Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Futebol é (também) isto.

Ontem começou a Liga dos Campeões para o [meu] Porto.

O jogo foi em casa com o Besiktas e não nos correu da melhor maneira. Entramos a perder na Liga por 1-3.

Falhamos na concretização, até porque oportunidades não faltaram. 

Do jogo valeu a saída de campo do meu ciganito do coração com todo o dragão a levantar-se e a aplaudi-lo 💙💙
Ele com a mão ao peito. 

 

Quaresma, ainda com declarações como: "desde que sou profissional, acho que foram os piores 90 minutos que tive, porque por muito que tente, não consigo deixar as emoções de lado e serei portista até morrer"; "tentei ser o mais profissional possível mas não é fácil".

Foi uma imagem muito bonita, eu sei que sou suspeita de o fazer, sou portista de coração e o Quaresma ficou-me no coração há muitos anos. Tem raça de Porto. Tem Porta na alma. Sou suspeita mas... é sempre bonito um estádio aplaudir um ex-jogador. Um adversário. Mas ele não é um adversário qualquer. Continua a falar do seu clube do coração imensas vezes. E continua a saber senti-lo. De mão ao peito e de olhos emocionados, foi assim que respondeu aos aplausos.

Futebol é (também) isto.

F.C. Porto 1 x 3 Besiktas (1º Jogo  fase de grupos da Liga dos Campeões)

Música para o verão!

A propósito do quarto dia do desafio #quenuncanosfaltemsorrisos. A última música que entrou para a playlist. Dá vontade de dançar e de dizer muitas coisas. E roubar beijos. (vejam o videoclipe e percebam a mensagem!)

 

"Son muchos años que pasaron sin decir te quiero
Y en verdad te quiero
Pero encuentro formas de engañar mi corazón
Son muchos años que pasaron sin robarte un beso
Solo quiero un beso
Y por esa boca no me importa ser ladrón

No puede ser que no he encontrado todavía las palabras
Y en esa noche no dije nada
No puede ser que en un segundo me perdí en tu mirada
Cuando por dentro yo te gritaba

Déjame robarte un beso que me llegue hasta el alma
Como un vallenato de esos viejos que nos gustaban
Sé que sientes mariposas, yo también sentí sus alas
Déjame robarte un beso que te enamore y tú no te vayas

Déjame robarte el corazón
Déjame escribirte una canción
Déjame que con un beso nos perdamos los dos
Déjame robarte el corazón
Déjame subirle a esta canción
Para que bailemos juntos como nadie bailó"

 

Qual a vossa música deste verão?

"As cinquenta sombras de Grey"

 

 

Ora, nada melhor do que, estar em casa doente, de repouso, com uma "proibição" de sair de 48 horas no mínimo e arranjar o que fazer. Pois eu cá gosto de ver filmes.

Nunca consegui perceber muito bem o alarido em volta do filme. Nunca tinha visto sequer o trailer. Aliás, na maior parte das vezes gosto de ir às escuras. Os trailers tiram-nos a surpresa. Agora que vi o primeiro filme "As cinquenta sombras de Grey" também não consigo perceber, no entanto consigo perceber o porquê de quererem tanto ver o segundo. É que por exemplo a mim, seja qual for o género do filme, comédia, drama, suspense, romântico... ficar aquela ponta do véu levantada é cuticar-me e aí sou uma cusca do pior. Assim até eu, quero saber o que o Mrs Grey vai fazer com a pressa toda a sair daquela reunião com a Anastásia na cabeça.

Falta só dizer uma coisa, sim o Mrs. Grey consegue dar a volta a muita gente. E não estou a falar do sexo. Só. Estou mesmo a falar de todo aquele ar misterioso. Seguro. Confiante. Elevadores. De como as pessoas nem sempre se conhecem verdadeiramente até alguém as fazer conhecer a elas próprias. E de como muitas vezes quando entras de cabeça, sais de coração. Sexo incluído.

