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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Serenidade

Os trinta andam por aqui. E o que te trouxeram Maria?

Isso mesmo, serenidade. Os dias têm sido, dentro do caos e da intensidade, cada vez mais serenos, de bem com a vida e a relativizar. Procurar diminuir o stress, relaxar e ficar naqueles momentos só meus. Têm trazido paz. Têm acalmado o burburinho cá dentro. O tempo vai sempre passar. A correr. Mas a correria não nos deixará aproveitar o tempo. Quero aproveitar mais. Não sei quanto tempo mas quero qualidade. Não me quero chatear com coisas banais. Dar importância a quem não a tem. Não quero rugas pesadas, quero sorrisos e expressões.

Estou melhor que nos "vinte's"... sinto-me bem. Sem pressões. Sem pressas. Sem querer tudo ou nada. Sem exageros e todos os que me apeteçam. Continuo a não ter medo de cair. Mesmo que já não use e abuse dos saltos. Cada vez consigo dizer mais "não".  Foi-se a paciência de fazer fretes.

Acordar resolvida. De bem com tudo o que se vai encaixando. E até com tudo o que parece não ter jeito para se encaixar. Quero rir cada vez mais da minha "trenguice", das falhas que continuo a ter e de saber que vou continuar a falhar. E a tentar lidar com isso. Isto porque na verdade quero tentar ser sempre melhor.

Quero arranjar sempre desculpas para sorrir. Ver o copo meio cheio. Julgar menos e perceber mais que cada um tem a sua história que nunca vamos saber razões e não encontramos todas as respostas. Mas nem por isso se acabam as perguntas. Aquele sorriso nos lábios. Quero!

  

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Hoje defino-me assim mesmo. Em paz. O branco me caracteriza com apontamentos coloridos que fazem da vida o equilíbrio.

Futebol é (também) isto.

Ontem começou a Liga dos Campeões para o [meu] Porto.

O jogo foi em casa com o Besiktas e não nos correu da melhor maneira. Entramos a perder na Liga por 1-3.

Falhamos na concretização, até porque oportunidades não faltaram. 

Do jogo valeu a saída de campo do meu ciganito do coração com todo o dragão a levantar-se e a aplaudi-lo 💙💙
Ele com a mão ao peito. 

 

Quaresma, ainda com declarações como: "desde que sou profissional, acho que foram os piores 90 minutos que tive, porque por muito que tente, não consigo deixar as emoções de lado e serei portista até morrer"; "tentei ser o mais profissional possível mas não é fácil".

Foi uma imagem muito bonita, eu sei que sou suspeita de o fazer, sou portista de coração e o Quaresma ficou-me no coração há muitos anos. Tem raça de Porto. Tem Porta na alma. Sou suspeita mas... é sempre bonito um estádio aplaudir um ex-jogador. Um adversário. Mas ele não é um adversário qualquer. Continua a falar do seu clube do coração imensas vezes. E continua a saber senti-lo. De mão ao peito e de olhos emocionados, foi assim que respondeu aos aplausos.

Futebol é (também) isto.

F.C. Porto 1 x 3 Besiktas (1º Jogo  fase de grupos da Liga dos Campeões)

Do transbordar amor no coração ♥

Quem me conhece sabe [-me] o amor pelas crianças. Sempre disse, talvez muito para mim que gostava de ter um/a afilhado/a. 

Este foi um fim de semana de coração cheio. Preenchida. Grata. Orgulhosa. Babada.

Imensamente feliz!

No domingo 10/09 foi o dia de baptizar uma afilhada depois de no sábado 9/09 nascer[-me] outra!

 

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Agradeço aos pais, meus amigos, por me terem escolhido para ser quem sou na vossa vida, na vida deles, e vocês na minha.

Há sim, AMIZADES que valem muito.

Não sei se é sorte, mas tenho grandes amizades que compensam todas as outras que não passaram de rascunhos mal interpretados.

Tenho orgulho de ter comigo bons amigos, destes que me escolhem para ser tão importante para a vida dos filhos.

Destes que me deixam cheia de ciscos nos olhos e de muito amor no coração.

Destes que me querem na vida deles como eu os quero na minha.

Destes que me fazem ficar orgulhosa da pessoa que me tornei e tenho sido.

Amo-vos muito, afilhadas do coração  ♥

Dos ciscos nos olhos.

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Estou ansiosa.

Hoje acordei toda eu sensível. Quem leu o post de anteontem no facebook talvez perceba [-me].

Há alturas na vida, em que podemos pôr em causa muita coisa, inclusive quem somos, quem nos tornamos, o nosso caminho, as opções. Alturas há em que as coisas nem fazem assim tanto sentido. Mas depois vêm dias de clareza. De que consegues acima de tudo perceber que aquilo em que te tornaste é [-te] feliz.

