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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Pray for Portugal!

Estamos de luto.

bombeiros.jpg

 

62 mortos (em actualização) e 54 feridos.
Acordar com estas actualizações é começar um dia com o coração apertadinho de tristeza por #Pedrógão Grande!
Uma tragédia gigantesca que infelizmente prevê-se aumentar.
Vítimas em carros, na estrada e em casas destruídas. Imagens de terror. Muito calor, muito vento. Poucos meios.
O meu coração está com a família das vítimas e com os bombeiros que acredito, dentro do que lhes é possível fazem o impossível com os factores adversos que os limitam.

Que possamos ser solidários como sempre somos reconhecidos pela nossa ajuda, quem é de mais perto que ajudem com água, leite e frutas para os bombeiros que estão há horas em esforço a combater forças da natureza que mais parecem não estarem ao alcance do comum mortal.

Para todos os desalojados e famílias que perderam quase tudo, desejo que tenham força para ultrapassar esta enorme tragédia.
Os meus sentimentos a todos os afectados 

Cartas à....

Todos os dias que entro no blog, ali no canto superior direito, a primeira fotografia que aparece a dizer que gosta do blog é a tua.

Inevitável não me lembrar de ti todos os dias.

As memórias nas páginas do facebook, seja a  do blog ou a pessoal quase todos os dias me trazem lembranças tuas. Confesso tenho saudades das tuas expressões "sorrisão" "ah jeitosa" "tenho que te assaltar o guarda-roupa" "é mandá-los pastar" "e o nosso porto car@lho?" até ao último comentário que nem cheguei a responder "Go Maria!".

Rais parta, o blog nunca me tinha trazido isto. E é tão mais fácil lidar com o feedback positivo que nos traz, até com os hatebloggers que não nos acrescentam, do que com a partida de uma leitora que se tornou amiga....

Sabes, eu sei que sabes, penso em ti todos os dias, vou ver imensas vezes a tua página (incrível como os teus amigos continuam a escrever sobre ti e o mais adorável é falarem sempre do teu sorriso) e os ciscos nos olhos atrapalham-se com o sorriso. Foi este sorriso que nos juntou. Não consigo pensar em ti sem sorrir, mesmo lamentando todos os dias o que te aconteceu.

Há um mês atrás faltaste-nos.

Nunca fui de pensar muito nestas questões da morte e da vida para além da morte. Nem com os meus que já me faltam. Mas tenho dado comigo a pensar se continuas a ler o blog.

Um sorriso,

One Love Manchester - Ariana Grande

Ontem Ariana Grande voltou a Manchester para um concerto solidário em memória das vítimas do atentado de Manchester no fim do seu concerto no passado 22 de Maio. As receitas reverteram para a família das vítimas do ataque. Os bilhetes esgotaram em seis minutos após terem sido postos à venda (incrível).

Ontem assisti a algumas partes do concerto, em que Ariana Grande teve imensos convidados especiais, com quem partilhou o palco, na música, na solidariedade e nas mensagens de apoio.

Coldplay, Katy Perry, Miley Cyrus, Justin Bieber, Robbie Williams, Black Eyed Peas entre tantos outros grandes da música que aceitaram o convite de Ariana.

Durante o que vi, Ariana mostrou-se sempre bastante emocionada principalmente no final do concerto.

Fechou-o com a maravilhosa música "Somewhere Over the Rainbow".

 

Fica também outro "dueto" que adorei com a Miley Cyrus de outra música bem conhecida - "Don't dream it´s over".

 

O Rex,

O Rex morreu há três semanas.

