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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Óscares 2016*

A noite mais glamorosa de Hollywood foi esta última e é sempre um martírio para uma pessoa deste lado do mundo conseguir ver aquilo tudinho, desde a passadeira vermelha à entrega dos Óscares. Bem que tentei, mas já quase por volta das duas e meia da manhã e com apenas três ou quatro (já nem me lembro bem) estatuetas entregues, o lembrar-me que às nove já tinha que estar no duro venceu-me.

Vou falar do que vi na passadeira vermelha e não tive ainda hipótese de ver muito mais, só mesmo a constatação do Óscar de melhor actor a Leonardo Dicaprio, que enfim ganhou um Óscar, mas nem posso opinar porque ainda não vi o filme.

Adiante: A RedCarpet já não é o que era. Tenho para mim que eu e o meu grupo de amigas quando nos juntamos numa festa que pede vestidos mais in fazemos melhor figuras, modéstia à parte (e sei que muitas pensaram o mesmo) sem precisar de um fashion adviser e sem dar balúrdios por um vestido de nome.

Do que vi, que mais uma vez digo, foi pouco...

Liz Hernandez - Gostei deste vestido, do decote e do formato. Gostei do preto. E gostei do cabelo.

Olivia Wilde em Valentino. Foi talvez o vestido que mais gostei - a par da Charlize em Christian Dior -, apesar de ali a parte da frente não é aquele "must" mas as costas a-d-o-r-o!

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 [mais aqui]

A Charlize Theron levava um vestido "uaauu" que adoro, mas o decote é demasiado umbigo. Menos um bocadinho e seria perfeito. O vermelho ficava-lhe muito bem e o penteado bem escolhido.

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Rachel McAdams resume-se numa palavra - elegante. Da melhor fotografia que gostei de um vestido.

Não sei o que leva uma mulher tão bonita como a Heidi Klum a aparecer quase sempre em mau nestas galas. Desta vez até a Lady Gaga lhe deu quinze a zero. A Lady Gaga surpreendeu pela positiva.

A imagem da noite. Estes dois juntos. E como o tempo passa. Lembro-me de ir ver o Titanic ao cinema e como eles eram tão novinhos.

Estou uma crescida!

* Não sou e nunca serei uma fashion blogger muito menos em moda.

Desafio 52 semanas | Semana 7/52

 

Semana 7: Eu sempre...

 

Tento sorrir - Acho que é o melhor que me define. Sorrir. Sempre tento, em todas as circunstâncias tirar um sorriso, das melhores às menos boas. Um sorriso ajuda a tornar tudo mais leve, por mais pesado que nos esteja a fazer sentir.

Rapo a massa de bolos - Sempre sempre. Se eu estiver na cozinha, sendo eu a fazer o bolo ou não sempre rapo e muitas vezes nem chego a comer o bolo depois de pronto, mas a massa...

Quis mostrar os meus textos - Adoro escrever. E sempre gostei de os partilhar, muito mais com quem não me conhece. Talvez por ao receber críticas serem isentas. Sem necessidade de o fazerem só porque sim e apenas porque me conhecem.

Comi imenso - Sou uma #MariaTexuga mais que assumida. Mas não imaginam como sou conhecida por isso pelos que me conhecem. Sou a lateira do grupo. A que diz que se é para comer já lá devíamos estar. Como muito e sei que apesar de não ser muito de engordar com isso devia ter regras, as quais não tenho.

Sonhei conhecer um pouco mais - Viajar. Fora ou cá dentro. Conhecer um pouco mais do mundo. Muitas vezes não acontece por não ter aquela companhia com quem o fazer e sozinha não é a minha onda.

#52semanas

E vocês, o que afirmam, "eu sempre..."?

Anel no dedo.

Diz a Rádio Comercial que hoje é dia do anel no dedo. Aproveita e pergunta "Tem um anel de casamento no dedo? Há quanto tempo é que aí está, conte-nos lá. Em que situações é que o tira? Já o perdeu?".

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Pois bem, eu uso um anel no dedo todos os dias salvo raríssimas excepções, mas não é um anel de casamento, chamemos-lhe amuleto. Eu pelo menos olho para ele como o meu amuleto da sorte. Anda por ali à cerca de dezassete anos. E todos os dias o tiro quando chego a casa e todos os dias pela manhã o ponho antes de sair de casa. Gosto mesmo de a ter por perto. Mas já conta com algumas peripécias. Além do que já referi de quando o tiro, tenho como mania bem infiltrada sempre que lavo as mãos e por hábito muitas vezes ao dia, tirar qualquer anel que tenha, nomeadamente esta aliança. Uma das situações mais caricatas que já me aconteceu e que nunca mais esqueci por ter sido realmente o maior susto por quase a perder foi a situação que já aqui contei mas que transcrevo novamente.

