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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

"Inimputáveis", outro murro no estômago...

Interesso-me por tudo o que seja do foro psicológico. Gosto de ver reportagens, entrevistas, ouvir psicólogos, psiquiatras. É um tema tão abstracto, tão meticulosamente complicado que me cutica a curiosidade de tentar perceber o que à primeira não dá para perceber.

"Inimputáveis", uma reportagem da Ana Leal da Tvi, num dos lugares mais inacessíveis a nós comuns cidadãos, a clínica psiquiátrica do estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo. Onde esteve cerca de um mês para fazer esta reportagem. Ali estão indivíduos inimputáveis considerados perigosos.

Vamos lá ser sinceros, normalmente olhamos para estes casos e não conseguimos ver a doença para além do crime. Lê-se muito por aí "dá-se como tolinho e depois não tem pena" (mas se calhar não é bem assim). Sim numa primeiro impressão, muitos são os que pensam assim. A sociedade ainda é muito fechada quanto a doenças do foro mental e psicológico e como que de um assunto tabu, não se fala muito. É quase preferível não querer perceber estas pessoas que tentar entender o que está por detrás daquela atitude que tinha tudo para ser um crime praticado por um criminoso, mas no final foi praticado por um doente. Doente, isso mesmo, um individuo que praticou realmente um crime, mas que foi fruto da doença que padece, numa fase de descompensação da doença.

Na verdade, são pessoas com histórias de vida peculiares que no entanto são apenas e só julgadas por nós comuns cidadãos, ditos "normais" que não sabemos lidar com estas situações, não estamos preparados para os receber, para olhar para eles acima de os referenciar como "perigosos", as pessoas não os querem de volta à sociedade, as famílias esqueceram-nos. Ninguém faz questão de os ter na vida. As pessoas têm medo.

Infelizmente com esta reportagem podemos ter a consciência que, para dificultar todo este processo de reintegrar, reabilitar um doente inimputável, está não só uma sociedade que não os aceita, como uma falta de meios para os "proteger" cá fora no depois. E há depois? Se calhar, se houvesse mais ajudas, mais acompanhamento no após sair, mais ligação entre o tribunal - porque nestes casos, são inimputáveis a padecer de uma medida de segurança* em regime de internamento prisional - a saúde e em muitos casos a segurança social. Talvez pela falha destes três organismos não se interligarem para soluções, os casos de sucesso sejam menos que os que possivelmente poderiam ser.

Ouvir coisas como "tenho medo de mim mesmo" é aquele murro no estômago de alguém ter a consciência dentro da sua própria insanidade do que padecem. Sabem que medicados estão bem, mas é apenas e só a medicação que controla o individuo porque continuam a ser pessoas que, caso não tomem a medicação podem reincidir e voltarem a cometer os erros que cometeram antes, matar, violar...

Alguns estão lá há mais de vinte anos e têm a consciência que podem não voltar a sair de lá, mas têm também a consciência que cá fora não têm nada à espera. Outros continuam a viver na esperança de não serem esquecidos por aqueles que na verdade já nem se interessam se existem.

Há uma quinta-feira por mês que uma voluntária, vai buscar aqueles que principalmente não têm visitas, não têm ninguém cá fora e vai dar uma volta com eles, têm dez horas "livres". É completamente frustrante ver o brilho no olho de quem vê e sente o ar cá fora. E falam sobre isso, ainda que retraídos, com muitos "ses" por detrás das suas conversas e com muitas emoções lá dentro.

"As lágrimas que não se choram enferrujam o coração" - disse a voluntária a um dos que levou. Fazendo deles pessoas de sentimentos e emoções retraídas em corpos presos a doenças mentais, atrasos mentais, bipolares, esquizofrenias...

