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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Do(s) dinheiro(s) que desaparece(m)...

Pedrógão grande é só um exemplo, a ser verdade, de "mas onde raio pára o dinheiro angariado"?

Ele não desapareceu como se não existiu. Todos, mas TODOS mesmo temos a consciência que ele está por aí, nas mãos de quem não deve enquanto quem precisa continua a ver "navios".

Quando me pedem dinheiro para alguma coisa, sou um pouco fria. De coração gosto de ajudar, mas gosto de ir aos sítios que precisam da ajuda ou às pessoas em causa. O dinheiro é algo fácil de fazer nosso quando cai em maus fáceis de se esquecerem de valores.

Isto é assim desde que, um dia, ali na zona do liceu onde andava, um miúdo se aproximou de mim, com uns chinelos de sola gasta e uns farrapos a transparecer o corpo magrela e me disse "dá-me um moedinha, estou cheio de fome". Eu dei. Não pensei duas vezes. Dei e apenas disse vai comer qualquer coisa.

Pouco tempo depois ao entrar no café que eu frequentava, o miúdo estava sentado à porta do café eu entrei e lá dentro estava a mãe a comer um hambúrguer.

Aquilo revoltou-me, porque foi fácil de perceber o que ali tinha acontecido.

Pedi um pão com queijo chamei o miúdo e dei-lhe.

Usou o filho para seu proveito.

Ficou-me. Jamais esqueci. Ficou a lição.

 

Toda uma atitude desprovida de valores, afectos, convicções e moralidade.

Não é disso que se trata quando se usam "vítimas" em prol de algo que não seja apenas e só a ajuda a elas?

Compras online.

Estamos cada vez mais direccionados para esse tipo de venda. Hoje em dia, com acesso à internet compras quase o que quer que seja de onde quer que seja. Há quem aprove. Há quem reprove.

Eu não gosto de dizer logo à partida que não, mas sinceramente em muitas categorias torço o nariz. Não sou grande adepta de compras online, a não ser que sejam produtos que eu já conheça. Já tenha visto. Ou que sejam generalizados.

Por exemplo, navegando em redes sociais apercebemos-nos que são como ervas daninhas as páginas de "lojas" de roupa que nascem na internet. Nada contra. Mas é preciso ter olho para a coisa. Isto, já há muito. Agora com tanta oferta, muito mais.

Esta é por exemplo uma categoria que não me chama muito atenção para comprar. Seja pelo tamanhos, seja pelos tecidos. Seja pelo experimentar é outra coisa. Como disse, se já vi o artigo ou conheço minimamente os artigos, a loja, ou o produto até pode ser, se não conheço, não sou muito de me aventurar no "mando vir e logo se vê".

Às vezes gosto de tirar moradas das lojas físicas (quando têm) e quando passo por perto ir espreitar. Vou contar-vos a minha ultima experiência. Andava a ver vestidos de cerimónia e tirei umas moradas para o tlm para passar no Porto. Encontrei uma página que tem roupas giríssimas, não necessariamente de cerimonia. Mas que me fez querer ir conhecer. Página com milhares de gostos, imensas fotografias de um interior de loja giro e roupas bonitas e aparentemente agradáveis à vista - o que online é só disso que se trata, o que nos enche a vista.

No sábado que andava pelo Porto, lembrei-me de ir conhecer a loja.

Ao chegar à rua da mesma, com telemóvel em mão para perceber se estava no sítio certo, apercebi-me que do outro lado da estrada estavam mais umas senhoras à procura de algo de telemóvel na mão.

Eis que, não estava a conseguir dar com a montra de uma loja de roupa (aparentemente todas têm) mas consegui ler num pequeno "letreiro" numa porta o nome. Resolvi entrar numa loja que não era de roupa mas tinha esse nome na porta. As outras mulheres também entraram. Disseram-nos que a loja era no primeiro andar.

