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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Do futebol

O [meu] FCPorto ganhou ontem ao Mónaco por 0-3. 

Soube mesmo bem.

Mas como o Conceição disse, "não é por terem perdido em casa com o Besiktas que são os piores do grupo, assim como não é por terem ganho ao Mónaco no seu campo por três zero que são os melhores do grupo". Mas que o resultado foi bom. Foi. Que gostei de ver o jogo. Gostei. Que o Sérgio arriscou mudando a táctica, foi verdade. Mas era necessário. E foi eficácia como disse o Moutinho agora jogador do Mónaco. Que foi o que faltou no jogo anterior. Eficácia na finalização. E assim são felizes no jogo. Ontem fomos felizes num bom jogo com todo o mérito ganho.

Mónaco 0 x 3 F.C. Porto (2º Jogo  fase de grupos da Liga dos Campeões)

Futebol é (também) isto.

Ontem começou a Liga dos Campeões para o [meu] Porto.

O jogo foi em casa com o Besiktas e não nos correu da melhor maneira. Entramos a perder na Liga por 1-3.

Falhamos na concretização, até porque oportunidades não faltaram. 

Do jogo valeu a saída de campo do meu ciganito do coração com todo o dragão a levantar-se e a aplaudi-lo 💙💙
Ele com a mão ao peito. 

 

Quaresma, ainda com declarações como: "desde que sou profissional, acho que foram os piores 90 minutos que tive, porque por muito que tente, não consigo deixar as emoções de lado e serei portista até morrer"; "tentei ser o mais profissional possível mas não é fácil".

Foi uma imagem muito bonita, eu sei que sou suspeita de o fazer, sou portista de coração e o Quaresma ficou-me no coração há muitos anos. Tem raça de Porto. Tem Porta na alma. Sou suspeita mas... é sempre bonito um estádio aplaudir um ex-jogador. Um adversário. Mas ele não é um adversário qualquer. Continua a falar do seu clube do coração imensas vezes. E continua a saber senti-lo. De mão ao peito e de olhos emocionados, foi assim que respondeu aos aplausos.

Futebol é (também) isto.

F.C. Porto 1 x 3 Besiktas (1º Jogo  fase de grupos da Liga dos Campeões)

[Meu] Porto

Começa [nos] hoje uma nova época.

Que venha com aquilo que tem faltado e que o Sérgio Conceição traga, conforme já tem demonstrado, trabalho, esforço, garra, empenho, luta, trabalho, eficácia, garra, trabalho, alma e a mística de dar tudo por tudo dentro de campo de cabeça erguida e mão ao peito, em prol do clube do qual gostamos, [meu] PORTO.

Vai com tudo.

 

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Cristiano Ronaldo, Hala

Na freguesia ao lado nem todos nos conhecem. Mas ele é conhecido até onde judas perdeu as botas do outro lado do mundo. Isso deve ser fodido para quem não aguenta do ego, só isso explica o porquê de o criticarem tanto.

"É preciso celebrar daquela maneira ao marcar um golo?" É, ele, como qualquer outro que faça o feito pode. Daqui a cem anos ele vai ser lembrado por aquilo que vocês no sofá lá de casa criticaram.

(e eu nunca fui a sua maior fã, mas de direito a quem é de direito)

As lendas não são só histórias que passam  de boca em boca. São a história da vida de alguém. E ele merece.

Cristiano Ronaldo

 

Parabéns! Parabéns Cristiano Ronaldo!

Final da Liga dos Campeões (3/05/2017) = Juventus 1 x 4 Real Madrid.

 

Nem de propósito ontem passou na RTP o Ronaldo o filme, eu vi. E o que sempre tive de lhe dar valor e lhe dou a cada dia mais, foi ele realçar sempre, sempre, o valor que a família e os amigos têm para ele. Ele quer sempre ser mais, admite-o não é hipócrita, mas não se esquece de dizer que não seria nada do que é, se não tivesse com ele as pessoas que tem, a família e os amigos. E faz questão que estejam sempre presentes.

Ciscos nos olhos do futebol, Totti.

 

"Obrigado, Roma.

Obrigado mãe, pai, irmão, familiares e amigos. Obrigado à minha mulher e aos meus três filhos. Quero começar pelo fim, pelas despedidas, porque não sei se serei capaz de terminar estas linhas.

É impossível resumir 28 anos em algumas frases.

Gostaria de fazer isto com uma canção ou um poema, mas não sou capaz de os escrever. Ao longo de todos estes anos, usei os pés para falar, o que tornou tudo muito mais simples. Assim foi desde criança.

Por falar na infância, conseguem adivinhar qual era o meu brinquedo favorito? Uma bola de futebol, claro! Ainda é. Mas crescemos ao longo da vida. Foi isso que me disseram e que aconteceu.

