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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

31
Dez25

2025

Maria

Chorei que me fartei.

 

Começou difícil logo a apresentar-se. vivi Janeiro com o coração nas mãos. A rezar para que as coisas melhorassem e a correr todos os dias para o hospital. Aprendi que isto da saúde é algo extraordinário e que o nosso corpo fala imenso quando nos predispomos a ouvir. Conheci bons profissionais de saúde e outros nem tanto assim. Ajudei enfermeiros e auxiliares até a fazer camas quando o caos se instala nos hospitais e eles são poucos para tantos. Corri corredores à procura de ajuda de cada vez que a máquina do oxigénio baixava demasiado e o apitar era ensurdecedor e tive muito medo. Vi pessoas morrer e acompanhei recuperações fantásticas. E levei com os estrilhos e fiquei eu doente. Vivi isto de Janeiro refletido em quase todos os outros meses mas em mais de dez instituições diferentes desde hospitais a UCC durante este ano. Cheguei a fazer mais de 500 klms ao fim-de-semana só para visitar e vi doentes com família perto que nunca receberam visitas. Há coisas que marcaram muito este ano e aprendi muito sobre pessoas. E família. Sobre tempo e ter tempo. Sobre empatia e amor. Por nós e pelo outro. Sobre ajuda e sobre gratidão. 

Fui feliz nos pormenores mas desleixei-me de mim. Permiti magoar-me eu e alguns que permiti que o fizessem só porque esperava mais quando estás no fundo. Alguns nem viram. 

Perdi pessoas importantes da minha vida que tenho saudades todos os dias. No espaço de duas semanas e foi muito triste. Fui muito apoio e senti que nem eu estava direita. Nem estou.

Profissionalmente foi caótico. Perdi a paciência mais vezes que o que queria, desdobrei-me para chegar a todo o lado e vim de férias a achar que não merecem. 

Ri muito. Brindei. Fui à minha ilha ser feliz. Cresci com as minhas pessoas. Comemorei coisas bonitas. Mergulhei no mar e dancei. Comi bem. Fui de férias. Estive presente. Passeei. E continuo a pedir para ser melhor pessoa todos os dias.

Acabo um ano difícil orgulhosa de quem sou. Da Mulher que sou, da filha, irmã, tia, madrinha e Amiga que sou. Da profissional que me tornei. 

2025 foi difícil mas tive saúde e (alguma) paz. O resto foi só o resto.

24
Dez25

Feliz Natal 🎄

Maria

Feliz Natal

 

Desejo a todos um Feliz Natal, com o melhor possível, com muita saúde, alegria e com um sapatinho repleto de sorrisos. AM♡R

Obrigada por estarem por aqui e pelo carinho que sempre me dão

Esta é a altura ideal para estarem com quem vos faz feliz. É o que interessa. Apercebam-se a tempo! Desembrulhem o vosso coração mais que qualquer presente. E estejam presentes!

Tenham sempre o coração no devido lugar dando valor ao que realmente é de valor.

Boas festas! 🎅🎄

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19
Nov25

Um ano!

Maria

12 meses já é muito tempo mas parece que ainda foi ontem que comecei esta luta e tenho sempre presentes as palavras que o pneumologista aqui me disse em Março. Este é todo um caminho. Que eu espero longo.

Mas já é uma vitória, principalmente para quem me conhece e sabe o que foi este meu ultimo ano. Comecei por deixar quando fiquei adoentada em Novembro do ano passado e depois foi uma série de acontecimentos com os quais fui principalmente emocionalmente abalroada que fez com que, numa fase que poderia ser de recaída acabou por ser uma fase que com todas as forças continuei na luta. Apesar de dias e dias de um stress que vivi sinto que consegui de forma exemplar seguir no caminho certo. No inicio do ano também assisti de perto, no serviço de pneumologia dia após dia a coisas que me impressionaram ligadas com doenças que tiveram o seu pior desfecho e talvez isso me tenha dado um "ensinamento" qualquer.

Por isso este ultimo ano estou mesmo orgulhosa de mim e quem está diariamente comigo sabe todo o processo e superação de um vício que, principalmente quando mexe com a nossa ansiedade e stress conseguimos ultrapassar. Eu não sei o dia de amanhã é certo. Os tempos não têm sido fáceis. Este 2025 tem sido de lutas, ansiedade, emoções fortes, dias difíceis emocionalmente falando.. e conseguir levar esta luta avante é para mim um orgulho.

E é isto, isto e 12 meses sem fumar.

