Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Aplicações de telemóvel

Eu gosto de conhecer, ver, experimentar e desinstalar se não me interessar. Não gosto de ter o telemóvel cheio de aplicações que não interessam nem ao menino Jesus. Gosto das que são práticas, das que fazem jeito. Que servem para alguma coisa e não para enfeitar ou só porque alguém me disse que é xpto.

Das conversas das caminhadas, ouvi aqui e ali, que há "n" de aplicações que são úteis. Ajudam a teres uma ideia do que andas a fazer. No entanto não pedi nenhuma a ninguém mesmo quando de vez em quando me lembrava logo me esqueci.

Ontem, farta de andar em modo preguicite e de os treinos não estarem a ser compatíveis (fora à segunda feira ser zumba e raramente faltar), à noite apeteceu ir dar uma volta a pé. O facto de não ter perto de casa sítios próprios para se andar a pé. A falta de passeios, as estradas com pouca iluminação etc.. (coisas de aldeia) nem sempre dá para longos passeios à noite. Uma pena. No entanto quero ser mais activa nisso. Já depois de sair de casa, lembrei-me de pegar no telemóvel e instalar uma qualquer aplicação só para ver "números" daquela do "vou ali e já venho" que fui fazer.

Descobri portanto que este tipo de aplicações são motivadoras. porque para além de te darem a noção do que andaste a fazer, dão-te aquele "beliscão" de querer fazer mais.

 

Como podem ver, em cerca de 40 minutos, percorri 3km num total de 4644 passos. As 144 calorias é que não deram nem para as azeitonas que serviram de aperitivo ao jantar. Mas pronto. Ficou aquele bichinho de querer fazer mais. De que para começar já é alguma coisa (mesmo sendo uma miséria para muitos bem sei), mas do que se precisa é ATITUDE (como disse um amigo meu) e que se o fizesse todos os dias era um bom progresso. A ver vamos. Mas que incentiva, incentiva. Fica a dica. Aplicação - Pacer.

Partilham alguma?

Apanha se puderes!

 

Lá em casa é o programa das sete. Ponto. Já não se vê mais nada. Porque todos gostamos do formato. A mente e o corpo. Ambas situações difíceis. A mente tem que ter acima de tudo calma, cultura geral e ter a sorte de apanhar perguntas que por um ou outro motivo lhe dê "luzes" para a resposta. O corpo tem que lidar com a pressão de segundos que não se conseguem contar. Ontem, foi dia de chegar a casa já depois das sete e ter a sorte de pegar na programação e pôr o programa a dar do inicio, porque era a continuação do programa do dia anterior. Eram dois concorrentes, algarvios, que estavam a fazer uma prova fantástica, além de serem engraçados, "a mente" demonstrou ter conhecimentos e uma personalidade curiosa, logo à prova de arriscar. Noutros programas (e ainda não foram assim tantos) já vimos de tudo, quem nem sequer chegou à quinta pergunta que é o primeiro patamar onde já dá para não querer continuar e arrecadar o que se apanhou, quem arriscou depois da quinta pergunta e perdeu o que já tinha apanhado, assim como quem já chegou à quinta pergunta e resolveu ficar por ali jogando pelo seguro levando para casa o que já tinha conquistado. O Dário e o Tiago, concorrentes de ontem, como confidenciou o Tiago levavam a ideia de tentar chegar à quinta pergunta, que é o "patamar" onde podem "desistir" e ficar com o que já apanharam, mas que nem sabiam se lá conseguiam chegar. Não só chegaram como a partir daí, como também disseram envolvem-se no jogo e dá vontade de continuar. Gostei muito de os ver arriscar, mesmo que fossem um desastre dentro da gaiola perdidos nos segundos que lhes restavam. Os nervos e a pressão devem ser danados só isso explica, numa altura terem saído da gaiola ainda com cerca de cinquenta segundos para aproveitar. Cá em casa até nós estávamos nervosos. Pergunta atrás de pergunta lá chegaram à última. E só quem tem a decisão de arriscar consegue chegar lá. A última pergunta era: Quem ganhou o prémio Camões em 1999. Onde estavam indecisos entre dois nomes, o Dário (o corpo) inclinava-se para Florbela Espanca e o Tiago (mente) para Sophia de Mello Breyner. Toda a lógica irem pela "mente" e responderem acertadamente Sophia de Mello. Até eu saltei lá em casa. Foi mais que merecido. E aí sim, a Cristina Ferreira que é sempre tão efusiva (e aquela voz aguda inconfundível) nos seus "Certo" fez toda a diferença. Dário e Tiago fizeram história no concurso, visto que segundo o que disseram nunca em nenhum país que já passou este concurso deram a montra total. Foi uma fantástica prestação.

Parabéns aos vencedores.

Parabéns ao programa porque é um bom formato. Parabéns Pedro Teixeira, que ele parece ser mesmo boa pessoa, ele abraça (e dá vontade de ir lá), ele vibra ele fica triste pelos concorrentes. E a Cristina, se bem que às vezes aquele grito do "está certa" parece exagero, é também vibrante pela constante expectativa em que se está de a resposta estar certa ou errada.

