Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Dias especiais ♥

Quando uma das pessoas mais importantes da minha vida há nove anos me ligou a dizer "já nasceu" a milhas de distância, senti o que ainda hoje sinto quando me lembro. Um misto de emoções. Um amor maior por alguém que ainda quase não tinha visto mas que amava com todo o coração, uma saudade, uma vontade de pegar um avião e ir. Lembro-me o coração apertadinho que a partir desse momento ficou. Até hoje. Não estar ali lado a lado fisicamente com os nossos traz-nos isto. Aquele misto de emoções do quereres muito estar lá. Para acompanhar sempre aquilo que inevitavelmente vais perdendo, por mais que (graças a Deus!!) as tecnologias ajudem.

Há nove anos que me és mais um pedaço também de mim, que te olho como sendo meu. Que te amo com todo o coração e mais algum, que te sinto saudade a cada dia. Que me orgulho do sorriso lindo que tens. Que me fazes apaixonar mais um bocadinho cada vez que me contas as tuas traquinices.

Estás um crescido. Eu uma tia babada. Queria dar-te o maior abraço até dizeres "isso é um bocadinho chato". Continuo a acreditar que pode ser que um dia, os astros se cruzem e a gente comemore junto. Até lá, é como se estivesse aí do teu lado, cantarei os Parabéns com o mesmo entusiasmo e os olhos ficarão cheios de ciscos. Tudo porque te quero o melhor do mundo.

Amo-te meu pequeno. Nove anos de ti. Parabéns meu bem ♥

Daqueles amores maiores...


Tu tens um sorriso encantador, maroto também, mas encantador.

Eu tenho uma parte tua muito boa, este coração enorme pelos nossos que faz esconder todos os nossos problemas como se sempre estivesse tudo bem. Tu nunca gostaste de dar preocupação a ninguém. És lá mulher disso. Lembro-me perfeitamente do dia que cheguei lá a casa e vi-te sentada à mesa com um lenço à cabeça. Não te ficava mal, mas não era coisa habitual. Avó que tens? Respondeste tão rápido quanto seco: Nada, porquê? Aproximei-me e subi-te o lenço, tinhas caído no quintal, tinhas um generoso golpe na cabeça e numa de não incomodar ninguém puseste o lenço. Lembras-te? Primeiro resmunguei contigo, depois rimos às gargalhadas.

Sempre foste uma teimosa do pior. Lembras-te quando me chamavas à socapa dos outros porque querias pôr-me uma notinha no bolso? Ou quando ias à loja e vias os croissants que eu tanto gosto e trazias para mim? E o quanto gostavas de me ler a cruzada, só na parte das adivinhas e nos provérbios? Lembras-te do porquê do meu chocolate preferido ser o After Eight que maravilhosamente partilhavas comigo quando eram também eles os teus preferidos? E o teu gosto de guardar folhas secas dentro de livros? E quando me chamavas à beira da máquina de costura e dizias "ainda dizem que estou velha, com a minha idade não preciso de óculos para enfiar a linha no cu da agulha". Tão fina.

Não és de beijos mas pegares nas mãos sempre foi um hábito. A tua tinha que vingar, teimosa, oh feitiozinho que herdei mas depois o coração sempre nos trama. Sempre, não é? Até ao fim...

Cá beijinho no coração e um abraço daqueles fortes que só tu davas, eh mulher forte. Sempre foste. Fazes falta. Sempre fizeste. Tu e os que não cheguei a conhecer. 

O Rex,

O Rex morreu há três semanas.

Rex

  [Fotografia no meu facebook usada para o desafio de #desculpasdenatal no dia do -  Amigo - para a vida disse eu]

 

Morreu na semana que eu estava de férias. Não o vi morrer. Não o vi no seu último dia de vida. Não o vi depois de se esconder na sua casota para desfalecer. Soube pela chamada ("Cá em casa agora seremos menos um") que a minha mãe me fez e doeu imenso aquele choque de não estar ali ao pé dele. Não consigo lembrar-me de quando me despedi dele antes de ir para o aeroporto, mas de certeza que o fiz. Mas não me consigo lembrar por mais que tente. Ele fazia sempre aquela cara de "cachorro abandonado" quando nos via com um mala e eu não me consigo lembrar da última, mas consigo lembrar do descer das escadas e dos olhos dele em mim nos últimos dias. Não sei se por defesa, mas sempre que me lembro dele é com aquele rabo a abanar e aquele ar de atrofiado a querer saltar para o colo.

Estas semanas passei por situações diferentes quase todos os dias. Primeiro foi a falta assim que cheguei a casa de viagem que senti, da festa que ele não me fez. De não ouvir aquele ladrar de contente, dos saltos e cambalhotas, das lambidelas nos pés, das orelhas arrebitadas à espera que lhe passasse a mão no pêlo e da pata no ar para lhe dar a minha mão... Foi aquele primeiro impacto de chegar e encontrar literalmente o vazio. Já sem casota. Já sem as coisas dele por ali. Já sem o cheiro. Tento me lembrar e lá está ele no pensamento aos saltos com o ar atrofiado que eu amava.

Os dias passam e assim que chego a casa, não consigo parar de pensar que ele era o primeiro que eu via. Que ladrava logo se eu demorava a sair do carro, que queria sempre saltar e que ficava ali de olhos postos em mim, orelhas no ar e rabo mexer até que eu entrasse na porta. Às vezes entrava e voltava a vir cá fora só para o picar com o "OH Rex" e ele que já estava deitado no chão imediatamente ficava tal e qual como estava quando entrei pela porta.

Não esqueço.

