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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Serenidade

Os trinta andam por aqui. E o que te trouxeram Maria?

Isso mesmo, serenidade. Os dias têm sido, dentro do caos e da intensidade, cada vez mais serenos, de bem com a vida e a relativizar. Procurar diminuir o stress, relaxar e ficar naqueles momentos só meus. Têm trazido paz. Têm acalmado o burburinho cá dentro. O tempo vai sempre passar. A correr. Mas a correria não nos deixará aproveitar o tempo. Quero aproveitar mais. Não sei quanto tempo mas quero qualidade. Não me quero chatear com coisas banais. Dar importância a quem não a tem. Não quero rugas pesadas, quero sorrisos e expressões.

Estou melhor que nos "vinte's"... sinto-me bem. Sem pressões. Sem pressas. Sem querer tudo ou nada. Sem exageros e todos os que me apeteçam. Continuo a não ter medo de cair. Mesmo que já não use e abuse dos saltos. Cada vez consigo dizer mais "não".  Foi-se a paciência de fazer fretes.

Acordar resolvida. De bem com tudo o que se vai encaixando. E até com tudo o que parece não ter jeito para se encaixar. Quero rir cada vez mais da minha "trenguice", das falhas que continuo a ter e de saber que vou continuar a falhar. E a tentar lidar com isso. Isto porque na verdade quero tentar ser sempre melhor.

Quero arranjar sempre desculpas para sorrir. Ver o copo meio cheio. Julgar menos e perceber mais que cada um tem a sua história que nunca vamos saber razões e não encontramos todas as respostas. Mas nem por isso se acabam as perguntas. Aquele sorriso nos lábios. Quero!

  

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Hoje defino-me assim mesmo. Em paz. O branco me caracteriza com apontamentos coloridos que fazem da vida o equilíbrio.

A loucura dos dias

Agosto foi uma loucura.

Parece que ainda nem caí na realidade de estarmos em Setembro.

Absorvi Agosto como há muito não fazia. Aproveitei-o ao máximo. Quis fazer tudo e mais alguma coisa. Não o deixei escapar por entre os dedos. Desleixei-me de outras tantas coisas mas foi necessário. Tenho imenso para contar. As férias foram muito boas. Voltei bastante cansada, porque acho que foi dos anos que entrei mais cansada em férias. O trabalho em Agosto foi imenso, programar trabalho para o meu tempo de férias foi exaustivo e sair daqui com o dever cumprido era a regra, que segui com orgulho. Descansei muito também, troquei o sono. Troquei-me toda.

Entrei de férias com a cabeça pronta para desligar. E na primeira semana desliguei de tudo. Inclusive do trabalho, na segunda já não foi tanto assim, mas deu para não me aborrecer com isso. Este ano a família voltou no tempo certo e deu para aproveitar muito com eles, algo que já nem me lembrava que acontecesse. Aproveitei o mais que pude. Na verdade cada vez mais os nossos são eles mesmos os nossos e tudo o resto é tudo o resto. E eu sou muito família e o facto de ter família espalhada por esse mundo fora acumula-se muitas saudades.

Os tempos só agora vão acalmar, porque infelizmente foram todos embora. No entanto tenho o baptizado da minha afilhada nos últimos pormenores e outra afilhada quase quase a nascer. Estou tão empolgada. Continua-se bastante ocupada com muita vida deste lado. Quero partilhar fotografias das férias que me ficaram. Histórias que me trazem gargalhadas. E que vou lembrar muito. Quero falar dos amigos que agradeço em ter. Dos meus primos que vivem distantes e que me fazem falta. Das experiências novas - tipo o golfe. O desafio #quenuncanosfaltemsorrisos que passou a correr e que ainda me dá vontade de sorrir a pensar já no próximo.  Do trabalho que está a absorver-me os dias e por consequência as noites. Do quanto passei a rebolar com todos os quilos que vão aumentando na balança. De como anda o coração. Mas isso quando tiver um pouco de tempo.