Rex

  [Fotografia no meu facebook usada para o desafio de #desculpasdenatal no dia do -  Amigo - para a vida disse eu]

 

Morreu na semana que eu estava de férias. Não o vi morrer. Não o vi no seu último dia de vida. Não o vi depois de se esconder na sua casota para desfalecer. Soube pela chamada ("Cá em casa agora seremos menos um") que a minha mãe me fez e doeu imenso aquele choque de não estar ali ao pé dele. Não consigo lembrar-me de quando me despedi dele antes de ir para o aeroporto, mas de certeza que o fiz. Mas não me consigo lembrar por mais que tente. Ele fazia sempre aquela cara de "cachorro abandonado" quando nos via com um mala e eu não me consigo lembrar da última, mas consigo lembrar do descer das escadas e dos olhos dele em mim nos últimos dias. Não sei se por defesa, mas sempre que me lembro dele é com aquele rabo a abanar e aquele ar de atrofiado a querer saltar para o colo.

Estas semanas passei por situações diferentes quase todos os dias. Primeiro foi a falta assim que cheguei a casa de viagem que senti, da festa que ele não me fez. De não ouvir aquele ladrar de contente, dos saltos e cambalhotas, das lambidelas nos pés, das orelhas arrebitadas à espera que lhe passasse a mão no pêlo e da pata no ar para lhe dar a minha mão... Foi aquele primeiro impacto de chegar e encontrar literalmente o vazio. Já sem casota. Já sem as coisas dele por ali. Já sem o cheiro. Tento me lembrar e lá está ele no pensamento aos saltos com o ar atrofiado que eu amava.

Os dias passam e assim que chego a casa, não consigo parar de pensar que ele era o primeiro que eu via. Que ladrava logo se eu demorava a sair do carro, que queria sempre saltar e que ficava ali de olhos postos em mim, orelhas no ar e rabo mexer até que eu entrasse na porta. Às vezes entrava e voltava a vir cá fora só para o picar com o "OH Rex" e ele que já estava deitado no chão imediatamente ficava tal e qual como estava quando entrei pela porta.

Não esqueço.

Ele era a nossa campainha. Antes mesmo de alguém chegar a tocar à campainha já sabíamos que estava ali alguém, ele sempre dava sinal. E o ladrar dele era logo revelador de se tratar de alguém conhecido ou não. Como sinto a falta disto. Porque a atitude dele era peculiar. Ele não ladrava para as pessoas, ele ladrava virado para a porta como se a chamar-nos.

Não esqueço.

Ele era um atrofiado do pior. Nunca ligou a bens materiais, entenda-se que era um cão que não gostava de brincar com nada, só connosco. Podias comprar-lhe o melhor brinquedo, não tinha interesse. Mas se eu me sentasse ao fundo das escadas ele já fazia trinta por uma linha para brincar. Para dar a pata, para pôr as patas no meu colo. para roçar o focinho nas minhas pernas. Para fazer corridas e para dar a volta à casa em segundos e voltar ao mesmo sítio atirando-se para o chão. Chorava a rir com ele tantas vezes. Não gostava de andar de carro, sempre enjoava.

Não esqueço.

Por mil e duas razões lá em casa ainda sobra comida e dizemos "é para o Rex". Olhando todos uns para os outros com aquele olhar de "já não". Ainda nos sentamos nas escadas à espera que ele venha ali brincar. Só que não. A piolha mais nova sempre chega e ainda diz "oh já não há Rexi". Ainda ontem, com a mãe falávamos da falta que sentimos dele. Daquela saudade que não se explica quando alguém desaparece. A minha mãe prontamente volta a repetir o que já disse "Não quero mais cães, uma pessoa apega-se tanto a eles...". E acredito. Apesar de ter dito o mesmo depois da nossa pastora alemã morrer e antes mesmo de o Rex vir morar lá em casa. O Rex morava connosco há muitos anos. O Rex é da família há mais de catorze anos. Não esqueço. Não nos esqueceremos.

"Não quero mais cães!" - sinto-lhe o sentido.

Ter um blog é também (infelizmente) isto...

Tal como ontem partilhei no meu facebook, partilho hoje também aqui...

