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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

20
Nov20

Aos olhos dos outros

Maria

IMG_20201120_153501_471.jpg

Continuamos a fazer muita coisa para "ficar bem" aos olhos dos outros. Enquanto que o devíamos fazer em prol apenas só de nós mesmos.
E às vezes o nosso bem, não é o bem aos olhos de outros... e está tudo certo.
Nós não estamos sempre bem. Nem temos que estar. A vida é isto. E fingir que é diferente é errar. Connosco. Devíamos aprender a gostar mais de nós. A fazer mais por nós. E a quando nos desiludimos por algo que fazemos/optamos/decidimos ser porque aos nossos olhos não estivemos bem. Primeiramente aos nossos olhos. Depois o julgamento dos outros.
Ao contrário está mal.
》Lembrem-se:
Os outros vão estar sempre ali para te julgar. E muitas vezes mesmo quando nem te desiludiste contigo mas só porque se desiludiram. Contigo. E vai na volta, para ti até pode estar tudo certo.
Há uma diferença no que disse. E essa é a diferença que faz toda a diferença.
Já pensaram nisso? 🖤

18
Nov20

Um bocadinho abaixo do Polo Norte

Maria

20201118_132527~2.jpg

 

Hoje voltei ali só para sentir-me dentro do "postal". Desta natureza sublime. Desta paisagem desafogada. Deste silêncio gritante. Deste contacto com o nada tão cheio de tudo. Parei e olhei só para respirar fundo duas vezes e seguir. Seguir em frente. Sempre. E partilhar com vocês um pouquinho deste Douro. Perdido um bocadinho abaixo do Polo Norte.
E LINDO sem qualquer filtro 💙

[passaram-se quinze dias para voltar a fazer o caminho, sair e ir ao trabalho, este caminho e voltar para a nossa bolha. foi tão bom. oh mundo, por favor, volta ao normal]

...e vocês, de que sentem mais falta?

10
Nov20

De volta ao teletrabalho

Maria

Depois dos 67 dias em teletrabalho no início da pandemia se me dissessem que voltaria ao teletrabalho não acreditaria. Porque quis que aquilo tivesse sido um exemplo pontual. Porque quis muito pensar que as coisas fossem realmente melhorar. Porque quis muito acreditar que tínhamos tempo suficiente para "programar" um novo ataque/vaga. Porque quis acreditar que medos os há mas que não os varremos para debaixo do tapete e sim os enfrentamos. Porque quis muito acreditar em pessoas. Ter fé nelas. Achar que as pessoas não precisam ser obrigadas a fazer algo e a fazê-lo por si. Eu, numa pontada de loucura acreditei, até chegar aqui ao início desta nova vaga e ver que a inconsciência das pessoas é ainda surpreendente. Que conseguem ser piores que aquilo que uma pessoa pensa. Que conseguem mesmo perante uma pandemia dar voz ao seu umbigo e não pensar em comunidade, no próximo, nos amigos e na família. Sobretudo nos mais velhos. Nas "presas mais fáceis". Nos mais vulneráveis.

(aqui foi uma festa de anos que originou talvez o maior número de casos positivos ao mesmo tempo, isolamentos e pessoas que omitiram estar na dita festa... festa que originou com que familiares da pessoa que fez anos chegassem a estar internados - pessoas que perderam qualquer credibilidade como seres humanos para mim)

E isto, oh pá, isto é muito triste.

O caminho mais fácil é talvez apontar o dedo. A quem? Ao governo que numa visão ampla pode parecer quem está mais à mão de semear para ser escrutinado e por ser um alvo fácil de atacar. De apontar. De crucificar. E de dizer que não valem um chavo.

Sim, nós sabemos que isso é muito fácil de fazer. Principalmente por quem não dá "voz" ao seu direito de voto e deixa para os outros. Principalmente por aqueles que acham não ter que olhar para o que eu faço mas para o que os outros fazem..

Fácil.

Se calhar, a maioria dos que têm uma voz mais activa insultando o governo pela actual situação são mesmo aqueles que, no perímetro dos seus actos e valores, continuam a sair, a ir a festas, a abraçar os amigos e família. A não fazerem uso da máscara. A não manterem distâncias sociais. A não acharem que isso bate a qualquer porta (normalmente só à do vizinho). A não acharem necessário uma quarentena ou mesmo um isolamento porque não querem saber. A omitirem sinais.

Eu não quero com isto dizer que, concordo com todas as medidas e decisões que o governo toma, longe disso, mas continuo a achar que, por cada insulto que leio ao nosso governo a cada nova medida, algures por aí há uma criatura que infecta um membro da família pelos seus comportamentos inadequados e continua a assobiar para o lado.

Sim, há pessoas, jovens, adultos, que ainda continuam a assobiar para  ar.

