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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

O amor é um lugar incrivelmente estranho. E bom. E fodido!

 Voar alto amor

 

Deixa-te estar no teu canto se não for para me fazer sorrir. Mais. Se não for para me fazer sonhar. Mais. Se não for para me fazer querer ser mais. Não deixando de ser eu. Se for para me tirar da minha zona de conforto que seja com vontade. Sem medos. Com confiança. Deixa-te estar no teu canto e eu no meu, se não for para partilhar gargalhadas até a barriga doer. Se não for para caminhar lado a lado. Se não for para ter vontade de correr riscos. De ir. De querer ir, muito.

Não dês um passo em frente se não for para ser firme. Não fiques se não for para sentir. Não tentes sequer se o mínimo não for querer muito. Deixa-te estar no teu canto se não for para dar vida aos dias e fazer valer o tempo. Que seja intenso.

Eu não acordo sempre com este sorriso. Tem dias que bato o pé. Que tenho mau feitio. Que não me apetece. Deixa-te estar no teu canto se não te dispões a isto.

Não venhas cuticar as minhas emoções, os meus sentimentos. Não me habitues a sentir-te a falta. Para isso, deixa-te estar na tua zona de conforto. E eu na minha. Sem apego. As coisas são fáceis e simples. Para quê complicar?

Pensa bem e não me faças nem sequer tirar os pés do chão se não for para me fazer voar alto. Bem alto.

[ ♥ ]

Do deitar a toalha ao chão.

 

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Um dia destes, enquanto via uma reportagem na televisão, alguém disse algo do género "qualquer pessoa que esteja mais ou menos de bem com a vida tem o seu momento de querer deitar a toalha ao chão, nem que seja um só". Aquilo bateu cá dentro e quando digo isto, digo que senti aquelas palavras. Concordo em absoluto e acho que esses momentos não são totalmente negativos. Têm que ser encarados como pontos essenciais para se perceber o que está bem ou não. Eu, sendo uma pessoa super positiva, que me acho, vem um dia em que apetece deitar a toalha ao chão e deito... choro tudo o que tenho a chorar, penso no que não dá, não vale a pena, no que poderá acontecer de mau, ou de bom. Bato o pé, rodo a baiana, resmungo comigo mesma. No que posso falhar, no erro que cometi ou que posso estar prestes a cometer. Choro tudo, desabafo tudo, deito tudo o que há a deitar para fora. No fim, o importante é apanhar a toalha, enxaguar as lágrimas, respirar fundo e por a toalha para lavar. Não é fazer de nós pessoas de menos, sensíveis, desprotegidas, falhadas. É fazer de nós seres humanos. Pessoas que querem mais, que acreditam, que tentam, que vivem, sobrevivem e aguentam. Pessoas que vão na fé. Pessoas que chegam com a mão ao chão com o intuito de a impulsionar para se levantar o mais rápido quanto possível.

O amor é um lugar incrivelmente estranho. E bom. E fodido!

Amo-te

 

Quando se está deve ser porque se quer estar. Mesmo. Sentido. Do querer muito. E não porque faz parte, porque querem, porque não se tem mais que fazer. Não percas tempo com quem não queres, interessa-te só por fazer valer a pena o tempo que gastas com alguém. E quando estás, está a 101%. Faz com que o sintam. Não beijes por beijar, não abraces se não o queres, não fiques se não é para sentir. Não digas amo-te se nem sabes o que isso significa. Não mostres de ti, aquilo que te trará marcas. Não comeces a dar aquilo que sabes que não vais terminar. Não tentes aquilo que não és capaz. Não faças de ninguém um brinquedo se não gostas de ser o brinquedo de ninguém. Não faças nada para os olhos de outros que apenas te magoará o coração. Não gostes mais de ninguém que o que gostas de ti mesmo.

E no dia em que eu disser que quero ficar é porque quero mesmo. No dia em que eu digo que és o que quero é porque és. Acredita. No dia em que concordar em idealizar o amanhã contigo, tens-me. No dia em que conseguir dizer AMO-TE, é porque as minhas certezas chegaram, é porque acabaram-se os medos, é porque o gosto de ti e o adoro-te já não chegam, é porque sinto que independentemente do que quer que aconteça eu não me arrependerei de o ter dito, é porque é amor o que sinto por ti, é porque o meu coração é teu, é porque sempre me sinto apaixonada quando dizes que vens, é porque fico com aquele sorriso parvo, é porque sempre que estamos o desejo é mais forte, é porque o dia de amanhã também conta.