Não deixem de ver a reportagem que está dividida em duas partes. A primeira parte deu no domingo à noite, a segunda na segunda-feira à noite e seguiu-se ontem na Tvi24 uma análise a toda esta reportagem, entre a jornalista Ana Leal, a psiquiatra forense Sofia Brissos a qual não deixa de fazer denotar a sua esperança sempre em que estas pessoas sejam aceites na sociedade e possam voltar a ela, que não tenham a ideia pré-concebida de que ao irem ali parar não saiam mais dali. E a Directora Adjunta da prisão, Dra Otília Barbosa, a qual adorei ouvir, que cuidadosamente explicou dúvidas e que com certeza teria muito a contar desta tão extensa experiência com casos tão delicados, tão tabus da sociedade e tão "inaceitáveis" da mesma.

Tirem as vossas próprias conclusões. O que me surpreende é a capacidade que têm de dentro da sua própria loucura reconhecerem-na.

para quem não viu, obrigatório ver:

1ª parte aqui

2ª parte aqui

Quem viu, qual a ideia com que ficaram? olham para estas pessoas cm um olhar diferente do que olhavam antes da entrevista, ou apenas querem olhar mas na prática continuam a achar que estas pessoas devem mesmo é manterem-se afastadas da sociedade (porque acho que esta é a ideia comum dos casos) para não serem um perigo para os outros e para elas próprias?

A meu ver, o olhar sobre estes casos, depois de ver a entrevista é diferente.

Vejam a história do Vicente (o "homem invisível"), há mais de trinta anos internado e quando saiu quis voltar para a clínica porque ele próprio teve a noção que não sobrevivia cá fora e nem tinha lugar na sociedade...

Outra observação importante: nós não temos nenhum criminoso a cumprir sequer 25 anos de prisão que é a pena máxima em Portugal, mas temos ali pessoas que já ultrapassaram esse tempo cumprindo medida de segurança que são prorrogadas a cada avaliação do doente.

 

* "é a medida que o tribunal aplica, a estas pessoas que absolveu porque considerou inimputáveis e portanto sujeitou a uma medida de segurança e tratamento por considerar que existia o perigo de voltarem a praticar factos identicos aos que estiveram em causa naquele julgamento" - Dra Otília Barbosa

 

I'm back!

Na passada terça-feira, quando disse que era um dia não e que nunca é um bom dia quando não se ouve música, de facto não foi. E quando disse que com certeza no dia seguinte seria melhor... não foi. Aliás foi um dia bem pior.

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Graç'à Deus está tudo normal, já estou melhor e quero agradecer àqueles que mandaram mensagens, emails, deixaram comentários.

De facto, mesmo não ter estado com cabeça para vir cá, vi sempre as vossas palavras e sabem sempre bem.

Hoje é sexta está um dia lindo lá fora e diz que o fim-de-semana vai ser mais do mesmo, por isso aproveitem. E se for prolongado, minhas bestinhas, aproveitem ainda mais.

Eu vou fazer o mesmo.

Cá beijinho.

Ultrapassamos as 240.000 visitas. Oh yeah!

Pressão psicológica.

Aquando um dia destes, o telefone da empresa tocou e fui eu a atender.

"Estou sim?"

Do outro lado uma voz seca, directa e num tom desagradável, nada simpático:

"Olhe estou a ligar porque há um menino x que foi abandonado pelos pais e tem uma doença grave e está a morrer, precisa de dinheiro para a cura, quer ajudar?"

Começo eu, de testa franzida pelo tom da senhora, como se a mesma me pudesse ver: "Olhe desculpe, sabe, eu sinceramente.." interrompendo-me diz-me "não quer ajudar? Sabe que, ele já foi abandonado pelos pais e se você também não o quer ajudar ele vai morrer!".

...

...

Fui fria, engoli em seco meia dúzia de vezes e só lhe consegui dizer que, sempre que posso ajudar alguém que precisa eu tento. Desliguei a chamada ainda a tempo de a ouvir dizer "olhe que deus esteja consigo!" com um tom não menos arrogante que toda a conversa.

