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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Peripécias... *21* _ no trabalho

Chega cá às instalações um potencial futuro fornecedor de serviços e encontra o boss júnior lá fora. O boss não estava, conversam e ele diz-lhe:

Fornecedor: É difícil de o apanhar por cá. Mas eu vou tentando.

Boss júnior: Pois... realmente já tem passado cá algumas vezes e é sempre quando ele não está. (empatando conversa) Pronto vou tomar um cafezinho, quer um?

Fornecedor: Era mesmo isso, ao piso de cima certo?

Boss júnior: Sim....

Já aqui "à minha beira", senti que havia ali um conversa típica de encher chouriços a ver se o tipo dava por ela e ia à vidinha. Até que deve ter dado o tilt e...

Fornecedor: Bem vou trabalhar e deixa-los trabalhar. (e foi!)

Boss entretanto chega.

Boss: Que é que este queria?

Eu: Não falou consigo? Vinha falar consigo!

Boss: Não ele passou por mim cumprimentou-me mas não disse nada.

Boss Júnior: Ele veio só para ver a Maria. Estava mais interessado em subir para tomar café que propriamente em "vender" o serviço!

 

(Entretanto)Recebi uma mensagem no facebook a dizer "Olá!". Imaginam de quem seja?

 

Já tinham saudades das minhas peripécias no trabalho não já?

Conversas... Ups! *42*

Ontem, estava à conversa com a minha mãe até que vejo a balança lá em casa e resolvo ir ter com ela.

Eu: Isto parece impossível, quando ponho o primeiro pé na balança já não apetece pôr o segundo!!

Mãe: (a rir-se) vá lá entender-se porquê!! Olha lá, faz como eu, ignora-a.

...

Dizem que as mães têm sempre razão!!

Há pessoas distraídas e depois há a minha pessoa.

Só para terem a noção do quão distraída, se é isso a que posso chamar, eu sou.

Há uns tempos que tenho um pedido de amizade no facebook de um senhor cuja primeira impressão foi: "esta cara não me é estranha", mas não adicionei porque queria identificar primeiro de onde seria. Passaram todos estes dias e vezes sem conta a olhar para aquele pedido de amizade vejo que é, nada mais nada menos do que proprietário de um estabelecimento na minha terrinha, ali pertíssimo de minha casa e com quem me cruzo diversas vezes.

Sim, esta sou eu.

Há quanto tempo não brinca?

Se há coisa que eu gosto é de publicidades com lições dentro. Esta é mais uma. Simples. Directa. E verdadeira.

 

Há quanto tempo não brinco?

Sei lá, desde hoje de manhã, quando o meu chefe deixou cair uma parte da maquina de café, sujou tudo e eu não resisti a "já fez o seu contributo para o dia da criança"!

Sim, eu por norma sou uma pessoa que brinca sempre. Nunca me esqueci disso. Mas acho que é uma das essências da minha vida. Do meu sorriso. Da minha genuinidade.

Quem me conhece sabe isso.

Estamos perdidos num mundo que cada vez mais se fecha no mundo de cada um, no mundo da internet e dos smartphones (essencialmente). E a cada dia que passa matamos mais um pouco a criança que há dentro de nós e alimentamos mais um pouco as crianças que hoje crescem nas tecnologias.

 

Eu continuo a querer brincar todos os dias.

Se há coisa que agradeço é puder sair do escritório, e puder brincar com as "minhas" crianças. Sou a palhaça de serviço dos meus sobrinhos/as. Faço caretas piores que a deles e deito a língua de fora. Sento-me no chão para brincar na casa das bonecas. E continuo a fazer de conta que como o bolo de plástico que me preparam nas cozinhas de meio metro. Sou a primeira a calçar as sapatilhas para ir jogar à bola. E já joguei à macaca num bar para manter o sobrinho acordado! Dou a cara para fazerem maquilhagens maravilhosamente estranhas. Ajudo sempre a fazerem bolas de sabão. A mudar as roupas das bonecas. Ou a desenhar mesmo que seja péssima em fazer uma única linha. Nunca digo que não às escondidas, continuo a fingir não as ver e escondo-me sempre com o "rabo de fora" só para ouvir aquelas gargalhadas maravilhosas.

Mesmo em casa, continuo a entrar em bicos de pés e a "assustar" com um "buuu" os meus pais quando me lembro só para rirmos juntos da parva que continuo a ser.

Acreditam que há coisa melhor que isso?

Eu não.

 

Permitam-se a isso. Brinquem. Não deixam de ser quem são. Continuo a querer fazer todos os dias o meu trabalho melhor. Continuo a ter uma empresa em que todos os dias tenho que me empenhar. Continuo a ter que lidar com fornecedores, clientes e a ter reuniões chatas. Continuo a ter que fazer contas. Gerir contas. Saber o que é o Iva, pagar à segurança Social e lidar com prazos da AT. Continuo a ter que "ler" medidas de projectos. Mas não abdico de trabalhar para que a criança que existe dentro de mim não me morra.

(Sabem aquele momento em casa que as crianças dizem "anda brincar comigo" e vocês respondem que estão cansados porque se querem sentar no sofá pegar no telemóvel e ir para as redes sociais? Esqueçam isso)

Fica a dica :)

Crianças. Panda. Caricas. = Rádio Comercial

 

Quem nunca dançou a música do Panda e dos Caricas "Sou uma Taça"?

Eu pelo menos já tentei imensas vezes com as "minhas" crianças. E juntar a Rádio Comercial, o Panda e os Caricas?

Espreitem lá, vale a pena e partilhem com as crianças lá em casa!