No dia em que conseguir dizer AMO-TE, acredita, eu nunca o faria só porque sim.

8 anos!

Esperem lá... inspira/expira... 8 anos! Como assim 8. 8? Já? Sim, 8 anos de Blog!

(toda eu ciscos nos olhos)

 

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8 anos de existência 

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De mim, de vocês, de muitas partilhas, de muitos sorrisos incógnitos, de NÓS!

 

A sério 8? É o que mais me tem ocorrido nestes últimos dias. Continuo a sentir-me surpreendida pelo blog continuar a fazer parte da minha vida a cada ano que passa. E sempre muito presente. Há oito anos atrás não imaginei isso nem que lhe sentisse a falta. Deste constante desafio. Deste apego. Desta partilha. De tantos que vieram, dos que ficam. Dos que passam. Lembro-me dos que me fizeram criar este espaço, que muitos já não existem mas que me deixaram uma marca. E saudades. De uma altura em que os blogs eram muito mais "nós". Mais genuínos. Mais verdadeiros. Menos interesseiros. Menos marcas. Mais sem filtros. Menos "fama".

oito anos atrás criei o blog para partilhar sorrisos de tudo e de nada, para falar do que me apetece, quando me apetece. O propósito continua o mesmo. Deixa-me partilhar a minha inspiração na escrita. E como eu gosto disso. E continuo a ter partilhas boas disto. Continuo a conhecer outras tantas partilhas que gosto. Continua a trazer-me gente de sorrisos que me ajuda. Energia positiva. Sempre. Já espalhei muitos sorrisos, já recebi muitos sorrisos. Já partilhei lágrimas, e recebi ainda mais sorrisos. Já escrevi coisas tão minhas que me vão na alma. Já foi completamente anónimo. Já serviu tanta vez de diário, de um ombro para desabafar. Trouxe-me pessoas novas. Trouxe-me histórias partilhadas. Trouxe-me Pais Natal secretos e PPC’s. Trouxe-me miminhos de blogs com gente dentro. Trouxe-me partilhas que não mais vou esquecer... Continua a ser uma aventura. Todos os dias.

Enquanto continuar a fazer sentido, cá estamos. E eu gosto de cá estar. Acreditem. E agradeço a quem está também. Muito!

(8 anos carago!)

E ao pessoal do Facebook!

Obrigada! 

Cá beijinho  e sorrisos mil!

Se Janeiro é o [meu] mês, Fevereiro é o mês do blog.

 

Este blog já me trouxe muita coisa. Muita coisa do propósito pelo que o criei. Energia positiva. Sempre. Já espalhei muitos sorrisos, já colhi muitos sorrisos. Já partilhei lágrimas, e colhi ainda mais sorrisos. 

Já há muito que faz parte de mim e ter-vos desse lado foi um acréscimo que trouxe de bom. Quem desse lado anda por aí desde os inícios? Lembram-se como chegaram até aqui? Está quase a fazer anos. O champanhe já está a refrescar (amanhã passem por cá ;) ).

Isto de ter um blog, só quem tem sabe o que é, certo?

Sê feliz. Permite-te.

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O passado não tem que ser o monstro das bolachas. Tem apenas que ser mais um parágrafo na história da nossa vida.

Não tem que ter dado sempre tudo certo. Não tem que ter sido sempre tudo um mar de rosas, sabemos, não o é. Não tem que ter sido perfeito. Tem que conter erros, falhas. Foi porque se viveu. Temos que olhar para o passado como algo que nos ensina. Que aprendamos daí alguma coisa. Não tem que ser proibido. O passado independentemente do que foi, já foi.

Pode nunca ter dado certo. Mas há-de dar.

Sê feliz. Permite-te.

Da vida...

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Não há agasalho que nos possa proteger de pessoas frias. Distantes. Amargas. De pessoas que não olham para o lado, que não sentem os outros, que não se dão. Pessoas que não sabem sorrir. Ajudar. Ver além do seu mundo.

Não há agasalho que nos proteja de pessoas frias. O resto dá-se um jeito.

SorrisoIncógnito

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