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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

A juba da Maria e os seus essenciais!

Cabelo

 

Muitas são as vezes que me perguntam se tenho extensões de cabelo. Muitas mesmo. Nunca tive. Sempre foi o meu cabelo.

Na verdade, se durante uma parte da minha vida usei o cabelo pequeno, desde que o comecei a deixar crescer nunca mais voltei ao corte pequeno. Se bem que eu dizia que aos trinta é que é, mas onde já vão os 30.

Adiante. O meu cabelo é comprido, já lhe fiz trinta por uma linha como já estive durante imenso tempo sem abusar dele no que toca a cores por exemplo. Há algum tempo que aderi às "ombré hair" numa espécie de luzes pelo cabelo sem tocar na raiz, porque na verdade gosto da minha cor natural de cabelo. 

Muito raramente vou à cabeleireira. Fiz agora no fim do ano mais umas luzes que não fazia desde Abril de 2017. E mesmo para cortar é difícil. No entanto tenho sempre o mesmo feedback das cabeleireiras - a vida do meu cabelo, o ar saudável, as pontas e a nutrição.

Não é fácil teres um cabelo comprido como o meu, saudável, mesmo visitando poucas vezes uma cabeleireira, mas há que apostar em produtos. Acho que é a explicação que tenho para a saúde do meu. E não abusar de placas ou máquinas do mesmo género que com o uso excessivo danificam o cabelo por muito xpto que sejam, essa é que é a verdade.

Produtos cabelo

 

Já aqui falei algumas vezes do que uso, e o mais importante é a máscara. Uso a máscara da L'Oreal Lumino Contrast, para cabelos com madeixas, sempre. Umas vezes passo só nas pontas, outras vezes quando tenho mais tempo deixo sempre actuar um pouco, insistindo mais nas pontas e nunca chegar até ao couro cabeludo. Nota-se a diferença. Acho a máscara mesmo muito boa. Deixa o cabelo muito suave, fácil de desembaraçar mesmo com as madeixas, brilhante. Não é das mais baratas mas acho que compensa. Convém alertar que estas máscaras L'Oreal às vezes estão em promoção em algumas lojas e é aí que devem aproveitar, porque de facto a de 500ml anda na volta dos 30€ - compro sempre de 500ml compensa bastante à de 200ml. Comprei esta em Dezembro, em promoção por 19€.

Enquanto shampoo normal de quando em vez mudo, neste momento uso o da L'Oreal Elvive para cabelos pintados, mas descobri há algum tempo o shampoo Farmavita Amethyste Silver para quem tem madeixas loiras como eu que queira que elas não fiquem muito queimadas/amareladas, que é um óptimo comprado na Pluricosmética para cabelos cinza. Gosto também de o deixar actuar no cabelo e uso-o em quase todas as lavagens. Ajuda a neutralizar a cor e estou bastante satisfeita com o resultado. Custa 9€ comprei em promoção 7,20€ e ainda está.

Para as pontas uso o sérum Gota Dourada. Gosto como deixa as pontas suaves e nutridas, principalmente depois do calor do secador. Muito raramente usei placa no cabelo que acredito seja das coisas, como referi antes, que mais estraga o cabelo.

Estes são os meus essenciais para o cabelo. Equipa que ganha não mexe. Sou mais ou menos assim.

Maria, que tens tu a dizer sobre a mais polémica campanha do momento?

Sobre a polémica campanha da H&M com  a camisola "Coolest Monkey in the jungle" vestida por um miudo negro.

A minha dúvida está em, está tudo revoltado pela frase? Por a camisola estar a ser vestida por um miudo negro? Se fosse por um branco a reação seria a mesma? Tudo isto  está em quem fez as camisolas, a campanha ou nos olhos racistas de quem a vê?!

Eu acho tudo isto muito exagerado e sou muito mais da opinião de não ver o "racismo" de quem a lançou ser maior que o racismo de quem a lê.

Mas isto é a minha opinião e cada um tem a sua.

O mundo (quer) avança.  Os anos passam. As pessoas indignam-se afirmando que não são racistas. É-se racista.

Serviços de apoio ao cliente - aquela treta do costume.

Eu sou uma pessoa que não fixa muito as coisas, muito menos nomes quando não estão associados a caras. Dou apenas o nome da empresa pela qual vou demonstrar uma situação pela qual acabei de passar. Dar a minha opinião, o meu desabafo e fazer valer a velha máxima de que não se pode falar de uma empresa no geral quando há um ou outro colaborador que não presta. Entenda-se pelo "que não presta" por, não faz bem o seu trabalho, dá más informações pondo em causa terceiros que não têm nada a ver com isso.

