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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Um lugar que sempre me faz feliz e por isso eu volto! Madeira

 

Dos sítios que mais gosto de ir quando vou à Madeira.

Sentar ali e ficar a olhar. Sentir. Só isso.

As minhas piscinas naturais de verão há muitos anos. Doca do Cavacas. A praia formosa e o Cabo Girão ao fundo.

Madeira

 

Madeira

 Vejam aqui ou aqui uma fotografia minha lá em Agosto com o pessoal a desfrutar das piscinas.

"Inimputáveis", outro murro no estômago...

Interesso-me por tudo o que seja do foro psicológico. Gosto de ver reportagens, entrevistas, ouvir psicólogos, psiquiatras. É um tema tão abstracto, tão meticulosamente complicado que me cutica a curiosidade de tentar perceber o que à primeira não dá para perceber.

"Inimputáveis", uma reportagem da Ana Leal da Tvi, num dos lugares mais inacessíveis a nós comuns cidadãos, a clínica psiquiátrica do estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo. Onde esteve cerca de um mês para fazer esta reportagem. Ali estão indivíduos inimputáveis considerados perigosos.

Vamos lá ser sinceros, normalmente olhamos para estes casos e não conseguimos ver a doença para além do crime. Lê-se muito por aí "dá-se como tolinho e depois não tem pena" (mas se calhar não é bem assim). Sim numa primeiro impressão, muitos são os que pensam assim. A sociedade ainda é muito fechada quanto a doenças do foro mental e psicológico e como que de um assunto tabu, não se fala muito. É quase preferível não querer perceber estas pessoas que tentar entender o que está por detrás daquela atitude que tinha tudo para ser um crime praticado por um criminoso, mas no final foi praticado por um doente. Doente, isso mesmo, um individuo que praticou realmente um crime, mas que foi fruto da doença que padece, numa fase de descompensação da doença.

Na verdade, são pessoas com histórias de vida peculiares que no entanto são apenas e só julgadas por nós comuns cidadãos, ditos "normais" que não sabemos lidar com estas situações, não estamos preparados para os receber, para olhar para eles acima de os referenciar como "perigosos", as pessoas não os querem de volta à sociedade, as famílias esqueceram-nos. Ninguém faz questão de os ter na vida. As pessoas têm medo.

Infelizmente com esta reportagem podemos ter a consciência que, para dificultar todo este processo de reintegrar, reabilitar um doente inimputável, está não só uma sociedade que não os aceita, como uma falta de meios para os "proteger" cá fora no depois. E há depois? Se calhar, se houvesse mais ajudas, mais acompanhamento no após sair, mais ligação entre o tribunal - porque nestes casos, são inimputáveis a padecer de uma medida de segurança* em regime de internamento prisional - a saúde e em muitos casos a segurança social. Talvez pela falha destes três organismos não se interligarem para soluções, os casos de sucesso sejam menos que os que possivelmente poderiam ser.

Ouvir coisas como "tenho medo de mim mesmo" é aquele murro no estômago de alguém ter a consciência dentro da sua própria insanidade do que padecem. Sabem que medicados estão bem, mas é apenas e só a medicação que controla o individuo porque continuam a ser pessoas que, caso não tomem a medicação podem reincidir e voltarem a cometer os erros que cometeram antes, matar, violar...

Alguns estão lá há mais de vinte anos e têm a consciência que podem não voltar a sair de lá, mas têm também a consciência que cá fora não têm nada à espera. Outros continuam a viver na esperança de não serem esquecidos por aqueles que na verdade já nem se interessam se existem.

Há uma quinta-feira por mês que uma voluntária, vai buscar aqueles que principalmente não têm visitas, não têm ninguém cá fora e vai dar uma volta com eles, têm dez horas "livres". É completamente frustrante ver o brilho no olho de quem vê e sente o ar cá fora. E falam sobre isso, ainda que retraídos, com muitos "ses" por detrás das suas conversas e com muitas emoções lá dentro.

"As lágrimas que não se choram enferrujam o coração" - disse a voluntária a um dos que levou. Fazendo deles pessoas de sentimentos e emoções retraídas em corpos presos a doenças mentais, atrasos mentais, bipolares, esquizofrenias...

