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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

A vida ensina...

Aprendi que:

As pessoas que nos estão mais certas, nem sempre estão. Que os ditos grandes amigos podem tornar-se grandes desconhecidos. Que grandes desconhecidos podem tornar-se os nossos melhores amigos. Que nunca terminamos de conhecer uma pessoa. E que muitas vezes quanto mais conhecemos, menos conhecemos.

Que o "nunca mais" acontece muitas vezes mais rápido do que se pensa e que o "para sempre" acaba.

Que quem quer, pode e consegue. Que o que não arrisca, às vezes não perde nada.

Que continuamos a atirar pedras, quando o nosso telhado está em riscos de estilhaçar.

Que nem sempre aprendemos com os erros.

Que o mais fácil não é desistir.

Que não esquecemos o perdão que não damos.

Que família é muito mais que o sangue que nos corre nas veias.

Que tropeçamos mais vezes que contamos.

Que estamos felizes tantas vezes, muitas mais que aquelas que nos chegamos a aperceber.

Que o coração é quem manda e as decisões que tomares com cabeça, é o coração que as sente.

Que temos sempre um "Eu já..." que nos faz corar a alma.

Que os olhos transmitem mesmo o que falha nas palavras.

Que o físico atrai, mas é a personalidade que apaixona.

"Inimputáveis", outro murro no estômago...

Interesso-me por tudo o que seja do foro psicológico. Gosto de ver reportagens, entrevistas, ouvir psicólogos, psiquiatras. É um tema tão abstracto, tão meticulosamente complicado que me cutica a curiosidade de tentar perceber o que à primeira não dá para perceber.

"Inimputáveis", uma reportagem da Ana Leal da Tvi, num dos lugares mais inacessíveis a nós comuns cidadãos, a clínica psiquiátrica do estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo. Onde esteve cerca de um mês para fazer esta reportagem. Ali estão indivíduos inimputáveis considerados perigosos.

Vamos lá ser sinceros, normalmente olhamos para estes casos e não conseguimos ver a doença para além do crime. Lê-se muito por aí "dá-se como tolinho e depois não tem pena" (mas se calhar não é bem assim). Sim numa primeiro impressão, muitos são os que pensam assim. A sociedade ainda é muito fechada quanto a doenças do foro mental e psicológico e como que de um assunto tabu, não se fala muito. É quase preferível não querer perceber estas pessoas que tentar entender o que está por detrás daquela atitude que tinha tudo para ser um crime praticado por um criminoso, mas no final foi praticado por um doente. Doente, isso mesmo, um individuo que praticou realmente um crime, mas que foi fruto da doença que padece, numa fase de descompensação da doença.

Na verdade, são pessoas com histórias de vida peculiares que no entanto são apenas e só julgadas por nós comuns cidadãos, ditos "normais" que não sabemos lidar com estas situações, não estamos preparados para os receber, para olhar para eles acima de os referenciar como "perigosos", as pessoas não os querem de volta à sociedade, as famílias esqueceram-nos. Ninguém faz questão de os ter na vida. As pessoas têm medo.

Infelizmente com esta reportagem podemos ter a consciência que, para dificultar todo este processo de reintegrar, reabilitar um doente inimputável, está não só uma sociedade que não os aceita, como uma falta de meios para os "proteger" cá fora no depois. E há depois? Se calhar, se houvesse mais ajudas, mais acompanhamento no após sair, mais ligação entre o tribunal - porque nestes casos, são inimputáveis a padecer de uma medida de segurança* em regime de internamento prisional - a saúde e em muitos casos a segurança social. Talvez pela falha destes três organismos não se interligarem para soluções, os casos de sucesso sejam menos que os que possivelmente poderiam ser.

Ouvir coisas como "tenho medo de mim mesmo" é aquele murro no estômago de alguém ter a consciência dentro da sua própria insanidade do que padecem. Sabem que medicados estão bem, mas é apenas e só a medicação que controla o individuo porque continuam a ser pessoas que, caso não tomem a medicação podem reincidir e voltarem a cometer os erros que cometeram antes, matar, violar...

