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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Um lugar que sempre me faz feliz e por isso eu volto!

Vou à Madeira sempre pelo coração. É ele que me leva lá, cada vez que decido ir. Tudo o que me traz depois é acréscimo. E como eu gosto de lá voltar.

MADEIRA

MADEIRA

MADEIRA

Poncha MADEIRA

Esta foi a minha primeira poncha assim que aterrei na Madeira por volta da meia noite e depois da primeira aventura naquela pérola do Atlântico. Na Venda do Bello que sempre nos recebe tão bem, com pessoal simpático e um ambiente bem descontraído. Poncha Regional sem gelo, a minha preferida.

MADEIRA

 Podem sempre cuscar mais sobre a (minha visão da) Madeira

Overbooking - Sim já passei por isso.

O caso mais recente que circula na internet sobre um passageiro que foi retirado à força de um avião por overbooking veio despoletar um assunto que muitos não conheciam - overbooking.

Eu não só já conhecia como já passei por isso. E agora que esta notícia circula pelas redes sociais, já me dizem "olha se te faziam o mesmo!".

Pois que não.

Nunca me tinha acontecido nada do género, atrasos em voo, cancelamento etc.. nada. Tudo tinha corrido muito normal nas viagens que tinha feito até então (também não muitas diga-se de passagem). Mas ficou, acho que me lembro de cada palavra trocada. E depois de ter acontecido ria-me a contar aos meus amigos (ainda hoje quando me lembro rio), mas na altura não achei piada nenhuma, muito pelo contrário.

Isto passou-se em pleno Agosto no aeroporto da Madeira em 2008. Na altura tinha ido lá passar quinze dias de férias e tinha viagem de volta uma sexta-feira à noite, mas como começava a trabalhar só na segunda-feira, dia 1 de Setembro, já depois de lá estar e aquilo estava a ser tão bom, resolvi alterar o voo, com o pagamento da devida taxa de alteração, para domingo à tarde, 31 de Agosto - o caus.

No domingo quando cheguei ao aeroporto a primeira coisa a fazer foi ir a um guiché específico para fazer o pagamento da taxa de ter mudado o voo, depois dirigi-me ao outro balcão para fazer o check-in, eis que a senhora que me atendeu, nitidamente depois de lhe dar o meu CC, o cartão vitória e despachar as malas, ficou assim meio que "encavacada" e pediu-me para aguardar uns minutos, ligou para alguém e depois para mais alguém e após uns minutos de conversa, ao que não percebi nada, desligou o telefone e comunicou-me algo como "olhe lamento informar mas não temos lugar para si no avião". Nesta altura já não via as minhas malas. Quem me conhece sabe que eu, sou a paz de alma até que pimenta me passe pelo nariz. Primeiro ri. Parecia brincadeira mesmo, aquela frase do "não temos lugar para si no avião". Ainda cheguei a pensar que fosse para os apanhados... Mas depois de rir apenas questionei "como?". A senhora: "sabe, hoje é um dia complicado, o último de Agosto, os turistas estão todos a ir embora, aconteceu, como chegou muito em cima do check-in já não temos lugar para si". Aqui baixou-me tudo, porque entendi que não era brincadeira nenhuma e as minhas malas já tinham ido sei lá bem para onde e eu estava ali em vias de não ir.

Olhe desculpe, digo-lhe eu, eu não sei o que se passa, agradecia que me explicasse muito bem o que se está a passar porque eu só sei que, tenho um check in para fazer para apanhar um avião pelo qual paguei o lugar e ainda mais a taxa porque foram vocês que me disseram qual o voo que podia alterar e agora não tenho lugar? Devem estar a brincar! Só via o meu irmão ao longe a acenar  por estar a demorar e ele sem saber o que se passava.

Diz-me a senhora, "realmente lamento, mas não tem lugar. Isto é o overbooking" e eu com aquela cara a olhar para ela como um burro a olhar para um palácio, sabia lá eu que raio era o "overbooking". E continua a senhora "isto pode realmente acontecer nestas épocas. Há muitos voos e os voos estão lotados, no entanto há muita gente que não aparece ao voo, ou o cancela à ultima da hora, daí a acontecer isto, vendem-se mais bilhetes que realmente os lugares que há. E claro se as pessoas decidem vir todas, isto pode acontecer. Lamentamos, como chegou em ultimo, não tem lugar".