Não deixem de ver a reportagem que está dividida em duas partes. A primeira parte deu no domingo à noite, a segunda na segunda-feira à noite e seguiu-se ontem na Tvi24 uma análise a toda esta reportagem, entre a jornalista Ana Leal, a psiquiatra forense Sofia Brissos a qual não deixa de fazer denotar a sua esperança sempre em que estas pessoas sejam aceites na sociedade e possam voltar a ela, que não tenham a ideia pré-concebida de que ao irem ali parar não saiam mais dali. E a Directora Adjunta da prisão, Dra Otília Barbosa, a qual adorei ouvir, que cuidadosamente explicou dúvidas e que com certeza teria muito a contar desta tão extensa experiência com casos tão delicados, tão tabus da sociedade e tão "inaceitáveis" da mesma.

Tirem as vossas próprias conclusões. O que me surpreende é a capacidade que têm de dentro da sua própria loucura reconhecerem-na.

para quem não viu, obrigatório ver:

1ª parte aqui

2ª parte aqui

Quem viu, qual a ideia com que ficaram? olham para estas pessoas cm um olhar diferente do que olhavam antes da entrevista, ou apenas querem olhar mas na prática continuam a achar que estas pessoas devem mesmo é manterem-se afastadas da sociedade (porque acho que esta é a ideia comum dos casos) para não serem um perigo para os outros e para elas próprias?

A meu ver, o olhar sobre estes casos, depois de ver a entrevista é diferente.

Vejam a história do Vicente (o "homem invisível"), há mais de trinta anos internado e quando saiu quis voltar para a clínica porque ele próprio teve a noção que não sobrevivia cá fora e nem tinha lugar na sociedade...

Outra observação importante: nós não temos nenhum criminoso a cumprir sequer 25 anos de prisão que é a pena máxima em Portugal, mas temos ali pessoas que já ultrapassaram esse tempo cumprindo medida de segurança que são prorrogadas a cada avaliação do doente.

 

* "é a medida que o tribunal aplica, a estas pessoas que absolveu porque considerou inimputáveis e portanto sujeitou a uma medida de segurança e tratamento por considerar que existia o perigo de voltarem a praticar factos identicos aos que estiveram em causa naquele julgamento" - Dra Otília Barbosa

 

One Love Manchester - Ariana Grande

Ontem Ariana Grande voltou a Manchester para um concerto solidário em memória das vítimas do atentado de Manchester no fim do seu concerto no passado 22 de Maio. As receitas reverteram para a família das vítimas do ataque. Os bilhetes esgotaram em seis minutos após terem sido postos à venda (incrível).

Ontem assisti a algumas partes do concerto, em que Ariana Grande teve imensos convidados especiais, com quem partilhou o palco, na música, na solidariedade e nas mensagens de apoio.

Coldplay, Katy Perry, Miley Cyrus, Justin Bieber, Robbie Williams, Black Eyed Peas entre tantos outros grandes da música que aceitaram o convite de Ariana.

Durante o que vi, Ariana mostrou-se sempre bastante emocionada principalmente no final do concerto.

Fechou-o com a maravilhosa música "Somewhere Over the Rainbow".

 

Fica também outro "dueto" que adorei com a Miley Cyrus de outra música bem conhecida - "Don't dream it´s over".

 

Há quanto tempo não brinca?

Se há coisa que eu gosto é de publicidades com lições dentro. Esta é mais uma. Simples. Directa. E verdadeira.

 

Há quanto tempo não brinco?

Sei lá, desde hoje de manhã, quando o meu chefe deixou cair uma parte da maquina de café, sujou tudo e eu não resisti a "já fez o seu contributo para o dia da criança"!

Sim, eu por norma sou uma pessoa que brinca sempre. Nunca me esqueci disso. Mas acho que é uma das essências da minha vida. Do meu sorriso. Da minha genuinidade.

Quem me conhece sabe isso.

Estamos perdidos num mundo que cada vez mais se fecha no mundo de cada um, no mundo da internet e dos smartphones (essencialmente). E a cada dia que passa matamos mais um pouco a criança que há dentro de nós e alimentamos mais um pouco as crianças que hoje crescem nas tecnologias.

 

Eu continuo a querer brincar todos os dias.

Se há coisa que agradeço é puder sair do escritório, e puder brincar com as "minhas" crianças. Sou a palhaça de serviço dos meus sobrinhos/as. Faço caretas piores que a deles e deito a língua de fora. Sento-me no chão para brincar na casa das bonecas. E continuo a fazer de conta que como o bolo de plástico que me preparam nas cozinhas de meio metro. Sou a primeira a calçar as sapatilhas para ir jogar à bola. E já joguei à macaca num bar para manter o sobrinho acordado! Dou a cara para fazerem maquilhagens maravilhosamente estranhas. Ajudo sempre a fazerem bolas de sabão. A mudar as roupas das bonecas. Ou a desenhar mesmo que seja péssima em fazer uma única linha. Nunca digo que não às escondidas, continuo a fingir não as ver e escondo-me sempre com o "rabo de fora" só para ouvir aquelas gargalhadas maravilhosas.

