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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Um batom colorido e um risco preto nos olhos.

Na verdade, as minhas insónias voltaram. Se é que alguma vez se foram. Mas parece estar de volta uma daquelas fases negras da coisa. Não há pachorra mas elas querem lá bem saber. Acho que desde que estive de férias, fiquei com tudo trocado. Levantei-me sempre cedo e deitei-me sempre tarde. Vim e não consegui aumentar muito mais as minhas horas de sono diárias. No entanto andamos nisto há três semanas, com dias de intenso trabalho e desgaste psicológico que me faz ficar ainda mais cansada mas dormir que é bom nada. E depois isso reflecte-se. Na cara, na pele, no mau humor. Bem tenho que admitir que, no meu caso, acho que quanto mais durmo (e por não ser o normal) mais mal disposta fico.

Este fim de semana foi um caos. De sexta para sábado já cheguei tarde a casa mas depois perdi horas às voltas na cama a levar com aquele silêncio ensurdecedor que me fez acordar com enxaquecas. Voltei a dormir e isso só piorou. Passei um sábado aborrecido. Desmarquei tudo o que tinha em planos e fui deitar-me cedinho. No domingo tinha a corrida da Mulher. Era uma da manhã e eu ainda bem acordada com uma dor de cabeça insistente. Depois começou a má disposição de estar ali deitada à horas e dormir nada. Joguei candy crush até as vidas acabarem. Vi o que havia a dar de jeito na Tv. Fiz zapping quinhentas vezes. Fechei o mais que pude os buracos da persiana. Apreciei o quarto do lado esquerdo, e depois do lado direito, o tecto e andei naquilo horas que me perdi em contar carneirinhos ou o que quer que seja. Eram cinco da manhã e eu sem pregar olho, mandei mensagem às companheiras da corrida a dizer que não ia conseguir ir, estava sem dormir, não ia aguentar. Às sete e meia, hora combinada de saída recebi a mensagem "sempre não vens?". E eu, que ainda estava acordada (!!!) infelizmente tive que falhar. Adormeci por volta das oito da manhã. Às onze e meia estava a tomar o pequeno almoço na cozinha.

Apetecia-me estar rabugenta a bater o pé e a rodar a baiana. Apetecia-me berrar aos céus e perguntar mil porquês, mas andei todo o santo dia numa pasmaceira que ninguém aguenta. Nem eu. Voltei a cair na cama cedo. Vi a gala toda dos globos de ouro. E depois andei a fazer zapping por programas de chacha. Não consigo precisar a que horas adormeci, mas já bem de madrugada. Às oito estava fora da cama.

Comprei um batom novo no fim de semana e dei de caras com ele logo pela manhã. Valeu isso e um risco preto nos olhos.

"Isso é tudo boa disposição a uma segunda-feira?" foi o que ouvi pela manhã.

É isto. Aparências. "Linda e esbelta" por fora, a desfalecer e a sussurrar por uma cama e uma noite bem dormida por dentro.

Mas bem disposta. Sim por incrível que pareça. É segunda-feira e eu estou bem disposta.

O vestido (onde consegui entrar).

Depois de partilhar aqui o drama dos vestidos que deixaram de servir e dos quilos a mais, a um mês do casamento e depois no dia antes, partilho também aqui, depois de partilhar no facebook e no instagram o vestido em que consegui entrar e que era o mais improvável. É que não só tinha que entrar, como não podia também ficar com ar de "se respiras fundo o vestido abre por todo o lado Maria".

(a qualidade da foto não é a melhor) Adoro o modelo. Nunca tinha vestido do género e quando o vi antes de experimentar pensei não ser nada a minha cara. No entanto, já devíamos saber que ver uma roupa "pendurada" não tem nada a ver com vê-la no corpo. Já não é o primeiro vestido que no cabide não me parece nada de mais e depois de vestir amo. Este quando o vi nem olhei muito porque deduzi que não fosse nada para o meu corpo, até que foi mesmo uma colaboradora da loja que me disse se eu não o queria vestir porque ainda não tinham visto ninguém que assentasse bem. Confesso, tem que se ter curvas. No meu caso o rabo "kardashian" dá ali o toque final.

Este vestido já o tinha usado antes noutro casamento. Os sapatos foram também os que tinha comprado para ele:

 

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Caixa de óculos.

É todo um novo mundo para mim. Quer dizer, eu já devia usava óculos há muito. Destes de "descanso" que é como quem diz, para o trabalho, visto que uso demasiado o pc. E usei durante uns anos mas depois já quase não via nada com os óculos, que via melhor mesmo sem eles. E o tempo de os ir "reciclar" demorou a chegar. Entretanto andei anos a adiar o que já devia ter feito há muito. Agora é usar o mais possível. Agora é com lente específica para reduzir a luminosidade o que me tem ajudado bastante com as enxaquecas. Sim, reduziram em massa as dores de cabeça devido ao cansaço dos olhos. E pronto, toma lá óculos outra vez. Novos. Grandes. Lente limpinha. Sim, uma pessoa nunca consegue ter as lentes tão limpas como quando sai do oftalmologista, certo?