Descambou. Por muito pés na terra que tu queres ser, ao seres confrontada numa situação destas, que a meu ver é intolerável porque nunca sabem o quão importante pode ser para nós aquele voo, a minha indignação disparou.

Eu quero lá saber minha senhora. Eu tenho um lugar pago num voo que está de partida para o Porto. E é o que eu quero fazer. Amanhã trabalho, tenho que voltar sem falta (nem me lembrei mais das minhas malas!). Veja lá a sua vida e fale com quem quiser, mas eu quero aquilo a que tenho direito, ir à minha vidinha.

A senhora lá pegou outra vez no telefone e falou com alguém. Os minutos foram passando e tive a perfeita noção que aquilo me estava a acontecer (sim duvidei) e que já não conseguia mesmo entrar naquele avião.

Nesta altura já eu devia estar com os olhos arregalados para a senhora, a bater o pé e a rodar a baiana, porque rapidamente o meu irmão aproximou-se para me perguntar o que se passava.

A senhora lá continuou ao telefone e eu fiz a minha cara de poucos amigos até que... numa voz ainda encavacada me disse: "D. Maria, vamos fazer os possíveis para recompensar e remediar esta situação, lamentavelmente não estamos a conseguir arranjar um lugar nos voos de hoje porque também se encontram todos lotados. Faremos os possíveis para viajar amanhã".

Eu já com os azeites (e a pensar que à noite tinha a família reunida como em todos os 31 de Agosto em casa do grande primo para lhe festejar mais um aniversário), disse-lhe "isso não pode acontecer, amanhã trabalho às nove da manhã, quem me compensa isso? Tenho que viajar hoje".

Mais um telefonema. E outro. E mais outro. Perdi-lhes a conta.

...

"D.Maria estive a falar com superiores e as ordens que tenho é que vamos indemniza-la (ahh pensei, isto já é vinho de outra pipa que é como quem diz, isto já é outra conversa), primeiro vamos fazer de tudo para lhe conseguir um voo o mais rápido possível, não lhe garantindo que se consiga hoje, depois vamos oferecer-lhe um outro bilhete gratuito - não consigo agora precisar o que senti na altura mas acredito que em linguagem de hoje em dia, emoji, daria aquele dos olhos em forma de coração . Peço que aguarde mais um pouco".

...

A senhora com um "envelope" na mão - "aqui está, isto dá para trocar por uma outra viagem, tem a validade de um ano, é só ligar para a TAP e programar, aviso desde já que não dá para reservar em época alta, considerando os meses de verão e também não dá no final do ano. Ou se quiser pode optar por trocar por 250 euros".

Menos mal, mas e voo? Eu quero é ir para o Porto, tenho compromissos profissionais e não posso adiá-los.

"Nestes voos a seguir para já estão lotados, vamos ver se se consegue algum voo à noite, mas por favor fique contactável, assim que haja novidades entraremos em contacto. Já almoçou? Vai jantar  aqui? Temos aqui umas senhas para ir ao restaurante aqui do aeroporto".

Não, não obrigada disse-lhe eu e foi aí que me lembrei, olhe e as minhas malas?

- "Pois... essas já foram despachadas no voo. Mas não se preocupe estão identificadas e quando lá chegar já estão à sua espera".

Que bonito... e lá fui eu à minha vidinha contar aos meus o que me tinha acontecido e já com o "bilhete novo" na mão quando me lembrei "Pera aí, eu para este voo tinha pago uma taxa extra (lembra-me que na altura foi cerca de quarenta euros) para a alteração e que paguei esse mesmo dinheiro assim que cheguei ao aeroporto noutro guiché antes mesmo do check in e... volto para trás, dirigi-me novamente à senhora e perguntei "eu tinha pago uma taxa extra para ir neste voo, como não fui, onde reclamo esse dinheiro?" ao que me respondeu "Dirija-se ao guiché onde efectuou o pagamento e será reembolsada". Assim foi.

