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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Comecei a minha dieta

Pela primeira vez, aqui no blog, abordo este assunto.

Algum dia tinha que ser.

E depois de ter engordado todos os quilos que tem sido na'pode #MARIATEXUGA!

Comecei a minha dieta.

Propus a mim mesma tentar comer apenas uma dose a cada refeição. Só isso para já, para não ser radical que eu nunca escrevi dieta nos meus dias. Isso e poucos são aqueles que fico só por encher uma vez o prato (quem me conhece sabe o sacrifício).

A ver vamos.

Ontem ao jantar já fiz assim, para compensar a seguir fui a uma festa de anos e contabilizei catorze pipocas, uma queijadinha, uma fatia de bolo de aniversário e champanhe para esquecer.

Btw hoje trouxe uma queijadinha para lanche que me deram da festa de ontem. Estavam deliciosas.

Acho que esta dieta vai dar resultados.

Fome

 

4 meses sem!

Isto não é um post com moralismos. Com um "eu é que sei", "sou um exemplo", "sigam as minhas pegadas" whatever. Até porque quem me lê há bastante tempo já aqui leu um post parecido. Logo, se estou aqui a falar disto é porque lá trás falhei.

Sim. Algures ali atrás, para este post existir hoje, falhei. É tão simples quanto isto. Mesmo que na prática isto nao seja assim tão simples quanto o digo.

Hoje faz quatro meses que não fumo. Uma excepção para um meio cigarro no jantar de natal da empresa. Mas na verdade, foi há quatro meses que deixei de fumar.

Para ficar bonito poderia dizer que sinto todos os dias como é bom ter deixado de fumar. Mas não. É sim positivo. Ponto.

Eu já passei por isto. Não é a primeira vez que fico sem fumar algum tempo e a fase que durou mais foram 21 meses e nunca me perdoei por ter quebrado. Falhei mesmo.

Tenho um primo médico que sempre me diz "qualquer tempo que estejas sem fumar é bom, seja uma semana, seja um ano". Está certo. Acho que é um bocadinho isso. Mas nunca me martirizei. Até porque, nunca disse vou deixar de fumar, sempre que não me apetece deixo-me ir na onda.

Ora como já disse, podia dizer que sinto melhor o sabor das coisas. Que respiro melhor. Que acordo mais saudável. Que o que me fez parar de apetecer fumar nunca mais voltou... Mas na verdade não. Na verdade não notei nada disso. - Não vou dizer que não estou mais saudável se é saudável não fumar, mas... - Notei sim que provavelmente ainda aumentou o meu apetite (valha-nos Deus valha). Provavelmente contribuiu para o meu aumento de peso, cerca de seis quilos já!!! Provavelmente é por isto que agora sim quase "não tenho nada para vestir"!! Provavelmente não interferiu em nada nas crises de infecção de garganta, porque desde que deixei, já tive mais de duas crises.

Ora estou sem fumar há quatro meses e como podem ver, não ficou tudo um mar de rosas. No entanto se nunca mais me apeteceu fumar não fumei. Até ao dia.

Não estou a deixar de fumar. Proibir-me de fazer algo não costuma ser assim tão produtivo, mas como sou muito de ir na minha vontade e a vontade não tem sido fumar é isso. Vou na onda.

Não deixei de estar com quem fuma. Não me faz impressão. Não condeno nada nem ninguém. Não me lembrei de começar a criticar quem fuma, porque não tenho essa mania dos que deixam de fumar e passam logo a ser anti-tabaco e como se quem fuma fosse a pior pessoa à face da terra. Não. Nada disso. Estou há quatro meses sem fumar só isso. Porque não me apetece. Mas é inevitavel não estar orgulhosa por cada dia que decido não fumar. É isto. E se nos orgulha, é positivo. A nós próprios, eu nunca o fiz por ninguém!

E não sou melhor ou pior pessoa por causa disso. Não é o tabaco que nos define nem gosto que ponham as coisas nesse ponto.

Balanço do exercício físico...

Por motivos de saúde tive que baixar o ritmo de aulas. Cada vez mais. Até parar. Deixei de ir aos treinos. Fiquei-me apenas pelo zumba. Mas com a paragem das férias e de lesões. As aulas de zumba ficaram em stand-by. A "medo" voltou-se. Mas aquilo está longe de ser o que era. No entretanto...

Guardei vídeos. Tracei planos e exercícios. Preparei aulas caseiras.

...

Comprei um tapete para fazer exercício em casa há quase um mês e ainda não o tirei da embalagem sequer. 

Estamos assim. Uma #MariaTexuga com seis quilinhos a mais, que se reflectem em proporção ao sorriso, cada vez mais "largo".

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 É isto. Como vocês sabem, não sou e nunca serei uma Fashion Blogger.

Mulher sofre #2

Há um mês partilhei aqui um dos dramas de uma mulher.

" Aquele momento em que te apercebes que estás a um mês de um casamento e que não tens vestidos que te sirvam. O drama. O horror. Mulheres entendem-me? Não me apetece gastar dinheiro, até porque a um mês do casamento nos entretanto tenho a Páscoa e uma afilhada, tenho as minhas primeiras férias do ano que incluem viagem de avião, uma semana para gozar, uma comunhão e prenda para o melhor sobrinho do Mundo. E de seguida o casamento com prenda para os noivos. Comprar vestido? Não faço questão. Mas... (há sempre um mas) fazer o quê quando vais ao guarda-roupa e os vestidos não te servem?