E eu que concordei com o Costa quando ele disse que era melhor ele nos aconselhar a uma coisa que nos obrigar... não sei onde estava com a cabeça a achar que certas pessoas percebiam a mensagem.

Não perceberam.

E eu não percebo as festas. Não percebo os casamentos e que me desculpem quem casa, mas nesta altura não percebo. Não percebo as festas em família ou com amigos com grandes aglomerações. Mas não consigo mesmo entender as festas na rua (porque não conseguem fazer em sítios fechados muitas vezes) e onde todos se juntam para grandes brindes, danças, e chegas para cá.

Eu que adoro festas. Sou tão de abraços e brindes. Jantaradas e saídas para conversetas e gargalhadas. Eu que adoro a minha família. Que sempre tivemos todas as desculpas do mundo para viver em convívios em casa uns dos outros. Eu que tenho família fora que não vejo quanto gostaria. Eu que tenho familiares a linha da frente que não abraço há meses e faz-me falta. Eu que não tenho estado com os meus amigos, que não vejo a minha melhor amiga há meses...

Eu que tenho a minha Mãe que foi operada e ficou ainda mais vulnerável e evito estar com ela sem máscara (mesmo dentro de casa usamos máscara durante quatro semanas) que comemos distanciados e que reduzi ao mínimo necessário qualquer saída em prol do outro... não consigo perceber as atitudes de certas pessoas.

Isto é triste.

Um dia destes entrei numa loja aqui à beira de casa, para ir buscar uma encomenda que tinha feito e vejo alguém na loja que sei que há pouco tempo tinha dado positivo (por causa da tal festa até) e pensei para os meus botões, qual a necessidade daquela pessoa estar ali, não trabalha, só costuma dar à língua aqui ali e acolá e não consegue manter o rabo em casa, acreditando que já tivesse passado a quarentena, mas que poderia manter-se resguardada visto que ver as novidades de uma loja de roupa não me parece um bem necessário. Sair por sair continua a ser o dia a dia de pessoas que não se interessam pelos outros. Mas que esperam que se interessem por elas quando forem entupir os hospitais por terem uma mentalidade de amendoim...

A culpa de estarmos como estamos é das pessoas que não tiveram actos conscientes. Perdão - que não tiveram e não têm.

 

Isto para dizer que estou desde sexta-feira em teletrabalho e do alto da minha janela, com um mundo meio virado do avesso, tento buscar a paz necessária para garantir a minha sanidade mental para conseguir fazer o meu trabalho, para conseguir proteger os meus, para tentar evitar entupir a linha da frente, para tentar organizar os meus medos, frustrações e ansiedades. Para tentar ser melhor pessoa, como sempre tento todos os dias. 

Não quero com isto dizer que agora vamos todos enfiar-nos dentro de casa e fazer de conta que não existe nada lá fora. Mas evitem saídas desnecessárias. Pessoas que raramente ficam doentes a precisar de cuidados hospitalares ainda consigo perceber a vossa estupidez mas isto está longe de acabar e os hospitais vão falhar ainda mais nas respostas. Porque eles tentam ser super-heróis, mas nós sabemos que os super-heróis às vezes só existem na nossa cabeça. E isto não é só Covid-19. Os serviços hospitalares são muito mais que isso...

Pensem um bocadinho. Se não for pedir muito.

Cuidem-se e cuidem dos outros antes deles precisarem mesmo  

01
Nov20

Sweet November

Maria

Novembro de há uns anos aqui passou a ser um mês agridoce. Das melhores lembranças às um bocadinho menos boas. Do aniversário de uma das pessoas mais importantes na minha vida ao cuticar feridas abertas de outrora. Novembro passou a ser um mês muito bom para ser um mês assim assim.

E chegamos a este Novembro de 2020, a este dia 1 longe do que habitualmente se faz, estar em família.  Com família,  com abraços,  conversas em dia, partilhas e gargalhadas. Hoje estamos longe disso e como se não bastasse, aqui #umbocadinhoabaixodoPóloNorte fazemos parte destes 121 concelhos com regras mais apertadas a partir já do dia quatro.

20200316_184748.jpg

[ da minha janela ]

Algum dia pensei escrever isto? Jamais!  Mas o caos lá fora assim obriga a este recolhimento obrigatório e sabe Deus, nos próximos dias mais o quê. Mas a pandemia está à nossa volta. A crescer tipo erva daninha de forma invisível e tão surpreendente como quando apareceu em Março mas agora com mais força e com um sistema de saúde de mangas arregaçadas mas a desfazer-se nas costuras para aguentar a pressão. E a nós cabe-nos fazer o melhor pelos da linha da frente e pelos que estão a lutar contra o "bicho" - ficar em casa. Reduzir contactos. Sair o menos possível. Ser cautelosos. Cuidadosos. E lembrar-nos sempre dos mais velhos.