Agosto,

 

Sempre gostei. Sempre foi o mês especial. As férias. A família junta. O reencontro com os amigos. As conversas noite dentro. O rio. A praia. Mil e dois sorrisos, muitos abraços. Sol e calor. Casa sem pressas. Ir e voltar. Jantaradas. Cusquices na casa dos amigos. Caipi blacks. Esplanadas e finos.
Houve um que manchou o que é dizer-se especial. Que me foi mau que me magoou. Um Agosto cheio de expectativas boas que foram por água abaixo quase sem dar por isso . Um Agosto que não esqueço e que me ensinou a gostar ainda mais deste mês. A dar a volta por cima e a ir quando não chega ficar. A sorrir ainda mais depois de chorar. A viver o que não achamos que era para nós. A soltar gargalhadas. A gostar cada vez mais de mim. Dos meus. A ver os pormenores que fazem a diferença. A não dar nada por garantido. Agosto é-me ainda mais especial. Traz-me cor. Traz-me branco em paz. Traz-me querer rir e sorrir ainda mais. Encontrar todos os pontos positivos do dia. Filtrar as boas energias. E as pessoas do bem.
Agosto, traz-me sorrisos, que quanto ao resto a gente mistura com finos e tremoços.

O amor é um lugar estranho. E fodido.

Perdi-te no dia em que olhei para ti sem o coração.

No dia em que decidi olhar para ti sem o coração senti que te perdi. Algures nas decisões tomadas que ficaram para trás. Nas decepções que se acumularam entre nós, no muro que ganhou terreno.

Hoje sei que (foi naquele preciso momento em que após mais um dia normal juntos nos despedimos e eu olhei-te sem o coração) não volta. Naquele instante soube que já não era o que tinha que ser. Quisesse ou não. Muito ou pouco.

O amor é uma base que não serve só de suporte se os alicerces tiverem fendas. E às vezes o importante é pores o coração de lado e tentares enxergar com o discernimento necessário para que os sentimentos não toldem a realidade.

O difícil não é lutar e acreditar. O difícil é desistir, quando queres ficar. Quando queres que as coisas dêem certo. Quando vives o hoje. Bem.

Perdi-te no dia em que olhei para ti sem o coração.

Foi assim que consegui perceber que não éramos um, éramos dois, cheios de caminhos e travessas para percorrer. Sozinhos. Percebi então que o caminho não seria junto. É difícil. Foi difícil. Mas quando olhas sem o coração e a desilusão está à vista é aí que te apercebes que não vale a pena continuar a insistir no que não é. No que não tem volta a dar. Nem tudo tem volta a dar. E quando decides deitar a toalha ao chão não é a tarefa mais fácil. Por mais que te digam que há solução, que nada é impossível que basta querer. Não.

Quando deixas de acreditar, de sorrir, de ficar estranha, quando sentes aquele abalroar cá dentro que não explicas. Quando vês as feridas já nas cicatrizes. Quando a oportunidade já não é agarrada pela primeira vez. Não é que seja impossível, é acreditar que talvez não seja o possível que queres para ti.

Quando consegues perceber que estás a calçar um sapato, aquele que está no topo das tuas preferências, mas que já te fez bolhas e ultimamente está a ficar desconfortável até que chega um dia que reparas na realidade ele não serve. Deixou de servir. Estás só a tentar calçar um sapato que não é para ti.

Podes decidir o que queres fazer com ele, mas a primeira decisão é que não o voltas a tentar calçar.

Às vezes é preciso olhar sem o coração. Por muitos outros dias que não o tenhas conseguido fazer. Sem filtros. 

Foi nesse mesmo dia em que te olhei sem o coração que, perdi-me de ti.

[ ♥ ]

A vida ensina...

Aprendi que:

As pessoas que nos estão mais certas, nem sempre estão. Que os ditos grandes amigos podem tornar-se grandes desconhecidos. Que grandes desconhecidos podem tornar-se os nossos melhores amigos. Que nunca terminamos de conhecer uma pessoa. E que muitas vezes quanto mais conhecemos, menos conhecemos.

Que o "nunca mais" acontece muitas vezes mais rápido do que se pensa e que o "para sempre" acaba.

Que quem quer, pode e consegue. Que o que não arrisca, às vezes não perde nada.

Que continuamos a atirar pedras, quando o nosso telhado está em riscos de estilhaçar.

Que nem sempre aprendemos com os erros.

Que o mais fácil não é desistir.

Que não esquecemos o perdão que não damos.

Que família é muito mais que o sangue que nos corre nas veias.

Que tropeçamos mais vezes que contamos.

Que estamos felizes tantas vezes, muitas mais que aquelas que nos chegamos a aperceber.

Que o coração é quem manda e as decisões que tomares com cabeça, é o coração que as sente.

Que temos sempre um "Eu já..." que nos faz corar a alma.

Que os olhos transmitem mesmo o que falha nas palavras.

Que o físico atrai, mas é a personalidade que apaixona.

SorrisoIncógnito

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