Estou tramada. "

Estava a um mês de um casamento. O casamento é já amanhã. E novidades?

Pois. Nos entretanto foi-se a Páscoa. E tinha chegado à decisão de como não fazia questão e não dava mesmo jeito nenhum comprar um novo vestido, usar um dos que já tenho. Adiante. O próximo passo era eles servirem-me. Só que não. E então resolvi mudar alguma coisa, para conseguir caber dentro de um que seja. Quem me conhece sabe, o doloroso que para mim é tudo o que envolva comer menos. Sou uma #MariaTexuga mais que assumida. E nunca me vi na situação de "ter mesmo que ser". Pelo menos se o objectivo é usar um vestido que já tenha, não havia outra opção. Nos últimos meses tinha aumentado o meu peso em seis quilos. Seis. Mas isso são outros quinhentos. O importante era perder parte pelo menos até que um que seja servisse. Não foi preciso beber coisas verdes e comer sementes. Não foi preciso passar fome e deixar de comer. Isso era ponto assente que falhasse logo à partida. Mas a primeira regra foi, tentar não repetir. Acreditem, eu raramente como apenas um prato de comida. Encho o prato duas ou três vezes. E passava por aí. Então comecei a tirar comida para o prato só uma vez. Achei que não podia ser só isso e com isso comecei a intensificar as minhas caminhadas. Caminhar o mais possível, sendo que calhou logo num mês em que estava a sair tarde do trabalho, mas tentei ao máximo durante quinze dias, à noite ir andar o mais possível. No telemóvel marcava 5klms. Era o que tinha que fazer pelo menos. E fiz.

Assim até ao dia de ir de férias consegui perder três quilos. Com as caminhadas e com a redução para um prato apenas de comida às refeições. E com o lanche para coisas mais saudáveis, entre iogurtes, fruta ou bolachas menos calóricas. Antes mesmo de ir de férias já tinha três vestidos que apertavam. Óptimo.

O pensamento seguinte foi "vou de férias e isto não vai piorar porque de férias muitas vezes como menos". O segundo pensamento foi "isto não pode mesmo mudar porque depois não vou ter tempo para perder o que seja que tenha para perder".

Fui de férias e... encontrei-me com o bolo do caco, com a batata doce, com as pizzas do Papa Manuel, com as semilhas. Encontrei-me com a Poncha, com os amendoins e com as batatas doces fritas. Com a carne em vinho e alho.

Cheguei cá e encontrei-me com a balança.

Contas feitas hoje tenho dois quilos e meio a menos. Amanhã vou ter que entrar num vestido. Dê por onde der!

Mulher sofre!

Aquele momento em que te apercebes que estás a um mês de um casamento e que não tens vestidos que te sirvam. O drama. O horror. Mulheres entendem-me? Não me apetece gastar dinheiro, até porque a um mês do casamento nos entretanto tenho a Páscoa e uma afilhada, tenho as minhas primeiras férias do ano que incluem viagem de avião, uma semana para gozar, uma comunhão e prenda para o melhor sobrinho do Mundo. E de seguida o casamento com prenda para os noivos. Comprar vestido? Não faço questão. Mas... (há sempre um mas) fazer o quê quando vais ao guarda-roupa e os vestidos não te servem?

Estou tramada.

As calças são as mesmas, o peso na balança não!

Pela primeira vez pensei em fazer dieta, ser menos #MariaTexuga. A roupa não tem deixado de servir, tem ficado mais justa. E eu ando mais preguiçosa sem tanto tempo para exercício físico. Mentirinha, devido a outros factores externos à preguicite mas "internos" à minha saúde não estou a conseguir acompanhar as aulas e os treinos como antes, as três vezes por semana. E a coisa foi-se dando e tenho a sensação que deixei mais de fazer. Quero mudar isso. Em rascunho já andam há muito exercícios para fazer em casa. Nada feito. Ainda. Mas quero. E vou fazer um plano, depois partilho. E os dias estão "maiores". Sair do trabalho de dia é mais aliciante. Quero voltar às caminhadas. Ontem fui fazer uma caminhada de ajuda a uma boa causa, a luta contra o cancro, nove quilómetros em monte. Correu super bem, mas foi cansativa. O percurso não era muito fácil para uma #MariaTexuga que está habituada apenas a subir escadas e não montes sempre no lufa lufa. Mas a coisa fez-se. Senti-me muito mais saudável. Ou apenas normal com umas dores de pernas e um cansaço compreensível. Mas as paisagens? Isso sim, vale a pena. Aliar ao exercício físico, natureza e boas paisagens é meio caminho andado para me aventurar a ir. Tão só por isso ginásios nunca foi o meu forte.

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Mas depois a #MariaTexuga que há em mim é uma danada e faz-me resistir a quase tudo menos a comida.

Posto isto, vamos lá a uma aula de zumba que hoje é dia.

SorrisoIncógnito

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