Ainda hoje cá na terrinha uma senhora idosa faleceu com covid-19 e foi levada para o cemitério sozinha porque quase toda a família está infectada. Que tristeza esta nos corações destas pessoas de não se poderem despedir e acompanhar estes últimos minutos da pessoa referência de família? É tão triste... e é preciso lembrar que cada um de nós é um agente de saúde pública e por não acontecer só aos outros, todos os cuidados são poucos...

E de repente "Sweet November" soa mesmo só a título de filme...

Cuidem-se e que Novembro consiga superar este caos e trazer-nos alegrias!

O mais doce possível Novembro a todos 🤞🙏🌈

 

27
Out20

Dois suspiros bem fundos por dia, não sabe o bem que lhe fazia...

Maria

Suspiros

 

Não tenho escrito como gostaria.

Não me lembra escrever tão pouco.

Não gosto de dizer que não tenho tempo. Que até falta mas, na verdade a inspiração anda pela rua da amargura.

Acho que quem me segue por aqui já se apercebeu disso há muito. Muitos deixaram de vir e eu percebo - está tudo certo.

Como já disse anteriormente vou actualizando mais as redes sociais por uma questão de ser mais prático. Mas espero sinceramente mudar isso e começar a partilhar mais por aqui como tanto gosto.

Eu sabia que Outubro seria assim. Um mês de correria. De força coragem e luta diária. Mas às vezes sinto que não pensei que seria tanto. Mas está tudo certo.

Há duas semanas vi-me acordar todos os dias às sete da manhã para antes de ir para um dia de trabalho deixar tudo feito em casa. Incluindo máquinas de roupa lavada e estendida. Eu. Quem diria. Não que não fizesse nada em casa, mas levantar-me cedo para o fazer nunca o tinha feito. De há duas semanas para cá nunca me dediquei tanto também à cozinha, mas continua tudo na mesma, gosto bem mais de comer que de cozinhar.

Na semana passada trabalhei em part-time porque não deu para mais e mesmo assim desdobrei-me o mais que pude. Sinto-me com vontade de fazer muito mais, mas cansada. 

No dia em que vos pedi energias positivas a minha Mãe estava a ser operada. Obrigada, está tudo a ficar certo, espero.

E então tudo ficou para segundo plano. Incluindo a escrita. Porque ora estou bem ocupada, ora estou cansada com sono e com vontade de dormir até 2021.

Acho que nunca tive os meus níveis de stress tão desorientados. Não me lembra de me desligar tanto de tanto. Não me lembra de psicologicamente me sentir tão cansada.

E depois ainda temos o mundo lá fora. Em plena pandemia. E ainda custa mais ver o meu norte com pouco norte. E claro nesta altura da pandemia todos conhecemos alguém que já foi apanhado pelo bicho.

Quero acreditar que tudo vai mesmo ficar bem. Mesmo sendo a expressão mais usada em 2020 quero continuar a acreditar nela com a mesma convicção que a pronunciei pela primeira vez.

Tenho cada vez mais saudades de certos abraços. De certos colos. De certos ombros. De chorar para acalmar. E está tudo certo.

Há alturas que tudo só vem para te fazer perceber ainda mais o que interessa. E quem.

Espero que desse lado esteja tudo bem, dentro do "bem normal" destes dias.

Sorrisos  

08
Out20

Em sentido (militar) para encarar o Outono!

Maria

Não há cá volta a dar. Chegamos a Outubro e isso já só me lembra Outono e parece que o verão fica mesmo para trás. 

Com isso começamos a olhar para o calçado para a nova estação e eu tenho que partilhar a minha mais recente aquisição com vocês. 

20200930_083845~3.jpg

 

Reconhecem?

Sempre fui uma apaixonada pela marca. Lembro-me das minhas primeiras botas da marca, andava no liceu e pedi-as aos meus pais. Com custo lá me deram umas e foi amor à primeira vista! Usei-as tanto e duraram tanto que lembro-me de bem mais tarde comprar outras mas com acabamento verniz... Confesso-me uma apaixonada pelo estilo.

É com agrado que as vejo em "voga" nesta estação e agrada-me o quanto continuam (mesmo vinte anos depois) lindas, confortáveis e versáteis. A ultrapassarem modas e a manterem-se sempre com um espírito irreverente, marcante e fiéis a si próprias. 

Estou a falar das Dr. Martens e só quem tem (ou já teve) umas sabe do que falo.

20200930_131321~2.jpg

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20201001_110910_0000.png

 

Estas são minhas e consegui-as na @ESCAPESHOES com 10% desconto.

Não vejo a hora de palmilhar por aqui, um bocadinho abaixo do Pólo Norte, terreno e desfilar muito com as minhas botas giras. E como disse muito versáteis, para uns jeans justos a usar por dentro das mesmas, ou para vestidos, mini-saias e calções.