Não consegui tirar aquilo da cabeça e a voz da senhora entoava-me. Fiz uma chamada solidária para a ONV só para ouvir que ajudei uma criança a sorrir, não para me justificar com o que quer que seja, já não é a primeira vez que tento contribuir na onv ou de outra maneira possível das tantas que há. Mas aquela voz não me "largou". O dia correu-me mal. Cheguei a casa ainda meia incrédula e desabei em lágrimas enquanto contava aos meus pais. Que rapidamente me fizeram "desanuviar" o problema.

A senhora não se identificou, não houve mais dados, zero de informações, foi somente aquilo. Mas aquilo foi suficiente para eu me sentir mal e ter um misto de emoções internas que só consegui extravasar quando chorei de raiva e partilhei o que me aconteceu.

Não me martirizei mais por isso, infelizmente sei que todos os dias há crianças em luta pela vida e que todos nós temos o dever de ajudar quando pudemos. Não chegamos é com as mãos a todos. É um facto. E sou uma desconfiada em pedidos de ajuda principalmente à distância, nada identificados. A vida faz-nos assim. Um miúdo na rua pede-me dinheiro para comer, ou pago-lhe a comida se quiser ali na zona, não dou dinheiro para cair nas mãos de outros.

Gosto imenso de ajudar, mas não gosto de pressões psicológicas.

Confesso, senti uma raiva que, ainda hoje, não consigo explicar.

Pessoas que sorriem são mais bonitas!

" Começou a cair.
Como se estivesse colado com a cola que usava na escola, aquela amarela. Passei a escova e caiu.
Foi um segundo. Tremi toda! Um arrepio que veio da cabeça até à barriga... Nem sei explicar bem. Senti algo a descolar mas não queria olhar! Eu sabia que, a sensação estranha quando passei a escova, não era só uma sensação. Baixei os olhos, não queria ver-me no espelho não estava com coragem...e bato os olhos no tapete. Caiu.
A primeira mecha cai, como a confirmação mais que confirmada, de tudo o que já sabes mas que até este dia parece uma meia verdade... ou uma meia mentira.
É um soco. É tudo de uma agressão tamanha para o que é ser Mulher... Há muitos segundos como este, que apetece tanto, com todas as forças, apetece desabar. Tanto!Descolar, deixar cair...
Muitos segundos. Segundos depois, dizem, o mais importante é não me cortar por dentro, não nos deixar cortar na alma.
É o tempo de munir-me dos meus, de amor e agir. Seguir, levantar a cabeça com ou sem cabelo e, por mais que doa, seguir em frente.
Ele a seu tempo volta a crescer. Ali, onde as ondas do mar ganham força e renascem todos os dias.

Que possamos juntas enfrentar com força, paz, esperança e amor todos os passos deste caminho.
Sou cada uma de vocês

Confia. "

Não há como não partilhar, daqui.

 

 [ Obrigatório ver o vídeo ]

 

Fica-se sem palavras, ciscos nos olhos, um murro no estômago. Silêncio. Transmites perfeitamente a agressão tamanha para o que é ser Mulher. No entanto a tua força é ao mesmo tempo transmitida. Talvez seja isso que me faz achar que este vídeo nos abalroa. Não dá como não sentir, como não passar a palavra, como não partilhar. Por todos, por todas as mulheres, por todos aqueles que estejam a passar pelo mesmo. Quando alguém inspira força há que partilhar. Força a todos.

A beleza é tão subjectiva. Digo sempre que pessoas que sorriem são mais bonitas. E como já aqui tinha dito, tu és uma delas. Que a vida te sorria também!

Muita Força Sofia Ribeiro!

 

Os corredores dos hospitais são-me frios #2

Para quem me segue no facebook apercebeu-se que ontem a minha noite foi passada nas urgências de um hospital. E aquelas salas de espera são antipáticas, digamos. Passar o tempo ali é necessário e pensar na morte da bezerra não ajuda em nada. Nem o barulho da porta automática sempre a abrir. Nem ajuda as gargalhadas dos colaborados que estão dentro dos guichés. Nem mesmo o Candy Crush para passar tempo. Há que tentar brincar com a situação e encontrar piada em alguma coisa. Houve algumas, a melhor o bombeiro que me fez virar a cabeça só pelo tom de voz… depois ouvir a chamarem os doentes para a sala de triagem e aperceberes-te que a conjugação do teu nome não é assim tão má como outras por aí. Ou até a de no guiché alguém dá o contacto em tom tão alto que apeteceu-me mandar-lhe um sms a dizer "fale mais baixo"!!