Espero continuar positiva nesta luta 🤞

E hoje a Mami faz anos e sei que é um orgulho este presente para ela! Parabéns à melhor Mãe do Mundo que a vida te sorria sempre e que Deus te dê muita saúde! Juntas!

16
Out25

Dá só para devolver Portugal?

Maria

Vou trazer este assunto aqui porque acho pertinente. Ontem partilhei isto nas redes sociais:

"Começo a ver o telejornal e na noite passada.. dois turistas americanos em Cascais brutalmente agredidos, em que um foi à facada e acabou por morrer. Um Irlandês encontrado sem vida no Casal Ventoso com marcas de violência. 3 pessoas atingidas com tiros (casos isolados ao que pareceu) perto da Amadora durante a madrugada. Dá só para devolver Portugal?"

Principalmente no threads onde normalmente há mais concentração de comentários, quase todos que o fizeram, focaram-se em serem turistas. E também em que sempre houve violência, mas agora temos mais acesso a estas notícias. Por serem turistas há mais divulgação. Porque há um ódio generalizado à volta de estrangeiros. Estes foram alguns dos comentários...

A minha opinião e o porquê de eu partilhar isto. O meu foco não estava no serem turistas, de todo, até porque nos casos da Amadora não me apercebi que tivessem mencionado serem turistas. A minha opinião vai de encontro só ao tipo de violência que no nosso país está cada vez mais violenta. Ou seja, violência sempre existiu e Portugal não era um caso à parte mas era um lugar diferente de muitos, no entanto sempre houve cenas de pancadaria e abuso de força no outro. Mas agora é a facilidade da violência, a brutalidade (muitas vezes gratuita/banal/só porque sim), ou seja de o sacarem de uma arma branca, por exemplo uma faca e matar outro à facada no meio da rua e ir à vidinha como se nada acontecesse. Ou sacar de uma arma dar um tiro e ta-se bem. Portugal não era isto.

Mas voltam a dizer "ah sempre houve violência." Ok sempre houve. Mas em Portugal não era assim, e a meu ver não se trata de termos mais ou menos acesso agora a notícias, trata-se do tipo de violência agravada. Da facilidade com que se houve todos os dias cada vez mais este sacar de uma faca ou uma arma e matar o outro. E na maior parte das vezes é esta futilidade.

Desculpem mas, Portugal não era assim.

10
Out25

Curtas desta vida

Maria

Os últimos dias têm sido tristes. Quando me estava a tentar curar de um murro no estômago, sofro outro. A minha família nas ultimas três semanas encontrou-se mais vezes que em muito tempo e pelas piores razões. Perder alguém já é difícil, perder duas pessoas com diferença de duas semanas é mesmo doloroso. É tu pareceres até que nem tens lágrimas para deitar e no entanto doer ainda com mais intensidade. É não veres cor. Luz. Ou sorrisos. Mas nem lágrimas. É doer em cada abraço e recebi muitos. Esta parte da família é mesmo muito grande e os abraços confortam sempre. E dei abraços. Dei colo. Segurei a mão. E silêncios. Sou péssima na dor. Na minha e na dos meus. Segurar a dor dos meus é ir só com eles na dor. Exatamente duas semanas após ter perdido alguém tão importante, sofremos outra perda. Não era o timing sabem? (como se pudesse escolher isto!) Como se fosse doloroso demais estar a fazer outra ferida onde a dor está ainda tão presente. 

Há três semanas perdi a minha Madrinha. Há uma semana perdi o meu Tio. Tinha sempre histórias para contar, partilhávamos o amor pelo nosso Porto. Tinha sempre uma garrafinha especial para abrir quando nos juntávamos lá em casa. Adorava mostrar-me o que andou a fazer no quintal, era um engenhocas. Agarrava-me nos dois braços e piscava-me o olho porque dizia que só eu o fazia rir assim, isso e que já não ia a festas de ninguém a não ser que fosse o meu casamento. Foi pilar para a minha casa em momentos difíceis da vida. Fomos muito felizes naquela "cozinha de lenha" pequenina que tanto nos juntava. Sou uma alma antiga que adora ouvir histórias. Há coisas que não esquecem. E eu sou muito família.

Os dias andam tristes.

2025 vai lá com calma que estes apertos amassaram.

26
Set25

A vida é um lugar estranho e bom. Mesmo com dias de merda.

Maria

A vida é mesmo isto. Com todos os clichés que sempre surgem nos dias de merda como "ninguém estava à espera", "a vida são mesmo dois dias, ninguém diga que está bem"; "temos mesmo de aproveitar porque de repente...". Na verdade sentimos isso como um murro no estômago nesses dias de merd@ mas depois seguimos à nossa vidinha e apesar de não esquecermos esse "cliché" vamos lembrando. 