Por isso retiro esta da rubrica "eu nunca..." mas podem vir de lá, na mesma as chibatadas :p

_____________________________________________________________________________________________

 

 

ADENDA:

Já vi o segundo e a conclusão que tiro é que, acontece muitas vezes, aquela pessoa que controla, reformulo, que acha que controla - o que quer que seja - acaba por ser controlada.

No fundo, um Mrs Grey está realmente nos sonhos de muitas de nós... porque acha que controla a situação, domina vá, mas no fundo, acba por ser dominado... em tudo, no sexo também é claro, mas não só...

Um lugar que sempre me faz feliz e por isso eu volto! Madeira

 

Dos sítios que mais gosto de ir quando vou à Madeira.

Sentar ali e ficar a olhar. Sentir. Só isso.

As minhas piscinas naturais de verão há muitos anos. Doca do Cavacas. A praia formosa e o Cabo Girão ao fundo.

Madeira

 

Madeira

 Vejam aqui ou aqui uma fotografia minha lá em Agosto com o pessoal a desfrutar das piscinas.

"Inimputáveis", outro murro no estômago...

Interesso-me por tudo o que seja do foro psicológico. Gosto de ver reportagens, entrevistas, ouvir psicólogos, psiquiatras. É um tema tão abstracto, tão meticulosamente complicado que me cutica a curiosidade de tentar perceber o que à primeira não dá para perceber.

"Inimputáveis", uma reportagem da Ana Leal da Tvi, num dos lugares mais inacessíveis a nós comuns cidadãos, a clínica psiquiátrica do estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo. Onde esteve cerca de um mês para fazer esta reportagem. Ali estão indivíduos inimputáveis considerados perigosos.

Vamos lá ser sinceros, normalmente olhamos para estes casos e não conseguimos ver a doença para além do crime. Lê-se muito por aí "dá-se como tolinho e depois não tem pena" (mas se calhar não é bem assim). Sim numa primeiro impressão, muitos são os que pensam assim. A sociedade ainda é muito fechada quanto a doenças do foro mental e psicológico e como que de um assunto tabu, não se fala muito. É quase preferível não querer perceber estas pessoas que tentar entender o que está por detrás daquela atitude que tinha tudo para ser um crime praticado por um criminoso, mas no final foi praticado por um doente. Doente, isso mesmo, um individuo que praticou realmente um crime, mas que foi fruto da doença que padece, numa fase de descompensação da doença.

Na verdade, são pessoas com histórias de vida peculiares que no entanto são apenas e só julgadas por nós comuns cidadãos, ditos "normais" que não sabemos lidar com estas situações, não estamos preparados para os receber, para olhar para eles acima de os referenciar como "perigosos", as pessoas não os querem de volta à sociedade, as famílias esqueceram-nos. Ninguém faz questão de os ter na vida. As pessoas têm medo.

Infelizmente com esta reportagem podemos ter a consciência que, para dificultar todo este processo de reintegrar, reabilitar um doente inimputável, está não só uma sociedade que não os aceita, como uma falta de meios para os "proteger" cá fora no depois. E há depois? Se calhar, se houvesse mais ajudas, mais acompanhamento no após sair, mais ligação entre o tribunal - porque nestes casos, são inimputáveis a padecer de uma medida de segurança* em regime de internamento prisional - a saúde e em muitos casos a segurança social. Talvez pela falha destes três organismos não se interligarem para soluções, os casos de sucesso sejam menos que os que possivelmente poderiam ser.

Ouvir coisas como "tenho medo de mim mesmo" é aquele murro no estômago de alguém ter a consciência dentro da sua própria insanidade do que padecem. Sabem que medicados estão bem, mas é apenas e só a medicação que controla o individuo porque continuam a ser pessoas que, caso não tomem a medicação podem reincidir e voltarem a cometer os erros que cometeram antes, matar, violar...