"Tenho uma mania estrondosa de tirar os anéis para lavar as mãos. E o mau é que seja lá onde for o faço. Pois se quando chego a casa a primeira coisa a fazer é tirá-los e não vejo mal nenhum nisso, o mesmo não me agrada noutros sítios. No trabalho é constante as vezes que os procuro, porque ora ficam em cima da secretária, ou no balcão, ou no lavatório do WC. O pior mesmo são as casas de banho públicas. Quando entro é quase imediato me lembrar que não os posso tirar porque provavelmente me vou esquecer deles, a verdade é que são raras as vezes que não os tiro e até à data apesar dos tirar nunca perdi um, já dei meia volta mas lembrei logo, agora deixar mesmo lá népias. Um dia destes, em pleno Dolce Vita no Porto, depois de uma conversa sobre esse mesmo assunto com uma amiga, fomos ao wc. Conclusão, Maria vai lavar as mãos e trazia a aliança a qual prontamente tirou e pousou no balcão. Conversa puxa conversa, limpa-se as mãos e vai-se à vidinha. Já no parque de estacionamento, estou eu quase a entrar pro carro o telemóvel toca era uma amiga a dizer que lhe tinham rebentado as águas e já ía a caminho do hospital. Uns dez minutos a contar-me os passos da sua aventura. Quando vou a ligar o carro eis que noto que algo me faltava. A aliança pois claro. “Ficou na casa de banho” diz a minha amiga. Aquilo foi sair a correr, em pleno elevador já eu dizia que não ia lá ter nada que depois daquele tempo todo o anel já era. Estou a chegar à casa de banho com mulheres a sair eu mais convicta que a volta era em vão e mal entro lá estava ela, em cima do balcão. Eh pá, nem vos digo nem vos conto o que senti. Tão bom não ter ficado sem ela. Muito mais porque ela tem um valor simbólico que nada em troca me daria igual. Aprendi a lição, mas como isto é uma mania daquelas, não sei é até quando."

E vocês? Têm aí um anel do dedo com peripécias para contar?

Se o Porto jogasse à Porto. Jogo sim, jogo sim.

[Foto: FRANCISCO LEONG / AFP]

Alguém me disse - "Agora vocês já se começam a habituar a perder". Ao qual respondi «nunca».

Cada derrota custa. Não me habituo e saber que alguém que é deste clube se habitua é uma desilusão. SER Porto é ser muito mais que uma derrota, mas acima de tudo é na derrota ser MAIS Porto.

Do jogo de ontem, no qual mesmo entrando a perder não consegui desistir de acreditar, mesmo contra uma equipa Alemã que tem todo um outro "apoio" futebolístico, mesmo contra um Dortmund que mostrou bom jogo. Mesmo assim, acreditar sempre. Incutiram-me isso ao SER Porto. E eu Sou!

E por segundos houve lugar ao pensamento "Como teriam sido as coisas se se tem feito diferente?":

Se não houvesse amarelo ao Evandro, mal assinalado e que manipulou logo ali toda a sua exibição. Se Aubameyang não visse o golo validado estando em posição irregular. Se houvesse o mesmo critério de amarelos para ambas equipas, quando em minutos próximos, Ruben Neves leva amarelo por apenas puxar a camisola do adversário e minutos depois sai um amarelo para um jogador do Dortmund pela entrada à karaté ao Danilo que bem merecia um vermelho directo. Se houvesse penalti na jogada com o Suk. E se...

Mas mais que isso, se o Porto não vivesse de reviravoltas. Se fizesse mais dentro de campo. Se não quisesse ter o melhor banco de suplentes da Liga Europa. Se arriscasse mais. Se jogasse mais. Se houvesse um pouco mais do que Danilo e Layún na equipa. Se demonstrasse querer mais ou tanto como os adeptos que foram imparáveis na arte de incentivar... O resultado poderia ter sido outro.

Se o Porto jogasse à Porto. Jogo sim, jogo sim. O resultado poderia ter sido outro. Não foi. Agora siga!

Liga Europa - 16-avos: FCPorto 0 x 1 Dortmund (2ª mão) = 0-3 resultado final - Porto eliminado da competição

Expressões à moda das “tripas” do Porto!

Aqui no Norte há expressões muito típicas, muito nossas. Há expressões que muitos outros residentes no país desconhecem. No Porto então, além daquele sotaque "marabilhoso" e único há mil e uma expressões que só mesmo ditas cá em cima é que fazem sentido e têm piada e ver os do sul com aquela cara de não estarem a perceber (patavina) nadinha é hilariante.


