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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Parabéns [meu] Porto ♥ Melhor Destino Europeu 2017

O Porto foi mais uma vez eleito como Melhor Destino Europeu 2014 pela European Consumers Choice na competição "European Best Destinations". É um orgulho. Mais uma vez. Sempre um orgulho. Uma cidade de há tanto com muito. Repleta. Tão acolhedora. cada vez mais. Tão aconchegante mesmo em dias cinzentos. Desde o seu povo à comida. Desde a história, dos prédios antigos, das fachadas, das paisagens, do Rio Douro, do mar. Das expressões, da pronuncia tão nossa. Do Tu. Do saber receber. Do fazer com que se sintam em casa. Das luzes, das ruas.

porto

 

ribeira porto

 

[algures na foto ando eu]

 

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 Fotografias da minha autoria

[meu] PORTO. Parabéns

Acreditar! Acreditar! Estamos juntos ou não, car@lho*?!

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Ninguém disse que ia ser fácil. Ninguém. Ninguém estava a pensar na hipótese de Cristiano Ronaldo se lesionar aos oito minutos por uma falta que nem foi assinalada, tentar jogar e não conseguir, Chorar em campo, sair para ligar o joelho e entrar novamente em campo e ver na sua cara o esforço de querer tentar mas não conseguir. Sentar-se novamente no chão pedir a  sua substituição em lágrimas e sair em maca. Ninguém imaginava esse cenário. E foi aí que me emocionei agarrando ao cachecol e pedindo para ser aquele o nosso maior incentivo.

Ali parou tudo. França, somos nós que jogamos nojento?

A passagem de braçadeira para Nani, o incentivo de Ronaldo e  a determinação de Nani a pedir força a todos.

Foi naquele momento que soubemos que tínhamos que ser superiores. E acreditar sempre. Entrou o meu Quaresma, e eu sei que ele preferia estar no banco a ter que entrar para substituir Ronaldo por uma lesão. Mas o agora ali tinha que ser. E tinha que mostrar a raça e orgulho que tem de ter "aquele lugar". Mais que vencer, começava ali a sede de justiça para com o que tinham feito ao nosso menino, ao nosso capitão.

A equipa uniu-se. Sacrificou-se e deu tudo. A vontade de ganhar estava em cada rosto e nas luvas de Patrício.

Quando Eder entrou, chamando-lhe eu o destrambelhado  foi o assumir de qualquer forma que ele ia desestabilizar e podia ser ali "a" diferença.

Confesso, não fui das que mais aplaudiu Éder ao ser chamado à selecção. Mas hoje ele foi quem nos deu a tamanha alegria e orgulho da vitória! Está de Parabéns, mais que merecido.

Foi uma caminhada complicada, cheia de marés contra. De fora e de dentro. De tanta e tanta critica ao capitão que acho que aquela imagem já no final do jogo  de Ronaldo a par com o Fernando Santos no incentivo aos jogadores foi a chapada para tantos críticos. Ronaldo deu o que tinha a dar  mesmo que em algum momento não tenha sido aquilo que queríamos. Mas mais do que ninguém acredito que tenha sempre tentado dar o seu melhor.

Tivemos uma imprensa internacional que não podia falar pior de nós. Tivemos França que nos criticou tão negativamente que fez os nossos milhares de emigrantes se revoltarem. A vitória era a chapada de luva branca que precisávamos. E foi.

Estou tão feliz. Tão orgulhosa.

 

 

 

Há uma emoção que nos transborda a alma. Que ficará na nossa história. E na história de um País, que mostra, na união, confiança e atitude, uma nação valente.

Que orgulho! Merci!

* CAMPEÕES, CAMPEÕES! NÓS SOMOS CAMPEÕES *

* do "verbo" sa'foda de Cristiano Ronaldo

Euro 2016 (França) 10/07/2016 - PORTUGAL 1 x 0  França (FINAL)

França,

o resumo de um Europeu, da vossa frustração, a Torre Eiffel não vestir a cor dos campeões.

O vosso mau perder...