Maldito tempo.

Tempo que, no dia 17 de junho de 2001, só queríamos que passasse mais rápido. Não aguentávamos esperar mais pelo apito final. Ainda me arrepio quando me lembro daquele dia. Hoje, esse mesmo tempo bateu-me nas costas e disse: "Nós precisamos crescer. Amanhã, serás um adulto. Tira os calções e as chuteiras porque, a partir de hoje, és um homem e não poderás continuar a sentir o cheiro da relva, o sol a bater no rosto enquanto assistes ao golo dos rivais, a adrenalina a consumir-te, a satisfação de celebrar'.

Nos últimos meses, perguntei à minha mulher porque é que eu estava a ser acordado deste sonho. Imaginem que vocês são crianças e estão a ter um bom sonho. De repente, a vossa mãe acorda-vos para irem para a escola. Vocês querem continuar a sonhar, tentam dormir outra vez, mas já não é possível...Desta vez, não é um sonho. É realidade. E eu não posso voltar a dormir.

Quero dedicar esta carta a todos vocês. A todas as crianças que torceram por mim. Às crianças de ontem, que cresceram e hoje são pais, bem como às crianças de hoje que talvez gritem "Tottigol". Gosto da ideia de que, para vocês, a minha carreira é um conto de fadas a ser contado.

Agora é realmente o fim. Vou tirar esta camisola pela última vez. Ficará guardada, ainda que não esteja pronto para dizer "chega". Talvez nunca esteja.

Peço desculpa por não dar entrevistas para esclarecer os meus pensamentos, mas não é fácil apagar a luz. Tenho medo. E não é o mesmo medo que se sente quando se está na cara do golo, prestes a bater um pénalti. Desta vez, não posso ver o que está à minha frente como via pelos buracos da rede.

Permitam-me que tenha medo. Desta vez, sou eu que preciso de vocês e do amor que vocês sempre me deram. Com o vosso apoio, vou conseguir virar a página e começar uma nova aventura.

Agora, é hora de agradecer a todos os meus companheiros de equipa, treinadores, diretores, presidentes e todos os que trabalharam ao meu lado nesta jornada.

Para os adeptos e à Curva Sud, faço uma referência a todos os romanos e romanistas. Ter nascido romano e romanista é um privilégio. Ser o capitão desta equipa é uma honra.

Vocês são e sempre serão a minha vida. Os meus pés vão deixar de vos emocionar, mas o meu coração estará sempre com vocês. Vou descer as escadas e entrar no balneário que me acolheu ainda criança e que agora deixarei como um homem.

Estou orgulhoso e feliz de ter dado ao Roma 28 anos de amor.

Amo-vos"

Daqui.

Para quem gosta de futebol é impossível não sentir as palavras de Totti. É impossível não ficar com ciscos (muitos!) nos olhos ao ouvi-lo, ao ver as suas lágrimas, as do treinador, colegas de equipa, equipa técnica, da família e dos adeptos. Totti não foi só de Roma, foi de todo um mundo que gosta de futebol. Ensinou o que é ter amor à camisola, ao clube que ama, ao País, ao futebol. Ensinou o que é estar no futebol e vive-lo. Ensinou-nos que isto do futebol é uma paixão que ultrapassa cores e clubes. Idades. Ódios parvos. Que é difícil sair quando se quer ficar. Que o tempo não ajuda a dizer adeus.

Que o fairplay é bonito. Que no fim o que conta é a marca que deixas. E que a ser lágrimas, que sejam de orgulho e saudade pelo bom caminho que se fez. Emoção.

O Futebol é isto.

[meu sempre] Porto ♥

Foi um ano mau. Foi (mais um) ano mau. Muito mau em muitos aspectos.

O Porto não é equipa para ficar tanto tempo sem ganhar nada.

O que é que está mal? Tudo. Muito mais interno que externo. Os adeptos estão lá. O amor pelo clube está lá. Mas não temos o mesmo feedback interno. E é isso que nos deixa de pé atrás. Tem sido anos de más decisões. Temos um presidente que durante anos passou o clube acima de tudo mas que nos últimos perdeu-se pelo caminho.

O Nuno saiu. Se não me engano nem aqui falei dele este ano. Por entre rascunhos feitos não conseguiu trazer aquilo que o clube precisava.

Não tenho muito mais a dizer sobre isso. Foi um ano que não me apaixonei pelo futebol do meu clube, foi uma no que trouxe-me menos jogadores a querer ficar do que aqueles que não me dão saudades. Foi uma ano que tiraram oportunidades a quem as devia ter e deram oportunidades àquilo que nunca foi o motivo de garra do nosso clube.