E quase como uma dúvida existencial, é só de mim ou, além de nunca conseguir com que as lentes fiquem limpinhas como quando vou ao oftalmologista, como no momento a seguir a as ter limpo já estão sujas e daí até ter vontade de as limpar novamente vai um espaço de tempo de mãos dadas com o esperaaíquejánãovejonadinha.

E ir espreitar à janela e bater com eles no vidro?

E ir coçar o olho e bater nas lentes?

Típico... e estúpido. Quase tão estúpido como ter comprado uns óculos e a Max & Co achar por bem que a caixa deles podia ser daquelas mais maneáveis. É que para andar na mala de uma mulher era coisa para durar muito tempo.

As calças são as mesmas, o peso na balança não!

Pela primeira vez pensei em fazer dieta, ser menos #MariaTexuga. A roupa não tem deixado de servir, tem ficado mais justa. E eu ando mais preguiçosa sem tanto tempo para exercício físico. Mentirinha, devido a outros factores externos à preguicite mas "internos" à minha saúde não estou a conseguir acompanhar as aulas e os treinos como antes, as três vezes por semana. E a coisa foi-se dando e tenho a sensação que deixei mais de fazer. Quero mudar isso. Em rascunho já andam há muito exercícios para fazer em casa. Nada feito. Ainda. Mas quero. E vou fazer um plano, depois partilho. E os dias estão "maiores". Sair do trabalho de dia é mais aliciante. Quero voltar às caminhadas. Ontem fui fazer uma caminhada de ajuda a uma boa causa, a luta contra o cancro, nove quilómetros em monte. Correu super bem, mas foi cansativa. O percurso não era muito fácil para uma #MariaTexuga que está habituada apenas a subir escadas e não montes sempre no lufa lufa. Mas a coisa fez-se. Senti-me muito mais saudável. Ou apenas normal com umas dores de pernas e um cansaço compreensível. Mas as paisagens? Isso sim, vale a pena. Aliar ao exercício físico, natureza e boas paisagens é meio caminho andado para me aventurar a ir. Tão só por isso ginásios nunca foi o meu forte.

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Mas depois a #MariaTexuga que há em mim é uma danada e faz-me resistir a quase tudo menos a comida.

Posto isto, vamos lá a uma aula de zumba que hoje é dia.

Today's Details!

 

 [ Trench-coat e saia - Stradivarius ]

 

Na verdade nos últimos tempos os saltos são usados cada vez menos (e lembrei-me deste post). Ou pelo menos não tanto como eu gostaria. Na verdade a correria do dia a dia abre cada vez mais espaço às sapatilhas e aos rasos e claro aos saltos em stand by no carro ou no escritório sempre prontos para eventualidades.

Mas há um gostinho por saltos que é especial. Sempre adorei. Sempre disse que do alto dos saltos é mais fácil cair, mas também se tem outra perspectiva. E uma mulher de saltos fica mais elegante. Dá outro toque. Tem um je ne sais quoi. Eu pelo menos é assim que me sinto. E sim, há dias em que acordas e te sentes com vontade de usar saltos (o que prova eu não gostar de deixar pronto o que vestir no dia anterior e admirar quem o faça). Hoje foi o dia.

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Não faço entrevistas no carro, mas falo sozinha.

Elucidem-me se estiver errada. James Corden no ano passado fez um sucesso ao fazer um programa em que entrevistava famosos e uma parte do programa ele dava boleia de carro e entre outras coisas os convidados chegam até a cantar. O programa foi um êxito e tornou-se viral por todo o mundo.

Portugal, nisto de "copiar" as ideias que vêm de fora está sempre na primeira linha. Mas neste caso, passa um pouco por todo o lado, desde televisão, bloggers, programas de entretenimento, entrevistas...

Fazer uma vez ou outra... tudo bem. Agora será que não há ideias mais próprias do que fazer apenas o que os outros nos mostram que são um sucesso a fazer? É que, o ser um sucesso nos outros, não quer dizer que seja em nós.

E no entretanto a escrever este post tive uma ideia. Eu sou óptima a ter conversas no carro. Sozinha. Vai na volta ainda faço uns vídeos das minhas conversas que poderiam dar um post a conduzir sozinha. E sim, como já o admiti no facebook, eu pareço uma pessoa normal... mas depois falo sozinha no carro!

Faceweek*

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Ainda a minha "máscara" de Carnaval, coisa que parece de há séculos, do mês passado, vá da semana passada que é do que se trata o "faceweek". O meu "disfarce" serviu para ir fazer uma aula de zumba de quase duas horas alusiva ao carnaval. Foi muito giro e nestes dias há sempre muita galhofa.