Mal entrei na loja comecei a lembrar-me das fotografias da Internet. Nada a ver. N-A-D-A! Não tinham uma loja bonita. Não tinham quase espaço nenhum. E as fotografias da roupa que vi na internet não tinham NADA a ver com o que estava ali exposto. E os vestidos? Bem na internet giríssimos, ali não passam de uns panos cortados completamente tudo amassado como se tivessem andado à bulha na feira de espinho. Com tecidos que não lembra o diabo, transparentes com um forro que nem para isso serve. Com apenas meia dúzia de peças expostas porque percebe-se nitidamente que não é por ali que vendem. Saí dali assim como todas as outras mulheres, rápido e a fazer e conta que não gastei o meu tempo a passar por ali. Ainda me cruzei com um casal à porta de telemóvel na mão para entrar.

Não quero com isto dizer não comprem. Quero com isto dizer é preciso ter consciência. E cuidado.

A minha mãe já diz: "é um engana meninos".

Recusei-me a dizer o que quer que seja. E continuo a ir à loja online como se de um conto de fadas se trata. Imagino quem manda vir aquilo e nem sequer viu a peça. É que até nas ditas "lojas dos chineses" que tanto criticam vi a roupa bem mais passada. Pelo menos.

"As cinquenta sombras de Grey"

 

 

Ora, nada melhor do que, estar em casa doente, de repouso, com uma "proibição" de sair de 48 horas no mínimo e arranjar o que fazer. Pois eu cá gosto de ver filmes.

Nunca consegui perceber muito bem o alarido em volta do filme. Nunca tinha visto sequer o trailer. Aliás, na maior parte das vezes gosto de ir às escuras. Os trailers tiram-nos a surpresa. Agora que vi o primeiro filme "As cinquenta sombras de Grey" também não consigo perceber, no entanto consigo perceber o porquê de quererem tanto ver o segundo. É que por exemplo a mim, seja qual for o género do filme, comédia, drama, suspense, romântico... ficar aquela ponta do véu levantada é cuticar-me e aí sou uma cusca do pior. Assim até eu, quero saber o que o Mrs Grey vai fazer com a pressa toda a sair daquela reunião com a Anastásia na cabeça.

Falta só dizer uma coisa, sim o Mrs. Grey consegue dar a volta a muita gente. E não estou a falar do sexo. Só. Estou mesmo a falar de todo aquele ar misterioso. Seguro. Confiante. Elevadores. De como as pessoas nem sempre se conhecem verdadeiramente até alguém as fazer conhecer a elas próprias. E de como muitas vezes quando entras de cabeça, sais de coração. Sexo incluído.

Por isso retiro esta da rubrica "eu nunca..." mas podem vir de lá, na mesma as chibatadas :p

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ADENDA:

Já vi o segundo e a conclusão que tiro é que, acontece muitas vezes, aquela pessoa que controla, reformulo, que acha que controla - o que quer que seja - acaba por ser controlada.

No fundo, um Mrs Grey está realmente nos sonhos de muitas de nós... porque acha que controla a situação, domina vá, mas no fundo, acba por ser dominado... em tudo, no sexo também é claro, mas não só...

[meu sempre] Porto ♥

Foi um ano mau. Foi (mais um) ano mau. Muito mau em muitos aspectos.

O Porto não é equipa para ficar tanto tempo sem ganhar nada.

O que é que está mal? Tudo. Muito mais interno que externo. Os adeptos estão lá. O amor pelo clube está lá. Mas não temos o mesmo feedback interno. E é isso que nos deixa de pé atrás. Tem sido anos de más decisões. Temos um presidente que durante anos passou o clube acima de tudo mas que nos últimos perdeu-se pelo caminho.

O Nuno saiu. Se não me engano nem aqui falei dele este ano. Por entre rascunhos feitos não conseguiu trazer aquilo que o clube precisava.

Não tenho muito mais a dizer sobre isso. Foi um ano que não me apaixonei pelo futebol do meu clube, foi uma no que trouxe-me menos jogadores a querer ficar do que aqueles que não me dão saudades. Foi uma ano que tiraram oportunidades a quem as devia ter e deram oportunidades àquilo que nunca foi o motivo de garra do nosso clube.