No final da época passada só pedi que nesta época amostrassem aquilo que sempre me apaixonou. A mística, a garra, a confiança, a luta, o empenho, a atitude, a alma, o dar tudo por tudo de mão ao peito de orgulho. Ser Porto. É isto. Mas não foi. Falhou. Falharam.

Há gente podre. E isso, como se sabe, só afecta o que está mais próximo.

Não deixem.

A quem é de poder, não deixem. Assim como eu não deixarei de amar de alma e coração o [meu] Porto, não o matem.

fcp3.jpg

 

Classificação época 2016/2017:

1º Benfica

2º Porto

 

Maria, fala lá de futebol que essa tua tiróide não aguenta.

Já há muito que tento não ficar com as coisas engasgadas cá dentro porque este problema da tiróide sofre. E não estou cá para sofrer. Vai na volta o que tenho a dizer digo. Mas e do futebol que não tenho falado? Do futebol que não tenho discutido? Do futebol que tanto nervo me tem dado?

Só Deus sabe e os meus amigos também como sofro com um jogo do [meu] FCP

Fica tudo ali durante o jogo. Ontem no fim do jogo quem olhasse para mim não via, mas por dentro estava como o Felipe aquando o fim do jogo, ou mesmo como o Danilo a escorrer sangue. Senti que eles deram quase tudo dentro do campo, assim como eu, fora. Gritei, zanguei-me, disse milhentos palavrões. Sentei-me, levantei-me. Virei a cara e tentei roer unhas. Bati demasiadas vezes com a mão na perna porque a mesa não estava ao alcance. Desejei não ter jantado antes e pedi um chá no final. Aquilo para quem gosta de futebol enerva mesmo. Eu não posso. A tiróide não gosta e convenhamos o raio do herpes está sempre há espera de uma desculpa esfarrapada para voltar a aparecer. Grande merd@.

Que jogo nhec. Primeiro resmunguei porque achei que não estavam a jogar para ganhar e não estavam. Primeiro achei que aquilo estava a engonhar demais e engonhou. Primeiro os meus olhos enevoaram ao pensar que não íamos aproveitar o que havia para aproveitar. Rais parta que não aproveitamos mesmo! Depois achei que a estrelinha não estava lá, em vez disso estava um Vaná com o diabo a quatro que defendia bolas como eu como gelados.

Não me quero resumir a falar de arbitragens, porque isso resumia(-me) este campeonato. Mas o Porto ontem poderia ter feito mais, a estrelinha também se finta. Tem que se fintar. Em noventa minutos há muita finta para se fazer, em vez de se lamentar a falta que um Brahimi ou um Corona nos possa estar a fazer. E a entrada do Rui Pedro só comprovou que há sangue azul para se aproveitar.

E embora não possamos também nós Porto, "dar tudo" como referiu o Vítor Bruno do Feirense que deu (oh se deu), visto que até as nossas palavras valem mais (expulsões/castigos) que a agressividade física em campo, temos que tentar dar sempre o melhor futebol que temos para dar. Sem medo. E com vontade.

Sou Porto. Continuo a ser. Serei sempre. De corpo, coração, alma e vontade. Vontade de rasgar a toalha antes mesmo de a deitar ao chão...

Só uma coisinha...

O jogo ontem era da selecção. Da selecção de todos nós. Por acaso vi uma parte do jogo no shopping. Éramos muitos. Não sei,nem me interessa qual o clube de cada um ali sentado. Mas ao primeiro golo do André Silva ou mesmo ao segundo do Ronaldo (Que foram os que vi) o grito foi geral. Éramos, ou melhor somos todos selecção, independentemente do clube pelo qual vibramos. Agora vi as notícias da claque da selecção à chegada à luz. Ouvi inclusive os cânticos. As palavras dirigidas aos mouros. Que tristeza. Eu portista orgulhosa nada tenho a ver com este tipo de reacções. Acho tão estúpido quem não consegue ter sangue para separar as coisas... eu que quando vejo jogos junto à claque dos super dragões estou com eles de alma e coração não consigo entender que não se saiba diferenciar que ontem não era de clubes (deixemos isso para o próximo sábado), era dos maiores, da selecção de todos nós! Ainda há pouco ganhamos o Europeu e eu gritei desejei e abracei os meus amigos, "benficas" também. Era a selecção. Não entendo e acho que não quero entender estas reacções. Eu sou portista. E gosto imenso de futebol. E tão só por isso acho que o futebol merece respeito. Ontem era a selecção. E tudo o que leve a usufruir de estados para atacar outros não deveria nada ter a ver com o espírito de futebol.

Eu fico triste. Porque eu sou portista e não me revejo nestes actos. E se fosse ao contrário também os iria criticar.

SorrisoIncógnito

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