Nos entretanto foi uma semana muito ocupada no trabalho. Foi semana de dias não. Foi semana de não apetecer fazer nada incluindo fotografias que foram escassas. Mas foi a semana em que fez dez anos que estou aqui na empresa. Um feito mesmo!

Quanto a looks, não tirei muitas fotografias, deixo-vos este que usei, conjugando um vestido justo com uma camisola de malha por fora escondendo-o como se fosse apenas uma saia. O vestido é este que já mostrei da Pull and Bear do ano passado que estão nos super saldos de este ano.

 

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Dez anos!!

Consigo lembrar-me como se fosse hoje a primeira vez que pisei aquela empresa. Consigo lembrar-me de cada rosto que vi, só homens, que ainda hoje são colegas de trabalho, outros que já não. Consigo lembrar-me de logo no primeiro dia ter a noção de como aquilo seria passageiro, não passaria de um novo emprego que tinha aparecido por acaso mas que não era lugar para ficar.

Lembro-me tanto das primeiras peripécias. Lembro-me de cá chegar e chorar a dizer que não aguentava uma semana (um abre olhos para aqueles que começam num trabalho novo e é difícil, as vezes as coisas depois descomplicam um pouco). Lembro-me de poucos dias depois de cá ter começado a trabalhar o encarregado me dizer "em três tempos se não fores embora, ou tens uma panca como nós ou vais ficar com uma", hoje acredito que já tinha mas cada vez a panca dá sinais de piorar. Efeitos colaterais. Nada a fazer. Lembro-me de não ter achado nada piada a só haver homens na empresa, não tinha ninguém com quem dar dois dedos de conversa feminina. Com o tempo percebi que foi a melhor coisa que me podia ter acontecido, uma pena não haver um achado no meio deles que me despertasse a alma, mas não. Ligações unicamente profissionais e aliás são do mais educados e respeitosos possíveis. Acho que só uma vez alguém me "picou" pelo facto de estarmos em “patamares diferentes” e eu ser mulher. Foi uma situação pontual e nunca mais senti o que quer que fosse em relação a isso. Lembro-me de quando entrei para aqui um funcionário não me largar o pé. No início deixei andar porque pensei “é novidade isto passa-lhe”. Acabou por não lhe passar e ele levou uma repreensão não só do boss como de todos. Acabou por sair da empresa mais tarde. Não directamente por esta situação até porque nunca foi uma situação de extremos mas cheguei a rir-me com as fotografias que me enviava de gatinhos e flores para o telemóvel do trabalho. Tenho mil e duas peripécias sempre para contar desta empresa que já me trouxe tanta coisa boa e algumas menos boas. Quem me segue há mais tempo  conhece bem algumas peripécias que vos conto porque na sua maioria são mesmo de arrancar sorrisos. São dez anos e isto realmente é de loucos. Já chorei, mas já dei tanta risada boa, tanto com os funcionários, como com o boss, com os clientes (esta foi óptima), com os fornecedores ou mesmo com outros indivíduos (que não se esquecem) que me aparecem à frente. Estou mais que atrofiada é certo. Fazer o quê?!

Continuo a agradecer por nos dias que correm, nesta crise que parece que ganhou raízes, ter trabalho. Continuo a agradecer as oportunidades que me vão sendo dadas. Continuo a resmungar todos os dias para sair da cama pela manhã, queixo-me pela cabeça massacrada com que chego muitas vezes ao fim do dia, bato o pé pelas vezes que ganho um cabelo branco por aturar gente que me tira do sério, dias há em que me revolto por ter tanta coisa nos meus ombros que às vezes me tira o sono, mas caramba, se ficasse em casa, se não tivesse trabalho, se fizesse parte da enorme lista de desempregados do país, aí sim o atrofio seria muito maior.

Como eu agradeço por ter trabalho. Dia após dia. Mas a aguentar dez anos, acho que no mínimo já tenho direito a um busto em minha homenagem à entrada das nossas instalações. Dez anos. Já faço parte da mobília. Já é uma rotina enraizada. Já somos família. Já me tratam como tal. Do muito que vem um dia ou outro que me apetece queixar... e ao ver tanta coisa ao meu redor não tenho de quê... as coisas vão-se ajeitando. Há muita coisa a acertar o compasso, no entanto é ouro. 

São dez anos de trabalho na mesma empresa. Nos dias de hoje é mesmo ouro. Como isto me sabe bem, como isto passa tão rápido, como isto é tão importante! Como me lembro tantas e tantas vezes disto quando pela manhã a caminho do trabalho vou a querer resmungar por ter precisado de uma grua para me tirar da cama. E ainda bem. Continuo a chegar lá e a ter orgulho de ver que aquilo também já tem muito de mim.

Pensei não aguentar uma semana. Passaram dez anos!

Expectativas mais que superadas!

SorrisoIncógnito

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