Alguns estão lá há mais de vinte anos e têm a consciência que podem não voltar a sair de lá, mas têm também a consciência que cá fora não têm nada à espera. Outros continuam a viver na esperança de não serem esquecidos por aqueles que na verdade já nem se interessam se existem.

Há uma quinta-feira por mês que uma voluntária, vai buscar aqueles que principalmente não têm visitas, não têm ninguém cá fora e vai dar uma volta com eles, têm dez horas "livres". É completamente frustrante ver o brilho no olho de quem vê e sente o ar cá fora. E falam sobre isso, ainda que retraídos, com muitos "ses" por detrás das suas conversas e com muitas emoções lá dentro.

"As lágrimas que não se choram enferrujam o coração" - disse a voluntária a um dos que levou. Fazendo deles pessoas de sentimentos e emoções retraídas em corpos presos a doenças mentais, atrasos mentais, bipolares, esquizofrenias...

Não deixem de ver a reportagem que está dividida em duas partes. A primeira parte deu no domingo à noite, a segunda na segunda-feira à noite e seguiu-se ontem na Tvi24 uma análise a toda esta reportagem, entre a jornalista Ana Leal, a psiquiatra forense Sofia Brissos a qual não deixa de fazer denotar a sua esperança sempre em que estas pessoas sejam aceites na sociedade e possam voltar a ela, que não tenham a ideia pré-concebida de que ao irem ali parar não saiam mais dali. E a Directora Adjunta da prisão, Dra Otília Barbosa, a qual adorei ouvir, que cuidadosamente explicou dúvidas e que com certeza teria muito a contar desta tão extensa experiência com casos tão delicados, tão tabus da sociedade e tão "inaceitáveis" da mesma.

Tirem as vossas próprias conclusões. O que me surpreende é a capacidade que têm de dentro da sua própria loucura reconhecerem-na.

para quem não viu, obrigatório ver:

1ª parte aqui

2ª parte aqui

Quem viu, qual a ideia com que ficaram? olham para estas pessoas cm um olhar diferente do que olhavam antes da entrevista, ou apenas querem olhar mas na prática continuam a achar que estas pessoas devem mesmo é manterem-se afastadas da sociedade (porque acho que esta é a ideia comum dos casos) para não serem um perigo para os outros e para elas próprias?

A meu ver, o olhar sobre estes casos, depois de ver a entrevista é diferente.

Vejam a história do Vicente (o "homem invisível"), há mais de trinta anos internado e quando saiu quis voltar para a clínica porque ele próprio teve a noção que não sobrevivia cá fora e nem tinha lugar na sociedade...

Outra observação importante: nós não temos nenhum criminoso a cumprir sequer 25 anos de prisão que é a pena máxima em Portugal, mas temos ali pessoas que já ultrapassaram esse tempo cumprindo medida de segurança que são prorrogadas a cada avaliação do doente.

 

* "é a medida que o tribunal aplica, a estas pessoas que absolveu porque considerou inimputáveis e portanto sujeitou a uma medida de segurança e tratamento por considerar que existia o perigo de voltarem a praticar factos identicos aos que estiveram em causa naquele julgamento" - Dra Otília Barbosa

 

O que o teu telemóvel diz de ti?

Já aqui há uns anos falei sobre isso e é um tema que volto a abordar. Na verdade, os nossos objectos pessoais dizem muitas vezes muito de nós. Dependendo do objecto em causa, mas neste caso vou falar particularmente do telemóvel. Para muitos é apenas o acessório necessário para estar ligado, ponto. Para outros tantos não só. E acredito que para as mulheres é um acessório que traz com ele outro tipo de acessórios. Seja uma capa, uma bolsa própria para ele ou algo do género. O que é que identifica o vosso telemóvel? Têm uma capa diferente, têm uma frase inicial que vos caracterize, têm uma mensagem no voice-mail personalizada ou no visor uma imagem/foto é a vossa referência?

No meu caso e que ainda há pouquíssimo tempo mudei de telemóvel, gosto sempre de ter uma capa simples só para descuidos (a que tenho de momento é completamente transparente de silicone) mas uma das coisas que quis logo alterar foi a imagem de fundo. Acho sempre que é o que o personaliza melhor. Gosto imenso de ligar o telemóvel e sentir logo ali uma conexão.

