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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

18
Mai15

Porque é que vou menos ao estádio do que realmente gostava?*

Maria

Eu gostava de ir ao estádio muito mais que aquilo que vou. Quem me conhece sabe, que isto de ir ver futebol tem muito a ver comigo. E apesar de já ter ido algumas vezes, são os jogos para competições estrangeiras que mais me fazem ir, isto porque a segurança é muito maior. Já anteriormente queria ter assistido a um clássico, Porto-Benfica estava bem, mas nunca fui e já tive convites mas nunca me apeteceu. Porque nestes jogos não me sinto segura. Eu sei que se der merd@ dá para quem aparecer à frente e nós sabemos que isto quando dá, fica feio, salve-se quem puder. E para mim o futebol está longe disso, o que se tem a resolver é dentro das quatro linhas fora é peace and love. E é essa a parte que para mim, adepta acima de tudo de futebol me custa e entristece. Foi já este ano a primeira vez que assisti a um clássico, Porto-Sporting, contudo posso dizer que muito por o bilhete ser para a bancada Vip longe das confusões.

Da festa, dos festejos, da desgraça de uns e de outros, dos exageros de ontem fica a triste situação que já todos viram da polícia a agredir uns adeptos do benfica em Guimarães (agredir o pai à beira dos filhos menores, que tristeza), como também ficam as imagens da destruição no campo do Guimarães pelos adeptos do Benfica (que tristeza de gente).

Não se trata de ser quem são, trata-se de repudiar qualquer acto de violência, de monstruosidade, de agressão para com o outro ou outros. Sejam eles quem forem. Nada, mas NADA mesmo justifica violência e destruição. E isto tira qualquer brilho do futebol por muito que se goste. E quem gosta disto, não me venha com tretas, não gosta de futebol.

* E tão só por isso que acho que as famílias, não fosse esta violência que este desporto carrega, também se deslocariam mais ao futebol.

18
Mai15

Faceweek*

Maria

18.05.jpg

 

Parece que estamos no verão, ou melhor dizendo, acho que no verão por vezes nem se apanha o bom tempo que se apanhou esta semana!

Tenho quatro looks que usei, já declarei aberta a época da sandália que já não se aguenta os pés fechados em botas, os casacos já quase nem saem de casa ou quando saem, nem chegam a sair do carro. As roupas também já começam a ser mais coloridas assim como a manicure. As noites já estão agradáveis. Tanto para as caminhadas como para estar cá fora na natureza a apreciar os silêncios apenas com a nossa companhia (gosto tanto). Também declarei aberta a época dos gelados (omg! é a desgraça) assim como nesta noite também abriu a época de dormir com a janela aberta na qual quem mais agradece devem ser os mosquitos. Mas não me queixo do calor, principalmente para a próxima semana dava cá muito jeito. E eu dou-me muito melhor com este tempo.

Mais pelo Facebook.

14
Mai15

Se não respeitares o outro, quem te vai respeitar a ti?

Maria

No dia em que o meu sobrinho com cerca de 4/5 anos chegou a casa do infantário a dizer o “António” deu-me um murro. Perguntamos e tu que lhe fizeste? E ele com um ar que a coisa tinha corrido bem disse “Apertei-lhe o pescoço”.

Da nossa parte teve um estiveste bem. Foi um chega pra lá. Único e pontual. O restante blábláblá nem foi preciso porque já se lhe tinha ensinado que nada justifica a violência, mas há sempre um “mas” (porra se há!). Com certeza outros concordam outros tantos vão discordar. Mas o que eu sei é que esse menino “António” andava-lhe sempre a importunar, a ser chato, a espicaçar até ao dia que o meu sobrinho se cansou de deixar andar e “respondeu”. Falamos aqui de crianças, miúdos no infantário, sabemos que nada com agressividade mas são idades em que a nossa personalidade está a desenvolver-se.

Foi-me ensinado (e ensino) que nós somos todos diferentes. Há sim pessoas com instintos bons outras menos bons e há pessoas, quer se aceite ou não más, ponto final. Há coisas em nós que já vêm programadas mas as demais vão-se delineando. Pois então foi-me ensinado que “quanto mais te abaixares, mais te vêem o rabo”. E a verdade é que se deixarmos ser um saco de pancada iremos ser sempre um saco de pancada – passo a expressão.

Não estou com isto a dizer que vamos agora andar aqui todos a responder na mesma moeda e se vem um com violência partimos também para a violência. Claro que não e longe disso. Mas em todos os casos, e todos os casos são diferentes, há excepções.