Querem umas iguais? Ou um dos novos modelos que acabaram de chegar da Dr. Martens? Tenho um código para partilhar com vocês de 10% desconto "LOVESHOES" (desconto não acumulável).

Estão à espera de quê?

Espreitem já a @EscapeShoes e escolham o vosso calçado de eleição para esta estação e arrasem!

20200930_132311.jpg

Não por estar na moda, mas gostam do estilo? 

 

[parceria]

07
Out20

O Amor é um lugar estranho.

Maria

Hoje apetece-me falar de Amor.

Amor

 

Precisamos de acreditar sempre que a vida vale a pena. Precisamos diariamente de sentir que isto faz sentido. Que precisamos mais que sobreviver, viver. Intensamente. Não como o mundo acabasse amanhã, mas sim, com a convicção de que o hoje não volta. Precisamos tanto de amor como do ar que respiramos. Para nos sentir vivos. Para nos acalmar a alma quando precisa, mas nos elucidar nos passos, para nos garantir a caminhada.

Precisamos do amor que nos faz ser mais. 

Precisamos mais de falar de amor. Sentir. Nas entranhas da pele a emoção que nos alegra a alma. Que nos faz sorrir porque é verdadeiro. Abalroados com o brilho nos olhos. De não ter medo de dizer que sim. Que sentimos. Que estamos apaixonados. De sermos verdadeiros com o outro, mas muito mais com nós mesmos. Merecemos

Merecemos fechar pontos abertos. Merecemos olhar em frente e não ter a constante vontade de ir ver como fizemos rascunhos. Às vezes a vida vem e não tem nada a ver com o que tinhas planeado. Não olhes para isso como não sendo bom, como se não pudesse ser o lado certo. Como se não valesse, à partida, a pena. Vai. Faz. Sente. Confia. Tem fé. Mas acima de tudo, tem coragem. Não cedas - ao tremor das pernas, à incoerência dos pensamentos e ao teu Eu interno que ainda se amedronta com a tentativa de ser feliz.

Sim, às vezes, ser feliz também dá medo. Já sentiste isso? Quando achas que pode correr mal, porque na verdade sentes que está muito bom?

Merecemos.

Merecemos deste Amor que que nos transborda a alma. Que nos rouba o corpo. Deste que nos faz sentir como se tudo fosse a primeira vez. Mágico. Surpreendente. Feliz.

Deste Amor que nos faz aprender todos os dias como a vida é - também - isto!

[ ♥ ]

06
Out20

(ser) Azul e Branco é o coração!

Maria

Danilo e Alex Telles

 

[Foto: Peter Spark / Movephoto]

Nós sabemos que eles não são nossos. Sabemos que nem todos vivem o clube da mesma maneira. Mas sabemos reconhecer quem sente "Porto".

Não gosto quando os que gosto vão embora. Fico sempre triste no final da época quando jogadores que foram bons no meu clube vão, porque me afeiçoei a eles, porque gostei do trabalho que fizeram, da dedicação, da garra e de como defenderam o emblema que trazem ao peito. Não são todos iguais, não sinto todos iguais também. Nem todos deixam pena.

Mas não gosto destes mimimi que fazem quando saem como se eles não tivessem dado o litro pelo clube.

Danilo e Telles não merecem.

Foram-me jogadores fantásticos nestes anos que envergaram a nossa camisola. E só lhes posso desejar o melhor. Sei que eles levam o Porto no coração. Sei que o sentiram. E fizeram-me apaixonar por eles enquanto jogadores.

Encantei-me com o Telles muito cedo. E não temos o que se lhe assemelhe. Titular indiscutível. Humano. Mas muito bom no que deu. Deu-me imensas alegrias. Lágrimas de emoção. E gritei muito por ele nos jogos.

E como já aqui disse, Telles. Como gosto quando ele corre de mão a estrafagar o emblema ao peito. Com aquela mística que abraçou, sendo ele um jogador à Porto, forte, convicto, preciso e bastante capaz. Titular inquestionável que deu, mesmo quando em dificuldade, tudo em campo. E que me trouxe lágrimas quando se lesionou e tentou mesmo assim estar lá. Grande Alex Telles. Que falta farás nas alas! - Oh se fará!

O Danilo soube sempre segurar o seu lugar, o seu meio campo e com orgulho vi-o Capitão.  Revi-me nas suas zangas, no seu bater o pé em campo e nas lágrimas sempre que se falhou.

Perdemos este fim-de-semana dois grandes jogadores. Titulares. Que deixaram muito deles e acredito levem de nós - FCPorto.

Ao [meu] Porto, espero que tenham a capacidade de se ajeitarem e reinventarem com estas perdas. Que tenham a capacidade de decidir bem. Que consigam que este seja um bom ponto de partida numa caminhada diferente mas com o mesmo objectivo.

Vamos Porto💙

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