Não há nada que me deixe mais rica na vida que sentir o amor dos meus, sejam família ou bons amigos. Na vida nada do que é obrigatório te satisfaz tanto como tudo aquilo que te vem com vontade, amor, amizade, carinho e fruto da pessoa que és.

Estou feliz por todos os caminhos que tenho escolhido, mesmo que por vezes tenha sido mesmo difícil, mesmo que por vezes vá pelo caminho mais longo, mesmo que os muros às vezes tenham deixado feridas, mesmo com as lágrimas e as dores que me chegaram... foram todos esses momentos que ao chegar ao hoje me ajudaram a ser quem sou. Àqueles que trago comigo, obrigada. Tenho sido feliz.

Do(s) dinheiro(s) que desaparece(m)...

Pedrógão grande é só um exemplo, a ser verdade, de "mas onde raio pára o dinheiro angariado"?

Ele não desapareceu como se não existiu. Todos, mas TODOS mesmo temos a consciência que ele está por aí, nas mãos de quem não deve enquanto quem precisa continua a ver "navios".

Quando me pedem dinheiro para alguma coisa, sou um pouco fria. De coração gosto de ajudar, mas gosto de ir aos sítios que precisam da ajuda ou às pessoas em causa. O dinheiro é algo fácil de fazer nosso quando cai em maus fáceis de se esquecerem de valores.

Isto é assim desde que, um dia, ali na zona do liceu onde andava, um miúdo se aproximou de mim, com uns chinelos de sola gasta e uns farrapos a transparecer o corpo magrela e me disse "dá-me um moedinha, estou cheio de fome". Eu dei. Não pensei duas vezes. Dei e apenas disse vai comer qualquer coisa.

Pouco tempo depois ao entrar no café que eu frequentava, o miúdo estava sentado à porta do café eu entrei e lá dentro estava a mãe a comer um hambúrguer.

Aquilo revoltou-me, porque foi fácil de perceber o que ali tinha acontecido.

Pedi um pão com queijo chamei o miúdo e dei-lhe.

Usou o filho para seu proveito.

Ficou-me. Jamais esqueci. Ficou a lição.

 

Toda uma atitude desprovida de valores, afectos, convicções e moralidade.

Não é disso que se trata quando se usam "vítimas" em prol de algo que não seja apenas e só a ajuda a elas?

A loucura dos dias

Agosto foi uma loucura.

Parece que ainda nem caí na realidade de estarmos em Setembro.

Absorvi Agosto como há muito não fazia. Aproveitei-o ao máximo. Quis fazer tudo e mais alguma coisa. Não o deixei escapar por entre os dedos. Desleixei-me de outras tantas coisas mas foi necessário. Tenho imenso para contar. As férias foram muito boas. Voltei bastante cansada, porque acho que foi dos anos que entrei mais cansada em férias. O trabalho em Agosto foi imenso, programar trabalho para o meu tempo de férias foi exaustivo e sair daqui com o dever cumprido era a regra, que segui com orgulho. Descansei muito também, troquei o sono. Troquei-me toda.

Entrei de férias com a cabeça pronta para desligar. E na primeira semana desliguei de tudo. Inclusive do trabalho, na segunda já não foi tanto assim, mas deu para não me aborrecer com isso. Este ano a família voltou no tempo certo e deu para aproveitar muito com eles, algo que já nem me lembrava que acontecesse. Aproveitei o mais que pude. Na verdade cada vez mais os nossos são eles mesmos os nossos e tudo o resto é tudo o resto. E eu sou muito família e o facto de ter família espalhada por esse mundo fora acumula-se muitas saudades.

Os tempos só agora vão acalmar, porque infelizmente foram todos embora. No entanto tenho o baptizado da minha afilhada nos últimos pormenores e outra afilhada quase quase a nascer. Estou tão empolgada. Continua-se bastante ocupada com muita vida deste lado. Quero partilhar fotografias das férias que me ficaram. Histórias que me trazem gargalhadas. E que vou lembrar muito. Quero falar dos amigos que agradeço em ter. Dos meus primos que vivem distantes e que me fazem falta. Das experiências novas - tipo o golfe. O desafio #quenuncanosfaltemsorrisos que passou a correr e que ainda me dá vontade de sorrir a pensar já no próximo.  Do trabalho que está a absorver-me os dias e por consequência as noites. Do quanto passei a rebolar com todos os quilos que vão aumentando na balança. De como anda o coração. Mas isso quando tiver um pouco de tempo.

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SorrisoIncógnito

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