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Alerta-terrorismo

Faz-me lembrar um pouco outro tipo de alarmes. Como por exemplo enquanto o ébola andou a matar pessoas lá no cabo do Mundo por África, informou-se mas não havia alarido, nem aquela preocupação, nem o tremer das pernas, nem o apertar o rabinho como quando se começou a ouvir os casos a chegar perto, a avançar sobre a Europa a ser caço mesmo aqui ao lado na vizinha Espanha.

Agora é isto do terrorismo. Que sempre houve. Que matam pessoas como quem mata moscas. Que criam o pânico, o medo, que geram ondas de violência de grandes dimensões. Que criam cenários de terror dignos de filmes. Que ceifam vidas como quem dá cá aquela palha. Que implantam bichinhos nas cabeças das pessoas pondo em causa toda e qualquer questão antes mais certa. De valores, questões morais, religiosas, políticas de países e segurança pessoal/mundial. Mas enquanto é lá longe, verdade seja dita, afecta-nos porque isto não é brincadeira, porque somos todos humanos, aqui ou na Cochinchina mas vamos lá à nossa vidinha porque aquilo é lá longe e eles nem se lembram de nós aqui.

Mentira. Quando menos se espera eles dão entrada na Europa. Quando é quase aqui ao lado, quando conseguem abalar o coração de um país tão próximo, a cena muda de figura. Eles não brincam e nós não nos queremos calar, e somos todos um pouco mais “Charlie” que ontem, mas o medo vem. Quem tem acompanhado ao longo do dia de hoje a situação é muito grave. e isto é tudo muito bonito quando continuamos aqui ao longe. mas ouvindo lá, falando com pessoas de lá, ver imagens em directo e todo o dia só haver policias nas ruas, ambulâncias, alertas para que não saiam de casa, sem trânsito, crianças que foram mantidas nas escolas sem contactos com os pais e familiares. Pessoas reféns. Reféns daqueles que todos sabemos, matam porque sim. Não imagino sequer o psicológico de todas as pessoas envolvidas, sendo eles polícias a correr o risco a cada segundo, sejam eles civis que se encontram à hora errada no local errado, sejam eles reféns que lutam pela vida frente a frente a uns homens tão vazios de tudo.

Cada vez mais estes grupos de terroristas, jihadistas, extremistas querem lançar o pânico e lançam, disso não temos dúvida. E no dia 7 conseguiram tirar a vida a uns mestres da caricatura, mas falharam ao não quererem que elas corressem mundo. Porque o mundo juntou-se e nunca se viram tantas caricaturas como ontem.

E agora a notícia que morreram os suspeitos. Tanto os irmãos do ataque ao “Charlie Hebdo” como do suspeito ao ataque hoje ao minimercado.

A vida vai continuar. Vai ficar um “7 de Janeiro” assim como ficou um “11 de Setembro”, um “15 de Abril”… Mas vai ficar medo. Porque este foi um ataque diferente.

Este post estava em rascunho desde o dia 16/01/2015. Foi feito após o atentado em Paris ao "Charlie Hebdo" a 7/01/2015. Nunca cheguei a publica-lo e já o tinha visto ali mas não apaguei, mas também não pensei em chegar a publicá-lo. Nem mesmo naquela trágica sexta-feira 13 de Novembro em que voltaram a atacar Paris.

Infelizmente hoje há mais um dia em que a vida continua mas vai ficar um 22 de Março. Não para Paris, mas para a Bélgica, no seu coração o atentado com estas três bombas e já cerca de 34 mortos e um número incalculável de feridos.

Medo?! É uma mistura de tanto que não sei explicar, ouvi porem alguém na televisão que mora lá em Bruxelas dizer algo do género, "não tenho medo do amanhã, porque isso é o que eles - quem faz isto - querem. Tenho antes respeito, pelo que me ensinaram, pelos valores que tenho, pelo que pode acontecer em qualquer lugar em qualquer momento e pela vida, vida que essas pessoas não respeitam.

A vida é isto que nos passa, mesmo com o coração nas mãos é viver. É tentar lutar por um mundo melhor.

Era tão fácil. Não que o mundo fosse cor-de-rosa. Mas que tivesse menos dias negros como este.

Há muita tristeza. E raiva. E fé. Esperança.

E coragem e força para os familiares e amigos das vítimas.

SorrisoIncógnito

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