(estão todos já a experimentar se conseguem seguir a coreografia certo? Confessem lá)

Constatação *136*

Continuo a não acreditar em príncipes encantados.

 

Vi o filme Cinderela e continuo a não acreditar em príncipes encantados, até porque o que não deixa de me acontecer é perder sapatos por qualquer canto e nem por isso me bate à porta de casa qualquer príncipe que seja, enquanto canto no chuveiro a querer fazer de mim princesa.

Mulher sofre #2

Há um mês partilhei aqui um dos dramas de uma mulher.

" Aquele momento em que te apercebes que estás a um mês de um casamento e que não tens vestidos que te sirvam. O drama. O horror. Mulheres entendem-me? Não me apetece gastar dinheiro, até porque a um mês do casamento nos entretanto tenho a Páscoa e uma afilhada, tenho as minhas primeiras férias do ano que incluem viagem de avião, uma semana para gozar, uma comunhão e prenda para o melhor sobrinho do Mundo. E de seguida o casamento com prenda para os noivos. Comprar vestido? Não faço questão. Mas... (há sempre um mas) fazer o quê quando vais ao guarda-roupa e os vestidos não te servem?

Estou tramada. "

Estava a um mês de um casamento. O casamento é já amanhã. E novidades?

Pois. Nos entretanto foi-se a Páscoa. E tinha chegado à decisão de como não fazia questão e não dava mesmo jeito nenhum comprar um novo vestido, usar um dos que já tenho. Adiante. O próximo passo era eles servirem-me. Só que não. E então resolvi mudar alguma coisa, para conseguir caber dentro de um que seja. Quem me conhece sabe, o doloroso que para mim é tudo o que envolva comer menos. Sou uma #MariaTexuga mais que assumida. E nunca me vi na situação de "ter mesmo que ser". Pelo menos se o objectivo é usar um vestido que já tenha, não havia outra opção. Nos últimos meses tinha aumentado o meu peso em seis quilos. Seis. Mas isso são outros quinhentos. O importante era perder parte pelo menos até que um que seja servisse. Não foi preciso beber coisas verdes e comer sementes. Não foi preciso passar fome e deixar de comer. Isso era ponto assente que falhasse logo à partida. Mas a primeira regra foi, tentar não repetir. Acreditem, eu raramente como apenas um prato de comida. Encho o prato duas ou três vezes. E passava por aí. Então comecei a tirar comida para o prato só uma vez. Achei que não podia ser só isso e com isso comecei a intensificar as minhas caminhadas. Caminhar o mais possível, sendo que calhou logo num mês em que estava a sair tarde do trabalho, mas tentei ao máximo durante quinze dias, à noite ir andar o mais possível. No telemóvel marcava 5klms. Era o que tinha que fazer pelo menos. E fiz.

Assim até ao dia de ir de férias consegui perder três quilos. Com as caminhadas e com a redução para um prato apenas de comida às refeições. E com o lanche para coisas mais saudáveis, entre iogurtes, fruta ou bolachas menos calóricas. Antes mesmo de ir de férias já tinha três vestidos que apertavam. Óptimo.

O pensamento seguinte foi "vou de férias e isto não vai piorar porque de férias muitas vezes como menos". O segundo pensamento foi "isto não pode mesmo mudar porque depois não vou ter tempo para perder o que seja que tenha para perder".

Fui de férias e... encontrei-me com o bolo do caco, com a batata doce, com as pizzas do Papa Manuel, com as semilhas. Encontrei-me com a Poncha, com os amendoins e com as batatas doces fritas. Com a carne em vinho e alho.

Cheguei cá e encontrei-me com a balança.

Contas feitas hoje tenho dois quilos e meio a menos. Amanhã vou ter que entrar num vestido. Dê por onde der!

Mulher sofre!

Aquele momento em que te apercebes que estás a um mês de um casamento e que não tens vestidos que te sirvam. O drama. O horror. Mulheres entendem-me? Não me apetece gastar dinheiro, até porque a um mês do casamento nos entretanto tenho a Páscoa e uma afilhada, tenho as minhas primeiras férias do ano que incluem viagem de avião, uma semana para gozar, uma comunhão e prenda para o melhor sobrinho do Mundo. E de seguida o casamento com prenda para os noivos. Comprar vestido? Não faço questão. Mas... (há sempre um mas) fazer o quê quando vais ao guarda-roupa e os vestidos não te servem?

Estou tramada.

Não faço entrevistas no carro, mas falo sozinha.

Elucidem-me se estiver errada. James Corden no ano passado fez um sucesso ao fazer um programa em que entrevistava famosos e uma parte do programa ele dava boleia de carro e entre outras coisas os convidados chegam até a cantar. O programa foi um êxito e tornou-se viral por todo o mundo.

Portugal, nisto de "copiar" as ideias que vêm de fora está sempre na primeira linha. Mas neste caso, passa um pouco por todo o lado, desde televisão, bloggers, programas de entretenimento, entrevistas...

Fazer uma vez ou outra... tudo bem. Agora será que não há ideias mais próprias do que fazer apenas o que os outros nos mostram que são um sucesso a fazer? É que, o ser um sucesso nos outros, não quer dizer que seja em nós.

E no entretanto a escrever este post tive uma ideia. Eu sou óptima a ter conversas no carro. Sozinha. Vai na volta ainda faço uns vídeos das minhas conversas que poderiam dar um post a conduzir sozinha. E sim, como já o admiti no facebook, eu pareço uma pessoa normal... mas depois falo sozinha no carro!

SorrisoIncógnito

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