Mas depois há uma sala muito mais medonha. Onde me puseram uma pulseira para acompanhante e me mandaram para lá. Aquela sala de espera pós medicação para observação. Ali as pessoas não sorriem, têm no rosto a ansiedade e o medo. A dor, a tristeza. Só vi sorrisos quando os senhores vieram oferecer um café ou um chá. E vê-se casos que te deixam pequenina e a não querer saber porque há tanta coisa má a poder acontecer a nós que vivemos e devíamos ter o direito de viver com saúde. Pelo menos. O resto, o resto vem.

Falarem-me de nomes que não percebo é meio caminho andado para procurar na internet o que não se deve. Visto que se encontra tudo o que não se quer. Btw também sentem que os médicos têm um língua português-chinês que ninguém percebe?

Cheguei a casa já perto da meia-noite e comi alguma coisa para enganar o estômago visto que não jantei. Aterrei de seguida tal o cansaço que trouxe da espera. Acordei cansada ainda. A ansiedade cansa. A espera mói.

"Não bate a bota com a perdigota"

 

Esta madrugada, por volta da uma da manhã, estava eu perdida nas minhas insónias e a vaguear pelo facebook e dou de olhos com uma mensagem da Sofia Ribeiro acabada de deixar no facebook. Um silêncio. Sabem o ditado “não bate a bota com a perdigota”? Exactamente isso, uma fotografia linda dela com aquele sorriso bonito que carrega e uma mensagem tão triste. Imagino que naquele momento, entre o escrever aquelas palavras e o carregar no ok para publicar na sua página, o mundo lhe andasse à roda. O coração lhe estivesse apertado. Os olhos arrebatados pelas lágrimas. É de facto difícil, e nós mulheres andamos aqui num jogo a ver se não nos calha nada.

Sofia contou ao mundo que no passado dia 13 lhe foi diagnosticado cancro da mama. Que merd@. Uma “miúda” tão gira, jovem, um sorriso encantador, actriz com tanto para dar, sensível como se tem mostrado e agora tem aquela porra daquele bicho. Claro que acontece a todos. Claro que todas nós estamos à mercê do bicho nos bater à porta. Mas é isto.

Gabo-lhe a coragem de contar assim já ao mundo como ela disse "Pelo carinho, amizade, e apoio que sempre me deram, sinto que devo fazê-lo na primeira pessoa. Eu, sem luzes, sem maquilhagens. Apenas eu a Sofia.", até porque o dia amanheceu e está em todo o lado. Aquele sorriso e a frase assustadora. Em todos os jornais, nas redes sociais, nas revistas cor-de-rosa. “Não bate a bota com a perdigota”, estão a ver?

Vi a Sofia uma vez e apesar de afirmar que a trocava por um dos barmans não deixei de lhe gabar a beleza.

Muita força Sofia. Não só hoje ao acordar e teres todo um mundo virado para ti, como nessa luta. Digo sempre que pessoas que sorriem são mais bonitas. E tu és uma delas. Que a vida te sorria também!

Bora ser Sorridário?

Há muitos ingredientes que movem a minha vida, partilhar o pouco que tenho, sorrisos, crianças e amor fazem sem dúvida parte. Esta é uma campanha que logo de início me chamou a atenção e me levou a meter o nariz.

Operação Nariz Vermelho é uma IPSS que desde 2002 promove, todas as semanas, visitas dos Doutores Palhaços às enfermarias pediátricas de vários hospitais do país. É da responsabilidade deles treinar e manter a alta qualidade dos artistas. O trabalho dos artistas é remunerado e a ONV oferece aos hospitais esse serviço. Visitam aproximadamente 40.000 crianças por ano.