Adiante.

Tive um problema gigante com a vodafone hoje devido à internet. Gigante pelo transtorno causado. Pela demora na resolução do problema. Por ter sido eu a dizer "olhe não será isto...". Por falar com tanta gente e todos terem falhado a questão.

Não me atirem a primeira pedra a dizer "ah se calhar está lá à pouco tempo", ou mesmo "não sabes o que é trabalhar num "call center", ou mesmo "tu não te deves ter explicado bem".... trinta por oito não faço a mínima, mas quando ligo para um serviço de apoio ao cliente, quero apenas e só que me resolvam um problema e acreditem tento sempre dar as informações mais precisas para ajudar.

Ora, tratou-se de não ter acesso à internet. A primeira pessoa com quem falei, depois de vários testes, disse-me que era problema técnico de router ia passar para outra equipa e eu seria contactada.

Horas depois e como não fui contactada, volto a ligar. Outro colega disse-me que estavam a fazer testes, ainda não sabiam o que era, contactavam de seguida. Nada feito volto a ligar e dou a possibilidade de me terem barrado por ter atingido um limite (que não devia ter) - disseram-me que não era esse o problema.

Depois de tantas horas, uma empresa, não pode continuar sem respostas assim.

Liguei para o gestor de conta. Contei a situação. Disse - não pode ser. Não podes ter barramento. Liga diz-lhes que esse barramento é por defeito tens direito ao dobro.

Liguei novamente para o apoio ao cliente, falei com mais dois ou três operadores, a resposta foi a mesma, até que, passaram para uma senhora, muito educada e que pensava três vezes antes de falar (quando eu já não estava com a paciência nos mínimos) que me diz seca e directa algo do género: "Não tem direito. O barramento é porque não tem direito a mais. Verifiquei mais que uma vez, para ter direito a mais tem que ter uma série de outros serviços associados e não tem". Desculpe mas tenho. - referindo a vários números associados com net móvel. "olhe fale com quem lhe fez o contrato porque de facto informou-a mal, se quiser tiro-lhe o barramento mas tem custos associados".

Foi aqui, neste momento que não gostei dela. Sinceramente. Foi neste preciso momento que ela mais ou menos me quis dizer que quem me fez o tarifário disse-me uma coisa, mas era outra, que confiando em quem mo fez, vi que ela, ou não percebia nada do que estava ali a fazer, ou despachou, ou informou-se mal. Ou não sei. 

Liguei ao gestor.

"Maria é impossível, ela está a informa-la mal, mas para não estar mais tempo sem net, ligue para lá, mande retirar o barramento, que eu já vou tratar disso com quem de direito e depois credito-lhe o valor do custo."

Fiz exactamente o que me disse. Voltei a ligar para o apoio, atendeu-me um senhor muito simpático, resumidamente e já farta deste fala com este e aquele, disse para me retirar o barramento.

"Espere deixe-me só verificar uma situação"... passando uns segundos "não sei bem o que se passou aqui, mas a informação que tem está correctíssima, tem direito ao dobro e não se percebe porque tem aqui este barramento, já vou proceder à alteração sem custos e daqui a pouco já tem internet. Ou melhor já finalizei o processo e para eu ficar mais descansado, em linha, proceda agora a ver se já tem acesso".

Sim senhor tudo nos conformes. Ao que se limitou a dizer "peço imensa desculpa mais uma vez pelas informações dadas anteriormente mas realmente tem todo o direito".

...

...

Num primeira impressão e à moda do Norte era manda-los para o car@lho, mas não podem todos pagar pelo mesmo. No entanto depois de ter falado com uns seis ou sete colaborados diferentes a dizer-me o mesmo e vem alguém e finalmente resolve a situação - passado horas - só devo dizer que se ganham todos o mesmo está mal. Há gente incompetente e há gente que faz bem o seu trabalho. Numa empresa há que fazer diferenças. No meu julgamento também as fiz.

Há coisas que me revoltam.

A nova novela da Tvi

Estes dois últimos dias, à noite fiquei por casa. E deu para fazer zapping em tudo. Foi dia da estreia da nova novela da Tvi. E eu assisti.

As novelas acompanham muito a época em que se está. No entanto, o exemplo que se dá ao mostrar o estado dos dias de hoje, não sei se incentiva mais quem vê. Torna tudo demasiado banal.

