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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Coisas que me dão a noção de como o tempo passa! *16*

Posts em rascunho.

Eu tenho sempre posts em rascunho. Primeiro porque muitas vezes surge-me inspiração e ponho em rascunho para depois rever. Outras vezes porque vou escrevendo textos que ainda não chegou a hora de os partilhar (e tantos desses nem chegam a ver a luz do dia). Nunca vos aconteceu?

Outros posts que vou fazendo com vários itens e até lá ficam em rascunho. Ideias. Desafios. Encontro de tudo um pouco nos meus rascunhos. Depois há dias em que vou ver o que tenho para ali e como aconteceu hoje fico estupefacta com o tempo que aquilo ali está. Uns estão completamente desactualizados outros há que continuam a bater certo com o dia de hoje...

O rascunho mais antigo data de 4/08/2013 e ao ler tenho a perfeita noção do dia em que o escrevi. Do que me inspirou. Quem. Da história. Da memória. Da lembrança. Do porquê de ser um rascunho. E é um que nunca passará disso. De um rascunho.

Também vos acontece?

Eu tenho muito a mania

De ser muito eu.

É algo que realmente me define, eu acho. Muitas vezes disse tenho as costas largas. Se quiserem falar de mim falem, a minha consciência na minha almofada não pesa. Vou pelo que quero. Uso o que me apetece. Isso não define o meu eu. Quanto a isso tenho os meus valores e considero-me uma pessoa íntegra. Vejo o que quero ver. E muitas vezes finjo que nem vi só para não arranjar ali um mote para problemas. Não gosto que ninguém se meta na minha vida e por isso mesmo tento não me meter na vida de ninguém. Fujo de confusões. Já deixei de responder por isso mesmo, não me agradam as pessoas que à nossa beira "sim sim" e depois inventam todo um circo da qual não quero fazer parte. Eu sou palhaça apenas na hora que me apetecer e para quem eu bem entender.

Não queiram fazer de mim aquilo que não sou. Mais cedo ou mais tarde, eu vou desistir. Não de mim, mas sempre da outra pessoa. Sou muito fácil a deixar ir quem me quer fazer uma pessoa diferente daquilo que sou.

Gosto de não seguir a corrente, ou seguir se for essa a minha vontade. Não gosto de intrigas, do diz que disse.

Não gosto que me digam que não devo sair de casa sem maquilhagem. Ou que o meu cabelo está demasiado comprido devia fazer um corte radical. Que as sapatilhas deviam ser proibidas. E que um salto se usa toda a noite numa festa. Não gosto que se acham no direito de me quererem ver sempre num "modelo". Eu não sou assim. Eu não consigo escolher a roupa de véspera porque não sei o que me vai apetecer vestir amanhã e quase, quase de certeza se escolher no dia antes de manhã não vou querer vestir nada do que deixei pronto.

Eu não sou assim. Não tenho um género. Não gosto de sair de casa sempre de uma maneira. Não tenho um estilo para ir trabalhar, outro para os fins de semana, ou outro para ir às compras. Podem ver-me num dia a sair de casa com uns leggings e pantufas como no outro um salto de 12 cm, e uma saia justa e blazer. Qual o mal? Eu posso andar uma semana a acordar todos os dias e ter vontade de me maquilhar, de pôr base, o risco preto nos olhos, o rimel, batom... como ando semanas que nem sei o que isso é. Que nem uso brincos. Não ponho um relógio, uma pulseira ou um anel...

Eu não tenho que ter uma família formada, ser casada e tudo muito politicamente correcto, porque "assim é que é" com a minha idade, ou porque sou mulher, só porque as outras pessoas acham. Ou porque é o "normal". Eu também acho que o Mariano Di Vaio seria um maravilhoso pai para os meus filhos mas não sei se ele é da mesma opinião e se acha bem isso.

Poupem-me e poupem-se. Não queiram fazer dos outros aquilo que eles não são. Dêem a vossa opinião mas não massacrem. Não insistam em algo quando naturalmente do outro lado essa não é a tendência. 

Deixem-me usar o cabelo da cor que me apetece. Deixem-me usar roupas da Primark misturadas com as da Salsa, da Massimo Dutti, ou da feira da barraca dos três euros.

Poupem-me a serem para os olhos dos outros.

Deixem-me não seguir um padrão.

Eu sou assim. Tenho muito a mania de não ir em modas só porque é moda. E de usar aquilo que realmente gosto de usar. Esteja out ou in até porque nesse tópico continuo a não ser nem nunca serei uma fashion blogger.