Alguns estão lá há mais de vinte anos e têm a consciência que podem não voltar a sair de lá, mas têm também a consciência que cá fora não têm nada à espera. Outros continuam a viver na esperança de não serem esquecidos por aqueles que na verdade já nem se interessam se existem.

Há uma quinta-feira por mês que uma voluntária, vai buscar aqueles que principalmente não têm visitas, não têm ninguém cá fora e vai dar uma volta com eles, têm dez horas "livres". É completamente frustrante ver o brilho no olho de quem vê e sente o ar cá fora. E falam sobre isso, ainda que retraídos, com muitos "ses" por detrás das suas conversas e com muitas emoções lá dentro.

"As lágrimas que não se choram enferrujam o coração" - disse a voluntária a um dos que levou. Fazendo deles pessoas de sentimentos e emoções retraídas em corpos presos a doenças mentais, atrasos mentais, bipolares, esquizofrenias...

Não deixem de ver a reportagem que está dividida em duas partes. A primeira parte deu no domingo à noite, a segunda na segunda-feira à noite e seguiu-se ontem na Tvi24 uma análise a toda esta reportagem, entre a jornalista Ana Leal, a psiquiatra forense Sofia Brissos a qual não deixa de fazer denotar a sua esperança sempre em que estas pessoas sejam aceites na sociedade e possam voltar a ela, que não tenham a ideia pré-concebida de que ao irem ali parar não saiam mais dali. E a Directora Adjunta da prisão, Dra Otília Barbosa, a qual adorei ouvir, que cuidadosamente explicou dúvidas e que com certeza teria muito a contar desta tão extensa experiência com casos tão delicados, tão tabus da sociedade e tão "inaceitáveis" da mesma.

Tirem as vossas próprias conclusões. O que me surpreende é a capacidade que têm de dentro da sua própria loucura reconhecerem-na.

para quem não viu, obrigatório ver:

1ª parte aqui

2ª parte aqui

Quem viu, qual a ideia com que ficaram? olham para estas pessoas cm um olhar diferente do que olhavam antes da entrevista, ou apenas querem olhar mas na prática continuam a achar que estas pessoas devem mesmo é manterem-se afastadas da sociedade (porque acho que esta é a ideia comum dos casos) para não serem um perigo para os outros e para elas próprias?

A meu ver, o olhar sobre estes casos, depois de ver a entrevista é diferente.

Vejam a história do Vicente (o "homem invisível"), há mais de trinta anos internado e quando saiu quis voltar para a clínica porque ele próprio teve a noção que não sobrevivia cá fora e nem tinha lugar na sociedade...

Outra observação importante: nós não temos nenhum criminoso a cumprir sequer 25 anos de prisão que é a pena máxima em Portugal, mas temos ali pessoas que já ultrapassaram esse tempo cumprindo medida de segurança que são prorrogadas a cada avaliação do doente.

 

* "é a medida que o tribunal aplica, a estas pessoas que absolveu porque considerou inimputáveis e portanto sujeitou a uma medida de segurança e tratamento por considerar que existia o perigo de voltarem a praticar factos identicos aos que estiveram em causa naquele julgamento" - Dra Otília Barbosa

 

One Love Manchester - Ariana Grande

Ontem Ariana Grande voltou a Manchester para um concerto solidário em memória das vítimas do atentado de Manchester no fim do seu concerto no passado 22 de Maio. As receitas reverteram para a família das vítimas do ataque. Os bilhetes esgotaram em seis minutos após terem sido postos à venda (incrível).

Ontem assisti a algumas partes do concerto, em que Ariana Grande teve imensos convidados especiais, com quem partilhou o palco, na música, na solidariedade e nas mensagens de apoio.

Coldplay, Katy Perry, Miley Cyrus, Justin Bieber, Robbie Williams, Black Eyed Peas entre tantos outros grandes da música que aceitaram o convite de Ariana.

Durante o que vi, Ariana mostrou-se sempre bastante emocionada principalmente no final do concerto.