Volta e meia mudo, e a fotografia tem sempre que ser de algo/alguém que gosto muito. Tem que me transmitir logo boa energia e tem que ter um sorriso. Sim também já calhou de ter uma fotografia minha, mas raramente acontece, pelo menos estando sozinha. Neste momento tenho a fotografia da minha afilhada. Com um mega sorriso contagiante.

smile tlm.jpg

E vocês? Personalizam o vosso telemóvel? Se alteram qual o fundo do vosso?

Feliz Ano Novo!

Desejo sorrir cada vez mais. Baixar barreiras, destruir muros. Queria que se não fosse melhor que este ano que fosse igual, mas no fundo desejo de 2017 um bocadinho mais. Que eu tropece em pessoas boas e que leve os negativos para o raio que os parta. Simples assim. Directo e sem engolir sapos. Que possamos sorrir juntos. Desejar mais. Sonhar, ainda que de olhos abertos e pés assentes no chão. Abrir o coração. Ser simpáticos e guardar o mau humor nos lençóis antes mesmo de sair da cama. Apreciar o arco íris. Falar, conhecer, ir. Não deixar ficar quem só tirou bilhete de passagem. Já basta a passagem do ano. Ter coragem. Enfrentar. Ser forte. Gostar de nós, mais de nós. Primeiro sempre nós.

Ser feliz! Minimizar más energias. Procurar sorrisos. Agradecer sempre. Cuidar. Cuidar de nós. Apaixonar. Dizer gosto de ti. Fechar feridas. Seguir em frente.

 

Feliz Ano 2017

 

De coração desejo-nos a todos um Feliz 2017. Que nos seja simples e bom. Saúde.

Beijos, abraços e sorrisos,

 

Maria

SorrisoIncógnito

 

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O que seria de nós sem amigos?!

Quando queremos falar de alguém que gostamos parece que as palavras sempre são escassas. Outras vezes parece que são tantas que se atrapalham entre si. Acho que a melhor palavra que posso dizer é - Obrigada.

Agradecer. Saber reconhecer. Sentir o privilégio de. Escolher e não ser obrigatório.

É isto que torna uma relação poder ser aquilo que é. Boa. Duradoura. De confiança e de coração. De boas energias. De aprendizagem. De cumplicidade. De ombro amigo. De muitos sorrisos e lágrimas. Partilha. De sentido. De verdadeira Amizade.

Já aqui falei dela. E nunca é demais fazê-lo. Porque continuo a afirmar que:

No dia em que eu tenha uma amizade que faça todas as outras que falharam valer a pena, sou feliz.

No dia em que eu tenha uma amizade, que me conheça como ninguém e que me saiba os passos melhor que eu, sou feliz.

No dia em que eu tenha uma amizade, que seja família, daqueles nossos, dos de coração, dos que estão sempre lá, sou feliz.

No dia em que eu tenha uma amizade que venha do tempo dos afonsinhos, que nunca tenha quebrado confianças e respeito e que o crescimento seja mútuo, sou feliz.

No dia em que eu conheça alguém que me faça sempre ser eu, sem "ses" nem "talvez", com cumplicidade, e que sempre vai ouvir o que tens a dizer "no matter what", sou feliz.

No dia em que uma chorar e a outra fizer rir, no dia em que uma rir e a outra chore de tanto rir também, sou feliz.

E eu tenho. E ela é uma das que faz isto tudo valer a pena.

Ela hoje faz anos.

Amiga,

que possamos ser sempre aquilo que fomos até agora depois de tantos anos de amizade, de tantos desabafos, de vivências juntas. De partilhas menos boas, mas dos tantos e muitos sorrisos e gargalhadas até à lágrima.

Que continuemos a levantar o copo e a brindar por mais pessoas como nós e o resto que se fod@.

Gin para ti, Caipi black para mim.

Quero-te o melhor que o mundo tem para oferecer. Porque se há alguém que merece és tu. Por esse coração gigante que tens nesse "metro e meio" de gente.