Venham mais!

Do deitar a toalha ao chão.

 

26..jpg

Um dia destes, enquanto via uma reportagem na televisão, alguém disse algo do género "qualquer pessoa que esteja mais ou menos de bem com a vida tem o seu momento de querer deitar a toalha ao chão, nem que seja um só". Aquilo bateu cá dentro e quando digo isto, digo que senti aquelas palavras. Concordo em absoluto e acho que esses momentos não são totalmente negativos. Têm que ser encarados como pontos essenciais para se perceber o que está bem ou não. Eu, sendo uma pessoa super positiva, que me acho, vem um dia em que apetece deitar a toalha ao chão e deito... choro tudo o que tenho a chorar, penso no que não dá, não vale a pena, no que poderá acontecer de mau, ou de bom. Bato o pé, rodo a baiana, resmungo comigo mesma. No que posso falhar, no erro que cometi ou que posso estar prestes a cometer. Choro tudo, desabafo tudo, deito tudo o que há a deitar para fora. No fim, o importante é apanhar a toalha, enxaguar as lágrimas, respirar fundo e por a toalha para lavar. Não é fazer de nós pessoas de menos, sensíveis, desprotegidas, falhadas. É fazer de nós seres humanos. Pessoas que querem mais, que acreditam, que tentam, que vivem, sobrevivem e aguentam. Pessoas que vão na fé. Pessoas que chegam com a mão ao chão com o intuito de a impulsionar para se levantar o mais rápido quanto possível.

Follow Friday_2

Às vezes parece que a conheço. Mas tenho a noção que nunca partilhamos o mesmo espaço fisicamente. No entanto houve uma fase da minha vida que ela foi um ombro, ainda que à distância. Talvez das pessoas que me segue que mais sabe decifrar as minhas palavras, os meus textos. E eu muitas vezes os dela.

Gosto de como é sociável apesar de tantas vezes ela própria afirmar que o devia ser mais. É simples e bem simpática. Acessível e com palavras certas nos momentos certos.

É de fácil partilha e de genuinidade. Mostra os seus tpm's, os seus problemas e não tem apenas um blog cor-de-rosa. Porque a vida é feita disto.

Faz-me rir imensas vezes e fez das suas "limitações" um ponto de partida diferente. Não sendo diferente mas sendo exactamente aquilo que é. É nortenha, lá longe, mas não esquece.

Apresento-vos:

m-M

Ide lá cuscar e se não conhecem não sabem o que perdem!

A minha árvore não tem presentes, e daí?

O melhor, dos melhores, de tudo o que poderia desejar chegou esta madrugada.

Quatro anos depois. Quatro. Tenho os meus comigo.

Há oito anos que não conseguíamos passar o Natal juntos.

Há lá presente melhor que este?

Não. Nenhum que venha com laço me daria uma décima do que é tê-los comigo.

Estou feliz. Oh se estou

Uma onda de frio vindo de Copenhaga (ou talvez não).

gelo

O despertador toca, que é como quem diz, o pai trouxe o café à cama (sim a fasquia está alta para arranjar um homem que me trate como o meu pai). Abro a janela do quarto e está um nevoeiro de dar dó. Não se vê um metro à frente. Está muito frio. Volto a cair na cama, só mais cinco minutos. E uma preguiça descomunal. Como é óbvio aqueles cinco minutos foram mais alguns e tudo o resto é a correr, o que é bom para tentar nem sentir o frio. Abro a porta de casa e tudo branquinho. Tudo. O jardim, a rua, os carros, os telhados das casas, tudo branquinho perdido entre o denso nevoeiro. Frio. Volto a entrar, pego no gorro e no kispo com pêlo. Hoje está mesmo frio. Os carros e aquela camada de gelo que os cobre. Sabem aquela chuva molha tolos? Que não chove mas deixa tudo molhado? É parecido, não nevou, mas deixou tudo branquinho e congelado. Coragem Maria!

A sorte do pai sair antes e ter lavado o carro dele e o meu, faz-me despachar senão tudo volta a congelar. Mas devagar, as escadas estão cheias de gelo. Tudo a postos para patinar.

Um grau. Está um grau. Maravilha (só que não). E aí pensei nas luvas que estive para comprar no fim-de-semana mas não comprei com o pensamento parvo - ainda não está assim tanto frio. Ai que bem que sabiam...

Respirar é uma tortura, que aquele ar gelado congela todas as articulações do corpo. Trava a fala. E os olhos ficam meio intermitentes como o sinal de perigo de gelo no carro. Não há condições. Afinal o gelo não veio só de Copenhaga!!!!!!

Agora é assim, mais um ou dois dias de frio sem chuva e menos um ou dois graus e neva. Certezinha.

Coragem Maria! Coragem! Tu sabes, a vida não é fácil para quem mora ali um bocadinho abaixo do Pólo Norte.

Das publicidades... com lições dentro!

