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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

14
Mar18

Atendimento: Lisboa vs Porto

Maria

Não venham já prontos para as chibatadas malta de Lisboa, que para isso há as excepções e os exemplos e isto é só um, mas... cá no trabalho e com tantos anos a lidar com departamentos de tantos sítios, posso afirmar que o pessoal do Norte é de outra geração.

É certo que fala muito num "eu cá tu lá" de como se nos conhecêssemos todos há imenso tempo mas na verdade encurtam distâncias.

Estava aqui com umas dúvidas em relação a uns inquéritos chatinhos que só eles que obrigatoriamente têm que se fazer e eis que, não conseguindo avançar decido ligar para me elucidarem do tema e me ajudarem a fazer as coisas bem. Ligo para a central, Lisboa. Exponho a minha dúvida e peço que me ajudem porque não consigo mesmo entender aquilo.

Do outro lado (Lisboa):

- Como pode ver, na explicação diz - e a senhora lê exactamente o que lá está (incluindo palavras "caras" e termos técnicos que fizeram com que eu não percebesse patavina) - e é isso mesmo, o código solicitado tem a ver com o qual enviam na declaração.

Eu: Pois eu li isso antes de ligar, mas na verdade não estou a conseguir chegar a um código devido às variantes do mesmo.

- Olhe o melhor mesmo é pedir a uma contabilista que deve chegar lá mais rápido. Porque na verdade o que pretendem é mesmo o que está escrito. E antes de desligar pode responder a um inquérito de satisfação para avaliar como somos na resolução dos problemas?

...

...

Ora, não gostei da resposta. Logo não fiquei satisfeita porque não me resolveu o problema, limitou-se a ler o que lá estava sem explicar e ainda me diz para me informar com outras pessoas.

Até que, ao olhar para o site, me apercebo que tem delegação no Norte.

Calma Maria, penso eu de que, liga lá para o Porto que pode ser que te ajudem mais. E ligo. Exponho exactamente a mesma dúvida e peço que me ajudem se possível.

Do outro lado (Porto):

 - Então vamos lá ver isso, estou a falar com?

Eu: Maria

 - Então Maria é assim, deixe-me ler para explicar...

Ora eu também não sei bem qual é o código mas vamos lá descobrir isto juntas sim?

...

...

É isto - ganhou uma amiga prá'bida -. Conseguem adivinhar que respondi ao inquérito. Fiquei satisfeita. Fiquei a perceber  que não falava de "bugalhos". E ainda lhe dei nota máxima no atendimento.

Por norma sim, acho que no Norte somos muito mais "prestáveis" e simpáticos.

E isso explica muita coisa, quando trabalho com uma empresa de Lisboa há alguns anos e ainda hoje é o dia em que enviam emails a começar:

"Olá simpática equipa do Norte".

12
Mar18

Não. Não vale tudo.

Maria

O Paços de Ferreira passou mais de metade do jogo no chão, mas quem escorregou foi o FCPorto. Mas escorregou com dignidade. Já o Paços...

Eu, que gosto de ver um bom jogo de futebol e que não tem que ter apenas o meu Porto, ontem foi dos piores que tenho memória de ter assistido. E não foi por ver o meu Porto sair com uma derrota. Não foi a primeira. Não há-de ser a última. Foi por ver um jogo de mete nojo do Paços ao mais alto nível.

O Paços de Ferreira não jogou a seguir ao golo. Fez um anti-jogo. Não teve respeito pelo jogar futebol. Não honraram quem estava em campo. Não tiveram fair play. Ética.

Foi tão mau quanto as palavras do guarda redes na primeira reacção pós fim do jogo. "Respeitamos todas as equipas com quem jogamos, mas têm que entender nós estávamos cansados".

Sinceramente, car@lhinho. Foi vergonhoso.

E quem gosta de futebol não pode ter gostado disto.

O árbitro deu sete minutos de compensação dos quais se jogou um minuto e pico e aos sete apitou. Foi o correcto, quanto mais deixasse jogar, mais tempo e mais jogadores do Paços se atiravam para o chão.

(Não estou com isto a desculpar o FCP de perder o jogo, falhou.

