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SorrisoIncógnito

Todo o sorriso é apaixonante devido ao incógnito que o ofusca! SORRIR_um estado de espírito...

Um jogo impróprio para cardíacos

O jogo de ontem trouxe Mourinho novamente ao dragão. E eu gostaria de lá ter estado, tal como há cerca de oito anos quando também ele, Mourinho orientava o Chelsea e eu quis ir ver o Drogba.

Ontem a noite foi mágica. Mística. Porto. Tudo a ver? Ultimamente nem por isso, mas ontem, quem viu o jogo foi impossível não sentir aquilo a que o Porto nos habituou tantos anos. A força, a garra, a coragem, a luta, a persistência, o querer mais, o querer ser mais, o SER MAIS.

A bola na trave, a bola no poste, a bola à defesa incompleta do guarda-redes, o ressalto, o cair e levantar e seguir com a bola, a primeira tentativa, a segunda, a baliza. Que jogo! Intenso, emocional.

Um André André que deu luta, que apesar de lhe cortarem tantas vezes em falta as manobras, não desistiu, e ganhando ainda mais força fez o fantástico golo de primeira na cara do guarda-redes depois de uma defesa espectacular ainda que incompleta sobre o remate de Brahimi. Teve um Rúben Neves imparável. Um Aboubakar em todo o lado como vem sendo hábito. Um Casillas com duas defesas para lá de espectaculares. Maicon com o golpe de cabeça certeiro e um Maxi que ganha cada vez mais a empatia dos Portistas. A equipa esteve toda de Parabéns. O Chelsea pode não estar na sua melhor fase mas é uma grande equipa. Ontem não foi suficientemente grande para o nosso grande Porto. Foi um jogo impróprio para cardíacos. De muitos bate pé, palavras menos bonitas e sangue a fervilhar. Aqueles minutos finais tornaram-se demasiado longos para aquela ânsia de ver ganhar quem de seu direito merecia. E mereceu. A vitória.

Muitos Parabéns meu Porto. Muito orgulho. Allez Porto allez ♥

Liga dos Campeões = FC Porto 2 x 1 Chelsea

Faceweek*

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Parece que tivemos uma semana de matar saudades do verão. Começou tímida mas aqueceu bem o que reflectiu em dias bem quentes do final da semana e fim de semana. Óptimo para voltar ao calçado aberto, ao passeio com sol, às noites na esplanada sem casacões. Tive duas aulas de zumba mas nem isso serve para combater o modo #MariaTexuga que está a ganhar cada vez mais peso. Durante a semana fui com a minha melhor amiga a uma pizzaria que é divinal e mandamos vir uma pizza de camarão e atum, familiar, não restou nem um pedacinho para contar história de tão boa que estava, mas nem isso me tirou a coragem de no sábado à noite antes mesmo de ir ao cinema alinhar num rodízio de pizza na Pizza hut, que para quem nunca se aventurou começa por ser, uma rodagem de variadas fatias de pizza que aparecem até dizerem chega, não tenho mais barriga! Estava uma noite óptima e aproveitamos para uma caipi black numa esplanada, mesmo para nos fazer lembrar as nossas férias no Algarve. "Enquanto há café, há esperança". O fim do dia ontem ali, do melhor lugar do mundo, da varanda da minha casa.

Mais pelo Facebook.

Cinema do fim-de-semana!

Sem saída - No escape!
 
"Quando Jack é convidado para um cargo importante numa empresa no Sudeste da Ásia, encontra aí a oportunidade por que ansiava para iniciar uma nova vida com a sua mulher e filhas. Porém, pouco depois de se instalarem num hotel perto do novo local de trabalho, eles dão-se conta de que algo estranho está para acontecer. Quando, na manhã seguinte, Jack vai à rua, vê-se subitamente envolvido numa violenta insurreição chefiada por rebeldes armados que, de modo a marcarem uma posição política, não se coíbem de executar todos os estrangeiros. Em pânico, Jack tenta encontrar o caminho de regresso ao hotel, pegar na sua família e, no meio do caos, encontrar refúgio na embaixada norte-americana. Numa corrida desesperada, eles apenas poderão contar com a ajuda de um misterioso turista britânico. Mas até onde é capaz de ir um homem quando o que está em causa é a segurança das pessoas que mais ama?
Realizado por John Erick Dowdle, que escreve o argumento em parceria com o seu irmão,  Drew, um "thriller" de acção que conta com a participação de Owen Wilson, Pierce Brosnan e Lake Bell, entre outros."
 

 

Gostei do filme, principalmente do suspense em volta de quase todo o filme. O silêncio (interrompido apenas pela queda de um balde de pipocas) na sala só demonstrou no quanto o filme prende a atenção no todo. Carregado de emoção e da pergunta "será que conseguem escapar?". Um filme forte que faz pensar até onde conseguimos ir para proteger e salvar a vida dos nossos. Assim como a coragem que se ganha quando a nossa vida e a dos que mais amamos estão em risco.