Happy Birthday ❤

22. aniversário.jpg

 

TO ME ♥

Os 30, ali no ponto (dizem!),já passaram. O trinte e um em que me meti também já. Os 32 acho que nem dei conta. Os 33 passaram a correr mas fizeram-me sentir, apesar dos pesares, muito bem comigo mesma. Agora é sempre a subir e a superar (o "no ponto") eu espero.

Que este seja um bom ano e que venham muitos mais que eu cá aguento!

Para gostar de uma segunda-feira só mesmo uma de festa!

Gosto de fazer anos. Gosto de comemorar estar aqui. Eles passam? Sim. Eu vivo! ❤

De coração cheio e com muitos sorrisos!

🎂🤞

Aos quase, quase 30 e tal...

Não posso deixar de sorrir. Aos quase "30 e tal..." recebi uma mensagem de um amigo a dizer "ninguém diz que estás a ficar "quarentona" (?!para lá se caminha) mais pareces uma miúda de escola". Na verdade sou uma trintona e estou muito bem assim. A idade é apenas uma questão de números quando o teu espírito é que te faz o ser.

Aos quase "30 e tal..." continuo a afirmar cada vez mais o que gosto e o que não gosto. 

E continuo a gostar bem mais de pessoas bem dispostas, cada vez mais e só. Não gosto de pessoas sisudas. Gosto de pessoas de sorrisos. Não gosto de pessoas negativas. Continuo a gostar muito de Licor Beirão, de After Eight e do [meu] F.C. Porto. Não gosto de distâncias. Cada vez suporto menos a saudade mesmo que a traga todos os dias ao peito. Gosto de pessoas que assumem falhar. Não que venham à partida já para falharem, mas de pessoas que ao magoarem, assumem o que fazem. Continuo a gostar de pessoas que me conhecem às dez da manhã, cinco da tarde e onze da noite. Aqui e acolá. Sozinhas ou acompanhadas. Cada vez menos tenho paciência para aturar quem se troca todo das pernas para me cumprimentar quando acompanhados, para quem me manda sms que não interessam e para quem me quer fazer gastar tempo com o que quer que seja. Gosto (muito) de dançar. Amo os meus. Gosto dos meus Amigos. Muito. Cada vez irrito-me mais com pessoas mal educadas, mal intencionadas. Não tenho paciência. Não "papo grupos". Gosto de pessoas que se dão, que se importam, que fazem por estar. Gosto de noitadas caseiras com os amigos. Gosto mais de sapatilhas que em todos os "vintes". Os 30 já foram e continuo a gostar muito do meu cabelo comprido sem coragem para o cortar. Gosto cada vez mais de massa fusilli e começo a ter saudades das minhas aulas de fitness. Babo-me com o sorriso do meu sobrinho, amo-o de coração. Gosto do pôr-do-sol. Da cidade do Porto. Gosto das minhas sobrinhas emprestadas. Das minhas afilhadas mais fofas. Não gosto da falta de trabalho. Gosto de sentir a Madeira e tenho-lhe imensas saudades e não vejo a hora de voltar. Não gosto de me inspirar quando o meu estado de alma não é dos melhores, mas continuo a admitir que é quando saem os melhores textos. Gosto das minhas melhores amizades. Gosto do frio na barriga das alturas. Gosto de barba de três dias. Gosto de ir ao cinema apesar de ir cada vez menos. Continuo a gostar de rapar a massa de bolos. Continuo a não conseguir comprar uma pizza congelada para uma refeição rápida sem lhe acrescentar algum ingrediente que tenha em casa. Não gosto de conduzir em dias de chuva. Gosto de jantaradas. De boas conversas. De gargalhadas. Gosto de gomas. Não gosto de pessoas que falam muito dos outros. Que julgam apenas pelo que ouvem. Gosto do meu blog. De escrever. Muito! De pessoas que me trouxe. Desta partilha. Não gosto que se achem superiores. Não gosto de quem brinca com os sentimentos dos outros. Não gosto de pessoas mal amadas. Continuo a não gostar de nabos e repolho e grelos e…quase tudo o que é verde. Gosto de pessoas felizes. Pessoas felizes não se metem na vida dos outros. Gosto de caipi black. Não gosto de andar sozinha. Gosto de pessoas que não são impostas. Quando não dou resposta a alguém não vale a pena insistir. Gosto muito do verão mas também gosto das folhas caídas no chão e das cores do Outono. Não gosto do frio. Mas mil vezes frio a chuva e nevoeiro. Gosto do meu cabelo. Gosto de pessoas que trouxe para a minha família mas não gosto de todos que são da minha família. Gosto quando as pessoas usam comigo a expressão "tão eu". Gosto de lareiras e um copo de vinho tinto maduro. Continuo a não gostar de whisky. Gosto de ter deixado fumar. Gosto de vestidos e saltos altos, de malas, relógios e anéis. Adoro anéis. Gosto do calor. Sou muito mais do calor. Da minha pele no verão. De unhas pintadas. Continuo a panicar com dentistas. Gosto de cães. Continuo a ter trauma por gatos. Gosto daquele [meu] lugar à beira rio plantado. Gosto de bolo do caco e poncha regional sem gelo. Gosto de camisas brancas e vestidos pretos. Não gosto de despedidas. Não gosto de limonada. Gosto de futebol, de gelados no inverno e de beijos na boca. Gosto de fotografias a preto e branco. Não gosto de ir ao cabeleireiro. Gosto de dar sangue. Gosto de Morenos. Gosto das amigas que me ligam às duas da manhã para dizer que conheceram “O” e me fazerem rir de sono à gargalhada. Continuo a gostar muito de comer. Daqueles "ajuntamentos" à mesa. Não estou por estar. Não vou por ir. Gosto de pessoas de opinião própria. De pessoas que se conseguem rir delas próprias. Gostar mesmo, gosto de pessoas que se dão num todo para muito tempo. Inteiras. As metades não prestam. Com o tempo acabam por se desfazerem. Desiludem-me. Deixei de fazer fretes. De acreditar em quem já desiludiu. De correr atrás de quem não anda para a frente. Gosto de abraços sentidos. Cada vez mais, mesmo sendo eles, cada vez menos. Gosto de quando me apetece. Gosto de ronhonhó. Gosto de seguir a minha vontade. De não ir a favor da corrente. Mas de ir. Com a certeza de que é aquilo que quero. Gosto de ser reservada. Mas nem sempre dá jeito. Não gosto de muros. Gosto da capacidade de me rir de mim própria. Gosto do meu humor. Da criança que alimento em mim. E até do meu mau feitio. Gosto de partilhar. Sorrisos. Gosto da pessoa que sou. Gosto [-me].