Mas que retrata muito bem a época em que estamos. Retrata.

Armas. Crimes. Facilidade em matar. Dinheiro. Negócios. Frieza. Paixão. Violência. Sexo. Traição. Mentira. Omissão. Preconceito. Ambição desmedida. Duas caras. Jogo Duplo.

Já há muito que as novelas deixaram de ser "tudo um mar de rosas e foram felizes para sempre". Mas é nesta violência, ao próximo e pessoal, que o mundo se tornou?

Black Friday

Como já aqui comentei eu sou a ultima pessoa no que toca a "modas". E isto do Black Friday é só mais uma que "roubamos" lá fora e adaptamos. Primeiro entrou de fininho só para algumas lojas na tal última sexta-feira de Novembro, mas este ano, parece que tudo adere "à coisa" e não só adaptaram a sexta-feira, como alguns toda a semana e outras já dizem "Black weekend". Posto isto. M-E-D-O. É das únicas palavras que me surgem ao pensar em me dirigir a um shopping este fim-de-semana (e até dava jeito), que deve estar pior que ultimo dia de compras de Natal, ainda para mais se o tempo continuar como está.

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Adiante.

Como já aqui comentei eu sou das últimas pessoas a aderir a "modas". Porque como sabem, não sou e nunca serei uma fashion blogger e talvez por isso mesmo e por este meu lado pechincha tenho um pé atrás nestas coisas. Ora, lojas com muita gente, filas para experimentar, filas para pagar e "cenários" do género não são definitivamente a minha onda. Eu até fui às compras no fim-de-semana passado - vejam só o meu "timing" para aderir a isto.

Também não sou a melhor pessoa para falar de compras online, até porque não sou muito fã. Principalmente no que toca a roupa - reparem por norma visto um "M", mas há coisas que sendo um "S" servem, outras há que é o "L". Calçado - fora de questão. Calço 38/39. Sapatilhas normalmente 38,5 e se forem adidas 38 2/3. Mas... por exemplo aqueles últimos botins que comprei são o 37. Prevêem o drama? Coisas deste género fazem-me não querer comprar online, porque se tivesse que trocar não me ia deixar satisfeita. E eu gosto mesmo é de experimentar as coisas. Só consigo alinhar se por acaso já tiver experimentado em loja e depois mandar vir online por uma ou outra razão, ou para aproveitar promoções. Até porque já vi muita coisa online que não gostei e em loja gostei muito assim como o contrário. O caso muda de figura se for para comprar produtos que já conheça mais ou menos o que quero e que não faça assim tanta diferença mandar vir online. Ou seja, foi o que me aconteceu.

A minha única compra a aproveitar esta "Black friday", que até por acaso foi ontem, quinta-feira, foi um tablet que já algum tempo queria comprar e sabia +/- o preço e agora aproveitei o desconto. Mas atenção porque sabia o preço dele sem descontos que já o andava a micar e vi que realmente estava a valer a pena.

Mas nestas alturas é preciso olho aberto

Convém é alertar, e eu não sou expert em coisa alguma, que tenham em atenção aos descontos. Muitas vezes, infelizmente para os mais distraídos, as marcas inflacionam o preço de venda anterior para que o desconto seja mais apelativo. Já encontrei uns casos por aí. E isso é só uma maneira de nos comer por lorpas.

Ainda hoje me aconteceu em perfumes. Uma loja que mostrava preço anterior e o de hoje, com preços que não eram os reais praticados antes, pelo menos em perfumes que costumo usar. Mas quem diz perfumes diz outra coisa, que já vi outros exemplos.

Posto isto, espero que tenham feito boas compras e ainda têm o fim-de-semana para aproveitar em muitos sítios!

Boas compras, de olho arregalado!

Sapos do Ano 2017

 

Querem uma boa ideia? Ora cá vai, mais ou menos em género de "resposta" ao último acontecimento aos Blogs do ano, a ideia não minha, mas da Magda é realmente boa. Sapos do Ano 2017. O intuito da mesma, é dar a conhecer novos blogs ou blogs de há muito que ainda não são tão conhecidos neste gigante mundo dos blogs. Como a própria Magda diz "há milhares de blogs espalhados na blogsfera que lutam todos os dias para sair do anonimato e que não conseguem, apesar da qualidade que tem".