No final da época passada só pedi que nesta época amostrassem aquilo que sempre me apaixonou. A mística, a garra, a confiança, a luta, o empenho, a atitude, a alma, o dar tudo por tudo de mão ao peito de orgulho. Ser Porto. É isto. Mas não foi. Falhou. Falharam.

Há gente podre. E isso, como se sabe, só afecta o que está mais próximo.

Não deixem.

A quem é de poder, não deixem. Assim como eu não deixarei de amar de alma e coração o [meu] Porto, não o matem.

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Classificação época 2016/2017:

1º Benfica

2º Porto

 

13 Reasons Why (13 Razões, porquê)

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Séries com adolescentes não é propriamente uma coisa que me chame atenção, mas esta, adorei e aconselho a todos!

Conta a vida de uma adolescente que se suicida, e escolhe uma forma peculiar de contar o que lhe foi acontecendo para tomar essa decisão, fê-lo através de um conjunto de cassetes que deixa, onde conta todos os eventos que a levam a tomar essa decisão.

Aborda assuntos muito reais, problemáticos e actuais como o problema do Bullying e outras situações hoje em dia passadas por muitos adolescentes, muitas destas por vezes escondidas ou ignoradas pelos Pais, pelos professores ou pelos próprios colegas.

Não deixa de ser chocante e assustadora, mas ao mesmo tempo muito real e necessária nos tempos que correm.

Uma dica para quem ainda não viu, não procurem nada sobre a série, a expectativa de não saber-se nada do que vem a seguir é que a torna tão viciante.

Maria, fala lá de futebol que essa tua tiróide não aguenta.

Já há muito que tento não ficar com as coisas engasgadas cá dentro porque este problema da tiróide sofre. E não estou cá para sofrer. Vai na volta o que tenho a dizer digo. Mas e do futebol que não tenho falado? Do futebol que não tenho discutido? Do futebol que tanto nervo me tem dado?

Só Deus sabe e os meus amigos também como sofro com um jogo do [meu] FCP

Fica tudo ali durante o jogo. Ontem no fim do jogo quem olhasse para mim não via, mas por dentro estava como o Felipe aquando o fim do jogo, ou mesmo como o Danilo a escorrer sangue. Senti que eles deram quase tudo dentro do campo, assim como eu, fora. Gritei, zanguei-me, disse milhentos palavrões. Sentei-me, levantei-me. Virei a cara e tentei roer unhas. Bati demasiadas vezes com a mão na perna porque a mesa não estava ao alcance. Desejei não ter jantado antes e pedi um chá no final. Aquilo para quem gosta de futebol enerva mesmo. Eu não posso. A tiróide não gosta e convenhamos o raio do herpes está sempre há espera de uma desculpa esfarrapada para voltar a aparecer. Grande merd@.

Que jogo nhec. Primeiro resmunguei porque achei que não estavam a jogar para ganhar e não estavam. Primeiro achei que aquilo estava a engonhar demais e engonhou. Primeiro os meus olhos enevoaram ao pensar que não íamos aproveitar o que havia para aproveitar. Rais parta que não aproveitamos mesmo! Depois achei que a estrelinha não estava lá, em vez disso estava um Vaná com o diabo a quatro que defendia bolas como eu como gelados.

Não me quero resumir a falar de arbitragens, porque isso resumia(-me) este campeonato. Mas o Porto ontem poderia ter feito mais, a estrelinha também se finta. Tem que se fintar. Em noventa minutos há muita finta para se fazer, em vez de se lamentar a falta que um Brahimi ou um Corona nos possa estar a fazer. E a entrada do Rui Pedro só comprovou que há sangue azul para se aproveitar.

E embora não possamos também nós Porto, "dar tudo" como referiu o Vítor Bruno do Feirense que deu (oh se deu), visto que até as nossas palavras valem mais (expulsões/castigos) que a agressividade física em campo, temos que tentar dar sempre o melhor futebol que temos para dar. Sem medo. E com vontade.

Sou Porto. Continuo a ser. Serei sempre. De corpo, coração, alma e vontade. Vontade de rasgar a toalha antes mesmo de a deitar ao chão...

Achincalhamento.