Fechou-o com a maravilhosa música "Somewhere Over the Rainbow".

 

Fica também outro "dueto" que adorei com a Miley Cyrus de outra música bem conhecida - "Don't dream it´s over".

 

Há quanto tempo não brinca?

Se há coisa que eu gosto é de publicidades com lições dentro. Esta é mais uma. Simples. Directa. E verdadeira.

 

Há quanto tempo não brinco?

Sei lá, desde hoje de manhã, quando o meu chefe deixou cair uma parte da maquina de café, sujou tudo e eu não resisti a "já fez o seu contributo para o dia da criança"!

Sim, eu por norma sou uma pessoa que brinca sempre. Nunca me esqueci disso. Mas acho que é uma das essências da minha vida. Do meu sorriso. Da minha genuinidade.

Quem me conhece sabe isso.

Estamos perdidos num mundo que cada vez mais se fecha no mundo de cada um, no mundo da internet e dos smartphones (essencialmente). E a cada dia que passa matamos mais um pouco a criança que há dentro de nós e alimentamos mais um pouco as crianças que hoje crescem nas tecnologias.

 

Eu continuo a querer brincar todos os dias.

Se há coisa que agradeço é puder sair do escritório, e puder brincar com as "minhas" crianças. Sou a palhaça de serviço dos meus sobrinhos/as. Faço caretas piores que a deles e deito a língua de fora. Sento-me no chão para brincar na casa das bonecas. E continuo a fazer de conta que como o bolo de plástico que me preparam nas cozinhas de meio metro. Sou a primeira a calçar as sapatilhas para ir jogar à bola. E já joguei à macaca num bar para manter o sobrinho acordado! Dou a cara para fazerem maquilhagens maravilhosamente estranhas. Ajudo sempre a fazerem bolas de sabão. A mudar as roupas das bonecas. Ou a desenhar mesmo que seja péssima em fazer uma única linha. Nunca digo que não às escondidas, continuo a fingir não as ver e escondo-me sempre com o "rabo de fora" só para ouvir aquelas gargalhadas maravilhosas.

Mesmo em casa, continuo a entrar em bicos de pés e a "assustar" com um "buuu" os meus pais quando me lembro só para rirmos juntos da parva que continuo a ser.

Acreditam que há coisa melhor que isso?

Eu não.

 

Permitam-se a isso. Brinquem. Não deixam de ser quem são. Continuo a querer fazer todos os dias o meu trabalho melhor. Continuo a ter uma empresa em que todos os dias tenho que me empenhar. Continuo a ter que lidar com fornecedores, clientes e a ter reuniões chatas. Continuo a ter que fazer contas. Gerir contas. Saber o que é o Iva, pagar à segurança Social e lidar com prazos da AT. Continuo a ter que "ler" medidas de projectos. Mas não abdico de trabalhar para que a criança que existe dentro de mim não me morra.

(Sabem aquele momento em casa que as crianças dizem "anda brincar comigo" e vocês respondem que estão cansados porque se querem sentar no sofá pegar no telemóvel e ir para as redes sociais? Esqueçam isso)

Fica a dica :)

Crianças. Panda. Caricas. = Rádio Comercial

 

Quem nunca dançou a música do Panda e dos Caricas "Sou uma Taça"?

Eu pelo menos já tentei imensas vezes com as "minhas" crianças. E juntar a Rádio Comercial, o Panda e os Caricas?

Espreitem lá, vale a pena e partilhem com as crianças lá em casa!

(estão todos já a experimentar se conseguem seguir a coreografia certo? Confessem lá)

SorrisoIncógnito

É proibida a reprodução parcial/total de textos deste blog, sem a indicação expressa da autoria e proveniência! Todas as imagens aqui visualizadas são retiradas da internet, com a excepção das minhas as quais identifico. Do mesmo modo, este blog respeita os direitos de autor,mas em caso de violação dos mesmos, agradeço ser notificada.