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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Férias

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Estou por aqui. De férias. Está tudo óptimo mas não estou a conseguir vir aqui ver novidades nem partilhar mas tenho muito. Assim que possa tratamos disso. Até lá continuo a seguir o meu desafio #quenuncanosfaltemsorrisos . Podem sempre acompanhar todas as novidades pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito

Um lugar que sempre me faz feliz e por isso eu volto!

Vou à Madeira sempre pelo coração. É ele que me leva lá, cada vez que decido ir. Tudo o que me traz depois é acréscimo. E como eu gosto de lá voltar.

MADEIRA

MADEIRA

MADEIRA

Poncha MADEIRA

Esta foi a minha primeira poncha assim que aterrei na Madeira por volta da meia noite e depois da primeira aventura naquela pérola do Atlântico. Na Venda do Bello que sempre nos recebe tão bem, com pessoal simpático e um ambiente bem descontraído. Poncha Regional sem gelo, a minha preferida.

MADEIRA

 Podem sempre cuscar mais sobre a (minha visão da) Madeira

Constatação *135*

É nestas alturas que me arrependo de quando tive que fazer uma mala de inverno ter argumentado "custa tanto fazer uma mala de inverno".

Sim, porque fazer uma mala neste clima que nem é uma coisa nem é outra é que me deixa completamente à nora. Não sei se leve calçado fechado se aberto. Se leve biquíni ou impermeável. Se é t-shirt ou manga comprida. Se uma casaca/jaqueta serve ou se vou apanhar noites em que a mantinha vai saber bem. Depois vais para um destino que é por norma mais quente que o nosso mas que te avisam que o tempo não tem estado assim tão quente mas de repente dá para ir à praia. Que por exemplo a noite passada deu porrada de trovoada e chove há três dias. Yap ajuda bué!

Mulher sofre!

Aquele momento em que te apercebes que estás a um mês de um casamento e que não tens vestidos que te sirvam. O drama. O horror. Mulheres entendem-me? Não me apetece gastar dinheiro, até porque a um mês do casamento nos entretanto tenho a Páscoa e uma afilhada, tenho as minhas primeiras férias do ano que incluem viagem de avião, uma semana para gozar, uma comunhão e prenda para o melhor sobrinho do Mundo. E de seguida o casamento com prenda para os noivos. Comprar vestido? Não faço questão. Mas... (há sempre um mas) fazer o quê quando vais ao guarda-roupa e os vestidos não te servem?

Estou tramada.

Back to work!

2016 foi-se. O mano e família também já foram. As férias acabaram. Veio 2017. Começa aqui (sim eu sei que o ano já conta com três dias) mais um ano em branco que inicia mais uma série de capítulos (bons espera-se!). Volta-se ao trabalho e mesmo não sendo fácil, mesmo aqueles cinco minutos difíceis pela manhã para sair da cama com este gelo, mesmo aquele primeiro pensamento matinal "oh não, tenho que ir trabalhar", o facto de ter para onde vir é começar bem o ano.

Foram umas férias maravilhosas por ter tido a sorte de passar com os meus. Desliguei completamente de quase tudo. Foram dias bem dispostos, muitas gargalhadas. Muita emoção. Partilha. Muita engorda.

Ontem foi dia de voltar ao aeroporto. Dia de dizer até já. De querer muito estar junto. De querer parar o tempo. De dar os abraços e beijos possíveis. De sorrir com o rosto em lágrimas. De tirar mais fotos, de olhar e olhar, de perder-se no olhar. De mais abraços e de me perder nas "entrelinhas". De ainda ouvir o pikeno a dizer "até pode ser que te deixem ir connosco no avião mesmo sem bilhete". De voltar a casa e sentir - aquele - vazio. De agradecer por isto ter sido possível. 

Hoje começa-me o ano. O [meu] Janeiro.

Hoje voltei à rotina. Ao acordar cedo. Ao sair de casa e conduzir cedo até ao trabalho com a Rádio Comercial como companhia. Comecei da melhor maneira ao ouvir na Comercial que é possível acreditar nas pessoas, quando depois de ouvir a história do Paulo e da Lucinda, aquele casal que em Agosto do ano passado na A1 distribuíram água sem pedir nada em troca a uma multidão de pessoas que se encontravam lá paradas no trânsito. Hoje a vida trocou-lhe as voltas e são eles que precisam de ajuda. A Lucinda está com problemas de saúde e o Paulo ficou desempregado. Pelo que percebi houve imensas pessoas a ligarem para a Comercial a quererem ajudar o casal.

Venho trabalhar e ouço isto, há melhor maneira de começar o ano?

É ajudar o próximo, é tentar ser positivo e sorrir, sempre!

Palavra mágica do dia - Férias.

Falta a ultima tarde de trabalho e corro para casa, para me juntar aos meus. Tenho o mano e o pequeno comigo e isso já me chega. Falta a ultima tarde de trabalho do ano e corro para casa, com o "bolo rei" de chocolate e o vinho do Porto oferecido para partilhar com os meus. Esta azafama que com eles faz sentido. Até ouvir falar em contas, fecho de mês. De ano. Não me atrapalha. Tenho tanto ainda para fazer, estou cansada dos últimos dias, mas faz-se. Nestas alturas percebo a minha mãe. A dona lá de casa. Que pode multiplicar o trabalho, mas sente-se feliz por o fazer se tem os seus junto a ela. Às vezes não se dá importância ao que realmente tem, mas eu sou uma agradecida. Gosto muito de dizer obrigada pela sorte que tenho de os ter. Porque isso é que faz sentido. Um dia destes escrevi o que somos nós sem amigos? É isso. O que somos nós sem amigos? Sem família? Sem valores? Sou muito mais com eles que com aquela caixa embrulhada que me trará um qualquer objecto. O que somos nós sem amor? Esta época é isso que nos dá. O ano passado com o desafio #desculpasdenatal abri os olhos para pequenos pormenores que nos acompanham dia-a-dia que atrapalhados com a suposta falta de tempo nos passam ao lado. Não podemos deixar isso acontecer. É olhar à nossa volta e agradecer tudo.

A melhor palavra de hora é férias. Sim, entro de férias hoje e poder passa-las com a minha família será o melhor presente. Ter trabalho mais um ano para agora as puder gozar é reconfortante.

Por muitos dias em que nos deixamos abalar por coisas menos boas. Venham mais dias que consigamos ser positivos com o muito que  temos para agradecer. A véspera de Natal é só amanhã.

Parem um pouco e pensem. O que vos falta fazer hoje?

SorrisoIncógnito

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