Mas falo apenas do jogar futebol, que era disso o jogo.)

16
Fev18

O deixar tudo para a última é típico...

Maria

As pessoas ficam bastante indignadas por no último dia de prazo do que quer que seja, numa qualquer plataforma informática, a coisa não se dar e elas não conseguirem fazer o que realmente querem.

A sério. Eu até poderia dizer, mas as pessoas ainda deixam para o último dia para fazer o que quer que seja numa plataforma informática?

Mas a resposta é mais que lógica, não fosse, hoje o dia a seguir ao limite dado para validar as faturas no e-fatura para o IRS.

Ontem vi imensas reclamações de que o site estava em baixo, não conseguiam aceder, aquilo estava a dar imensos problemas... e eis que, a AT deu mais um dia para validarem.

Não acho que seja o mais correcto.

Podem vir com as chibatadas e dizerem que eu não percebo isto ou aquilo e que devia estar era caladinha, mas não.

E fala alguém que, um dia estava a concorrer para um concurso público - mais uma vez plataformas informáticas - e que infelizmente devido a convites directos, senhas caducadas, selos temporais, burocracias, assinaturas electrónicas e tretas só consegui aceder ao concurso no ultimo dia, tentei (porque o meu pc já estava a mil e lentinho) e por dois segundos, a minha proposta não foi aceite e perdi ali a hipótese de adjudicar um concurso que tinha o valor de 120 mil euros.

Dois segundos depois das 17horas e pumbas. Foste desclassificada Maria.

Oh pá aquilo doeu tanto cá dentro que aprendi aquilo que já sabia, nunca se deve deixar para o último dia principalmente quando isso engloba plataformas informáticas.

E quem anda neste mundinho sabe, ou parte-se do principio que devia saber, a plataforma da AT não é dos melhores serviços, mas por isso é que não te dão só cinco dias para fazer as coisas... 

Nas contabilidades até percebo... porque há sempre alguém que aparece no ultimo dia a dizer "então é hoje que termina o prazo e eu não sabia, pode ainda me ver isto...?" O individuo que faz, pelo menos neste assunto em concreto, tem muito tempo antes do ultimo dia...

29
Dez17

O melhor de 2017

Maria

“Desafiada” pelo Inspira-me que já não existe do blogs do sapo, em anos anteriores escrevi - O melhor de 2012, 20132014 e 2015. Agora volto a sentir-me desafiada para tal. Destaco o que merece de 2017 com uns pequenos ajustes aos pontos que destaquei em anos anteriores.

  1. Um momento:

Aquele fim de semana em que na igreja, perante Deus aceitei ser madrinha de Baptismo  da filha de uns amigos, um dia depois de nascer outra menina, filha de outros amigos os quais me convidaram a ser também madrinha. Foi um fim de semana carregado de emoções por acreditar que há amizades que valem muito a pena e eu sou uma sortuda por as ter.

  1. Uma viagem:

Voltei à Madeira e o quanto amo lá voltar. Sempre que aterro naquele pedaço de terra no meio do Atlântico o coração parece que me vai saltar pela boca.

Madeira

 

Madeira

  1. Um mês:

Agosto -  Agosto foi uma loucura! Absorvi-o.

  1. As férias:

IMG_20170925_135431.jpg

 

Algarve. Voltei ao Algarve com a melhor amiga e as nossas férias são sempre uma aventura. O verão foi-me bom. O verão  sempre é bom. Fiquei com três quilos a mais dignos de uma #MariaTexuga que adora uma mesa cheia de petiscos para saborear.  

 

  1. O post mais lido de 2017:

Expressões à moda das "tripas" do Porto!

É um post já de 2013 em actualização que está todos os meses no top dos mais lidos. Por consequência o post mais lido de todos os anos. Este ano não foi excepção assim como constatei no relatório anual enviado pela equipa do sapo blogs.

 

  1. O post que mais gostei de escrever:

Os posts do coração são sempre os meus preferidos. Porque são muito eu. Continuam a ser muitas vezes inspirações de sentimentos que não consigo deitar cá para fora. Outras vezes anseios.

