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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Back to work!

2016 foi-se. O mano e família também já foram. As férias acabaram. Veio 2017. Começa aqui (sim eu sei que o ano já conta com três dias) mais um ano em branco que inicia mais uma série de capítulos (bons espera-se!). Volta-se ao trabalho e mesmo não sendo fácil, mesmo aqueles cinco minutos difíceis pela manhã para sair da cama com este gelo, mesmo aquele primeiro pensamento matinal "oh não, tenho que ir trabalhar", o facto de ter para onde vir é começar bem o ano.

Foram umas férias maravilhosas por ter tido a sorte de passar com os meus. Desliguei completamente de quase tudo. Foram dias bem dispostos, muitas gargalhadas. Muita emoção. Partilha. Muita engorda.

Ontem foi dia de voltar ao aeroporto. Dia de dizer até já. De querer muito estar junto. De querer parar o tempo. De dar os abraços e beijos possíveis. De sorrir com o rosto em lágrimas. De tirar mais fotos, de olhar e olhar, de perder-se no olhar. De mais abraços e de me perder nas "entrelinhas". De ainda ouvir o pikeno a dizer "até pode ser que te deixem ir connosco no avião mesmo sem bilhete". De voltar a casa e sentir - aquele - vazio. De agradecer por isto ter sido possível. 

Hoje começa-me o ano. O [meu] Janeiro.

Hoje voltei à rotina. Ao acordar cedo. Ao sair de casa e conduzir cedo até ao trabalho com a Rádio Comercial como companhia. Comecei da melhor maneira ao ouvir na Comercial que é possível acreditar nas pessoas, quando depois de ouvir a história do Paulo e da Lucinda, aquele casal que em Agosto do ano passado na A1 distribuíram água sem pedir nada em troca a uma multidão de pessoas que se encontravam lá paradas no trânsito. Hoje a vida trocou-lhe as voltas e são eles que precisam de ajuda. A Lucinda está com problemas de saúde e o Paulo ficou desempregado. Pelo que percebi houve imensas pessoas a ligarem para a Comercial a quererem ajudar o casal.

Venho trabalhar e ouço isto, há melhor maneira de começar o ano?

É ajudar o próximo, é tentar ser positivo e sorrir, sempre!

A minha árvore não tem presentes, e daí?

O melhor, dos melhores, de tudo o que poderia desejar chegou esta madrugada.

Quatro anos depois. Quatro. Tenho os meus comigo.

Há oito anos que não conseguíamos passar o Natal juntos.

Há lá presente melhor que este?

Não. Nenhum que venha com laço me daria uma décima do que é tê-los comigo.

Estou feliz. Oh se estou

De coração pequenino.

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Mil vezes estar lá que cá.

Quem me conhece sabe que a Madeira tem um lugar mais que especial no meu coração.

Aprendi a amar aquele pedaço de terra à beira mar plantado a partir do momento que quem eu amo lá está.

Infelizmente já partilhei com a Madeira muito "coração nas mãos" e ainda hoje me lembro perfeitamente da aflição da manhã do 20 de Fevereiro. Ontem a dor, a aflição, a ansiedade mais uma vez voltou a sentir-se.

Mil vezes estar lá que cá.

Quando o que amas está em perigo a única coisa que te passa pela cabeça é o estar perto. Um oceano a separar notícias, faltas de comunicação, imagens que te chegam que te apertam o coração e notícias que nunca queres ouvir...

Mil vezes estar lá que cá.

O estar longe é sentires-te completamente inútil. Por muito que quisesses fazer.

Esta noite senti-me assim. Cada imagem que recebia era uma facada no coração. Cada mensagem que recebia dos meus era um aperto.

Rezamos para que as coisas acalmem. Há esperança. Seja o que Deus quiser.

Muita força a todos os Madeirenses, a todos os que tiveram que abandonar a casa tal como os meus, a todos os que estão em situações mais complicadas e às famílias das vítimas. Aos bombeiros, cruz vermelha e profissionais de saúde. Muita força!

Parabéns meu Amor ♥

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Amo-te. Este será sempre aquele dia mais que especial. O teu dia. E tu és e sempre serás das pessoas mais importantes da minha vida. Amo-te muito.

A distância pode afastar-nos fisicamente. Pode dar urticária dias sem fim. Dá saudade. Muita. Tanta. Demais. Mas nunca te vou amar menos por isso.

São ciscos nos olhos e quilómetros de distância, grande porra.

Estás cada vez mais bonito do tão bonito que és. Enches-me de orgulho da criança que consegues ser.

Só te queria mais perto.

Que continue a sair um dia feliz. O melhor do Mundo para ti! Parabéns meu pequeno LY ♥

Conversas... Ups! *41*

Eu: Então tu foste acampar com os escuteiros?

Pikeno: Sim..

- Conta-me lá, gostaste?

Pikeno: Sim. Gostei. Só menos uma coisa.

- Então o quê?

Pikeno: Tinha uma rapariga que era um bocadinho chata.

- Então porque dizes isso?

Pikeno: Porque a meio da noite começou a chorar e veio acordar-me, queria ir fazer xixi.

Eu – E que fizeste?

Pikeno: Nada. Mas pensei, com tantos miúdos aqui para acordar tinha que se lembrar logo de mim?!

Conversas... Ups! *40*

Pikeno recebe umas prendas enviadas por nós cá de casa, entretanto ao telefone:

Pikeno: Obrigada Maria. Adorei (alto e bom som)!

Eu: A sério?! Que fixe.

Minha mãe: Gostastes? E já mostraste aos teus amigos?

Pikeno: Já, já levei hoje para a escola, no fim tirei a camisola da escola e pimba eles viram.

Mãe: Então e gostaram?

Pikeno: Ya babyyyy... somos os tais, ya Bébé que viraram pais, ya baby firmes e constantes, yaa baby produzimos diamantes.

...

...

Depois disto, já nem sei que diga a este meu pikeno.

Conversas... Ups! *39*

Quando, no alto dos seus quatro anos, perguntei ao meu pikeno qual era a música que mais gostava e ele me respondeu I’m sexy and I know it! Fiquei parva. Assim como ontem, no alto dos seus sete anos, ao telefone:

Eu: Então que estavas para aí a cantarolar que eu ouvi?

Piqueno: Ela parte-me o pescoço. Ela é gira, ela é special. Quando ela passa ela sabe o que faz, fica impossível não olhar pra trás. Ela parte-me o pescoço. Ela parte-me o pescoço. Ela é linda. Ela é special. Ela é so good. Ela parte-me o pescoço.

Já foste [meu] amor.

Conversas... Ups! *36*

O meu sobrinho que já passou a idade dos porquês (se é que existe uma idade certa dos porquês e se é que ela alguma vez fica por ali) desde então lembra-se que os nomes que tem não lhe chegam.

Como é que te chamas?

Pikeno: “Joaquim Manuel Carneiro Fonseca” no Pinto.

Eu: Tu não és Pinto!

Pikeno: Sou sim!

Eu: Não meu piqueno. Tu não és Pinto.

Pikeno: Sou! Se tu és Pinto e o meu pai é Pinto porque é que eu não posso ser?

...

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SorrisoIncógnito

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