Resumindo, não me fizeram entrar no avião para depois ser retirada por "overbooking". Dentro do mau que é isto, chegar ao cúmulo de deixarem entrar no avião para depois então retirar a pessoa é mau demais, como o recente caso do passageiro da United Airlines que chega a ser escandaloso.

Consegui viajar nesse dia com um voo à meia-noite, lembra-me que vinha apenas uma equipa de futebol e um casal que lhe tinha acontecido o mesmo que eu (mas que não reclamou e não lhe deram nada pelo overbooking). Consegui chegar ao Porto e reaver as minhas malas e chegar a casa por volta das três da manhã para às nove estar a trabalhar.

Foi tudo muito cansativo. Mas na verdade acho que eles, a TAP, até se portaram bem para minimizar danos por algo que o passageiro não tem culpa.

Ainda vos consigo adiantar que nesse mesmo ano, 2008 aproveitei o bilhete dado para voltar à Madeira, onde fui passar o Natal e a Passagem de ano. Como eles não me trocavam o bilhete para essa época, dirigi-me à Groundforce no aeroporto do Porto e pedi a troca por dinheiro, assim consegui comprar eu a viagem e fui à Madeira no final do ano por cerca de dez euros que foi a viagem que arranjei.

O que aconteceu comigo não foi assim tão mau, tirando as poucas horas que consegui descansar para voltar ao trabalho, porque não estava em solo desconhecido e apesar de estar a viajar sozinha, tinha os meus também lá. Seria bem pior se estivesse sozinha em outras condições.

O importante disto é manterem a calma e reclamarem sempre pelos vossos direitos. As coisas acontecem, mas o erro é deles.

"As melhores coisas da vida não são coisas..."

Ser turista na "minha" cidade.

Marcar aqueles dias para sair da rotina, para passear, para respirar outros ares.

Foi assim que começou a minha aventura e da melhor amiga. Depois de vezes sem conta querermos marcar um fim de semana e ter passado ao lado. Desta vez foi mesmo. A primeira pergunta de todas, vamos onde? E porque não, Porto? O nosso Porto é lindo, mas umas vezes não há tempo, outras vezes há desculpas esfarrapadas. O Porto vale a pena. Muito aliás. E eu amo o Porto.

Ribeira do Porto Hotel foi o local escolhido para nos acolher. E não poderia ter sido melhor. Tudo correu às mil maravilhas. O hotel está muito bem localizado, tem umas vistas soberbas bem no coração da nossa ribeira e o pessoal é super simpático, atencioso e educado. Muito limpo. Bom pequeno almoço. Estamos ali perto de tudo. Foi uma óptima opção.

frases vida

[ Frases que se encontram nas paredes do hotel ]

ribeira do porto hotel

ribeira do Porto hotel

[ Vista do quarto ]

ribeira do Porto hotel

Andei de comboio e de metro. Andei de Tuk Tuk, de barco fiz o cruzeiro das pontes e fiz duas provas de vinho nas caves do vinho do Porto (Quevedo e Cruz). Comprei um pack por 22€ e acreditem vale a pena.

Tuk tuk Porto

Porto

caves vinho do porto

O modo #MariaTexuga não podia ser esquecido. Houve francesinha numa daquelas esplanadas ali na Ribeira. Jantei na "Filha da Mãe Preta" também ali na Ribeira e sinceramente o que tem de melhor é realmente a vista que é brutal. Descobrimos o "Bar o Cais" onde terminamos a noite a beber e em boas gargalhadas como sempre. Também houve tempo para ir às galerias noutra noite.

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Não podia deixar de falar do restaurante onde se comeu melhor, "Rabelos Restaurante Bar" no Cais de Gaia, com boa relação qualidade/preço. Ambiente agradável, pessoal simpático, boas vistas, várias salas e todas muito bem decoradas. O prato escolhido foi o Terra e Mar e estava divinal.

