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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

A "ressacar" o facebook!

Desactivei a minha conta pessoal do facebook há quatro dias (a página do blog continua lá à vossa espera sim?). Ainda não subo paredes, não cortei os pulsos (se bem que hoje até dava jeito porque preciso de ir “enfeitada” para a aula de fitness logo e um bocadinho de sangue no Halloween fica sempre bem), não me atirei para o chão a espernear, matei na loucura umas moscas ressabiadas, não insultei ninguém e não deitei uma lágrima. Pasmem-se. Eu cá acho que qualquer coisa não está bem. Primeiro o meu psicológico para me ter dado para desactivar a conta, depois oh pá aquilo andava-me a tirar muito tempo, assumo-me uma viciada. Mas já ouvi de tudo dos meus amigos que deram conta. Inclusive da minha prof.de fitness que nesse mesmo dia tinha-me mandado uma msg a dizer que o facebook alertou-a que a nossa amizade fazia cinco anos no facebook. Horas mais tarde ao reparar que a Maria tinha “desaparecido” acha que eu não aguentei a pressão de uma amizade de tanto tempo (muitos risos e a melhor até ao momento). E eu não bloqueei ninguém. Não. Desactivei foi a conta.

No entanto deu-me espaço para outras coisas. Olhei para a minha caixa de email com cerca de 3300 emails por ler e resolvi pôr mão naquilo (basicamente apaguei tudo, tenho lá paciência). E criei uma conta noutra rede. Sim criei. Não foi tipo dá cá por aquela palha. Mas tinha ali uns convites pendentes e nunca me apeteceu olhar para eles até há uns dias atrás (agora tenho muito mais tempo livre só a bateria do telemóvel continua a desaparecer num instantinho e eu não percebo porquê). Criei conta no LinkedIn. Uma rede profissional. E fiz o impensável, baixei a aplicação do instagram no telemóvel. Porque como já aqui tinha dito, abriu-se uma conta para a empresa e a Maria tem que ir lá pôr a mão. Em três tempos vou criar uma conta pessoal, estou mesmo a ver, principalmente se demorar muito a activar o facebook.

Então e Maria não activas porquê? Porque estou a ver até onde consigo ir. E olhem que dei-me dois dias de prazo. Estou a superar-me.

Mas o que sinto falta? O Messenger. Sim, aquilo dava-me cá um jeitaço. Para mandar mensagens rápidas é do melhor. Mas também aí acabaram aquelas mensagens que mal carregas no “enter” pensas “não devia ter mandado isto" (bem vindos ao clube!). Pois…

Nos entretanto aqueles com quem se quer falar dá-se o jeito, por aqui ou por ali as ligações não se perdem.

Quem já experimentou? Voltou ou foi feliz para todo o sempre sem o facebook?

Nem tudo o que reluz é ouro.

Sapo noticiou:

Angola o fim da miragem – Se alguma vez existiu um Eldorado em Angola, tinha pés de barro e desmoronou-se. Veja os gráficos.”

Confesso, não fui ver os gráficos porque nunca me dei muito bem com eles, no entanto mesmo sem ir ver (e eles até podem falar de alhos e eu de bogalhos) percebe-se. A fartura é demais e tudo o que é demais sobra. Angola foi um país que nos últimos anos deu pão a muita gente. Essa é que é essa e foi uma era em que no mundo a emigração estava em forte expansão. Portugal de seu exemplo foi talvez dos países que mais levou para Angola trabalho e mão-de-obra. Mas sempre a levar, e vai mais um, e vão mais cinco, e vão dois mil e pronto, está visto. Quem não tem um familiar, ou amigo, um vizinho, famílias inteiras que nos últimos anos mudaram-se para Angola? Mas no início até os ordenados eram "dourados" mas agora após a crise (principalmente na construção) há portugueses que foram para lá ganhar o que ganhavam ali em Espanha e que vinham todas as semanas a casa, enquanto agora se tiverem a sorte da empresa pagar viagem vêm umas três vezes no ano. E a verdade é que estava fácil de ver que o “Eldorado” ia acabar não tarda nada e depois quiçá de uma maneira trágica apanhando muito bom português desprevenido. É que nós gostamos do “até às ultimas”. E depois às vezes é tarde e é o salve-se quem puder.

Basicamente o que leva à ruptura, à falha dos investimentos, à diferença do que é programado no papel e depois na prática… é a enchente de procura no que “está a dar no momento”.

Vejamos a agricultura. Já alguns anos seguidos que temos os incentivos à agricultura, que estão em franca expansão, que estão a fazer aumentar números em Portugal, que estão a aumentar os níveis da exportação, a baixar números de desemprego criando postos de trabalho, a aumentar produto português. Temos o programa de incentivos até 2020. Mais cinco anos e a continuar assim qualquer dia há mais jovens agricultores que campos de cultivo. Não se deve acabar com isto mas tem que se acalmar e verificar o que é consistente de ser aprovado.

Vendas pela internet cresceram nos últimos anos muito em Portugal, noticiam, mas também quando vamos “googlar” até nos perdemos nas ofertas de vendas. E muitas vezes nem se consegue fazer uma boa selecção porque chega a ser cansativo ser selectivo em tanta oferta. Com valores por vezes tão diferentes uns dos outros basicamente no mesmo tipo de produto.