No todo de todas estas histórias que vão aparecendo, de miúdos cada vez mais mal educados, violentos, babujeiros, badalhocos, inoportunos, sem respeito pelos outros e sem se darem ao respeito (e atentem miúdas que infelizmente estão a crescer piores que os rapazes). De filhos que não obedecem, que se fazem até para os pais, que ninguém lhes exerce autoridade, que andam na vidinha deles sem que alguém se lhes ponha rédeas e limites…

Atentem, eu já fui miúda. E travessa. Tinha opiniões muito minhas, raramente pedia, gostava mais de afirmar. Batia o pé e rodava a baiana. O recreio da escola era a minha perdição para ficar a jogar futebol e chegar tarde a casa. O meu pai nunca me deu uma sapatada que fosse. Já a minha mãe todas as que me acertou foram bem dadas. E algumas recordo-me bem. Os meus longos cabelos até lhe davam jeito e nem por isso fiquei traumatizada a ponto de o usar agora curto. Mas fui bem a tempo de sair cedo e ganhar-lhes a confiança. De ter educação para com os outros, sempre, mas ter-me respeito por mim mesma, faz de mim a pessoa que sou hoje. Hoje não se pode dar um estalo num filho ou puxar-lhe a orelha porque fazem queixa. Hoje as pessoas não têm tempo, logo menos paciência e não chegam a acompanhar nada. Quando vão a ver “ai não pode ser, o meu filho/a era incapaz de tal coisa”.

Depois é isto. É o que se vê. É o que se tem visto. Mas isto que vai parar às redes sociais é uma percentagem mínima do que vai por aí. Já experimentaram sair à noite e ver a educação dos miúdos que andam por lá? A postura deles? Já experimentaram perguntar a adolescentes do porquê de certas situações a acontecerem na escola? Como eu já ouvi “aquela faz não sei o quê para se manter no grupo”; “aquele fez isto porque aquele mandou”. Right. Cada cabeça sua sentença. Mas tenho pouca fé em muitos jovens que andam por aí para o nosso amanhã. Para se ser homem e mulher não basta sê-lo apenas pelo sexo com que se nasceu. E acreditem que um dia mais cedo ou mais tarde vão perceber que o ser bonito por fora estará longe de vos fazer ser uma boa pessoa, ou menos boa, ou má. E geralmente acabam por descobrir da pior forma.

Acreditem que o ter piercings e tatuagens porque sim. O andar com a barriga à mostra e com etiquetas de marcas caras. O ser a miúda mais gira do bairro ou o bad boy que todas idolatram, o terem iphones, ipads e afins de i’coisas com 4987 amigos no facebook, o terem twitter, flickr, instagram não farão de vocês amanhã alguém na vida. O ser o mister do grupo também não, porque amanhã esse grupo vai na volta e deixa de o ser. É preciso um bocadinho mais. A começar por valores. Educação e respeito. E nem precisa de ser para com os outros, para com os velhinhos ou com as crianças. Basta começar por vocês mesmos. Dar-se ao respeito isso sim é bonito. E está sempre na moda. Eu sei que há idades em que a visão é turva e não deixa ver isso, mas acreditem que é melhor usarem óculos mais cedo e mais tarde não precisarem deles que vice-versa.

13
Mai15

Um minuto de silêncio, Sorriso Maria!

Maria

Diz que a partir de hoje faço parte dessa lista de portugueses que escrevem mal o português. Mas refiro-me a todos aqueles por quem já pedi um minuto de silêncio. Por aqueles que escrevem “voçes”, “nesseçario”, “benefiçio”, trocam o “há” pelo “á” e coisas que tais, tal como diz o Vasquinho e os D.A.M.A e muito bem (atentem no vídeo):

 

 

Entenda-se que os erros por quem pedia um minuto de silêncio são erros básicos que se aprenderam na escola todo o sempre, estes novos que passarei a dar são de um agora que não foi como aprendi na escola (quota pá!).

Diz que a partir de hoje a faixa ali em cima do blog deixa de fazer sentido “Este blogue não adopta o Acordo Ortográfico” porque a partir de hoje passa a ser obrigatório o uso do mesmo.

Tiram-se acentos, outros ficam. Evaporam-se letras que se liam ou que eram “mudas”. Com ou sem hífen. Etc, etc...

Valha-me o amor da santa, que já estou aqui às voltas e a minha avó no túmulo (certezinha) também, que a partir de hoje vou ser pessoa para dar muitos mais erros que aqueles que já dou. Dúvidas então, nem se fala. É que até agora não adoptei e nem estava a fazer intenções de. Mas agora que me apontam uma arma à cabeça e para que não me esquartejem em praça pública terei mesmo que ceder?

E tu dominas a cena?

12
Mai15

Faceweek*

Maria

12.05.jpg

E bom tempo voltou e claro tudo te m mais piada, cor, alegria. Sem lá. mas toda eu, como sabem sou muito mais deste tempo. Dispensava as alergias e coisas que tal mas pronto. Adiante. Semana de passeios. De "esplanar". De roupas com mais cor. De calças brancas e cor-de-rosa. De sabrinas. De tops. Sem casacos. As cerejas da primeira colheita e que ricas. Os mimos da piolha mai'nova. A volta da #MariaTexuga depois de andar mal disposta não perde uma oportunidade para pizza. E shopping que valeu um dia bom de compras. Foi um daqueles dias que não fui procurar nada, mas que havia umas tantas coisas que faziam jeito e esbarrei-me com elas. Desde calças, camisolas, sandálias, carteira e um vestido que quiçá ainda vai dar para um casamento que tenho no próximo mês.

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