Mesmo em casa, continuo a entrar em bicos de pés e a "assustar" com um "buuu" os meus pais quando me lembro só para rirmos juntos da parva que continuo a ser.

Acreditam que há coisa melhor que isso?

Eu não.

 

Permitam-se a isso. Brinquem. Não deixam de ser quem são. Continuo a querer fazer todos os dias o meu trabalho melhor. Continuo a ter uma empresa em que todos os dias tenho que me empenhar. Continuo a ter que lidar com fornecedores, clientes e a ter reuniões chatas. Continuo a ter que fazer contas. Gerir contas. Saber o que é o Iva, pagar à segurança Social e lidar com prazos da AT. Continuo a ter que "ler" medidas de projectos. Mas não abdico de trabalhar para que a criança que existe dentro de mim não me morra.

(Sabem aquele momento em casa que as crianças dizem "anda brincar comigo" e vocês respondem que estão cansados porque se querem sentar no sofá pegar no telemóvel e ir para as redes sociais? Esqueçam isso)

Fica a dica :)

Crianças. Panda. Caricas. = Rádio Comercial

 

Quem nunca dançou a música do Panda e dos Caricas "Sou uma Taça"?

Eu pelo menos já tentei imensas vezes com as "minhas" crianças. E juntar a Rádio Comercial, o Panda e os Caricas?

Espreitem lá, vale a pena e partilhem com as crianças lá em casa!

(estão todos já a experimentar se conseguem seguir a coreografia certo? Confessem lá)

Salvador em Português!

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Sem grandes efeitos. Sem decotes. Pernas à mostra. Sem meninos bonitos ou meninas exuberantes. Sem grandes coreografias. Sem cantar em inglês e a marcar pela diferença a cantar na NOSSA língua em Português - orgulho.

Parabéns Salvador Sobral.

Gostei muito do tão simples que foi.

 

To listening... ♥

 

Eu quero estar
Mais próximo do teu olhar
E viajar nesse mundo que só nos teus olhos eu posso ver
Eu quero gritar
Ainda que me falte a voz
Ou te dizer bem baixinho no ouvido agora é a nossa vez
Vou Marcar no meu corpo a frase mais bela que existe de amor
E prometer nos meus beijos
Que só nos teus beijos
Eu quero viver
E quando acordares
eu quero lá estar
E vais perceber que o céu que tu procuras sempre foi teu


Eu quero estar ao teu lado pra sempre
Relaxa e deixa-me fazer-te sorrir
É ao teu lado que eu me sinto diferente
É ao teu só ao teu

Quero te levar
A onde mais ninguém levou
Onde o ar cheira flores
E as flores são o espelho de quem eu sou
Eu quero gritar
Ainda que me falte a voz
Aceita agora é a nossa vez
E quando acordares
Eu quero lá estar
E vais perceber que o céu que tu procuras sempre foi teu
Eu quero estar ao teu lado pra sempre
Relaxa e deixa-me fazer-te sorrir
É ao teu lado que eu me sinto diferente
É ao teu só teu
E quando eu te tocar
Vais ver
Que este sonho é real
Podes crer
E quando luz se apagar
Vais ver
Que o nosso Amor vai brilhar
E quando acordares eu quero lá estar
E vais perceber que o céu que tu procuras sempre foi teu

"Amar pelos dois"

 

Foi esta a música que ganhou este ano o Festival da Canção.

Deu pano para mangas, aliás como tem dado nos últimos anos, as críticas ao mesmo. Eu também sou da opinião que em Portugal há tantas boas músicas e boas vozes, mesmo amadores que se encontra por aí que... depois uma pessoa fica decepcionada.

Adiante, por acaso não me apetece falar mais do festival porque já tenho falado em anos anteriores e é um bocadinho mais do mesmo.

Pois que, ganhou a música "Amar pelos dois" interpretada por Salvador Sobral e da autoria da irmã, Luísa Sobral (que gosto de ouvir cantar).

Gosto da música (não é uma música espectacular, mas no rol...), gosto, fica no ouvido, gosto de o ouvir cantar, no entanto não consigo perceber a interpretação física da mesma. Há ali todo um conjunto exterior, incluindo o aspecto visual dele que não me inspira de todo admiração, mas ver aquela actuação com a minha mãe por perto já deu para tirar algo positivo "oh mãe já viste aquele cabelo? Benze-te duas vezes antes de falar da minha juba quando saio de casa às vezes pela manhã"!!! E o casaco vejo-o como a personificação do pensamento "por cá, há sempre espaço para mais um", somos um país acolhedor certo?