Pedir desejos a passas

Este ano até passei a passagem de ano em casa. Por acaso até tinha passas. E até por acaso foi das primeiras vezes que me lembrei da ideia de fazer tudo direitinho. Subir para uma cadeira à meia noite e comer doze passas pedindo desejos. 

Fiz tudo direitinho, pensei. E pedi saúde. Saúde. 

Eis que se a despedida do ano foi dentro de uma constipação/gripe, mesmo sabendo eu que não sou de simples constipações, o início do ano, estando eu a auto medicar-me com o normal entre um ilvico e um bruffen, não melhorou muito...

Voltei ao trabalho mesmo que a vontade fosse de ficar ali só mesmo no quentinho. E aguentei. Aquilo que pensei ser uma gripe e fora de questão estava de ir às urgências por causa de uma simples gripe continuou ali bem presente, ate que no dia a seguir juntou-se aquela tosse seca, irritante. Mesmo assim evitei e aguentei até que na quarta, alem de já não ter dormido nada de noite, a tosse ficou mais funda, com dor no peito e nas costas e a falta de ar a sufocar-me.

Aqui achei que era melhor mesmo ter juízo e ir às urgências. E fui.

Pulseira amarela no pulso e uma reprimenda de todo o tamanho por causa da demora em ir lá.  Mas então não dizem que isto está tudo entupido e não precisamos de vir para aqui com uma simples gripe?

Pois Maria, tu não tens gripe. Tens uma infecção. Na garganta, nas vias respiratórias e vamos la ver se não é tambémmais nada.

E é aí que a falta de ar que já tinhas te consome ainda mais. Nebulizações para as veias, penicilina de 2400 que ainda me dói pra tutu e injecção  de betametasona (uma pequena bomba com cortisona para te dilatar as veias). O caso não foi simpático.  Mas não me deixo ir na cantiga. Estive três dias sem pregar olho durante a noite por causa das crises da tosse e falta de ar e as mudas do pijama de madrugada. O dormir quase sentada e as horas a olhar para o tecto a enlouquecer com os silêncios. É muito mau mesmo tu quereres não ir abaixo, mas há factores que não consegues ultrapassar. Mais duas penicilinas e enviada directamente ao médico na sexta porque a enfermeira acha que a coisa não melhorou assim tanto mesmo depois daquela carga.