Adoro-te, gosto mesmo muito de ti. E Obrigada. Obrigada sempre por tudo!

Parabéns, um dia muito feliz!

A minha rua é melhor que a tua #4

É sempre um orgulho falar da minha rua. Porque realmente gosto da rua que me acolhe há tantos anos. Mais, as pessoas que lá vivem. Já aqui falei imensas vezes dos meus vizinhos. E tão só por isso e muito mais, continuo a dizer que a minha rua é melhor que a vossa.

Continuo a ter o vizinho que a família não liga e que continua a ser ajudado por todos lá da rua. E é dele que hoje venho falar, mais uma vez. Ele lá continua na sua vidinha. Sozinho. Pelo que sei sem contacto com familiares e com contacto com os vizinhos. Sempre o mesmo, extremamente bem educado, sempre com um sorriso e uma mão levantada a cumprimentar. Continua a gostar de beber o seu copo e não condeno, muitas vezes acredito que será mesmo a sua única companhia. Nós vizinhos, vamos fazendo o que se pode.

Ontem, combinado anteriormente, foi a minha mãe que lhe deu o almoço. Fez-se assado e partilhou-se com ele. Nesta semana que é particularmente difícil. Soube há poucos dias que está doente...e esta semana recebeu a informação que será agora internado no IPO. Partilhou com os vizinhos que mais o ajudam a notícia e todos ficamos naturalmente "tocados" com a notícia. Principalmente nesta época de família, coisa que lhe falta. Imagino que as conversas e os desabafos que tanto se precisa o "sufoquem".

Ele agradece vezes sem conta o que se partilha com ele e acredito que no fundo seja isso que lhe consola o coração. Nunca sabemos ao olhar para uma pessoa a vida que carrega. E eu espero que lhe esteja reservado o melhor caminho. Porque merece. E que consiga encontrar sempre "vizinhos" que o ajudem.

Eu já disse que a minha rua é melhor que a tua? A minha rua é melhor que a tua. É isso.

Da vida...

11. Pessoas.jpg

 

Não há agasalho que nos possa proteger de pessoas frias. Distantes. Amargas. De pessoas que não olham para o lado, que não sentem os outros, que não se dão. Pessoas que não sabem sorrir. Ajudar. Ver além do seu mundo.

Não há agasalho que nos proteja de pessoas frias. O resto dá-se um jeito.

Boa vizinhança! (A minha rua é melhor que a tua #3)

Segundo a Comercial, hoje é o dia da boa vizinhança. Mais que uma vez já aqui falei dos meus vizinhos. Da minha rua e vocês sabem, por mais desculpas que tenham, a minha rua é melhor que a vossa!

Tenho tantas histórias de partilha. Ainda hoje à hora de almoço a minha mãe deu à minha vizinha que tem filhos pequenos uma caixa de cereais que nos saiu num cabaz e como não comemos partilhamos com quem sabíamos que ia gostar. Essa mesma vizinha que no fim de semana trouxe uma saca de figos lá para casa.

Por aqui continua a ser assim. Não é troca é partilha.

Partilhamos limões, alfaces, tomates, hortaliça e salsa. Uns têm uma coisa, outros têm outra. Partilhamos os bolos de aniversário, ou mesmo aqueles caseiros que sabemos que gostam. Continuo a adorar os bolinhos de abóbora que a minha vizinha me oferece sempre no natal. Continuo a fazer mousse de chocolate de after eight para os amigos vizinhos que gostam.

As minhas escadas continuam a servir de "esplanada" para as noites de verão onde nos juntamos. A vizinha oferece uma orquídea porque tem duas iguais. O meu pai oferece o piri-piri das suas plantações. Outra vizinha oferece pêras, ou laranjas, ou figos.

Tenho outra vizinha que continua a ir lá jantar quando às vezes a minha mãe faz cabidela. Tenho outros vizinhos que estão fora e sempre que cá vêm juntamos-nos para uma refeição em conjunto. Cada um leva o que pode.

Continuo a ter o vizinho que a família não liga e que continua a ser ajudado por todos lá da rua.