O amor é um lugar estranho.

Não há fórmulas, não há segredos. Deve ser só porque sim. Foi exactamente o que respondi quando me perguntaram o que fazer para fazer durar um amor. Vai haver dias que vais pensar que estás a fazer tudo certinho como deve ser, com a melhor das intenções, com o coração a palpitar de entusiasmo e tudo vai calhar mal. Se calhar não era por ali, não era o momento certo, não tinha que ser. Vai haver dias que vais sentir que falhaste, que cometeste erros e se calhar é nesses dias que as coisas vão dar certo. Vais querer fazer perguntas, saber porque é que não é do jeito que achamos que deve ser e quando queremos nem sempre dá e muitas mais é quando achamos que não dá que as coisas realmente batem certo... Não há segredos para fazer durar um amor. Não há fórmulas...mas é delicado. Tem que haver dedicação, nos dias que queremos e muitos mais nos que não queremos, nos que não há pachorra, não nos apetece estar para ninguém. Nos dias que apetece, tudo é fácil, tudo é caminho. Mas e nos outros? Naqueles que desistir parece a melhor opção mas não deixa apenas de ser a solução mais fácil a curto prazo? São os dias em que é difícil que fazem tudo valer a pena, em que fazem (talvez) durar o tempo que tenha que durar, é que dão aquele sentido que um amor deve ter e que então sim, tornam dias difíceis em dias mais fáceis...

[ ♥ ]

Do Meco a Faro, passando na casa partida e num outro sem fim de lugares universitários - Quilómetros de estupidez.

 [Fotografia - Marisa Rodrigues/JN ]

 

Hoje bem cedo, ainda estava eu deitada na cama, meia a dormir meia acordada, com a porta do quarto entreaberta, ouço as notícias da rádio que a minha mãe tem sintonizado na cozinha. O alerta para uma caloira que esta noite, depois de uma praxe mal sucedida na praia em faro deu entrada no hospital. Falava-se de álcool e pessoas enterradas na areia. Levantei a cabeça porque aquilo evacuou logo qualquer tipo de morrinhice que se apodera de mim antes mesmo de me levantar. A minha mãe chega ao quarto e diz “ouviste esta? Mais uma caloira que foi parar ao hospital porque uma praxe correu mal na praia. Eles não têm já maus exemplos para fazerem estas merd@s na praia à noite?” gente estúpida mãe, saiu-me.

Agora pensando melhor… há gente muito estúpida mesmo, ainda não consegui perceber bem se mais são quem manda praxar se quem tem a dignidade de se deixar enterrar na praia, à noite e enxofrar álcool como se não houvesse amanhã.

Esperem, esta caloira num amanhã será uma “doutora” com um curriculum pessoal/social muito mais abonatório com o facto de ter feito esta praxe. 5 valores a mais. Digo eu, mas isto é atirar para o ar, não sei bem porque não estou a par da diferença de qualificação dada à estupidez e à verdadeira importância de ser-se bom no curso que se faz.

“Ahh mas tu não percebes Maria, faz parte. As praxes fazem parte da caminhada universitária.” Pois diz que sim. Mas desde quando é que uma praxe tem que passar por pôr em risco a saúde, o bem-estar, o respeito por nós, a nossa dignidade?

" A praxe consistia em enterrar os jovens na areia próximo da água de forma a que pudessem estar imobilizados enquanto lhe eram dadas, à boca, bebidas alcoólicas.

A jovem sentiu-se indisposta e teve de ser transportada de ambulância para o Centro Hospitalar do Algarve. À hora de fecho desta edição, estava na urgências a ser avaliada.

(...)

"A preocupação deles era tapar os buracos que fizeram na areia antes da chegada da GNR e da Polícia Marítima. A maré entretanto subiu e levou parte do vestígios", garantiu. Nas imediações, nos caixotes do lixo, eram visíveis dezenas de garrafas de bebidas alcoólicas."

daqui

Depois trazem-nos memórias do ainda não tão longínquo e trágico acontecimento do Meco. As pessoas morrem, ninguém é culpado e a estupidez humana aumenta a milhas.

Há coisas que me fazem espécie…#18

Acordar às 7.30h com o telemóvel do trabalho a tocar. Entro às nove. Ninguém merece. Estupor de um raio que me ligou aquela hora. Dá para processar com um "invasão de privacidade sonora a horas impróprias"?

Devia ter um alerta tal como há para as chamadas que vão para o voicemail ou para aqueles que passam a ser de outra rede. Do género "A pessoa para a qual vai ligar só se encontra disponível a partir das nove, tente mais tarde".

Agradecida.

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