Toma lá mais antibiótico, anti-histamínico e a minha já quase esquecida bomba Pulmicorte, com cortisona.

Sim, e eu ainda pensava que era uma simples gripe.

Estou a recuperar, mesmo aqui um bocadinho abaixo do Polo Norte. Por entre chás quentinhos, mantinhas, descanso e muito carinho.

Sou uma mimada porque tenho mesmo gente que estão sempre aqui. Uma família maravilhosa e depois tenho vizinhos que são uns queridos. A minha rua é melhor que a tua, lembram-se? Uma vizinha de setenta e poucos anos um dia destes à noite tocou à campainha e trouxe um bolo rei e um vinho do porto para me ver. Um amigo trouxe Toblerone e conversa e assim se tem passado.

É difícil de explicar esta sensação de coração acelerado e de falta de ar que de repente aparece, quando na realidade tu até tens medo a cada inspira e expira de as coisas complicarem. Há mesmo coisas que não se explicam. E outras tantas que se guardam só para não preocupar quem está do lado.

Passas, vamos com calma sim?

O melhor de 2017

“Desafiada” pelo Inspira-me que já não existe do blogs do sapo, em anos anteriores escrevi - O melhor de 2012, 20132014 e 2015. Agora volto a sentir-me desafiada para tal. Destaco o que merece de 2017 com uns pequenos ajustes aos pontos que destaquei em anos anteriores.

  1. Um momento:

Aquele fim de semana em que na igreja, perante Deus aceitei ser madrinha de Baptismo  da filha de uns amigos, um dia depois de nascer outra menina, filha de outros amigos os quais me convidaram a ser também madrinha. Foi um fim de semana carregado de emoções por acreditar que há amizades que valem muito a pena e eu sou uma sortuda por as ter.

  1. Uma viagem:

Voltei à Madeira e o quanto amo lá voltar. Sempre que aterro naquele pedaço de terra no meio do Atlântico o coração parece que me vai saltar pela boca.

Madeira

 

Madeira

  1. Um mês:

Agosto -  Agosto foi uma loucura! Absorvi-o.

  1. As férias:

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Algarve. Voltei ao Algarve com a melhor amiga e as nossas férias são sempre uma aventura. O verão foi-me bom. O verão  sempre é bom. Fiquei com três quilos a mais dignos de uma #MariaTexuga que adora uma mesa cheia de petiscos para saborear.  

 

  1. O post mais lido de 2017:

Expressões à moda das "tripas" do Porto!

É um post já de 2013 em actualização que está todos os meses no top dos mais lidos. Por consequência o post mais lido de todos os anos. Este ano não foi excepção assim como constatei no relatório anual enviado pela equipa do sapo blogs.

 

  1. O post que mais gostei de escrever:

Os posts do coração são sempre os meus preferidos. Porque são muito eu. Continuam a ser muitas vezes inspirações de sentimentos que não consigo deitar cá para fora. Outras vezes anseios.

O amor é um lugar incrivelmente estranho. E bom. E fodido

 Às vezes só não queremos ter um "repeat" de algo que nos magoe depois de acharmos que estamos a ganhar asas de borboletas no estômago.  Às vezes é só mesmo isso. Simples assim.

Outros dois posts que quero partilhar e que foram impulsionadores de uma vontade de querer continuar e agarrar forças venham elas de onde vier. E porque acho que servem para qualquer pessoa que esteja a passar por um recomeço. :

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     7. O post que mais custou escrever:

Os posts do coração são sempre os meus preferidos, como já disse. Este foi escrito de coração e de ciscos nos olhos. Não foi algo de melhor que aconteceu, mas foi algo importante que merece ser lembrado. O Rex. O meu adeus ao Rex que continuo a lembrar tantas vezes com uma saudade que não se explica. É um alguém cá de casa que nos foi mas que nos é muito.

 

     8. O post de terceiros que veio parar aos favoritos:

"Dizer amo-te" por Leonismos. 

“Dizer amo-te, saíndo bem lá do fundo, é cirúrgico.”

 

     9. O trabalho:

Ter completado 10 anos de trabalho na empresa. Não foi fácil, não tem sido fácil, mas estamos cá para seguir caminho, até onde der.  Até onde eu me conseguir sentir bem apesar dos esforços, dos dias não e dos que nos fazem saltar a tampa.

 

     10. 2 meses e troca o passo sem fumar:

De tentativas está o meu "cadastro" cheio, mas como me disse o meu primo, médico,  cada vez que deixas, mais ou menos tempo, é tempo que não fumas e isso? Isso sempre é positivo.

SorrisoIncógnito

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