Estou triste.
Um blog também nos traz isto.
Soube ontem, que uma leitora e assídua comentadora (ainda tenho comentários dela para responder, desculpa amiga, talvez o teu último comentário que li ontem, naquele momento já não estavas cá, talvez...) faleceu ontem. Tão jovem. Nunca a conheci pessoalmente, mas foi das primeiras pessoas que o blog me trouxe há oito anos. Foi das pessoas que mais me ajudou em muitas situações pela força que sempre me transmitia. Era das pessoas que chegou e ficou. Era das pessoas que mais queria conhecer e que falamos imensas vezes nisso. Não aconteceu.

Foi das poucas pessoas que passou para o facebook pessoal e talvez só assim consegui saber por linhas travessas que faleceu ontem. Caso assim não fosse talvez hoje lhe respondesse aos comentários e não mais obtivesse resposta. Nunca mais teria notícias dela e provavelmente iria pensar que deixou de me seguir. Mas ela tinha sempre partilhas comigo. E sorrisos. E lemas de vida. E uma mensagem aqui ou acolá. E os gostos nas fotos. As lutas nas insónias. A partilha do mútuo gosto pela cidade invicta. Pelo Douro. E o orgulho do nosso clube do coração, o Porto. Sempre.

Não consigo explicar. Era como uma amiga mesmo. Às vezes não consigo explicar isto que o blog nos traz, só quem tem um poderá perceber.

Desejo do coração que estejas em paz miúda. E que o sorriso que nos juntou te acompanhe sempre.
De coração!

13 Reasons Why (13 Razões, porquê)

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Séries com adolescentes não é propriamente uma coisa que me chame atenção, mas esta, adorei e aconselho a todos!

Conta a vida de uma adolescente que se suicida, e escolhe uma forma peculiar de contar o que lhe foi acontecendo para tomar essa decisão, fê-lo através de um conjunto de cassetes que deixa, onde conta todos os eventos que a levam a tomar essa decisão.

Aborda assuntos muito reais, problemáticos e actuais como o problema do Bullying e outras situações hoje em dia passadas por muitos adolescentes, muitas destas por vezes escondidas ou ignoradas pelos Pais, pelos professores ou pelos próprios colegas.

Não deixa de ser chocante e assustadora, mas ao mesmo tempo muito real e necessária nos tempos que correm.

Uma dica para quem ainda não viu, não procurem nada sobre a série, a expectativa de não saber-se nada do que vem a seguir é que a torna tão viciante.

...

Quando estás de férias, longe e recebes aquela chamada: "Cá em casa agora seremos menos um" Aquele aperto no peito. A tristeza da partida. As boas lembranças e o estares longe. Nem me despedi dele. Se calhar ele não quis despedidas e esperou que eu não estivesse. Sempre foste mais um da casa 😍 vou ter saudades tuas meu Rex. Muitas.

Força Chapecoense!

Nunca há muito a dizer sobre tragédias. Ficamos boquiabertos, não queremos acreditar e rezamos a todos os santinhos pensando como é possível?

Na verdade, há um destino daqui a uns segundos que nos é completamente desconhecido. A todos. Mas há tragédias que ceifam vidas desta maneira que nos deixam assim sem muitas palavras.

E depois surgem os vídeos, os sorrisos, as palavras e o sonho. O sonho que era estarem ali....

O pensamento é um só, que a força esteja com a família de todos os que perderam a vida neste trágico acidente de avião, com a família, mas também com os amigos, com os adeptos que viviam também o sonho, com todos os outros que pertenciam à equipa. Não perdem um amigo, perdem vários de uma vez só. Muita força para os sobreviventes, que consigam recuperar e que tenham paz no coração. Porque não lhes imagino a dor. Só a sorte. Independentemente de tudo, sobreviver a um acidente de avião é quase um milagre.

"Avião despenha-se na Colômbia, seguiam 22 futebolistas da Chapecoense, 28 dirigentes, membros da equipa técnica e convidados, 22 jornalistas e nove tripulantes.

Na aeronave estavam 81 pessoas, das quais terão sobrevivido seis, três jogadores, dois tripulantes e um jornalista."

 

SorrisoIncógnito

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