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Andei bastante a pé e descemos e subimos várias vezes desde a ribeira até aos Aliados, por ruas diferentes. E não esquecemos a [nossa] Rua Santa Catarina. O espírito de Natal está em todo o lado assim como os turistas que são mais que muitos. Pensava que no verão fosse muitos mais turistas, mas mesmo nesta altura o turismo está em alta. O Porto também está cada vez mais na mira deles.

E ainda assisti à inauguração das luzes de Natal e ao concerto dos "Vozes da Rádio" que se seguiu nos Aliados.

Madeira - o melhor destino insular do Mundo ♥

A Madeira foi distinguida pela World Travel Awards como o melhor destino insular do Mundo. Mais que merecido. Muitos Parabéns!! E eu tenho saudades...

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Tenho saudades de sentir aquele vento atrofiado na cara quando te olho acabada de chegar. De seguir caminho e perder-me sempre pela paisagem que nos vai acompanhando. Tenho saudades de sentir aquele amor que lá tenho perto, aquele carinho, aquele pedaço de vida que lá mora. Tenho saudades de entrar no túnel com sol e sair do outro lado com chuviscos. Tenho saudades de ficar ali parada a ver aquela imensidão de mar à minha frente e tão outra terra atrás. Tenho saudades daquele sotaque. Das cores do mercado. Tenho saudades de subir bem lá no alto, ao Pico do Areeiro e sentir aquele arrepio das alturas com o encantamento do que os meus olhos conseguem ver. Ou então daquele cobertor de nuvens que apetece saltar. Tenho saudades do bolo do caco. Tenho saudades das piscinas naturais. Saudades dos pregos em bolo do caco do Balcony. Ou das pizzas do Papa Manuel. Das perninhas de frango com um fininho. Tenho saudades claro da poncha regional sem gelo. Da taberna da Poncha da Serra d'água. Ou mesmo do Boieiro. Saudades dos arraiais de S.Vicente. Tenho saudades de ser feliz, ali mesmo. De subir a 580 metros acima do nível do mar, no Cabo Girão e ter uma vista espectacular sobre o chão envidraçado. Tenho saudades de acordar, puxar uma cadeira da varanda e ficar a admirar a paisagem. Linda, linda. Tenho saudades daqueles caminhos estreitos que nos metemos e que nos vimos negros para sair de lá depois de suster a respiração quinhentas e trinta e cinco vezes. Saudades de passear naquelas ruas no Natal e ver o fogo na passagem do ano. Saudades das espetadas no Santo António. Saudades dos arraiais. Do azul do mar, do barulho dos calhaus no enrolar das ondas...

Sim, tenho-Te saudades... Madeira.

Não deixem de visitar o que é nosso. Para quem não conhece, vale a pena conhecer.

(engraçado como muitas vezes os de fora reconhecem mais que nós próprios o que é nosso)

TAP e o engana meninos.

Não gosto nada de publicidade enganosa. E por mais que eu diga que para viajar para a Madeira sempre usei a Tap, não quer dizer que numa próxima não vá experimentar uma low-cost. Mas eu já estou habituada a este marketing todo pomposo mas enganador da companhia, mas é só para quem não usa saiba que eles não dão cá por aquela palha e mais aqueles preços que praticam são realmente de levar as mãos à cabeça. Não é a primeira vez que lançam uma campanha de preços na volta dos 50€ para a Madeira mas na viagem de ida. E este “mas” tem um forte impacto, porque primeiro é difícil arranjarem uma viagem de ida realmente a esse preço e depois na viagem de volta eles cobram quase o dobro. Acreditem que já alguns anos ando sempre de olho atento às viagens para a Madeira e o docinho envenenado da Tap é sempre o mesmo. Daí a quando me ligam a dizer “Maria já viste a Tap está com promoção para a Madeira” lá tenho eu que dizer a mesma ladainha de sempre.

Desta vez, a campanha é de 47€ (apenas viagem ida) a partir do Porto e excluem-se viagens em época alta (Natal e passagem de ano claro!!!) então fui fazer a experiência de uma viagem para a Madeira para os meus anos (Janeiro de 2016 época baixa). Viagem neste caso com antecedência de quatro meses. E eu pagaria bem mais que o dobro desses 47€. E ainda mais que a ultima vez que lá fui em Janeiro do ano passado. Que a viagem tinha sido comprada pouco tempo antes sem promoções.