Já há muito tempo que sigo a Operação Nariz Vermelho. E adoro a magia que os Doutores Palhaços conseguem levar às crianças que se encontram hospitalizadas. Não há nada mais feliz, que ver uma criança que sofre sorrir. E para os doutores palhaços conseguirem esse feito são precisas ajudas. E todas elas são bem-vindas, com certeza. Até o voluntariado em campanhas que se vão organizando.

Ora entre hoje, 1 de Outubro e dia 4 concretiza-se a segunda edição da campanha de angariação de fundos "Seja Sorridário". Quando vires um voluntário da Operação Nariz Vermelho na rua é a tua oportunidade. Vais estar a contribuir para que os Doutores Palhaços possam continuar a receitar sorrisos às crianças hospitalizadas.

Cada nariz que se meta por esta causa é mais um sorriso que se leva à “Joana”, à “Maria”, ao “Pedro”, ao Martim”…

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Eu fui chamada a meter o nariz por esta causa e apoio-a, e vocês? Metam o nariz por esta causa, porque o vosso nariz também é chamado!

Sejam sorridários, façam uma criança feliz!

Podem visitar e ajudar também através da Lojinha da ONV.

 

8º pecado mortal!

Depois das últimas notícias sobre o medicamento a doentes com hepatite C, depois de sabermos que há uma pessoa que morreu devido à espera demasiado longa pelo medicamento.. e hoje ouvir nas notícias que “nas próximas horas os doentes mais graves de Hepatite C vão receber o tratamento de forma gratuita” só me faz pensar que é sempre assim. É preciso morrer alguém, ou porem em causa o sentido das coisas como fez o senhor José Saldanha que entrou ontem na Assembleia da República questionando quanto vale a vida dele e o que diriam à filha depois deste morrer, para se lembrarem que se calhar é melhor fazer-se alguma coisa. Fico sempre na dúvida se o fazem pela imagem do que fazem se pelo verdadeiro sentido que se devia fazer, o interesse de quem precisa.

E depois lembro-me deste meu post que é sempre tão actual:

" 8º pecado mortal!

As homenagens depois de partirem.

Os obrigados depois de não haver cara-a-cara.

O comprar discos depois do artista nos deixar.

O esgotar os livros quando quem os escreveu não está cá para saborear o êxito.

A saudade só depois do adeus.

A lágrima que não conheceu um sorriso.

O ser-se sempre bom apenas no depois.

O depois ganhar mais importância que o antes e o agora."

16/05/2012

 

Para pensar e reflectir.

Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama

Hoje é o dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama. Mas essa prevenção deve ser feita todos os dias! Todos conhecemos alguém, um amigo, um familiar, um vizinho... maioritariamente do sexo feminino que tenha passado ou esteja a passar por isto.

Não te gosto bichinho ruim.

 Um sorriso para todos aqueles que estejam nesta luta. Muita força.

Vão de retro, pragazinhas!

Amiga: Olha lá, da ultima vez que tiveste doente este ano, não foi mesmo antes de ires para a Madeira?

Eu: Foi sim.

Amiga: Pois então, já estás a ver, pragas!

 

Essa é que é essa, a ultima vez que este ano estive doente, e doente de ter ido parar também às urgências foi na semana antes de ir de férias para a Madeira, logo no início do ano. Pois bem, agora fiquei doente, fui parar ao Hospital duas vezes e onde é que eu vou para o fim de semana? Pois está claro, vou de férias. Oh sortinha ou pragas.

É isso e nunca digas "certezinha não mais" pois se ao início foi quase impensável fazê-lo tem me ajudado bastante agora.

Estou melhor sim, e meus caros que me rogam pragas ide apanhar morangos se faz favor que eu tenho mais que fazer. Agradecida. Cá beijinho a todos I'm back.

SorrisoIncógnito

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