Eu trabalho num dos sectores que já foi o “Eldorado” do país. E a verdade é que lembro-me de em criança ouvir falar nisto como um “trabalho que nunca mais acaba”. Nos dias de hoje não é bem assim. Há trabalho? Há. Muita exportação, porque em qualquer parte do mundo conhecem este sector. Mas então o que está a deitar o “Eldorado” deste sector abaixo? A fartura é demais e tudo o que é demais sobra. É isto. Numa altura em que isto “dava dinheiro” (basicamente o que interessa) começaram a criar cada vez mais empresas do mesmo e vai se a ver nos dias que correm são mais que as mães. Umas muito grandes, outras médias e as pequenas que existem ao virar de cada esquina. Tropeçamos uns nos outros. Não há espaço para todos e vamos indo até às últimas à espera que caia o vizinho antes que o nosso mal venha a caminho. Tal e qual. Há quem se aventure em novas? Há. Vai sempre haver.

E depois diz-se que “o Eldorado tinha pés de barro e desmoronou-se” e pior que dizer-se é sentir isso. E vai na volta nos próximos tempos até eu sou mais uma emigrante quiçá a tentar procurar um eldorado por aí que ainda não se tenha desmoronado. Não se prevê nada de bom. É o que é. E portugueses por esse mundo fora é o que não falta. Mas faltando trabalho para os dos próprios países que irá ser dos outros?

Como já disse, a fartura é demais e tudo o que é demais sobra.

"Melhor de mim"

" Hoje a semente que torna na terra E se esconde no escuro que encerra Amanhã nascerá uma flor

Ainda que a esperança da luz seja escassa A chuva que molha e que passa Vai trazer numa gota amor

Também eu estou à espera da luz Deixo-me aqui onde a sombra seduz

Também eu estou à espera de mim Algo me diz que a tormenta passará

É preciso perder para depois se ganhar E mesmo sem ver, acreditar

É a vida que segue e não espera pela gente Cada passo que demos em frente Caminhando sem medo de errar

Creio que a noite sempre se tornará dia E o brilho que o sol irradia Há-de sempre me iluminar

Quebro as algemas neste meu lamento Se renasço a cada momento meu destino na vida é maior

Também eu vou em busca da luz Saio daqui onde a sombra seduz

Também eu estou à espera de mim Algo me diz que a tormenta passará

É preciso perder para depois se ganhar E mesmo sem ver, acreditar

A vida que segue e não espera pela gente Cada passo que demos em frente Caminhando sem medo de errar

Creio que noite sempre se tornará dia E o brilho que o sol irradia há-de sempre nos iluminar

Sei que o melhor de mim está para chegar

Sei que o melhor de mim está por chegar

Sei que o melhor de mim está para chegar "

 

Já aqui falei da Mariza num post "aprovado " por ela mesma, e gosto sempre de acompanhar o seu trabalho. Música em português, boas letras e com uma voz sempre impressionante. Uma garra na voz, o sentido e o carinho que demonstra sempre pelo público. Mariza deu recentemente uma entrevista para a Cristina que não devem perder. E o que não devem também perder é o seu novo álbum "Mundo" do qual fazem parte a música "Paixão" que já aqui partilhei e agora esta "Melhor de mim" com uma letra que particularmente me faz sentido. Porque na música, mais que se gostar do ritmo, do som, das batidas há que se entender a música, o seu recheio, as palavras, o que transmite.

Parabéns Mariza!

As desilusões desencantam...

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Uma pessoa encanta-se e depois...

Depois olhas e aquela mão não está efectivamente no mesmo lugar que costumava estar, nem mais para um lado nem mais para o outro, não está, chega mais tarde. Não vale. Aquele abraço que te faz esquecer o mundo na hora que é preciso esquecer não há. Depois as palavras bonitas ficam escassas. O tempo de espera aumenta. As coisas acabavam por mudar. As pessoas mudam, mudam as relações. Mudam o amor. Mudam as amizades. Muda o mundo. Muda o teu mundo, o nosso.

Uma pessoa encanta-se e depois... desencanta-se. É a vida!

Amanhã começa-me o Inverno!

Amanhã começa-me o inverno. Não gosto nada desta mudança de hora. Os dias ficam pequeninos. As tardes minúsculas. Saio do trabalho já de noite e parece-me que ali o dia acabou. Não há tempo para apanhar aquele pôr do sol, não há tempo para parar ali na esplanada e apreciar os últimos raios de sol do dia. Não há tempo para chegar a casa, calçar as sapatilhas e ir caminhar ainda de dia. Amanhã começa-me o Inverno. Os dias ficam tristes. Se tivermos um dia solarengo menos mal, mas se fica um daqueles dias chuvosos logo pela manhã, a seguir ao almoço já quase dá para sair do trabalho porque já escurece. Por mim não mudava a hora do relógio e vivia contra o Mundo. Não dá. Por mim ia trabalhar uma hora mais cedo e por consequência saía uma hora mais cedo. O meu patrão até concorda com o ir mais cedo já o sair.... Não dá! Por mim ficavam os dias compridos, com o pôr do sol quase às nove da noite. Diz que não dá. Por isso mesmo, amanhã começa-me o Inverno e então hoje é tempo de mudar a hora.

Às duas da manhã é atrasar os relógios para a uma. Grande porra!

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A Quinta

A minha mãe estava para ali a deitar pro ar que a Cinha Jardim está feia. Feiinha de todo - diz ela. Esquisita. Mexeu aqui esticou acolá, como pode? Olhando assim para ela tem a cara desfigurada - continua a disparar. Vou espreitar, ali meia de esguelha e confirmo, a Cinha está com uma cara de meter dó. Dó e medo. Do tanto que querem fazer, do pouco que adianta e só piora. Jaaasus. A minha mãe é tão bonita sem ter andado com a cara em obras.

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SorrisoIncógnito

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