A oportunidade é para todos, então para isso estão todos convidados a votar nos mesmos e têm até ao próximo dia 25 de Novembro para o fazer. Não deixem de votar, quem por aqui anda, tem sempre aqueles blogs que gosta de seguir, que lê sempre que pode, que acompanham e que acham que valem a pena, sejam eles de que categoria forem.

Sapos do Ano 2017* terá as seguintes categorias: Opinião, Humor, Livros, Moda, Poupar, Música, Fotografia, Comida, Família e Generalista.

Não percam esta oportunidade, deixem a vossa opinião - não têm necessariamente que me incluir (ahah) - que eu também vou deixar a minha, e o interessante é dar a conhecer blogs que cada um aprecia e acha que merecem ser partilhados.

Para deixarem as vossas sugestões, vão até aqui e deixem um comentário, pelo facebook, ou mesmo através do email da Magda, está lá tudo no post.

A Magda está à espera da vossa opinião!

A violência em Portugal

Quando, em comentários a um dos vídeos da violência em frente à Discoteca sobre um suposto segurança leio:

"há sempre dois lados da história, aquelas "pseudo-vítimas" podem ter feito algo que os seguranças tiveram que intervir". 

Não há muito a dizer. Isto perante um vídeo em que mostra um "segurança" a saltar a pés juntos para cima da cabeça do individuo que estava a sofrer as agressões deitado no chão sem estar sequer a retaliar as mesmas. A violência - qualquer tipo - faz perder toda a razão do que quer que seja. TODA!

Não há muito mais a dizer.

Faltam-me palavras para dizer o que quer que seja em relação a estes actos (falando naquele caso também de agressão em Coimbra por exemplo) de extrema violência para com outros. Com pessoal novo. Com a "nossa gente" de amanhã.

E isto são só exemplos do que se vê cada vez mais por aí... volto a dizer, com pessoal cada vez mais jovem.

E não me falem em justiça.

 

 

Então Maria porque não te envolves na política?

Tenho estômago para muita coisa, acreditem, até eu fico ainda nos dias que correm abismada com tudo aquilo que consigo "emborcar". Mas política não faz parte do cardápio. Sou uma #MariaTexuga sem estômago para a política. Assim como muitos que lá andam, arrastados por linhas e travessas de outros.

Não é do meu eu fazer coisas só para ficar bem na fotografia. Tenho algumas ideias muito próprias. Prezo demasiado amizades e relações pessoais. Gosto de fazer as coisas em prol daquilo que elas podem mesmo valer a pena e não só porque faz parte de todo um saco de crenças partidárias.

Continuo a achar que depois de entrares para a política a tua imagem muda, maioritariamente para pior. Muitas vezes pela própria máscara outras tantas pelo tal arrasto do envolvimento na mesma...

Em fase de campanha tudo piora drasticamente. É quase um "vale tudo" fazendo com que se demonstre o "não valem nada". Há valores que não se deviam abdicar.

Posto isto, sempre "fugi" de ligações à política. Recusei qualquer convite para fazer parte do que quer que seja. E até quando estive nas mesas porque alguém me escolheu torci o nariz. 

Domingo vou votar como é hábito fazer.  Vou votar com a minha consciência tranquila por pessoas. Nem sempre pus o partido pelo qual tenho mais afinidade à frente. 

Uma coisa é certa. Não vou votar em quem faz pressões. Em quem usa determinados cargos para subjugar outros e junta-los à parede. Se algum dia sentisse esse tipo de pressão, aquando do meu voto, que é privado, votaria contra.

Repugno qualquer acto de desprezo por outro em benefício próprio, principalmente vindo de pessoas com cargos para o efeito.

A política é um antro que consegue juntar os piores. E infelizmente tornar outros tantos nisso mesmo.

Eu tenho sempre esperança nas mudanças quando não gosto de como está. O benefício da dúvida é algo a usar sempre que, o que está demonstra que não merece.

Do(s) dinheiro(s) que desaparece(m)...

Pedrógão grande é só um exemplo, a ser verdade, de "mas onde raio pára o dinheiro angariado"?

Ele não desapareceu como se não existiu. Todos, mas TODOS mesmo temos a consciência que ele está por aí, nas mãos de quem não deve enquanto quem precisa continua a ver "navios".

Quando me pedem dinheiro para alguma coisa, sou um pouco fria. De coração gosto de ajudar, mas gosto de ir aos sítios que precisam da ajuda ou às pessoas em causa. O dinheiro é algo fácil de fazer nosso quando cai em maus fáceis de se esquecerem de valores.