Ele era a nossa campainha. Antes mesmo de alguém chegar a tocar à campainha já sabíamos que estava ali alguém, ele sempre dava sinal. E o ladrar dele era logo revelador de se tratar de alguém conhecido ou não. Como sinto a falta disto. Porque a atitude dele era peculiar. Ele não ladrava para as pessoas, ele ladrava virado para a porta como se a chamar-nos.

Não esqueço.

Ele era um atrofiado do pior. Nunca ligou a bens materiais, entenda-se que era um cão que não gostava de brincar com nada, só connosco. Podias comprar-lhe o melhor brinquedo, não tinha interesse. Mas se eu me sentasse ao fundo das escadas ele já fazia trinta por uma linha para brincar. Para dar a pata, para pôr as patas no meu colo. para roçar o focinho nas minhas pernas. Para fazer corridas e para dar a volta à casa em segundos e voltar ao mesmo sítio atirando-se para o chão. Chorava a rir com ele tantas vezes. Não gostava de andar de carro, sempre enjoava.

Não esqueço.

Por mil e duas razões lá em casa ainda sobra comida e dizemos "é para o Rex". Olhando todos uns para os outros com aquele olhar de "já não". Ainda nos sentamos nas escadas à espera que ele venha ali brincar. Só que não. A piolha mais nova sempre chega e ainda diz "oh já não há Rexi". Ainda ontem, com a mãe falávamos da falta que sentimos dele. Daquela saudade que não se explica quando alguém desaparece. A minha mãe prontamente volta a repetir o que já disse "Não quero mais cães, uma pessoa apega-se tanto a eles...". E acredito. Apesar de ter dito o mesmo depois da nossa pastora alemã morrer e antes mesmo de o Rex vir morar lá em casa. O Rex morava connosco há muitos anos. O Rex é da família há mais de catorze anos. Não esqueço. Não nos esqueceremos.

"Não quero mais cães!" - sinto-lhe o sentido.

Um lugar que sempre me faz feliz e por isso eu volto!

Vou à Madeira sempre pelo coração. É ele que me leva lá, cada vez que decido ir. Tudo o que me traz depois é acréscimo. E como eu gosto de lá voltar.

MADEIRA

MADEIRA

MADEIRA

Poncha MADEIRA

Esta foi a minha primeira poncha assim que aterrei na Madeira por volta da meia noite e depois da primeira aventura naquela pérola do Atlântico. Na Venda do Bello que sempre nos recebe tão bem, com pessoal simpático e um ambiente bem descontraído. Poncha Regional sem gelo, a minha preferida.

MADEIRA

 Podem sempre cuscar mais sobre a (minha visão da) Madeira

...

Quando estás de férias, longe e recebes aquela chamada: "Cá em casa agora seremos menos um" Aquele aperto no peito. A tristeza da partida. As boas lembranças e o estares longe. Nem me despedi dele. Se calhar ele não quis despedidas e esperou que eu não estivesse. Sempre foste mais um da casa 😍 vou ter saudades tuas meu Rex. Muitas.

Mulher sofre!

Aquele momento em que te apercebes que estás a um mês de um casamento e que não tens vestidos que te sirvam. O drama. O horror. Mulheres entendem-me? Não me apetece gastar dinheiro, até porque a um mês do casamento nos entretanto tenho a Páscoa e uma afilhada, tenho as minhas primeiras férias do ano que incluem viagem de avião, uma semana para gozar, uma comunhão e prenda para o melhor sobrinho do Mundo. E de seguida o casamento com prenda para os noivos. Comprar vestido? Não faço questão. Mas... (há sempre um mas) fazer o quê quando vais ao guarda-roupa e os vestidos não te servem?

Estou tramada.

Hoje começa-me a primavera!

Mano,

Hoje sim, começa-me a primavera!

Sempre associei o teu dia, aos melhores dias. Sempre o disse. Sempre o senti. E as datas de calendário são uma seca. O dia ontem provou-o. Diz que ontem foi o equinócio de Março, correspondente do inicio da primavera, mas o dia esteve choco que só ele. Nem me lembrou de tal. Hoje sim, mal acordei e me lembrei de ti lembrei também que a Primavera chegou. Que venha cheia de alegria. Cores. Flores a abrir. Muito sol e azul. Calor. Mangas arregaçadas. Sorrisos. Muitos sorrisos.

Não te desejo menos que isso. Sempre. Mas hoje é especial. É o teu dia. E sorrio-te para que sorrias também, mesmo que lá dentro, o coração esteja apertado de tanta saudade. Cheia de ciscos nos olhos por me lembrar de cada aniversário que tive a oportunidade de partilhar contigo. Os ciscos são saudade. Faz parte. Mas seriam os mesmos se hoje pudesse estar ao teu lado.

Tu sabes, sou uma chorona do pior. Isto dos sentimentos trama-nos. E a família é o meu bem maior.

Quero muito que sejas feliz. Onde quer que estejas, mas gostaria muito muito muito muito que fosse aqui do meu lado. A vida não é bem como nós queremos. E que a distância que nos separa nunca passe apenas disso mesmo, distância. Que nada tenha a ver com o coração. Aí estamos juntinhos.

Que hoje o dia te seja bom. Que venha mais um ano melhor. Que venham muitos mais anos com saúde. O resto a gente vai dando o jeito.

Quero-te o melhor que o mundo tem para oferecer.

Beijo de Feliz Aniversário, feliz dia e um Abraço enorme, sentido!

PARABÉNS MANO! L♥ve you* always & always ♥ ♥ ♥

SorrisoIncógnito

É proibida a reprodução parcial/total de textos deste blog, sem a indicação expressa da autoria e proveniência! Todas as imagens aqui visualizadas são retiradas da internet, com a excepção das minhas as quais identifico. Do mesmo modo, este blog respeita os direitos de autor,mas em caso de violação dos mesmos, agradeço ser notificada.