Um concelho, abram as vistinhas. Nem tudo o que parece realmente é. E a TAP, por mais que seja uma companhia aérea que mais segurança me dá e aquela que primeiramente uso quando vou para a Madeira, e que já passamos algumas juntas… é também uma engana meninos. É preciso estar atentos. E não se deixem enganar com os grandes alaridos.

Das férias. Trago um coração cheio de vida. E muito sono na mala. ♥ (parte 2)

Este post estava prometido desde que vim de férias mas atrasei-me, hoje que entro novamente de férias não podia adiar mais. Já aqui falei (parte 1) da aventura que foi o início das minhas férias e falei também da praia. Agora vou falar um pouco mais do que me encheu o coração e o estômago.

Eu sempre disse que gosto de fazer novos amigos, mas não sou fácil a novas amizades. É um mundinho que restrito porque blablabla já aqui falei. Adiante. No entanto quando são amigos de amigos a coisa torna-se mais fácil. E no caso concreto que falo tudo foi bem mais simplificado. A minha amiga, é só das melhores pessoas que conheço e quando ela me apresenta pessoas que só me fala bem tudo flui. E depois parece mesmo que já conhecias aquelas pessoas há algum tempo. Tão só por isso, as férias foram muito boas, porque as companhias também ajudaram.

Aqui começou uma maratona de comer e beber bem. Eram férias. What else?

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 O primeiro almoço com que me receberam serviu de demonstração àquilo que ia ser. Sangria de topo, muita sangria, diga-se. Ali caseirinha, acabadinha de fazer. Panela cheia. Jaaasus. Num almoço já tardio (e como de resto falei, quase sempre se almoçou e jantou a umas horas fora de normal) em que se saiu dali já às gargalhadas. Todos bem-dispostos para um final de tarde na praia.

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No segundo dia fui jantar a um restaurante em Monte Gordo, O Tapas, que recomendo a todos, já lá tinha estado em Maio a comer um peixinho ao almoço e uma mariscada à noite e desta vez voltei para experimentar o arroz de marisco mas quando chegamos para jantar (às onze da noite!!!) já não tinha, o restaurante ainda se encontrava cheio de gente e optamos então por uma cataplana de camarão e amêijoas que estava divinal.

Num outro dia à noite fomos conhecer outro lugar bem agradável. O Guarita. Na praia verde em Castro Marim. Bom ambiente e boa caipi black. Simpatia e gente gira. À noite não deu para apreciar as vistas, pois fica sobre o mar lá no alto e de dia deve ser espectacular. Não cheguei  conhecer de dia mas imagino que valha ainda mais a pena visitar.

A noite top foi uma noite que jantamos por casa sem planos e que acabou por ser das melhores. O jantar correu muito bem entre as mais variadas conversas e gargalhadas lá acabamos por sair rumo ao Sem Espinhas. Um espaço que já conhecíamos de dia, na praia do Cabeço e que tinha então inaugurado as noites de verão. A festa durou até de manhã, entre o dançar na areia, as gargalhadas, os brindes, a boa música e a companhia. O que nos proporcionou também um belo amanhecer.

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Já conhecia a marina de Vila Real de Santo António de noite. Foi uma manhã que resolvi ir passear e descobrir... O sítio é muito bonito e além disso, dá para andar a pé, de bicicleta, tem muitos jardins e sentar-me num dos bancos de frente para o Guadiana deixou-me ali uns minutos em paz e sossego. Sem confusão. Foi um passeio que soube mesmo bem.

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A ultima noite fomos jantar a casa de uns amigos. Encomendaram-se pizzas, voltamos à sangria top e resolvemos preparar caipirões para depois do jantar irmos até á praia. Assim foi. "Toalhinha às costas" fomos comer um crepe e rumamos à praia onde estendemos a toalha, brindamos e conversamos. Tendo o jogo "verdade ou consequencia" como pano de fundo.