Aqui ficam algumas, mas há muitas muitas mais certo Nortenhos? Muitas expressões que até eu desconheço com certeza.

Aguça = afia lápis

Dar o fanico/treco/badagaio = desmaiar

Sostra = preguiçosa

Esbardalhou-se todo = caiu

Picar o ponto = namorar

Laurear a pevide = passear

Bezana/moca/piela/borracheira = bebedeira

Está toda comida do cérebro = maluca

Dar a breca = cãibra

Bateu a caçoleta = morreu

Alapar = assentar

Morfar/encher a mula = comer

Amarfanhar = apertar bem alguma coisa

Fodi a boca a um gajo e mandei duas putas a outro = Parti a boca a um gajo e dei dois estalos a outro

Lebar uma lapada ou lebar nas bentas = Levar um estalo

Um foguete na perna = uma malha puxada do collant

Cara cheia de espinhas = borbulhas

Sapatilhas = tenis

Bater um couro = engatar

Bujão = rabo

Pia baixinho/baixa a bolinha/sossega a sapatilha/axantra a mula = acalma-te

Não tenho mão nela = Não a consigo controlar

Cresce e aparece / andor bioleta = desaparece

Engolir sapos = guardar para si algo em vez de falar o que apetece

Adianta um grosso = não vale de nada

Aquele foi dentro = Aquele foi preso

Pildra/Choldra = prisão

Chaço = carro velho

Tás c'o tao = maldisposto

És boua comó milho = és jeitosa

Lorpa = parvo

Mitra = infiltrado

Ladra-me baixo! = Fala mais baixo

Não perceber patavina - não perceber nada

aloquete = cadeado

Estrugido = refogado

cabides = cruzetas

Estar com o toco/tau = estar chateado / aborrecido

...

(em actualização)

Repost de um post que apaguei de 27/11/213 que foi sempre dos mais visitados aqui no blog!!!

Faceweek*

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O tempo andou ali entre a queda de gelo (como eu tive esperança que caísse neve!), o nevoeiro e o sol, mas sempre muito frio. O meu carro chegou a ficar bem coberto de gelo e as temperaturas desceram aos zero graus. Semana fresquinha. Alguns looks que usei. Todos descontraídos e bem diferentes, desde as calças de ganga que falei no post dos saldos, às leggings e ao vestido com o casaco de pêlo bem quentinho, indispensável para esta altura. As botas, mas o que mais me acompanha nos últimos dias são mesmo as sapatilhas Adidas (habituei-me não quero outra coisa, a melhor compra dos últimos tempos). Os morangos que adoro que acompanharam a melhor notícia dos últimos tempos. A ida ao Dragão ver FCPorto com o Moreirense. No Dolce Vita antes de irmos para o Dragão fizemos o aquecimento com uma bifaninha e um fininho que estavam muito bons. No final, depois de nos recomendarem, fomos comemorar a vitória com uma francesinha à Invictus. Não conhecia e aconselho.

Mais pelo Facebook. Ou pelo Instagram - @sorrisoincognito

Não sou uma fashion blogger, nem de longe nem de perto, muito menos em moda.

Não é a primeira vez que a Cristina Ferreira é criticada por usar isto ou aquilo. Convenhamos que ela é criticada se usa saia ou se não. Se usa calças ou se não. Se diz onde vai ou se não dá informações. É criticada porque sim. É o que acontece a quem tem fama visto por pessoas que têm acesso a um computador mas pouco acesso à inteligência. Pode-se criticar, cada um é livre de o fazer. Mas não é por andar com algo que não é aprovado na maioria das opiniões que podem ter o direito de dizerem que ela é esta e aquela (cuidado com as criticas). Adiante. A Cristina que é uma mulher bonita como já aqui o referi, voltou a usar algo que não foi aprovado pela maioria do povo ao qual choveu criticas nas redes sociais. Algo que também já anteriormente tinha acontecido, coincidência ou não numa outra festa também da TVI. Eu não vi esta do ultimo fim de semana. Mas num curto "zapping" pelas redes sociais fiquei a saber que Marta Melro fez furor com um jumpsuit de decote generoso (e estava bem gira), que Rita Pereira "acusou" uma barriga a levantar suspeitas de estar grávida (pelo amor da santa) e fiquei a saber do desastroso outfit que Cristina Ferreira usou (a meu ver "desastroso" está aprovado).

