

Passei anos a ir de férias para Nazaré com o meu irmão e amigos. Tenho imensas saudades desses tempos, desses amigos, do nosso grupo que a vida teimou em separar cada um para a sua vida mas que foram os meus amigos grande parte de infância por serem amigos também do meu irmão. 

Durante muitos anos deixei de voltar lá. Vão uns catorze, quinze anos. Mas há muito que a vontade de voltar era grande. Pela Naza, pelas gentes, pela comida, pela simpatia das pessoas, pela paisagem, por ser um lugar onde já fui muito feliz. E eu gosto de voltar. Confesso.

E voltei.

Nazaré

 

Nazaré anda nas bocas do Mundo por causa das maiores ondas, mas eu voltei pelo carinho que lhe tenho.

Não tive muita sorte com o tempo. Apanhei quase tudo menos o sol que procurava. Consegui uns dois dias de sol, sendo que um deles foi o dia de voltar para casa. Apanhamos nevoeiro mas com frio e vento. Apanhamos morrinha daquela que não só molha tolos como molha todos! 

Aproveitei para fazer o que melhor que sei fazer. Comer! E como a comida Portuguesa é boa. E como se come bem em Nazaré!

Acreditem, e é aqui que percebo porque arredondei os números e cheguei a um peso que nunca vi na balança. Adiante.

Estas são as melhores fotografias para vos mostrar.

Nazaré

 

Nazaré

Na segunda fotografia o sol chegou às seis da tarde e nós andávamos a passear nas ruas e corremos para a praia para aproveitar quase uma hora com frio ao sol. Na terceira fotografia estava vestida. Fui uns quinze minutos à praia a ver se a coisa melhorava ou era suportável, mas não só não consegui tirar a roupa como tive que tirar a toalha para me cobrir que estava gelada. Quinze minutos e oupa que se faz tarde.

IMG_20180830_153512.jpg

Always smile*

Nazaré

 Na avenida principal numa zona junto à praia pode ver- se o peixe a secar.

Como podem ver nas fotografias foi mais um dia em que o sol não apareceu, estava fresco e vai de dar uma volta. Logo após a assistir a um jogo de futebol de praia. O dia ficou sempre assim sendo que ao fim da tarde estava mesmo frio.

Nazaré

A fachada de um restaurante mais gira que vi por lá. As imensas ruas apertadas e aquelas casas coladas até ao mar. As noites super divertidas. Muita gente. A minha Caipi Black que não falha. Uma noite de música muito muito boa que adorei no Blá Blá e eu e a minha melhor amiga perdidas por lá. Foi dos sítios à noite que mais gostamos de ir. Pela boa onda, pela música, pelo pessoal do bar que foi espectacular connosco e por tantas lembranças que aquele bar me trazia dos tempos que por lá passei. Voltar e encontrar o bar aberto foi muito bom.

Nazaré

O último dia foi para ir ao Sítio. Ao farol. Ver a Praia do Norte. E onde acontecem as Maiores ondas do Mundo. A vista já conhecida, mas sempre impressionante. Para onde quer que te vires. McNamara pôs Nazaré nas bocas do Mundo. E é só mais impressionante estar lá e ver as imagens  e tentar imaginar quem tem a coragem de estar no farol na época das maiores ondas. Já não falo da coragem que têm os surfistas ao enfrentar  aquele mar porque esses são de outro mundo. As mensagens deixadas por alguns surfistas à beira das suas pranchas mencionam quase sempre a grandeza o poder e a magia do lugar. 

"Desde p momento que entrei neste edifício em 2010, soube que era mágico e especial. e que iria surfar aqui as maiores ondas do Mundo. aqui conheci alguns dos meus melhores amigos que me ajudaram a conquistar o Guiness World Record. Todos os meus sonhos tornaram-se realidade graças à Nazaré. Nunca é cedo ou tarde demais para encontrares a tua paixão e viveres os teus sonhos." McNamara.

Apesar de não ter apanhado bom tempo para a praia adorei voltar a Nazaré e os dias foram muito bons.

E ainda falta falar da comida, mas isso dá outro post mesmo à lá #MariaTexuga.

Voltarei com certeza. E gostava muito de voltar lá na época das Maiores ondas. Obrigada (gentes da) Nazaré por seres sempre tão acolhedora.

 

27
Ago18

Maria, o que trouxeste das férias?

Maria

Volto a esta segunda-feira que deve sempre ser das segundas mais difíceis do ano. E acordei com herpes, logo, não acredito em coincidências e isto é Karma!

Pesei-me assim que acordei só para ter a certeza que me elucidava do peso que ganhei nas férias que foi uma coisa absurda e que nunca cheguei a este peso. Como é possível uma pessoa comer este mundo e o outro e parecer que anda sempre "larpada de fome" (conhecem a expressão?)?

Uma pena não encontrar o Wally perdido das últimas, mas na verdade não vi nestas um outro Wally para procurar. Não encontrei mas conheci pessoal muito boa onda, trouxe conhecidos de restaurantes e um bar - mesmo à lá #MariaTexuga.

Tantas peripécias para contar. Para rir. Comidinha da boa. Se houve coisa que me consolou nas férias foi comer. Parece que não fiz mais nada ao me lembrar destas últimas duas semanas. E para a dizer a verdade foi tão bom até ao momento que me pesei.

E parece que há marcada uma cabidela logo à noite lá em casa (actualização - fotografia no Instagram - @sorrisoincognito). Logo a tendência não [me] parece que assim nos próximos dias seja melhorar.

Longe vai o tempo em que o calor me tirava a vontade de comer isso e as desilusões ou más notícias. Tudo parece servir de desculpa para comer mesmo que inconscientemente. Vá ou conscientemente.

Na verdade o balanço foi positivo. Diverti-me imenso. E as coisas menos boas vão - se deus quiser - alinhar-se.

Trouxe sono. Está precisamente a dar-me aquela moleza pós almoço que me fazia esticar-me ali na varanda à fresca. Isso vai dar trabalho para os próximos dias.

Volto mais branca que o que fui de férias, parece-me. Primeiro porque tinha estado de férias cerca de um mês antes e ganhei uma corzita. E nestas férias, a primeira semana onde estive a coisa quanto a tempo não teve boa. Quem me segue no instagram percebeu isso. Esteve frio, sempre nevoeiro, vento, chuviscos e pouco sol. O pouco que consegui ir à praia apanhei uma alergia qualquer que me afugentou do sol os restantes dias de férias. Por isso é o que me resta das anteriores.

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