Só mais uma coisa, não dá para irem os dois irmãos cantar?

É que (só) por acaso gostei bem mais de os ouvir aos dois no final a interpreta-la.

Sobre o dia de hoje nos EUA

Eu não sou de falar de política e sinceramente é um assunto que pouco me dá prazer abordar. No entanto, fui uma "apaixonada" pelo "Yes We Can". Pelo presidente Barack Obama que como já aqui disse marcou um acontecimento histórico ao ser o primeiro presidente negro afro-americano da história dos EUA. E estariam longe de imaginar que seria ele, talvez o único, a sair dali com mais gente a dizer "vamos sentir a sua falta" sendo o presidente sem escândalos, sem escândalos pessoais. Com discursos muito humanos. Com diversas partilhas mais pessoais do seu dia a dia e da sua família, mostrando que não passavam de uma família normal a viver na Casa Branca. Vamos sentir falta dos videos engraçados das suas peripécias. Michelle foi uma primeira Dama que conquistou também ela um lugar na história. Por bem.

 

Continuo a ver este vídeo e a ficar com ciscos nos olhos. É o que ele sempre demonstrou ser. É o que deixa saudades.

Hoje, no dia em que Donald Trump toma posse como presidente dos EUA há muita ironia no ar. Há muita rezinha em querer acreditar que ele possa ser um presidente como todos os outros e depois de ganhar não fazer nada do prometido. Há medo, medo por tudo aquilo que ele demonstrou ser, ser apenas uma amostra daquilo que ele realmente é.

Good luck America, Good luck World!

"As melhores coisas da vida não são coisas..."

Ser turista na "minha" cidade.

Marcar aqueles dias para sair da rotina, para passear, para respirar outros ares.

Foi assim que começou a minha aventura e da melhor amiga. Depois de vezes sem conta querermos marcar um fim de semana e ter passado ao lado. Desta vez foi mesmo. A primeira pergunta de todas, vamos onde? E porque não, Porto? O nosso Porto é lindo, mas umas vezes não há tempo, outras vezes há desculpas esfarrapadas. O Porto vale a pena. Muito aliás. E eu amo o Porto.

Ribeira do Porto Hotel foi o local escolhido para nos acolher. E não poderia ter sido melhor. Tudo correu às mil maravilhas. O hotel está muito bem localizado, tem umas vistas soberbas bem no coração da nossa ribeira e o pessoal é super simpático, atencioso e educado. Muito limpo. Bom pequeno almoço. Estamos ali perto de tudo. Foi uma óptima opção.

frases vida

[ Frases que se encontram nas paredes do hotel ]

ribeira do porto hotel

ribeira do Porto hotel

[ Vista do quarto ]

ribeira do Porto hotel

Andei de comboio e de metro. Andei de Tuk Tuk, de barco fiz o cruzeiro das pontes e fiz duas provas de vinho nas caves do vinho do Porto (Quevedo e Cruz). Comprei um pack por 22€ e acreditem vale a pena.

Tuk tuk Porto

Porto

caves vinho do porto

O modo #MariaTexuga não podia ser esquecido. Houve francesinha numa daquelas esplanadas ali na Ribeira. Jantei na "Filha da Mãe Preta" também ali na Ribeira e sinceramente o que tem de melhor é realmente a vista que é brutal. Descobrimos o "Bar o Cais" onde terminamos a noite a beber e em boas gargalhadas como sempre. Também houve tempo para ir às galerias noutra noite.

night.jpg

Não podia deixar de falar do restaurante onde se comeu melhor, "Rabelos Restaurante Bar" no Cais de Gaia, com boa relação qualidade/preço. Ambiente agradável, pessoal simpático, boas vistas, várias salas e todas muito bem decoradas. O prato escolhido foi o Terra e Mar e estava divinal.

restaurante rabelos

Andei bastante a pé e descemos e subimos várias vezes desde a ribeira até aos Aliados, por ruas diferentes. E não esquecemos a [nossa] Rua Santa Catarina. O espírito de Natal está em todo o lado assim como os turistas que são mais que muitos. Pensava que no verão fosse muitos mais turistas, mas mesmo nesta altura o turismo está em alta. O Porto também está cada vez mais na mira deles.

E ainda assisti à inauguração das luzes de Natal e ao concerto dos "Vozes da Rádio" que se seguiu nos Aliados.

SorrisoIncógnito

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