Há uma semana atrás, sexta-feira, 19 de Setembro, na minha atitude altruísta e orgulhosa como sempre que consigo, fui dar sangue quando saí do trabalho:

Ser dador

Enquanto eu fui dar sangue para tentar ajudar a salvar a vida de outras vidas, perdi uma nesse dia. E há aí uma dor que não consigo explicar.

Nessa noite, dormi mal e acordei demasiado cedo, tão cedo que estava ainda bem escuro e um tempo depois o telemóvel toca e percebi logo que era demasiado cedo para não ser uma chamada má. Ali na cozinha encostada à janela a ver o dia a clarear enquanto esperava a agua aquecer para fazer o primeiro café do dia atendi e em modo loop na minha cabeça gritava mas "porque? como? não pode ser!" enquanto os meus lábios nem se mexiam. Eu nem estava a conseguir falar, só ouvia a voz do outro lado a contar-me de um modo rápido e confuso que não estava a conseguir assimilar. Desliguei a chamada e fiquei ali uns minutos descrente de tudo naquele silencio ensurdecedor sem deitar uma lágrima. Estava em choque. Como não?

Até que as chamadas começaram a surgir de todo o lado e caiu-me a ficha. Perdi uma das melhores pessoas que tive o privilégio de ter na vida e com um papel de destaque. No meu crescimento, do meu sangue e que me ensinou entre muitas coisas a sorrir. A ser mesmo boa pessoa. A ter uma porta aberta a todos. A juntar toda a família. A fazer casa a sua casa. A querer ser a Mãe de todos. A fazer-me filha sempre. A querer viver muito e com todos perto. Ela foi família, casa, Mãe, amiga, mulher, esposa e boa pessoa, genuinamente, boa pessoa.

Dá mesmo muita saudade. Foste demasiado cedo. Foste sofrida mas muito muito amada. Foste de repente e dói todos os dias. Apetece ligar-te para com a tua voz inconfundível ouvir "oh minha filha" como sempre carinhosamente me tratavas e conversar só. Estes últimos dias foram difíceis porque em todos os abraços sentimos o mesmo, nada mais vai ser igual ali na casa onde todos fomos e sentimos casa. E faltou-me o teu abraço que era sempre tão bom. A ultima vez que estivemos juntas este ano foi em festa e dancei contigo uma ultima vez. Não esqueço. Não esquecerei. Que estejas em paz e que continues a tua história feliz agora com o padrinho num lugar bonito. Nós aqui continuamos a amar-te muito.

Há uma semana escrevi este post como post do dia:

Tudo é efémero frases sorrisoincognito

Coincidência, mas só de o ler dói. Estou só triste. Continua só triste. 🤍💫

Há dias em que a Vida nos prova que é uma grande filha da coisa. Que é injusta. Que leva os melhores de entre nós demasiado cedo. Dia 19 foi um desses dias.

E eu só quero que estejas em paz ❤

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29
Abr25

Apagão 2025

Maria

IMG_20250429_074339_840.jpg

Às vezes é necessário um abanão destes para se pensar em como vai o Mundo ❤️🙏 mesmo quando meio país só pensa em comprar enlatados. Açambarcar (aiii como não ouvia isto deste os covides desta vida e entende-se a mesquinhez do povo).

Cerca de doze horas sem luz e o ser humano inacreditavelmente revela-se como se não se aprendesse nada, num lugar bem egoísta sem noção. Somos mesmo tão pequeninos, panicamos com tudo mas a prioridade é outra.

Ouçam os sinais.

(e rezem muito, rezem por serem melhores pessoas todos os dias)

28
Abr25

28 de Abril de 2025

Maria

Hoje o meu Pai faz anos. Continua hospitalizado há uns meses. Longe de casa.

A intenção era ir visitá-lo hoje mas pela manhã a minha mãe sentiu-se mal e foi para o hospital. 

De seguida houve um apagão geral em Portugal e não só. 

Ficamos sem luz. Sem telefone. Internet.

Passei cerca de seis horas num hospital a serviços mínimos a ouvir todo o tipo de conversas a prestar cuidados básicos onde tive a sorte de conseguir carregar o telemóvel porque estava com 25%. O da minha Mãe 10%. No entanto nunca consegui ligar com ninguém nem conversar por sms. 

E apesar de nem a primeira mensagem entrar enviei sms's ao mano de todo lado, whatsaap,  normais, insta,messenger, chamada voz, vídeo,normal. Várias.

As bombas de gasolina não estavam a abastecer, só prioritários. A maior parte das lojas fecharam.