Às vezes olho e mesmo de pessoas que achamos não têm essa necessidade, interessa mesmo é dar nas vistas, seja pela positiva ou não.  Mas parece que ela afirmou que "sabia que ia ser criticada, mas gostava de provocar". Lamento no entanto quando vai a festas/galas estrangeiras não usar um outfit deste género para ver se para a próxima gostava de ser criticada. Imaginemos uma gala no exterior, por exemplo para a LR onde ela gosta de ir toda "no estrondo" e aparecesse com esta fatiota, acompanhada daqueles enfadonhos brincos e com aquele cabelo à "ti-vó".

É que não é só o outfit. Como li algures por aí, na verdade muitas vezes até no programa que faz vai bem mais composta e com pinta. Mas ali, a meu ver, passa por nada estar bem e com isso, não só se discutir o gosto pessoal do que leva vestido (mas isso cada um tem o seu e gostos não se discutem) e toda a intenção do que quer passar para os outros, como o estar a olhar para uma jovem mulher, bonita elegante e leve que não está. Está completamente o oposto daquilo que normalmente é. Saltando à vista um ar pesado e enfadonho que não tem.

Já na outra festa da TVI à qual me referi antes, há coincidências. Se na altura levava um vestido demasiado pesado para uma festa de verão que sugere um ar leve, agora levou um fato enfadonho revelando uma imagem pesada, oposta à que Cristina nos habitua. Mas não vá este modelo esgotar assim como na altura esgotou o vestido, porque as pessoas têm a mania de criticar, mas como quem usa é quem é, é porque deve-se usar. Não gostei. Mas essa é a minha opinião que vale o que vale e que todos sabem - Não sou e nunca serei uma fashion blogger muito menos em moda.

Friendships - something good!

friends

 

Este foi realmente um fim de semana de emoções. Sem dúvida. Tive uma notícia que me fez sentir grande. Com muitos ciscos nos olhos e orgulho. Por ser quem sou. Por me darem valor. Por nos quererem num lugar especial nas vidas dos outros. Por saber que há amizades que valem a pena. Como fiquei feliz! ♥

O acreditar, Eu e o Dragão.

FCP - Moreirense 21/02/2016

Há coisas que não se descrevem muito e voltar ao Dragão é sempre um momento único. Basta para isso muitas vezes o sítio onde ficas. Ontem voltei ao Dragão, num lugar bem diferente. Ali bem do lado dos Super Dragões. A maior parte das vezes até tinha que estar de pé que a emoção, os cânticos, a entrega e o jogo não permitiram muito tempo sentada. Além disso, eles não param.

Mesmo o Porto estando a perder por 2-0, o camisola 12, o público dá tudo o que pode para o campo. E só lá consegues ter a verdadeira percepção disso.

Por razões alheias quando entrei no estádio o FCP já perdia por um. O primeiro golo do Moreirense bem cedo revoltou-me. Pouco depois o segundo e claro as coisas complicam-se. É difícil dar a volta a um resultado negativo com diferença de dois golos, mas não é impossível.

Acreditar, acreditar, acreditar.

Ali mesmo, eles - os da claque, incentivavam com os cânticos e o sempre "Porto! Porto!". Agarrada ao cachecol acreditei. Foi o jogo todo ali com o coração nas mãos e estas envolvidas no cachecol do maior. Até que veio o penalti e tudo mudou. Dali à reviravolta e ao 3-2 foi um tirinho de luta, persistência e garra. Aquele último golo de Evandro depois de um movimento acrobático de Herrera foi o êxtase. Talvez incentivada com o início desastroso. Não seria preciso sofrer tanto para a vitória se desde o início o espírito e a concentração estivessem alinhados. Queremos ver os jogadores a darem o melhor, a suarem o que têm e não têm em campo e isso só depois de estarem a perder se viu. Layún e Suk estão de parabéns nisso.

FCP - Moreirense 21/02/2016

O importante é que se deu a volta ao resultado e quando tudo parece perdido, saímos com uma vitória. Valeu a pena. Mesmo sendo uma vitória sofrida até à ultima, valeu por tudo. Sempre vale a pena voltar ao Dragão. Sempre vale a pena sentir aquilo ali mesmo na pele.

Mesmo que muitas vezes apeteça deitar a toalha ao chão e dar dois safanões a quem lá está dentro, nunca é minha intenção desistir. Pelo [meu] Porto nunca.

Do assistir ao jogo: as claques podem muitas vezes ser arruaceiras, fazerem tanta coisa que não deviam, exagerarem em alguns actos ao usarem violência em casos extremos (que reprovo totalmente), mas caramba estar ali diante deles, é vê-los transbordarem mística de um Porto que não está esquecido muito menos nas mãos do público e adeptos.

FCPorto 3 - 2 Moreirense

O antes e o depois:

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 O aquecimento para o jogo - Bifana e fininho / Depois do jogo para comemorar a vitória - Francesinha à Invictus

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