O amor é um lugar incrivelmente estranho. E bom. E fodido

 Às vezes só não queremos ter um "repeat" de algo que nos magoe depois de acharmos que estamos a ganhar asas de borboletas no estômago.  Às vezes é só mesmo isso. Simples assim.

Outros dois posts que quero partilhar e que foram impulsionadores de uma vontade de querer continuar e agarrar forças venham elas de onde vier. E porque acho que servem para qualquer pessoa que esteja a passar por um recomeço. :

26..jpg

 

37. Recomeçar.jpg

 

     7. O post que mais custou escrever:

Os posts do coração são sempre os meus preferidos, como já disse. Este foi escrito de coração e de ciscos nos olhos. Não foi algo de melhor que aconteceu, mas foi algo importante que merece ser lembrado. O Rex. O meu adeus ao Rex que continuo a lembrar tantas vezes com uma saudade que não se explica. É um alguém cá de casa que nos foi mas que nos é muito.

 

     8. O post de terceiros que veio parar aos favoritos:

"Dizer amo-te" por Leonismos. 

“Dizer amo-te, saíndo bem lá do fundo, é cirúrgico.”

 

     9. O trabalho:

Ter completado 10 anos de trabalho na empresa. Não foi fácil, não tem sido fácil, mas estamos cá para seguir caminho, até onde der.  Até onde eu me conseguir sentir bem apesar dos esforços, dos dias não e dos que nos fazem saltar a tampa.

 

     10. 2 meses e troca o passo sem fumar:

De tentativas está o meu "cadastro" cheio, mas como me disse o meu primo, médico,  cada vez que deixas, mais ou menos tempo, é tempo que não fumas e isso? Isso sempre é positivo.

07
Dez17

O Norte tremeu e não me refiro ao sismo sentido hoje*!

Maria

O [meu] FCPorto ganhou ontem ao Mónaco por 5-2.

Com esta vitória, viu a sua passagem à próxima fase da Liga dos Campeões carimbada - aos oitavos de final.

Gostei do jogo. Gostei da garra. Não gostei do Felipe ter respondido à provocação o que lhe valeu também o vermelho limitando-o no próximo jogo e o Felipe não é gajo de deixar fora. Gostei do trabalho em equipa. Gostei da finalização.

Ficou mais uma vez provado que o Porto está condenado a ver-lhe roubados penáltis.

Os meus Parabéns para o Aboubakar, não só pelos dois golos e pela assistência noutro, mas pelo empenho e pelo crescimento dentro da equipa.

Parabéns ao Sérgio. Pela exigência. Pela dedicação. Pela garra. Pelo somos Porto e o "até os comemos" mas temos que trabalhar para vencer.

Assim gosto. E dá gosto.

Um momento: Aplaudir Moutinho e Falcão. Eu sei que se o resultado fosse outro se calhar não havia tanto aplauso, mas acredito que foi de coração. Ambos foram importantes para o Porto em determinada altura. Foram dedicados e a emoção com que falaram nisso é algo que fica sempre no Dragão. Os adeptos quando gostam também sabem respeitar.

Parabéns [meu] PORTO!

F.C. Porto 5 x 2 Mónaco ( ultimo Jogo da fase de grupos da Liga dos Campeões - passagem os oitavos de final)

*sim houve um sismo sentido a Norte e eu também senti.

03
Nov17

A violência em Portugal

Maria

Quando, em comentários a um dos vídeos da violência em frente à Discoteca sobre um suposto segurança leio:

"há sempre dois lados da história, aquelas "pseudo-vítimas" podem ter feito algo que os seguranças tiveram que intervir". 

Não há muito a dizer. Isto perante um vídeo em que mostra um "segurança" a saltar a pés juntos para cima da cabeça do individuo que estava a sofrer as agressões deitado no chão sem estar sequer a retaliar as mesmas. A violência - qualquer tipo - faz perder toda a razão do que quer que seja. TODA!

Não há muito mais a dizer.

Faltam-me palavras para dizer o que quer que seja em relação a estes actos (falando naquele caso também de agressão em Coimbra por exemplo) de extrema violência para com outros. Com pessoal novo. Com a "nossa gente" de amanhã.