Fui a três farmácias que não me deram a medicação que eu queria porque os "robots" não funcionavam. Nem havia sistemas para faturar. Houve uma quarta que me desenrascou algo.

Nessa caminhada a pé passei pelo liceu e estava tudo na conversa sem silêncios a olhar para o telemóvel ainda que as conversas eram à volta de, e a internet será que não volta hoje?". Vi bastantes esplanadas cheias com o pessoal todo a conversar.

Não consegui ligar ao hospital do meu pai. Nem ir lá. Está a mais de 60 kms. Falhei-lhe no aniversário.

Estou mesmo triste.

Fui ao carro às 21h para ouvir as notícias no rádio e ouvi alguém a dizer que primeiramente tentar restabelecer a luz nos hospitais e afins prioritários. Aí desabou e chorei. Somos tão pequeninos, panicamos com tudo mas a prioridade é outra.

Esta segunda-feira, 28 de Abril com um apagão misterioso e afinal não só em Portugal mas parece que em Espanha e parte da França  foi do caraças. 

Perto das dez começaram a entrar as sms do whatsaap. Consegui falar com o mano numa chamada meio manhosa que está a milhas de distância. Perto das onze veio a luz.

Não foi um dia fácil. 

Amanhã será um dia melhor 🙏

21
Abr25

Morreu o Papa Francisco

Maria

Morreu o homem que nos tentou unir a todos. Os mais ou os menos crentes. Que tentou trazer todos para a fé, a paz e a igualdade. Para a entreajuda, a empatia e o amor ao outro. O homem humilde. 

image.jpeg

Morreu o homem das pessoas. Do povo. Aquele que olhávamos com admiração que ouvíamos com esperança em um mundo melhor. Se houve pessoa que ajudou a acreditar num amanhã melhor, onde todos somos iguais TODOS, TODOS, independentemente da nossa cor, raça, religião, estrato social, orientação sexual, fé e bondade no coração foi ele.

Morreu Francisco, o Papa.

E o mundo, como está, vai sentir a falta do homem que nos foi.

Que descanse em PAZ e Obrigada 🤍

05
Mar25

18 anos

Em que é que se traduz, maioridade na empresa?

Maria

Dizem que depois dos dezoito isto passa a correr, mas já não está a passar? Ai...

20250305_161607.jpg

É um longa jornada. Dezoito anos numa empresa é uma conquista significativa de dedicação e lealdade. De muito trabalho, experiência, aprendizagens e muita responsabilidade. Foi poder participar na evolução da empresa nestes anos, fazer parte e ajudar a construir caminhos. Fazer parte da obra, do crescimento e dos desafios que ao longo de tantos anos foram muitos e bem diversificados. Sejam pela estrutura da mesma, pelos objetivos propostos, pelas saídas além economia nacional e pelo que é adaptar-nos e arranjar o nosso espaço e harmoniza-lo com os outros, de modo a que tudo funcione para todos.

E enquanto Mulher é um orgulho esta conquista. Também muito porque trabalho só com homens, que nunca me diminuíram por ser mulher e que nunca me facilitaram a vida pelo mesmo motivo. Isto é respeito. Igualdade.

Às vezes acham só fácil quando digo que trabalho há tanto tempo na mesma empresa, como se tivesse tudo controlado (que não tenho) e como se isto fosse "peanuts". Como se fosse só a minha zona de fácil conforto. Acreditem, não é. Continua a ser como há dezoito anos atrás. Uns dia bons outros menos bons. Uns dias a gostar muito de cá estar outros a querer só ir embora. 

Isto é família. A estrelinha da sorte, que também é preciso ter num trabalho de tantos anos na mesma empresa, é esta de me sentir com pessoas casa. Que se preocupam (e estes últimos meses têm sido incríveis). Que estão quando têm que estar. Que nos fazem sentir parte. Que nos metem em posições de destaque por mérito próprio de acreditarem tanto quanto nós mesmos que isto, afinal, resulta. Apesar dos dias não, que todos os têm, tenho a melhor equipa e o melhor ambiente, isto traduzido em euros não tem preço. E no final do dia, pelo bem da nossa saúde mental tudo tem que ter peso na balança.

Às vezes tenho saudades da menina que aqui chegou cheia de esperança no olhar e uma inocência própria dos vintes. Mas o trabalho molda-nos, faz-nos crescer, ganhámos calo de muitas situações e formamos a nossa personalidade a cada novo dia.

Isto tem dias que é de loucos, mas de loucos todos temos um pouco, certo?

Agora acreditem, isto não é conforto, é provar todos os dias que o merecemos.

E eu mereço!

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