O achincalhamento público é das coisas mais fáceis que nos podemos propor a fazer. A facilidade de meios é imensa. Em dois tempos, deitamos cá para fora as palavras desconcertadas , acusando, julgando alguém.

Hoje em dia, é preciso muito cuidado, repito MUITO CUIDADO quando alguém que tem um maior reconhecimento público diz alguma coisa. Nisto do achincalhar não há limites, há apenas o entender o que se quer entender, porque todas nós temos causas e lutas pelas quais acreditamos e num passo passamos a julgar quem ousou ir contra ou dizer eu errei.

Sim, as pessoas erram e há erros que não se podem admitir. E por vezes algo que pode dar uma lição, torna-se um assunto descontrolado, do diz que disse, já falou e acrescentou e todos opinam e na verdade a verdade pode não ser isso. Mas aí já o assunto ganhou contornos gigantes que não há jeito de dar a volta.

Não estou do lado de ninguém nem falando de um caso concreto, mas tento. Tento em tudo o que me custa ouvir perceber primeiro que estando a julgar alguém pelo que ouço estou a fazer o caminho mais fácil pelo qual não gostava que viessem até mim. "Não fazer aos outros o que não gostava que me fizessem a mim" cliché? Não. A sério, pensando bem é necessário cuidado ao fazer julgamentos de valor quando não gostamos que os façam connosco. Não é por uma situação ser notícia que vamos lançar logo a pedra mais próxima.

Não é por eu (ou outra pessoa qualquer) subir um pouco a saia, que já não tenho modos, não mereço respeito,  que já ando a precisar de peso, já me estou a oferecer... Calma minha gente. O difícil mesmo é ler entrelinhas. O fácil é julgar a primeira impressão.

As pessoas não gostam de algo, mas vão "atrás" desse algo.

Não consigo perceber as pessoas que não gostam de alguma coisa, não se afastarem dessa mesma "coisa".

Não consigo perceber quem não gosta de alguém insistir em dizer a esse alguém que não gosta em vez de ir à sua vidinha.

Não consigo perceber quem não gosta de um blog seguir esse blog.

Não consigo perceber uma pessoa que não gosta de uma figura pública ser fã da página dessa pessoa.

Não consigo perceber quem não vai à bola com uma pessoa, mas mesmo assim manda-lhe um pedido de amizade no facebook.

Não consigo perceber quem... (e é por isso que escrevo ), não concorda com a mudança de nome do aeroporto internacional da Madeira para aeroporto "Cristiano Ronaldo" ter ido à inauguração.

Aplaudo as palavras do Ronaldo: "Sei que há pessoas que não estão de acordo e estão aqui". Pois há, até porque estava a assistir ao telejornal da tvi em que entrevistaram uma senhora que prontamente disse "eu sou uma das pessoas que não estou de acordo, acho que por exemplo o Alberto João fez muito mais pela Madeira". Ainda bem que eu não era a jornalista senão perguntava-lhe logo "então podia explicar-me porque carga de água vem à inauguração de algo que não está de acordo?". As pessoas não têm que estar de acordo, não têm que gostar, entendo isso perfeitamente o que eu não entendo é, a menos que se ganhe algo com isso, porque gastam tempo com algo que não lhes agrada.

Isso e quem fez o busto do Cristiano Ronaldo ou estava num dia não (temos todos) ou também não está de acordo com a mudança, certo?

Hábitos estranhos estes que as pessoas têm.

É isto. Não se percebe.

Só uma coisinha...