E isto são só exemplos do que se vê cada vez mais por aí... volto a dizer, com pessoal cada vez mais jovem.

E não me falem em justiça.

 

 

25
Set17

Do Outono que não há em mim.

Maria

Não. Não gosto nada da ideia de acabar o verão. Não gosto dos dias mais frios. Do acordar de manhã sem saber o que vestir porque o tempo anda maluco, ora faz sol, ora frio. Não gosto dos dias pequenos. Não gosto de ter que mudar novamente o armário para as roupas pesadas (basicamente não gosto de ter que arrumar o armário, quando mais tiro parece que mais cheio fica e na indecisão não me apetece tirar nada). Não gosto de ter que voltar às meias, aos sapatos e botas. Não gosto. Não gosto ter noites em que já não dá para estar na esplanada na conversa. Não quero nem ouvir falar na mudança de horário porque detesto o horário de inverno!

Não. Não fico histérica com as primeiras chuvas e se me lerem "já estava farta do verão" cortem-me os pulsos porque certezinha algo não vai nada bem. Nada mesmo.

Aquele cheiro a terra molhada até gosto, mas dispensava na boa a puder fazer com que o verão se prolongasse.

Nunca fui "castanhos" por mais que a moda nos empurre para lá. Não gosto dos pés gelados. Voltar aos jeans é inevitável. E eu sou tão feliz de calções e havaianas.

Eu sou tão, mas tão mais verão! 

 

Verão

IMG_20170925_140632.jpg

 

E este verão foi maravilhoso.

Venha lá o que tiver que ser, mas que sou muito mais verão. Sou!

07
Abr17

Aplicações de telemóvel

Maria

Eu gosto de conhecer, ver, experimentar e desinstalar se não me interessar. Não gosto de ter o telemóvel cheio de aplicações que não interessam nem ao menino Jesus. Gosto das que são práticas, das que fazem jeito. Que servem para alguma coisa e não para enfeitar ou só porque alguém me disse que é xpto.

Das conversas das caminhadas, ouvi aqui e ali, que há "n" de aplicações que são úteis. Ajudam a teres uma ideia do que andas a fazer. No entanto não pedi nenhuma a ninguém mesmo quando de vez em quando me lembrava logo me esqueci.

Ontem, farta de andar em modo preguicite e de os treinos não estarem a ser compatíveis (fora à segunda feira ser zumba e raramente faltar), à noite apeteceu ir dar uma volta a pé. O facto de não ter perto de casa sítios próprios para se andar a pé. A falta de passeios, as estradas com pouca iluminação etc.. (coisas de aldeia) nem sempre dá para longos passeios à noite. Uma pena. No entanto quero ser mais activa nisso. Já depois de sair de casa, lembrei-me de pegar no telemóvel e instalar uma qualquer aplicação só para ver "números" daquela do "vou ali e já venho" que fui fazer.

Descobri portanto que este tipo de aplicações são motivadoras. porque para além de te darem a noção do que andaste a fazer, dão-te aquele "beliscão" de querer fazer mais.

 

Como podem ver, em cerca de 40 minutos, percorri 3km num total de 4644 passos. As 144 calorias é que não deram nem para as azeitonas que serviram de aperitivo ao jantar. Mas pronto. Ficou aquele bichinho de querer fazer mais. De que para começar já é alguma coisa (mesmo sendo uma miséria para muitos bem sei), mas do que se precisa é ATITUDE (como disse um amigo meu) e que se o fizesse todos os dias era um bom progresso. A ver vamos. Mas que incentiva, incentiva. Fica a dica. Aplicação - Pacer.

Partilham alguma?

24
Mar17

Apanha se puderes!