Partilha-se a farinha quando a de uma acaba a horas inconvenientes, ou o leite, ou o arroz. Ou mesmo o pão que já acabou e a padaria já fechou.

Aqui divide-se tudo que se possa. Ajudamos-nos uns aos outros. Partilhamos o que temos. Partilhamos também o coração, porque criamos laços.

Os meus vizinhos são os primeiros a ajudar se virem que se está a precisar. São aqueles que o meu carro avaria a caminho do aeroporto e eles se metem no carro para me ir levar mesmo que isso fique a quase uma hora de distância. Assim como eu dou boleia sempre que alguém precisa quando vou a caminho do trabalho.

A minha rua continua a ser família. Uns mais que outros é normal, assim como é normal ter uma ovelha negra, mas continua a não fazer mossa. E continuamos a não saber tudo da vida uns dos outros. Que não sabemos. Não é preciso. Mas é bom estar lá quando alguém precisa e quando nós precisamos.

Continuo a ter vizinhos que apanham a roupa se começa a chover. Que ajudam a mudar o pneu quando furou. Que vão às compras e que perguntam se precisamos que nos tragam alguma coisa para não termos que ir lá de propósito. Continuo a ficar com a filha da vizinha se ela precisar de dar um saltinho a qualquer lado.

Tenho inclusive ex-vizinhos que nos continuam a vir mostrar a filha que agora cresce longe de nós. Tenho vizinhos que ficam com o meu cão se viajo. Que vêm perguntar se preciso de alguma coisa quando estou doente.

Ainda há dias um vizinho veio trazer um bolo, porque fez massa a mais e deu para dois.

E continuo a pensar naqueles que vivem no mesmo prédio, que nem se cumprimentam e muitas vezes nem se conhecem.

Tenho vizinhos que já me ajudaram muito nas lágrimas e nos sorrisos. Que saio de casa pela manhã e o "Bom dia" efusivo aparece.

E como já aqui disse antes, não é incómodo. Faz parte. E eu gosto disto. Disto típico de aldeia. Desta família de sangue diferente. Mesmo onde uma ovelha negra existe mas não faz mossa. Mesmo onde um deles é um ex meu mas não faz mossa. Mas gosto. Eu sei que é sorte. E agradeço muito por isso. Gosto dos meus vizinhos. A minha rua é melhor que a tua. Tenho uma boa vizinhança. É isso.

Desafio 52 semanas | Semana 30/52

Semana 30: Fico impaciente com pessoas que...

 

São sempre as mesmas atrasadas - Não gosto de esperar constantemente pela mesma pessoa. Acaba por me irritar.

Só sabem falar e não sabem ouvir - Acho que pessoas com esta atitude dizem muito sobre elas. E sinceramente já não tenho muita paciência para pessoas que não sabem ouvir, mas cansam os outros de não pararem de falar. 

São demasiado cuscas - Dos exageros, porque quase todos temos uma veia cusca. Mas aquelas pessoas que fazem disso tipo emprego. Há primeira oportunidade tento pô-las no sítio.

Se acham superiores - Deve ser das coisas que mais me tira do sério, mais me faz ficar sem paciência. Pessoas que têm um discurso superior. Pessoas que, mais que quererem ser tratadas com superioridade, querem rebaixar a quem se acham superiores. Passam a ser as pessoas mais pobres para mim, de valores. 

Não respeitam as mulheres - E não estou a ser muito feminista, nem tem a ver com o machismo. Não, tem a ver com qualquer pessoa que não respeite uma mulher. Tem a ver com os homens que maltratam as mulheres física ou psicologicamente. Tem a ver com os homens ou mulheres que "rotulam" qualquer mulher. Tem a ver com mulheres que não respeitam mulheres. Com mulheres que fazem de tudo para lixar outras mulheres só porque sim. Falo de mulheres que não se sabem unir e tão só por isso não respeitam as mulheres logo não se respeitam a elas próprias. Falo de homens que acham que podem tudo e uma mulher não pode nada.

#52semanas

E desse lado, quem vos deixa impaciente?

SorrisoIncógnito

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