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E assim me despedi do Algarve antes mesmo de rumar a norte.

Aterrei no Porto com (pedaços d')o sul no coração.

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 Sim. Fui feliz no Algarve. ♥

Das férias. Trago um coração cheio de vida. E muito sono na mala. ♥

As minhas férias correram bem, quando tinham tudo para correr mal. Antes de ir até que falei nisso, às vezes ainda acho que prevejo coisas. As pragazinhas são uma cena que me assiste, felizmente também me assiste uma força maior que elas. Começando por dizer que o meu carro que tinha estado na oficina nesse dia, avariou a caminho do aeroporto. E que faltavam 40 minutos para a porta fechar estava eu ainda a cerca 60 quilómetros. Não foi fácil, mas não me deixei ir abaixo com a cena do “vou perder o avião”. Preferi insistir no “vou apanhar aquele avião” e sim consegui chegar à porta do aeroporto cinco minutos antes da porta fechar. Aquilo foi sempre a correr e quase só respirei quando desci as escadas e vi a porta de embarque ainda aberta com cerca de meia dúzia de pessoas à minha frente. As minhas férias começavam ali. Depois de um quase ataque de coração estava pronta para o que viesse. Do outro lado estava a minha melhor amiga à espera que eu aterrasse em terras algarvias para começar uma semana de férias (depois da minha quase perda de avião até ela ficou meia à nora que me deixou lá especada à espera).

Quando chegou e já a caminho de casa parou no Macdrive para eu emborcar um double cheeseburger e foi aí que percebi que além de estar a “chegar” a uma semana de dolce far niente seria também uma semana de comer à la #MariaTexuga (e não me enganei nadinha!).

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Para já ficam algumas imagens da praia. Andei mais pela praia de Monte Gordo e na praia do Cabeço - Castro Marim. Tenho a dizer que a água estava óptima e quando não parecia era porque a temperatura do corpo é que estava demasiado alta. Apanhei muito bom tempo, temperaturas bem altas logo as idas à praia durante o dia foram seleccionadas para o fim da tarde, quase sempre chegava à praia depois das cinco e ficávamos até bem tarde. De manhã como nunca consegui ir muito cedo ficávamos pouco tempo, porque a hora do almoço era insuportável lá parar. Houve um dia que almoçamos ali mesmo na praia porque estava o tempo farrusco e deu para aguentar mais qualquer coisa, até que quando estávamos a almoçar começaram umas pingas e assim se manteve o dia (e único sem sol) mas que nos fez andar ali pela praia mais um pouco. Comi a minha parte nas bolas de berlim com creme (tãooo boas) e também houve cerveja e tremoço na praia. Uma pessoa não deixa ficar por menos. Na praia de Monte Gordo na zona onde estão os barcos de pescadores há um restaurante/tasquinha (não me lembro do nome) que sem dúvida aconselho. Peixe bem fresquinho e a preços simpáticos. Apanhei também das melhores noites no Algarve, temperaturas espectaculares para se curtir a noite.

Isso ficará para outro post. As borgas, as jantaradas, os sorrisos... Coisas que me encheram o coração e o estômago.

Voltei voltei, voltei de lá, ainda ontem estava ali e agora já estou cá.

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Ainda que sejam poucos dias, ainda que passem a correr, ainda que volte sempre aquela vontade de querer ficar antes mesmo de vir... ainda que todas as desculpas e mais algumas é tão, mas tão bom podermos ter escapadinhas destas para dar vida ao corpo e à alma.

Venho sempre de cheio de férias (ainda que mini). Pelo ir. Pelo passeio, por conhecer. Por novas pessoas. Por gargalhadas. Pelos sorrisos. Pela simpatia das pessoas. Pelas diferenças. Pela companhia. Pelo tudo e nada. Por deslargar a rotina. Pelo sem horários. Pelo "que me apetece". Pelo abuso do dolce far niente. É por isto e por muito mais, que o bom de ir é, ainda que regressar mais cansada, regressar cheia de coisas boas.

SorrisoIncógnito

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