É claro que, confrontados com uma imagem de alguém a precisar de ajuda, ao nos questionarem a nossa atitude, com certeza vamos dizer o correto. Ajudaríamos. Ajudávamos a atravessar a passadeira, a apanhar alguma coisa que deixou cair, ajudávamos alguém perdido, alguém a carregar um saco ou a levantar-se depois de ter caído. Mas depois na prática, será que não estamos demasiado focados no nosso mundo a caminhar no mundo?

Para tirar uma lição.

Parabéns Lipton Ice Tea

 

Da Casa dos Segredos 6 #1

Não sigo esta casa dos segredos como cheguei a ver outras. Porque havia uma piada em ver principalmente a gala de domingo à noite noutras edições. Sinceramente, tirando a Carla que tem um sotaque Açoriano "riquinho" tudo é feito de apenas e quase só discussões.

No entanto tenho que bater palmas a uma situação ali dentro.

Aquilo é um jogo. Ponto final. Há regras que têm que seguir. Sendo já a edição que é, ninguém vai para lá de olhos tapados e todos sabem para o que vão. Não há inocentes e há muitos jogadores. Podem escolher ser quem quiserem lá dentro, mas não se podem esquecer dos mandamentos da voz, do respeito e educação.

Em todas as edições, com as mais variadas personalidades nunca ouvi alguém desrespeitar "a voz" como nesta situação. Mas, de há muito que estes dois juntos só estragam uma casa e que educação e respeito pelo próximo não é coisa que lhes assista. Cá fora não sei e quem sou eu para julgar quem quer que seja. Mas ali no jogo, nunca vi igual, por mais que todos uma vez ou outra ignorem "a voz", insultarem-na nunca vi, nem se poderia tolerar as palavras dirigidas a quem ali manda.

Já foram foi tarde.

 

 

Pressão psicológica.

Aquando um dia destes, o telefone da empresa tocou e fui eu a atender.

"Estou sim?"

Do outro lado uma voz seca, directa e num tom desagradável, nada simpático:

"Olhe estou a ligar porque há um menino x que foi abandonado pelos pais e tem uma doença grave e está a morrer, precisa de dinheiro para a cura, quer ajudar?"

Começo eu, de testa franzida pelo tom da senhora, como se a mesma me pudesse ver: "Olhe desculpe, sabe, eu sinceramente.." interrompendo-me diz-me "não quer ajudar? Sabe que, ele já foi abandonado pelos pais e se você também não o quer ajudar ele vai morrer!".

...

...

Fui fria, engoli em seco meia dúzia de vezes e só lhe consegui dizer que, sempre que posso ajudar alguém que precisa eu tento. Desliguei a chamada ainda a tempo de a ouvir dizer "olhe que deus esteja consigo!" com um tom não menos arrogante que toda a conversa.

Não consegui tirar aquilo da cabeça e a voz da senhora entoava-me. Fiz uma chamada solidária para a ONV só para ouvir que ajudei uma criança a sorrir, não para me justificar com o que quer que seja, já não é a primeira vez que tento contribuir na onv ou de outra maneira possível das tantas que há. Mas aquela voz não me "largou". O dia correu-me mal. Cheguei a casa ainda meia incrédula e desabei em lágrimas enquanto contava aos meus pais. Que rapidamente me fizeram "desanuviar" o problema.

A senhora não se identificou, não houve mais dados, zero de informações, foi somente aquilo. Mas aquilo foi suficiente para eu me sentir mal e ter um misto de emoções internas que só consegui extravasar quando chorei de raiva e partilhei o que me aconteceu.

Não me martirizei mais por isso, infelizmente sei que todos os dias há crianças em luta pela vida e que todos nós temos o dever de ajudar quando pudemos. Não chegamos é com as mãos a todos. É um facto. E sou uma desconfiada em pedidos de ajuda principalmente à distância, nada identificados. A vida faz-nos assim. Um miúdo na rua pede-me dinheiro para comer, ou pago-lhe a comida se quiser ali na zona, não dou dinheiro para cair nas mãos de outros.

Gosto imenso de ajudar, mas não gosto de pressões psicológicas.

Confesso, senti uma raiva que, ainda hoje, não consigo explicar.

A reter do Suíça x Portugal

Virou moda os jogadores pintarem o cabelo de loiro.

É preciso ter estilo para se pintar o cabelo de loiro e ficar com pinta. É preciso ter muito estilo para um Homem pintar o cabelo de loiro e mandar pinta (cada vez que vejo o Messi até se me reviram os olhos).

 [Fotografia partilhada pelo Quaresma da sua ida hoje ao Vaticano com um presente para o Papa Francisco]

O Quaresma tem estilo, o Quaresma até loiro manda uma pinta do caraças.

(só mesmo o [meu] ciganito para me consolar as vistinhas no jogo de ontem)

Ele também tem blog cá no Sapo. Sigam-no aqui.

(Suíça 2 x 0 PORTUGAL - 1ºjogo de qualificação para o Mundial18)

SorrisoIncógnito

É proibida a reprodução parcial/total de textos deste blog, sem a indicação expressa da autoria e proveniência! Todas as imagens aqui visualizadas são retiradas da internet, com a excepção das minhas as quais identifico. Do mesmo modo, este blog respeita os direitos de autor,mas em caso de violação dos mesmos, agradeço ser notificada.