Maria

 

Lá em casa é o programa das sete. Ponto. Já não se vê mais nada. Porque todos gostamos do formato. A mente e o corpo. Ambas situações difíceis. A mente tem que ter acima de tudo calma, cultura geral e ter a sorte de apanhar perguntas que por um ou outro motivo lhe dê "luzes" para a resposta. O corpo tem que lidar com a pressão de segundos que não se conseguem contar. Ontem, foi dia de chegar a casa já depois das sete e ter a sorte de pegar na programação e pôr o programa a dar do inicio, porque era a continuação do programa do dia anterior. Eram dois concorrentes, algarvios, que estavam a fazer uma prova fantástica, além de serem engraçados, "a mente" demonstrou ter conhecimentos e uma personalidade curiosa, logo à prova de arriscar. Noutros programas (e ainda não foram assim tantos) já vimos de tudo, quem nem sequer chegou à quinta pergunta que é o primeiro patamar onde já dá para não querer continuar e arrecadar o que se apanhou, quem arriscou depois da quinta pergunta e perdeu o que já tinha apanhado, assim como quem já chegou à quinta pergunta e resolveu ficar por ali jogando pelo seguro levando para casa o que já tinha conquistado. O Dário e o Tiago, concorrentes de ontem, como confidenciou o Tiago levavam a ideia de tentar chegar à quinta pergunta, que é o "patamar" onde podem "desistir" e ficar com o que já apanharam, mas que nem sabiam se lá conseguiam chegar. Não só chegaram como a partir daí, como também disseram envolvem-se no jogo e dá vontade de continuar. Gostei muito de os ver arriscar, mesmo que fossem um desastre dentro da gaiola perdidos nos segundos que lhes restavam. Os nervos e a pressão devem ser danados só isso explica, numa altura terem saído da gaiola ainda com cerca de cinquenta segundos para aproveitar. Cá em casa até nós estávamos nervosos. Pergunta atrás de pergunta lá chegaram à última. E só quem tem a decisão de arriscar consegue chegar lá. A última pergunta era: Quem ganhou o prémio Camões em 1999. Onde estavam indecisos entre dois nomes, o Dário (o corpo) inclinava-se para Florbela Espanca e o Tiago (mente) para Sophia de Mello Breyner. Toda a lógica irem pela "mente" e responderem acertadamente Sophia de Mello. Até eu saltei lá em casa. Foi mais que merecido. E aí sim, a Cristina Ferreira que é sempre tão efusiva (e aquela voz aguda inconfundível) nos seus "Certo" fez toda a diferença. Dário e Tiago fizeram história no concurso, visto que segundo o que disseram nunca em nenhum país que já passou este concurso deram a montra total. Foi uma fantástica prestação.

Parabéns aos vencedores.

Parabéns ao programa porque é um bom formato. Parabéns Pedro Teixeira, que ele parece ser mesmo boa pessoa, ele abraça (e dá vontade de ir lá), ele vibra ele fica triste pelos concorrentes. E a Cristina, se bem que às vezes aquele grito do "está certa" parece exagero, é também vibrante pela constante expectativa em que se está de a resposta estar certa ou errada.

Venham mais!

24
Fev17

Do deitar a toalha ao chão.

Maria

 

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Um dia destes, enquanto via uma reportagem na televisão, alguém disse algo do género "qualquer pessoa que esteja mais ou menos de bem com a vida tem o seu momento de querer deitar a toalha ao chão, nem que seja um só". Aquilo bateu cá dentro e quando digo isto, digo que senti aquelas palavras. Concordo em absoluto e acho que esses momentos não são totalmente negativos. Têm que ser encarados como pontos essenciais para se perceber o que está bem ou não. Eu, sendo uma pessoa super positiva, que me acho, vem um dia em que apetece deitar a toalha ao chão e deito... choro tudo o que tenho a chorar, penso no que não dá, não vale a pena, no que poderá acontecer de mau, ou de bom. Bato o pé, rodo a baiana, resmungo comigo mesma. No que posso falhar, no erro que cometi ou que posso estar prestes a cometer. Choro tudo, desabafo tudo, deito tudo o que há a deitar para fora. No fim, o importante é apanhar a toalha, enxaguar as lágrimas, respirar fundo e por a toalha para lavar. Não é fazer de nós pessoas de menos, sensíveis, desprotegidas, falhadas. É fazer de nós seres humanos. Pessoas que querem mais, que acreditam, que tentam, que vivem, sobrevivem e aguentam. Pessoas que vão na fé. Pessoas que chegam com a mão ao chão com o intuito de a impulsionar para se levantar o mais rápido quanto possível.

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