Isto é assim desde que, um dia, ali na zona do liceu onde andava, um miúdo se aproximou de mim, com uns chinelos de sola gasta e uns farrapos a transparecer o corpo magrela e me disse "dá-me um moedinha, estou cheio de fome". Eu dei. Não pensei duas vezes. Dei e apenas disse vai comer qualquer coisa.

Pouco tempo depois ao entrar no café que eu frequentava, o miúdo estava sentado à porta do café eu entrei e lá dentro estava a mãe a comer um hambúrguer.

Aquilo revoltou-me, porque foi fácil de perceber o que ali tinha acontecido.

Pedi um pão com queijo chamei o miúdo e dei-lhe.

Usou o filho para seu proveito.

Ficou-me. Jamais esqueci. Ficou a lição.

 

Toda uma atitude desprovida de valores, afectos, convicções e moralidade.

Não é disso que se trata quando se usam "vítimas" em prol de algo que não seja apenas e só a ajuda a elas?

Compras online.

Estamos cada vez mais direccionados para esse tipo de venda. Hoje em dia, com acesso à internet compras quase o que quer que seja de onde quer que seja. Há quem aprove. Há quem reprove.

Eu não gosto de dizer logo à partida que não, mas sinceramente em muitas categorias torço o nariz. Não sou grande adepta de compras online, a não ser que sejam produtos que eu já conheça. Já tenha visto. Ou que sejam generalizados.

Por exemplo, navegando em redes sociais apercebemos-nos que são como ervas daninhas as páginas de "lojas" de roupa que nascem na internet. Nada contra. Mas é preciso ter olho para a coisa. Isto, já há muito. Agora com tanta oferta, muito mais.

Esta é por exemplo uma categoria que não me chama muito atenção para comprar. Seja pelo tamanhos, seja pelos tecidos. Seja pelo experimentar é outra coisa. Como disse, se já vi o artigo ou conheço minimamente os artigos, a loja, ou o produto até pode ser, se não conheço, não sou muito de me aventurar no "mando vir e logo se vê".

Às vezes gosto de tirar moradas das lojas físicas (quando têm) e quando passo por perto ir espreitar. Vou contar-vos a minha ultima experiência. Andava a ver vestidos de cerimónia e tirei umas moradas para o tlm para passar no Porto. Encontrei uma página que tem roupas giríssimas, não necessariamente de cerimonia. Mas que me fez querer ir conhecer. Página com milhares de gostos, imensas fotografias de um interior de loja giro e roupas bonitas e aparentemente agradáveis à vista - o que online é só disso que se trata, o que nos enche a vista.

No sábado que andava pelo Porto, lembrei-me de ir conhecer a loja.

Ao chegar à rua da mesma, com telemóvel em mão para perceber se estava no sítio certo, apercebi-me que do outro lado da estrada estavam mais umas senhoras à procura de algo de telemóvel na mão.

Eis que, não estava a conseguir dar com a montra de uma loja de roupa (aparentemente todas têm) mas consegui ler num pequeno "letreiro" numa porta o nome. Resolvi entrar numa loja que não era de roupa mas tinha esse nome na porta. As outras mulheres também entraram. Disseram-nos que a loja era no primeiro andar.

Mal entrei na loja comecei a lembrar-me das fotografias da Internet. Nada a ver. N-A-D-A! Não tinham uma loja bonita. Não tinham quase espaço nenhum. E as fotografias da roupa que vi na internet não tinham NADA a ver com o que estava ali exposto. E os vestidos? Bem na internet giríssimos, ali não passam de uns panos cortados completamente tudo amassado como se tivessem andado à bulha na feira de espinho. Com tecidos que não lembra o diabo, transparentes com um forro que nem para isso serve. Com apenas meia dúzia de peças expostas porque percebe-se nitidamente que não é por ali que vendem. Saí dali assim como todas as outras mulheres, rápido e a fazer e conta que não gastei o meu tempo a passar por ali. Ainda me cruzei com um casal à porta de telemóvel na mão para entrar.

Não quero com isto dizer não comprem. Quero com isto dizer é preciso ter consciência. E cuidado.

A minha mãe já diz: "é um engana meninos".

Recusei-me a dizer o que quer que seja. E continuo a ir à loja online como se de um conto de fadas se trata. Imagino quem manda vir aquilo e nem sequer viu a peça. É que até nas ditas "lojas dos chineses" que tanto criticam vi a roupa bem mais passada. Pelo menos.

SorrisoIncógnito

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