O jogo ontem era da selecção. Da selecção de todos nós. Por acaso vi uma parte do jogo no shopping. Éramos muitos. Não sei,nem me interessa qual o clube de cada um ali sentado. Mas ao primeiro golo do André Silva ou mesmo ao segundo do Ronaldo (Que foram os que vi) o grito foi geral. Éramos, ou melhor somos todos selecção, independentemente do clube pelo qual vibramos. Agora vi as notícias da claque da selecção à chegada à luz. Ouvi inclusive os cânticos. As palavras dirigidas aos mouros. Que tristeza. Eu portista orgulhosa nada tenho a ver com este tipo de reacções. Acho tão estúpido quem não consegue ter sangue para separar as coisas... eu que quando vejo jogos junto à claque dos super dragões estou com eles de alma e coração não consigo entender que não se saiba diferenciar que ontem não era de clubes (deixemos isso para o próximo sábado), era dos maiores, da selecção de todos nós! Ainda há pouco ganhamos o Europeu e eu gritei desejei e abracei os meus amigos, "benficas" também. Era a selecção. Não entendo e acho que não quero entender estas reacções. Eu sou portista. E gosto imenso de futebol. E tão só por isso acho que o futebol merece respeito. Ontem era a selecção. E tudo o que leve a usufruir de estados para atacar outros não deveria nada ter a ver com o espírito de futebol.

Eu fico triste. Porque eu sou portista e não me revejo nestes actos. E se fosse ao contrário também os iria criticar.

Apanha se puderes!

 

Lá em casa é o programa das sete. Ponto. Já não se vê mais nada. Porque todos gostamos do formato. A mente e o corpo. Ambas situações difíceis. A mente tem que ter acima de tudo calma, cultura geral e ter a sorte de apanhar perguntas que por um ou outro motivo lhe dê "luzes" para a resposta. O corpo tem que lidar com a pressão de segundos que não se conseguem contar. Ontem, foi dia de chegar a casa já depois das sete e ter a sorte de pegar na programação e pôr o programa a dar do inicio, porque era a continuação do programa do dia anterior. Eram dois concorrentes, algarvios, que estavam a fazer uma prova fantástica, além de serem engraçados, "a mente" demonstrou ter conhecimentos e uma personalidade curiosa, logo à prova de arriscar. Noutros programas (e ainda não foram assim tantos) já vimos de tudo, quem nem sequer chegou à quinta pergunta que é o primeiro patamar onde já dá para não querer continuar e arrecadar o que se apanhou, quem arriscou depois da quinta pergunta e perdeu o que já tinha apanhado, assim como quem já chegou à quinta pergunta e resolveu ficar por ali jogando pelo seguro levando para casa o que já tinha conquistado. O Dário e o Tiago, concorrentes de ontem, como confidenciou o Tiago levavam a ideia de tentar chegar à quinta pergunta, que é o "patamar" onde podem "desistir" e ficar com o que já apanharam, mas que nem sabiam se lá conseguiam chegar. Não só chegaram como a partir daí, como também disseram envolvem-se no jogo e dá vontade de continuar. Gostei muito de os ver arriscar, mesmo que fossem um desastre dentro da gaiola perdidos nos segundos que lhes restavam. Os nervos e a pressão devem ser danados só isso explica, numa altura terem saído da gaiola ainda com cerca de cinquenta segundos para aproveitar. Cá em casa até nós estávamos nervosos. Pergunta atrás de pergunta lá chegaram à última. E só quem tem a decisão de arriscar consegue chegar lá. A última pergunta era: Quem ganhou o prémio Camões em 1999. Onde estavam indecisos entre dois nomes, o Dário (o corpo) inclinava-se para Florbela Espanca e o Tiago (mente) para Sophia de Mello Breyner. Toda a lógica irem pela "mente" e responderem acertadamente Sophia de Mello. Até eu saltei lá em casa. Foi mais que merecido. E aí sim, a Cristina Ferreira que é sempre tão efusiva (e aquela voz aguda inconfundível) nos seus "Certo" fez toda a diferença. Dário e Tiago fizeram história no concurso, visto que segundo o que disseram nunca em nenhum país que já passou este concurso deram a montra total. Foi uma fantástica prestação.

Parabéns aos vencedores.

Parabéns ao programa porque é um bom formato. Parabéns Pedro Teixeira, que ele parece ser mesmo boa pessoa, ele abraça (e dá vontade de ir lá), ele vibra ele fica triste pelos concorrentes. E a Cristina, se bem que às vezes aquele grito do "está certa" parece exagero, é também vibrante pela constante expectativa em que se está de a resposta estar certa ou errada.

Venham mais!

SorrisoIncógnito

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